Entre a Confiança e a Traição (meu pai e minha esposa)

olá, amigos peço perdão pelos erros ortográficos, essa e a minha primeira vez criando um conto, esse conto e real, tomei coragem agora a pouco para descrever essa historia.

Os segredos dentro de casa

Capítulo 1 — Uma distância que não era só física

Eu sempre acreditei que conhecia minha esposa melhor do que qualquer outra pessoa.

Minha esposa era uma mulher que dificilmente passava despercebida. Tinha aproximadamente 1,70 m de altura, pele clara e bastante bronzeada, cabelos pretos e compridos, cílios destacados e um rosto bonito. Gostava de se cuidar, fazer as unhas, colocar cílios e manter o bronzeado em dia.

Seu corpo também chamava atenção: tinha os seios grandes, a bunda bastante volumosa, com aproximadamente 1,10 m de circunferência, e as partes íntimas dela são as que mais se destacam são grandes e carnudas. Era uma mulher vaidosa, que sabia da própria beleza e tinha uma personalidade forte. foto 1

Eu era diferente. Tinha entre 1,66 m e 1,68 m, barba, `bucho quebrado´ uma rola de mais ou menos 13cm, trabalhava pesado. Às vezes, minhas inseguranças físicas apareciam, embora eu raramente falasse sobre elas.

Nos últimos meses, porém, nosso casamento havia mudado.

Eu chegava cansado, muitas vezes sem disposição para conversar ou namorar. Não era falta de amor. Pelo menos, era isso que eu repetia para mim mesmo. O trabalho me consumia, e as viagens de aproximadamente trezentos quilômetros me obrigavam a passar a semana inteira longe de casa.

Saía na segunda-feira e, normalmente, só voltava na sexta.

Minha esposa ficava sozinha durante esses dias.

Ou, pelo menos, era assim que eu imaginava.

Meu relacionamento com meu pai também nunca tinha sido dos melhores. Durante muito tempo, mantivemos uma distância marcada por discussões antigas, ressentimentos e palavras que nenhum dos dois parecia disposto a esquecer.

Até que, aos poucos, começamos a nos reconciliar.

Ele voltou a frequentar minha casa. Minha esposa, que também já havia discutido com ele, acabou fazendo as pazes. Inicialmente, fiquei feliz. Parecia que finalmente minha família estava encontrando um pouco de paz.

Meu pai, por sua vez, era um homem de aproximadamente 1,80 m, forte, de ombros largos e um pouco barrigudo. Quando as pessoas contavam histórias sobre a juventude dele, quase sempre mencionavam sua fama de namorador. Diziam que ele gostava muito de mulheres e que tinha um pênis excepcionalmente grande. Eu ouvira essas histórias durante anos, mas nunca imaginei que elas teriam alguma importância na minha própria casa. foto 2


Eu nunca dei muita importância a essas histórias.

Até que ele brigou com minha mãe.

Depois de uma discussão particularmente séria, pediu para passar um tempo na minha casa.

Aceitei sem pensar duas vezes.

Afinal, era meu pai.

Não imaginava que aquela decisão mudaria completamente a maneira como eu enxergava minha própria família.

Na segunda feira meu pai chegou em casa, como estava trabalhando quem o recepcionou ele foi minha esposa, normalmente. todas as noites antes de dormir ligava para minha esposa gostava de escutar sua voz antes de dormir, mesmo que nossas conversas fossem curtas, ela me falou que meu pai tinha chegado e tudo certo, que de tarde ficaram conversando amenidades, ate que ela percebeu que ele estava meio triste e deu um abraço nele pra vê se ele ficava melhor e assim terminou o dia

na terça-feira minha esposa mandou uma mensagem logo cedo, dizendo que ia aproveitar para colocar a casa em ordem e fazer uma faxina, me mandou uma foto e quase cair de costas, estava na frente do espelho com um shortinho branco de lycra, que revelava aquele capo de fusca e aquele corpo esculpido a mão, um top branco, perguntei se ela queria matar meu pai dentro de casa, ela me disse

--- Deus me livre amor, gosto nem de pensar essas coisas, aqui infelizmente esta fazendo 37 graus, e você sabe que todos meus shorts de ficar em casa são assim, se seu pai olhar ele e muito tarado.

