Intimidade entre pai e filha.


Não é só por transar, por desejo. No primeiro ato, talvez tenha sido.
Mais a cada ato sexual, a cada transa foi ficando mais profundo, mais íntimos. Tudo isso além do amor que já existia de pai e filha bem cuidada, sempre com muito respeito e liberdade num contexto familiar muito forte.
Não posso aqui deixar de exaltar a forma como minha mãe sempre cuidou de nós, também do meu irmão.
Mais sempre vai existir algo que a gente não controla, foi assim entre eu e meu pai. No início ouve uma desconfiança, incerteza da minha parte e da dele principalmente.
Tudo partiu de mim, depois de várias frustrações com alguns namorados eu me sentia vazia, entrei em depressão por um tempo. Chegando ae afastar do trabalho, mais fui bem acolhida e cuidada pela família e principalmente por meu pai que sempre estava fazendo meus gostos pra me ver bem.
Em fim consegui vencer a depressão, voltei a sorrir a ser feliz e decidida a não querer nenhum relacionamento por um bom tempo.
Mais a falta de sexo me deixava sedenta, ao ponto de eu mesma me fazer gozar. E eu que sempre tive um fogo aceso entre as pernas.
Era um final de semana longo, começando com um feriado na sexta-feira.
Meus pais resolveram de a gente passar numa casa de praia. Meu irmão não pode ir pois já havia outro compromisso.
Então fomos só nós três, pai, mãe e eu é claro.
Mais um dia antes aconteceu algo não esperado, não premeditado. Totalmente natural, certa que meu pai estava no banheiro tomando seu banho fui até seu quarto para pegar um creme corporal da minha mãe.
Detalhe ela não estava em casa, tinha ido no supermercado comprar algumas coisas pra viagem.
Eu abri a porta e já fui entrando e acabei flagrando meu pai pelado, e completamente de pau duro, eu paralisei por milésimos de segundos.
Ele calmante pegou a toalha sobre a cama e enrolou o corpo.
Perguntando o que eu queria.
Num estalo eu respondi nada não pai, me desculpa eu só queria pegar o creme da mamãe.
Sai rápido voltando pro meu quarto, e ainda muito confusa com tal situação.
Era a primeira vez que eu via meu pai pelado e ainda mais de pau duro. Nossa aquela imagem mexeu comigo, meus hormônios se exaltaram
Os pensamentos e desejos foi inevitável mesmo porque já havia um bom tempo em que não transava. Há não ser meus momentos solitário no chuveiro.
Mais em fim me acalmei e pedi a Deus pra esquecer.
Mais como falei antes, tem coisas, sentimentos e desejos que não controlamos, nosso corpo fica incontrolável querendo algo que todos nós precisamos muito.
Fomos a praia ficando em uma pousada muito legal, numa capital do nordeste.
Foram muitos banhos de piscina e mar. Desfrutamos bastante da culinária, bebidas e mais.
Mais o melhor momento pra mim foi no domingo, no último dia. Saímos pra o último banho de mar, a praia estava com um bom movimento.
Minha mãe não quis entrar na água optando por ficar no quiosque, bebendo sua caipirinha.
Então chamei meu pai pra me acompanhar que logo se prontificou com toda sua gentileza.
Ao entrarmos na água ele segurou minha mão e lembrou o tempo em que era mocinha e brincávamos de esperar a onda e cai na água.
Claro que eu lembrei, e completei dizendo que a gente podia repetir fazendo algo tão bom e divertido.
Foi então que ele disse, então vem cá danadinha. Já foi me pegando por trás adentrando um pouco mais no mar.
Não demorou e logo veio a primeira onda, nos jogamos na água, com os amassos meu seio escapuliu do sutiã.
Ele riu bastante e fez um elogio, continua como de adolescente filha.
Não acreditei que ele teve coragem, mais sim e eu gostei muito. Depois de ter ouvido ele me chama de danadinha coisa que eu amo quando estou trasando, que me chame de danada, danadinha, de putinha safada fico cheia de tezão.
A brincadeira nas ondas continuaram e estava tão bom, que meu pai me agarrava de todas as formas principalmente por trás e ficávamos parados. Não foi difícil perceber que ele estava excitado. Eu podia sentir sua vara dura entre minhas nádegas.
E em algum momento eu pensei na minha mãe, já havia um bom tempo que a gente estávamos ali naquela brincadeira descontraída e excitante inegavelmente.
Pedi pra gente voltar ao quiosque, ele não exitou, o volume sob sua sunga o entregava.
Eu também fui pontual e pedi que ele ficasse um pouco mais na água pra relaxar ou minha mãe iria perceber a sua excitação.
Ele riu e disse que tudo bem que eu podia ir na frente.
