Namoro com Aline, tinha engatado de verdade e estava apaixonada. A rotina tinha nos pegado ou seja tínhamos facilidade para ficarmos juntos e sexo é algo rotineiro. Mas lembro de uma situação que tenho certeza que ela nunca repetiu com nenhuma outra pessoa na vida. Mesmo já tendo se passado muitos anos. Foi um dia em que saí com os amigos e acredito que era algo tipo uma terça ou quarta-feira. Eu tinha liberdade de sair apenas com os amigos. Às vezes durante essas saídas até sair com outras mulheres. Nessa época eu era uma praga ou seja uma peste não era fiel não era mesmo. Tinha alguns rolos que sempre cativou desde o começo da adolescência. No rolo com a Lorena, tinha rolo com a Bruna, rolo com a Marina, e rolo com Marcela eu rolo com a Dinah e ainda mantinha um certo contato com a Dani, mas essa eu evitava porque era muito doida não custava nada para ela me dedar para a namorada. Nessa fase as meninas não queriam dar se não fosse namorando. Todas elas sabiam que eu não prestava. Mas deixava todas elas na gavetinha porque se desse chance eu passava o pincel mesmo, apesar que sexo com nenhuma nessa fase rolava, mas conseguia beijar me punhetar ou às vezes elas mesmo me punhetavam.
Lembro que neste dia na terça ou quarta-feira saímos alguns amigos e fomos para um barzinho. Ah se não me engano apenas eu não estava com a namorada pois era uma época de final de ano e Aline estava estudando para as provas. Por volta de meia-noite liguei para ela e perguntei se ela não podia descer para dar uns amassos e uma aliviada na porta do prédio. Ela me disse que ia ser muito difícil pois o pai estava em casa. Mas ela me contou que era para esperar um pouco que ela ia dar um jeito. Ela trancava a porta de sua casa e pulava de uma sacada para outra e saía escondida. E assim ela o fez.
Lembro que era mais ou menos meia-noite ela entrou no meu carro e ficamos na porta do prédio conversando. Ela estava com uma calça jeans apertada. Reclamei e falei que ela deveria ter vindo de saia ela disse que o pai estava em casa e que se por um acaso pegasse ela daquele jeito ia reclamar. Mas ficamos dando uns amassos dentro do carro como não tinha hora para subir pois o quarto estava trancado, não teria como o pai entrar no quarto saber onde ela estava.
Ficamos dentro do carro por alguns minutos e a coisa foi evoluindo.
Já estava nos beijando e ela me punha tanto dentro do carro.
Foi quando resolvi dar a volta no quarteirão e ficar perto de alguns lotes baldios. Como disse na época, o prédio dela era praticamente sozinho nos quarteirões não tinham vizinhos. Era uma área de especulação imobiliária. Ou seja, grandes terrenos vazios com capim alto. Nesse meio tempo começou uma chuva muito forte. Lembro que uma chuva daquelas de trovão e tudo mais e era praticamente já umas duas horas da manhã. Esse meio caminho convenci Aline tirar a roupa, íamos fazer sexo. Ela já estava com tesão a mil e eu estava quase gozando sem nem encostar nela. Começando a jogar aquela trepada dentro do carro e a chuva caindo lá fora. Eu e ela estamos praticamente descobrindo tudo em relação ao sexo, na verdade eram nossos primeiros experiências, já tinha tido outras duas como já contei anteriormente mas de qualquer maneira tudo ainda era novidade. Durante a trepada lembrei que não passava ninguém naquele horário na rua, ainda mais com a chuva caía lá fora chuva grossa forte. No meio da foda abri a porta do carro e puxei ela para fora.
Sabia que ia fazer uma coisa que nenhum dos dois esqueceria.
Coloquei ela de quatro em cima do capô e os dois pelados no meio da rua caindo uma chuva e eu fodendo ela por trás.
Aquela sensação de fazer sexo no meio da rua era uma loucura ainda mais com uma chuva muito forte.
Fiquei bombando com ela de quatro no capô do carro durante acho que cerca de um ou dois minutos.
Depois coloquei ela pelada com os peitos para cima no capô e continuei me metendo.
E ela gemia cada vez mais acho que chegou a gozar uma vez pelada no meio da rua.
Foi quando também já não aguentei mais descarreguei dentro dela.
Lembro que terminei e ficamos nos beijando pelado no meio da rua. Sabemos que ensopados realmente muito muito ensopados a roupa dela estava encharcada eu também. Lembro que voltamos para dentro do carro, lembramos que não tínhamos toalha, não tinha como não secar e ela ainda tinha que voltar para casa e pular a sacada.
Tempos depois perguntei sobre a facada ela acabou me confessando que quando teve seu primeiro namorado com quem perdeu o cabaço ela pulava também as sacadas para ele encontrar com ele de madrugada. Fiquei meio puto na época mas foda-se eu também tive outras.
Uma coisa eu aprendi ou você é o primeiro ou você sempre será eternamente segundo. Mesmo que a mulher já tenha dado para 10 você será sempre segundo. Que mulher é igual o cuzinho de restaurante não fica querendo saber muito se não você acaba não comendo. Aquele dia foi incrível, tenho certeza que até hoje ela lembra da situação porque foi de frente à casa que a mãe ainda mora em cima do carro jovens com uma chuva torrencial no meio da rua foi algo memorável. Essa foto na chuva foi inesquecível. Hoje seria impossível a dezenas de prédios onde nós ficamos preparando. É uma das áreas mais habitadas da cidade…..





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