-consenti, e verdade amor, meu pai não e assim, e estamos em família, ele não teria olhos para você.
respondi logo em seguida

o dia transcorreu ate o horário do almoço, liguei pra ela, como faço sempre, ela me atendeu estava toda molhada de suor e de agua por está lavando o quintal e garagem, meu pai estava de fundo sem camisa de samba-canção ele sempre gostou de ficar assim.

--amor estava uma bagunça aqui ainda bem que o seu pai veio me ajudar, se não fosse por ele, não sei oque seria de mim, apesar de que ele jogou agua em mim, brincando, mais me refrescou, fui lá e descontei nele também. foto 3

os dois estavam encharcados mesmo.

--meu deus amor, ainda bem que você teve ajuda ne.

vê eles dois unidos me deixava em paz, ate pq um dia tudo que existia era intriga.

--amor vou ter que deixar o celular aqui para mim terminar de lavar o quintal.

ela escorou o celular de um jeito que dava pra vê ela limpando o muro, só que percebi algo, como meu quintal tem uma puxada no começo, eles estavam na sombra não conseguia vê direito, quando ela foi mais pro fundo do quintal onde pegava sol, percebi que ela não usava calcinha, quando o sol bateu nela e por ela esta molhada dava pra vê perfeitamente sua bucetinha atras daquele short branco, e as aure-las dos peitos, com o tempo meu pai apareceu, com um balde de agua, e jogou nela, ela com raiva tentava da uma cabada de vassoura nele, mais ele se esquivou ligeiro e a segurou por trás, abraçou ela por trás, ela tem muita forca e quase ele não aguenta, com o tempo ele soltou ela, e riamos da situação, percebi uma movimentação estranha dentro do samba-canção do meu pai, algo balançando pra baixo, minha esposa também olhou de relance, e acho que ate sentiu aquele negocio roçar ela, não culpo meu pai por ter ficado assim, já fazia algumas semana que ele se separou da minha mãe, acho que foi ate involuntário. voltei a trabalhar e me despedi.
cheguei no alojamento de onde trabalho, tomei banho e liguei para minha esposa, conversamos amenidades, quando ela disse que tinha algo para me contar.

--amor posso te contar um negocio?

-- pode sim amor, oque aconteceu?

-- como só tinha ficado o banheiro pra lavar e eu estava terminando o quintal seu pai disse que ia adiantando, terminei o quintal e percebi que ele nao tinha pegado o desinfetante, para colocar na privada nem a pastilha, peguei as coisa e fui entrando, acabei tomando um susto enorme.

--oxente amor com oque ?

---seu pai estava com uma jeba enorme se masturbando de baixo do chuveiro, acabei ficando sem reação, fiquei imóvel por um tempo olhando, quando ele também se assustou, fechei a porta rápido e sair.

--- meu deus amor, toma mais cuidado com isso.

--eu não tive culpa amor, me desculpa.

---eu sei amor acabou acontecendo não precisa pedir desculpa, acho que papai acabou ficando assim, pq você estava usando um short branco sem nada por baixo dava pra vê tudo amor, e você sabe que papai e namorador e está a quase duas semanas sem nada.

--não começa amor, você sabe que eu só tenho esse tipo de roupa e como fiz bronze recente, não gosto de usar calcinha, e também estou em casa amor, não tenho culpa, e por falar também, estou a quase duas sem nada amor, pega leve no serviço pra vê se nos consegue ter algo, ou você esta com puta ai. esbravejou

--não começa amor, você sabe que eu sou pau mandado seu, e nunca te trairia e você tem razão amor, nenhum tem culpa, infelizmente isso acabou acontecendo

--amor posso te fazer uma pergunta? será que alguém aguente tudo aquilo?
fiquei surpreso com a pergunta da minha esposa, mais também quem não perguntaria por curiosidade
acho que sim amor, ele não era casado com minha mãe, e a fama dele era de namorador, dizia que ele deixava as mulheres loucas, respondi

fomos dormir depois disso

naquela quarta-feira só consegui ligar a noite, entretanto, ela não atendeu.

