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– Dely será q vc poderia ver a máquina de lavar
– A essa hora, ta meio tarde né, dona Lua.
– Por favor amor, eu desço lá com vc...
– Bora né
– Cadê o problema da máquina?
Comecei a me agachar na frente dele, ele logo se ligou, afinal conhece a mulher que tem.
– Poderíamos fazer na cama sabia, mas aq em baixo e melhor.
E começamos a nos pegar, sua mão apertava os meus biquinhos, abaixava as vezes para chupa los, e me virou de costas, agachou e começou a chupar a minha buceta, q já estava pingando tanto q gozei rapidinho. Levantou-se e procurou uma camisinha, sempre deixo espalhadas pela casa, em gavetas com chave, na hora q ia colocar, falei
– Aí amor, me come sem
– Vigia Lua, já temos 2.
E ele dando batidinhas na minha xotinha com a pika
– Só hoje, tô com saudades de ficar pingando porra.
Ganhei uma palmadas e ri
– Uma putinha vc né, safada igual
Levei minha mão no pau dele e comecei a bater pra ela
– Diz q não gosta q ver seu leitinho vazando da minha buceta.
– Ok, me convenceu, e gostoso mesmo, q porra na bucetinha né.
E começou a me comer bem gostoso, colocando a mão na minha boca, pra mim não gritar.
Já fazia algum tempo que minha menstruação não aparecia.
Inicialmente, achei que fosse apenas um atraso. Mas, quando completei quase dois meses sem menstruar, comecei a desconfiar.
Naquela noite, resolvi conversar com Dely.
— Amor?
— Oi, Lua.
— Minha menstruação ainda não desceu.
Ele olhou para mim.
— Faz quanto tempo?
— Quase dois meses.
Dely ficou alguns segundos em silêncio.
— Você acha que está grávida?
— Não sei. Mas acho melhor comprar um teste.
— Então amanhã a gente vê isso.
Dormimos com aquela possibilidade na cabeça.
Na manhã seguinte, acordei cedo e fui comprar um teste de gravidez.
Voltei para casa e fui diretamente ao banheiro.
Fiz o teste e deixei sobre a pia.
Esperei.
Quando olhei novamente, lá estavam elas.
Duas linhas.
Positivo.
Fiquei parada, olhando para aquele pequeno objeto. Primeiro sorri. Depois senti os olhos encherem de lágrimas.
Eu estava grávida.
Pela terceira vez.
Voltei ao quarto segurando o teste. Dely estava deitado, mexendo no celular.
— Amor...
— Oi?
— Acorda um pouquinho.
Ele percebeu minha expressão e deixou o celular de lado.
— Que foi?
Estendi o teste.
Dely pegou, olhou para o resultado e depois para mim.
— Não acredito...
Começou a sorrir.
— É positivo?
— É, amor.
Ele se levantou e me abraçou. Ficamos alguns segundos assim, rindo e tentando entender que nossa família estava prestes a ganhar mais um integrante.
— Nosso terceiro bebê — ele falou, beijando minha testa.
Eu sorri, mas comecei a chorar.
— Lua? O que foi?
— Nada...
— Como nada? Você está chorando.
— Eu estou feliz!
— Então?
Respirei fundo e olhei para ele.
— Você vai começar de novo!
Dely franziu a testa.
— Começar o quê, mulher?
— A pegar leve comigo!
Ele ficou me olhando por alguns segundos. Depois abriu aquele sorriso que eu conhecia muito bem.
— Lua...
— Não, Dely! Nas duas outras gestações foi a mesma coisa. Você fica todo cuidadoso, parece que eu vou quebrar!
Ele começou a rir.
— Amor, você acabou de descobrir que está grávida e já está reclamando?
— Estou antecipando os acontecimentos!
Dely me puxou pela cintura.
— Você é uma figura.
— E você sabe muito bem do que estou falando.
Ele me deu um beijo.
— Primeiro vamos aproveitar a notícia, depois a gente conversa sobre suas reclamações.
— Sei...
Caímos na gargalhada.
Estava feliz. Muito feliz. Mas já conhecia meu marido e sabia que aquela história de cuidado excessivo provavelmente voltaria.
Depois daquela conversa, finalmente levantei para me arrumar.
Eu tinha trabalho.
— Lua, você vai se atrasar! — Dely gritou do quarto.
— Já estou indo!
Peguei minha bolsa e fui até a cozinha.
Dely estava tomando café.
— Vai dar aula até que horas hoje?
— Tenho minhas aulas e depois alguns compromissos na faculdade.
— Boa sorte, professora.
Sorri.
— Obrigada, amor.
Ele se aproximou, me deu um beijo e colocou a mão na minha barriga.
— Cuida bem dos meus dois... quer dizer, dos três.
Comecei a rir.
— Você já está contando?
— Claro. Agora somos cinco.
Dei mais um beijo bem gostoso nele e saí.
Eram quase seis da tarde quando meu celular começou a tocar.
Era Dely.
— Oi, amor. Aconteceu alguma coisa?
— Nada. Só queria saber se a professora está ocupada.
— Estou terminando por aqui. Por quê?
— Porque hoje você não vai voltar para casa comigo.
— Como assim?
— Vou buscar você. Vamos passar um tempo juntos.
— Dely, você está aprontando alguma coisa?
— Talvez.
Desliguei ainda curiosa.
Quando terminei meu expediente, encontrei Dely me esperando.
Ele abriu a porta do carro e me deu um beijo.
— Boa noite, professora.
— Boa noite. Posso saber para onde estamos indo?
— Não.
— Dely!
Ele apenas sorriu.
Depois de algum tempo, percebi que estávamos chegando ao destino.
