Minha mãe é professora e, a pedido de vários pais de alunos, abriu uma escola de reforço em casa. O movimento cresceu tanto que ela precisou contratar professores, e minha irmã — sempre extremamente estudiosa e inteligente — se disponibilizou para ajudar.
Por ser mais novo, eu ficava em casa. Eu era adolescente na época, então, como devem imaginar, o tesão era rotina. Já não sabia mais qual site visitar ou o que imaginar para gozar, até que descobri a categoria de incestos. Foi um baque, mas passei o mês inteiro gozando e imaginando que comia todas as mulheres da minha família.
As coisas pareciam caminhar bem, mas a rotina exaustiva estava cobrando o seu preço da minha irmã. Devido ao cansaço extremo, minha mãe decidiu que, de uma a duas vezes por semana, ela tiraria o final da tarde para ir para casa dormir. Ela estudava pela manhã, dava aulas à tarde e ainda tinha estudos de inglês e outras atividades à noite.
Ela namorava na época, mas eu sabia perfeitamente que era virgem — dividíamos o quarto, e era impossível aquele namorado bobão ter encostado nela de verdade. Até que, em uma tarde, fui para o computador bater uma, sem perceber que ela estava em casa. No mesmo quarto. Bati punheta, gemi alto, cheirei a calcinha dela, gozei e segui a vida. Minutos depois, quando minha mãe chegou, vi minha irmã saindo do quarto. Entrei em choque absoluto: se ela estava saindo dali, significava que tinha me visto masturbando e gozando na calcinha dela. Queria sumir, mas, pelo menos naquele momento, ela não disse absolutamente nada.
Passaram-se dias naquele silêncio tenso. Comecei a pensar se ela havia criado ódio e nojo de mim ou se, de alguma forma, achado normal — coisa de adolescente, sei lá. Ela sempre se sentiu muito responsável por mim, cuidando de quase tudo antes de ser apenas minha irmã.
Não sei se foi um erro, mas aquele silêncio me deu confiança. Como ela não havia contado nada para ninguém, resolvi abusar da sorte. Numa tarde em que ela chegou por volta das 16h para dormir, entrei no quarto às 17h e deitei na cama dela. Ela sempre teve os peitos enormes, algo que inclusive incomodava ela devido a comentários e tudo mais. Puxei a blusa dela e comecei a chupar seus peitos, todo desajeitado, pois era muito novo e mal sabia o que estava fazendo. Ela claramente estava acordada, mas acho que entrou em choque e não me tirou de lá. Não sei se estava gostando ou se simplesmente não sabia como reagir, mas me deixou continuar. Tirei o pau para fora, bati uma e gozei em cima dos seios dela. Saí do quarto achando que seria o meu fim e que ela finalmente contaria tudo.
Às 19h ela saiu para jantar, sem trocar uma palavra com ninguém, voltou para o quarto depois e continuou em silêncio absoluto.
Passei os três dias seguintes dormindo na sala com medo. Mas, mais uma vez, ela não disse nada. Criei coragem. Na noites seguintes, esperei todos dormirem, fui até a cama dela e puxei o seu short. Ela me impediu de ir além, perguntando se eu era louco. Respondi que ela queria aquilo tanto quanto eu, senão teria me entregado. Ela rebateu dizendo que não contou nada para não destruir a nossa família e não atrapalhar nossa mãe, mas que jamais transaria comigo porque não era louca.
Fiquei ao lado dela de pau duro, inconformado. Foi então que me veio a ideia de ameaçar: disse que, se ela não cedesse, contaria para todo mundo que ela havia me deixado gozar em seus peitos.
Ela ficou furiosa, mas no meio da raiva acabou soltando que "não podia me dar porque era virgem". Aquilo me deixou esperto, então continuei a pressão e, para me fazer parar, ela se curvou, me jogou na cama e começou a chupar meu pau. Me olhava nos olhos e ainda dizia que eu era o pior cara que ela já conheceu. Não quis saber, puxei seu cabelo, era cacheado, acabei gozando na sua boca. Mais uma vez, reinou um silêncio absurdo, mas eu tava tomado pelo tesão; voltei a bater uma e gozei na boca dela de novo. Disse que se ela quisesse contar, fizesse, mas se não contasse, era para se preparar.
E assim seguimos até o domingo: toda noite ela me chupava e eu gozava. Continuamos com essa dinâmica por mais uma semana.
Até que, na segunda semana, quando ela veio me chupar, eu recusei. Ela achou estranho, perguntou o que estava rolando, e eu soltei que estava comendo minha prima (com quem hoje, inclusive, namoro) e que, já que ela só fazia sexo oral, não estava valendo a pena. A expressão dela mudou na hora, tomada pela raiva. Não falou nada, mas passou os dias seguintes inteiros me evitando, a ponto de parar de voltar para dormir à tarde.
Certa noite, ela saiu com o namorado. Quando voltaram, ele ficou dormindo na sala e ela veio direto para o quarto. Eu estava jogando videogame. Assim que entrou, a primeira coisa que fez foi me puxar para a cama, arrancar minha bermuda e chupar meu pau. Estava quase gozando, ela parou, jogou a cabeça no travesseiro, abriu a bunda com as mãos e lançou: "Se não fizer agora, não faz mais". Com muita dificuldade e força, consegui botar meu pau na buceta dela. Houve sangramento e achei que pudesse ter machucado, pois era muito inexperiente, mas não consegui parar.
Não sei quanto tempo durou, só sei que a comi e depois fiquei apavorado com a possibilidade de ter engravidado, porque gozei dentro.
Ainda chegamos a transar algumas vezes depois disso, sempre tentei comer o cu, mas ela nunca deu. Até que minha mãe precisou se mudar devido a uma proposta de trabalho. Eu fui junto e minha irmã ficou. Ela chegou a ir visitar, mas não fez nada comigo, a casa era menor. Para não falar que não rolou nada, assistimos um filme pornô, mas chegou gente e não deu tempo de fazer mais nada.
Hoje ela mora fora do país e conversamos sobre a possibilidade de eu ir morar lá no futuro. O marido dela fala português bem pouco (ela terminou com aquele antigo namorado e hoje está com um gringo). Toda vez que ligo, provoco dizendo que, se eu for, vou comê-la novamente. Ela sempre nega, diz que nada daquilo existiu e pede para eu esquecer. Já vi no drive dela nudes dele, sei que ele tem o pau bem pequeno. Então sei que no fundo ela sente falta, porque teve poucos homens, não é possível que esteja satisfeita com aquilo.
Mas eu sempre provoco de volta: "Se você sabe o que eu quero, por que insiste tanto para eu ir morar aí?" Ela nunca responde.
Daqui a um ano devo ir para lá. Se rolar de novo, prometo gravar e volto aqui para contar o desfecho.
Abraços.
delari