Liguei novamente.

Nada.

Na terceira tentativa, finalmente apareceu seu rosto na tela.

— Oi, amor! — disse ela, com um sorriso um pouco diferente do habitual.

Percebi imediatamente que tinha bebido.

— Onde você está?

— Em casa, ué.

Ela riu e virou a câmera.

Meu pai estava sentado no sofá, segurando uma taça de vinho. A iluminação da sala estava baixa, e os dois pareciam bastante à vontade.

— Estamos tomando um vinho — explicou ela. — Seu pai estava entediado, então resolvi fazer companhia.

— Ah, tá.

ela enviou uma fotografia dos dois juntos. Foi quando reparei na camisola branca que usava.

Eu conhecia aquela camisola. Era leve, quase transparente, e tinha pequenos laços na parte inferior e também reparei que mostrava sua nudez por ela não está usando nada por baixo.

Não disse nada. Talvez estivesse procurando problemas onde não existiam.

— Você está bonita — falei.

— Obrigada, amor.

A conversa continuou por alguns minutos. Então ela apoiou os pés sobre o colo do meu pai.

Ele começou a massageá-los.

— Olha aí, virei massagista agora — brincou meu pai, sorrindo para a câmera.

Minha esposa soltou uma risada.

— Ele está fazendo porque eu mereço.

Os três rimos, e por alguns instantes tudo pareceu perfeitamente normal.

Mas, enquanto ela continuava conversando comigo, notei algumas coisas estranhas. Às vezes fechava os olhos por alguns segundos, suspirava e demorava a responder a perguntas simples, e o corpo dela estava como se estivesse balançando. Talvez fosse apenas o vinho e o cansaço.

Quando perguntei se estava tudo bem, ela respondeu:

— Está, amor. a massagem esta gostosa e Estou só relaxando.

Então a ligação caiu.

Tentei retornar imediatamente.

Uma vez.

Duas vezes.

Cinco vezes.

Ela não atendeu.

Quase uma hora e meia depois, recebi um áudio.

— Amor, desculpa. A internet está péssima aqui. Vou dormir, tá? Está muito calor. Acho que vou ter que dividir a cama com seu pai, porque o ventilador do outro quarto parou de funcionar.

Fiquei olhando para a tela.

Dividir a cama com meu pai?

Era uma situação inconveniente, mas a casa realmente estava quente, e eu sabia que o outro ventilador estava quebrado.

Respondi apenas:

— Tá bom. Boa noite. Te amo.

Ela respondeu que também me amava.
Só que de fundo escutava uns barulhos como ranger de cama e barulhos molhados como se palmas e uns suspiros dela.

Naquela noite, dormi com uma sensação incômoda que não consegui explicar.

Não era uma prova de nada.

Era apenas uma pequena dúvida.

E, às vezes, as dúvidas começam justamente assim.

continua......

Foto 1 do Conto erotico: Entre a Confiança e a Traição (meu pai e minha esposa)

Foto 2 do Conto erotico: Entre a Confiança e a Traição (meu pai e minha esposa)

Foto 3 do Conto erotico: Entre a Confiança e a Traição (meu pai e minha esposa)

Foto 4 do Conto erotico: Entre a Confiança e a Traição (meu pai e minha esposa)

Foto 5 do Conto erotico: Entre a Confiança e a Traição (meu pai e minha esposa)


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico jefr

Nome do conto:
Entre a Confiança e a Traição (meu pai e minha esposa)

Codigo do conto:
276020

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
01/11/2026

Quant.de Votos:
3

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5