O clima entre eu e meu pai já não era mais só de pai e filha. Já havia algo a mais, muito mais forte que nós. Eu não tirava a visão dele pelado no seu quarto como eu vi.
Chegou a hora de voltarmos pra pousada irmos almoçar, e depois nos preparar para viagem de volta pra casa.
Minha mãe foi a primeira a tomar seu banho, ela tem gastura a área da praia. E enquanto esperava na varanda meu pai veio e sentou ao meu lado.
Perguntou o que estava acontecendo com a gente.
Eu respondi que não era nada demais.
Martha não tem como isso ser nada demais, precisamos dá um freio ou sua mãe pode acabar percebendo.
Ela não vai, eu não vou deixar. Disse pra ele que o desejo está falando mais forte, não só em mim mais nele também pai.
Ele colocou sua mão sobre minha coxa e apalpou dizendo isso é loucura. Eu sou seu pai.
Eu comecei a chorar, ele me abraçou dizendo que iria ficar tudo bem.
Que a gente precisava se controlar.
Foi então que minha mãe chegou na varanda e perguntou o que estava acontecendo.
Meu pai explicou que era só uma depressão mas que eu ficaria bem.
Minha mãe também sentou do meu lado e me acalentou sem nada perceber.
Em fim tomamos banho, almoçamos e seguimos na viagem de volta.
Em fim chegamos em casa, eu nem esperei meus pais e já fui seguindo pro elevador.
Só pensava em chegar tomar um banho e relaxar no meu quarto.
Logo eles também chegaram no apartamento, minha mãe foi até o banheiro e falou comigo pra ver se eu estava bem, disse que sim.
Mais na verdade não estava, meu corpo estava em chamas, minha bucetinha não parava de se contrair, e umedecida cheia de tezão. Eu estava exatamente assim.
Mais uma vez minha mãe insistiu indo até meu quarto saber se eu estava com fome se queria pizza.
Eles planejavam pedir uma pizza.
Eu falei pra ela que assim que a pizza chegasse me chamasse.
Assim foi feito, mais quem foi até meu quarto me chamar foi o meu pai.
Era tudo que eu queria, como sempre carinhoso sentou do meu lado na cama, me deu um beijo no rosto.
E disse que a pizza já estava na mesa.
Ficamos encarando um ao outro, meus lábios tremiam, agarrei ele puxando pelo pescoço num beijo muito erotico buscando sua língua ele desceu sua mão por baixo do lençol, buscando minha bucetinha, sua mão quente apalpava meu sexo enquanto nossos lábios se encontravam sugando um a língua do outro.
Ele pediu pra gente parar, não queríamos ser surpreendidos.
Eu me empolguei, e se já estava cheia de desejo, isso só aumentou.
Então nós recompomos e fomos até a sala de jantar.
Minha gostou muito, dizendo, só seu pai pra levantar seu astral filha. Me perguntando se eu estava melhor e eu disse que sim, que estava ótima. Só precisava descansar um pouco.
Comemos, tomamos um bom vinho e curtimos resenha da viajem.
Ainda ajudei a lavar a louça com minha mãe e logo me recolhi ao meu quarto.
Fiquei na internet, foi quando algum tempo depois recebi uma mensagem do meu pai perguntando se podia vir até o meu quarto.
Eu disse que sim, era tudo que eu queria, ele já chegou só de samba canção.
Eu corri pro seus braços, já fomos trocando beijos, sussurrando pra não fazermos barulho.
Estávamos em êxtase, grudados, se esfregando como se fossemos dois adolescentes.
Tive a ideia de irmos pro banheiro, ele aceitou, pois lá seria melhor pra um possível disfarce se minha mãe acordasse.
Nos despimos, ele sentou na borda da banheira cheia de espuma, fiquei de joelhos diante dele, seguimos nos acariciando, seu pau pulsava entre o afago das minhas mãos o masturbando enquanto nós beijava ele acariciando minha bucetinha com seus dedos.
Eu estava sentindo um tipo de prazer jamais sentido antes, logo passei a chupar seu membro. Nossa como estava duro, virei ao contrário pedindo que ele metesse na minha buceta que estava babando.
Com certeza já era o melhor momento sexual da minha vida.
Chupei várias vezes aquele membro gigante até ele explodir num gozo profundo, enchendo minha boca.
Eu engoli tudinho, sem perder uma gota.
Ficamos alí trocando carícias, sem nada falar, até que tomei a decisão.
Que era melhor voltarmos pro quarto.
Ele pediu pra que eu fosse primeiro.
Me despedi com beijos.

Foto 1 do Conto erotico: Intimidade entre pai e filha.

Foto 2 do Conto erotico: Intimidade entre pai e filha.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Intimidade entre pai e filha.

Codigo do conto:
275936

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/10/2026

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