Dely me ajudou a sair do carro e colocou uma venda nos meus olhos.
— Amor, o que você está fazendo?
— Confia em mim.
Durante o caminho até o quarto, fiquei tentando descobrir onde estávamos.
Ouvi uma porta abrir, alguns passos e uma música baixinha.
— Chegamos?
— Sim.
— Posso tirar a venda?
— Ainda não.
Ele me ajudou a trocar de roupa e colocou em mim uma lingerie de duas peças que havia comprado especialmente para aquela ocasião.
— Ficou bonita?
— Muito bonita e bem gostoso, vou ficar duro o jantar inteiro.
Sorri, mesmo sem conseguir vê-lo.
— Você está muito misterioso hoje.
— E você está muito curiosa, minha putinha.
Dely me conduziu até a mesa.
Capítulo 5 — O jantar e a sobremesa
O cheiro da comida chegou antes mesmo de eu me sentar, no colo dele na verdade
— Você preparou jantar?
— Preparei.
— Dely, você está me surpreendendo.
Ele riu e começou a servir a comida.
Jantamos juntos, ainda com a venda nos meus olhos. Conversamos sobre meu dia na faculdade, sobre as crianças e, claro, sobre a gravidez.
— Você já está pensando em nomes? — perguntei.
— Ainda não. Primeiro quero saber como você está se sentindo.
— Estou feliz. Só ainda parece estranho pensar em três crianças.
Ele segurou minha mão.
— A gente vai dar conta.
Terminamos o jantar entre conversas e brincadeiras.
Depois, Dely avisou que havia preparado uma sobremesa especial.
— O que é?
— Você vai descobrir.
Dely colocou a sobremesa na mesinha e se aproximou de mim.
A venda continuava ali.
– Hora de tirar essa lingerie !
– Por que
– Pq quero comer com a visão do paraíso, então vou te prender na cama e ai como a minha sobremesa.
– Isso e ruindade sabia.
Então ele me guia a cama e me prende nela, pes e mãos.
– Que delicia Lua, quer provar
O sinto chegar perto, e passar a língua na minha boca, com gosto de sorvete, ele se afasta, e sinto algo gelado nos meus biquinhos, logo após e chupa eles, gemo com essa sensação, ele faz isso com minha buceta também até q eu goze, e tira a venda.
– Sua vez
Faço o mesmo com ele e o mamo bem gostoso, chupo bem a glande.
– Lua para
– Por que
– 69, vem. Passe essa buceta pra cá.
Ele me chupa tbm, brinca com o meu buraquinho e gozamos os dois. Ele me coloca de 4 e me come a noite inteirinha.
Acordei lentamente.
A primeira coisa que percebi foi que estava muito confortável. A segunda foi que Dely não estava mais dormindo.
Peguei o celular.
14h07.
— MEU DEUS!
Dely apareceu na porta.
— Bom dia, bela adormecida.
— Dely, são duas da tarde!
Ele começou a rir.
— Eu percebi.
— Por que você não me acordou?
— Porque você precisava descansar.
Ele trouxe água, perguntou como eu estava e se aproximou da cama.
— Está tudo bem, amor?
— Estou um pouco dolorida.
Ele fez carinho nas minhas costas.
— Quer alguma coisa?
— Quero ficar mais um pouquinho aqui.
— Então vamos ficar.
Passamos um bom tempo conversando. Falamos sobre o bebê, sobre as crianças, sobre meu período de teste na faculdade e até sobre os planos para os próximos meses.
Dely estava particularmente carinhoso.
Em determinado momento, lembrei de uma coisa.
— Dely!
— O quê?
— Meu encontro com as meninas!
Ele olhou para o relógio.
— Que horas?
— Cinco da tarde!
— Ainda temos tempo.
Comecei a procurar minhas coisas.
— Você vai me levar?
— Claro, amor.
Às cinco da tarde, Dely me deixou no encontro com minhas amigas.
Dei um beijo nele antes de sair.
— Obrigada pela surpresa.
— Gostou?
— Muito.
— Então aproveita. Depois me liga.
Entrei no local e encontrei as meninas.
— OIIII, MULHER!
Cumprimentei todas, sentei e comecei a conversar.
Até que uma delas olhou para mim de um jeito estranho.
— Lua...
— Oi?
— Que marcas são essas no seu pescoço?
Levei a mão imediatamente à região.
— Que marcas?
Outra amiga se aproximou para olhar melhor.
— MENINA!
— O quê?!
— Você não viu isso no espelho?
Fiquei sem graça.
— Não...
Elas começaram a rir.
— E aí, conta. Como foi a noite?
— Que noite?
— Lua, pelo amor de Deus! Você acha que a gente não percebeu?
Comecei a rir e peguei meu copo.
— Foi uma surpresa do Dely.
— Surpresa como?
— Ele me buscou na faculdade ontem, me levou para um Airbnb e preparou uma noite só para nós dois.
— E por quê?
Sorri.
— Para comemorar a gravidez.
Todas ficaram surpresas.
— A GRAVIDEZ?!
— Sim, meninas. Estamos esperando nosso terceiro bebê.
Foi uma mistura de gritos, abraços e perguntas.
— E você não contou antes?!
— Eu queria esperar um pouquinho!
Uma delas segurou minha mão.
— Meu Deus, Lua! Três filhos!
Ri.
— Pois é. Três!
Outra amiga voltou a olhar para meu pescoço.
— E pelo visto o Dely comemorou bastante!
Todas começaram a rir.
— Meninas! — reclamei, morrendo de vergonha.
E....
Adorei a leitura! Agora fiquei curioso para saber qual conto você considera ainda melhor que esse.
sonhos-de-uma-virgem