Namorado da minha tia me fez companhia na festinha
Há mais ou menos uma semana, uma tia minha que há muito foi morar no estrangeiro, veio visitar os parentes aqui na pequena cidade do litoral sul da Bahia, onde moro, e ficou hospedada na casa de meus pais, com quem ainda resido. A tia Cecília, apesar de quarentona, era uma loira do corpo escultural, que por onde passava atraía olhares masculinos, inclusive os de meu pai, que eu já tinha percebido. Eu tenho 19 anos, também sou loiro, tenho 1,80m, o shape em forma, sem modéstia, fruto da natação duas vezes na semana e da musculação diária. Tenho o rosto delicado, olhos verdes, cabelo bem liso. Eu me considero hetero, tenho namorada, mas já tive experiências com garotos, quando era mais novo. Hoje em dia mantenho certos desejos em meus pensamentos, que escapam apenas quando vejo um homem muito másculo. Um desses homens que me desperta desejos é o Cleiton, personal da academia que frequento. O Cleiton é um moreno de pele escura, grande, de cerca de 1,90m, peitos largos, braços e coxas roliças. E foi justamente com o Cleiton que a minha tia resolveu se engraçar. Ela começou a malhar num dia, no outro já estava de papinho com o Cleiton e logo em seguida já estavam se comportando como namorados. A minha tia era uma pessoa de mente muito aberta, e passamos a conversar sobre tudo, até sobre as intimidades. Ela me contava de suas experiências sexuais na Europa, e mais recentemente, dos prazeres que o Cleiton estava lhe proporcionando. Já eu não tinha muito o que contar pra ela nesse aspecto. Minha vida sexual se resumia ao papai e mamãe que a Cíntia, minha namorada, me permitia fazer com ela. Aliás, falar disso para minha tia já é complicado, pq a Cíntia é filha de uma amiga de infância da minha tia. Mas superei a vergonha e admiti o marasmo da minha vida sexual para minha tia. A reação dela foi dizer que era um desperdício muito grande não aproveitar de um corpo gostoso como o meu e que se dependesse dela isso iria mudar. No dia seguinte, uma sexta-feira, minha tia chega pra mim e fala: - Dudu, prepara uma mochila de roupas, que amanhã vamos numa festa na piscina na casa de uma amiga minha. Não esquece a sunga. E leve a Cíntia. No outro dia, partimos os quatro para a casa dessa amiga da minha tia, que ficava num sítio a uns 12km da minha cidade. Fomos de moto. A minha tia foi pilotando a do Cleiton, com ele na garupa, e eu fui na minha com a Cíntia. Chegamos lá por volta das 13h, e a galera já estava na piscina, enquanto a carne assava na churrasqueira. Eram poucas pessoas, e pelo que percebi, apenas casais: a dona da casa, Nice, e seu marido, Janderson, um negro retinto, alto e todo definido, que vestia só uma sunga vermelha que logo me chamou atenção, Elisa e Célia, lésbicas, e um casal de gays: Claudio e Rodrigo. A dona da casa nos apresentou a todos, deixando bem claro que não são moradores da minha cidadezinha e que aquela tarde ali seria de diversão e o que acontecesse ali só nós saberíamos. Fiquei me perguntando o que é que poderia acontecer ali que outras pessoas não poderiam saber, mas não demorou muito para eu descobrir. Estava fazendo um calor absurdo, um sol de rachar. Nâo teria outra alternativa senão cairmos direto na piscina. Comecei a tirar ali mesmo minha roupa e não pude deixar de perceber os olhares de minha tia, especialmente para minhas coxas. - Que foi tia? - disse eu, com um sorriso safado. - Nada, só reparando nesse branquelo delicioso que você se tornou. Olha, Cleiton, a academia não tá fazendo efeito no menino? Olha só essas coxas e essa bunda grande e redonda. Não estava esperando por isso. Fiquei ruborizado e quando ergui os olhos meu olhar se cruzou com os de Cleiton, que agora eu vi, estava só de sunga branca com listras verticais azuis. Impossível não reparar naquele peitoral absurdamente grande, os músculos do abdômen parecendo pedras de jardim, aquelas coxas carnudas e o volume naquela sunga, fazendo peso para a esquerda. Cíntia, minha namorada, que já tinha tomado umas Skol Beats, disse toda animada: - É, mas tira o olho que é meu. No que minha tia respondeu: - Ah, mas quem sabe hoje vc não empresta ele um pouquinho? E agarrou a Cíntia por trás, dando-lhe um beijinho na orelha. Eu sabia o tanto que a Cíntia gostava de um chamego assim, e deu pra perceber ela ficar toda arrepiada. - Ah, tá... quem sabe... vou pensar - disse a Cíntia em meio a risadinhas. Pulamos todos na piscina e ficamos um pouco afastados do resto da galera. Percebemos que já estava rolando uma movimentação diferente entre eles. Quando vi, estava os garotos gays se atracando com uma das meninas lésbicas, a Elisa. Enquanto isso, a Célia se agarrava com Nice. - É, a galera tá animada - disse o Cleiton atrás de mim. - E a gente vai ficar pra trás? - perguntou minha tia, já agarrando o pescoço do Cleiton e sugando todinha a língua daquele macho. Tive que fazer meu papel de homem e logo agarrei a Cíntia pela cintura, por trás, e comecei a chupar seu pescoço. De repente, estávamos os quatro bem juntos uns dos outros. A minha tia estendeu um dos braços e puxou a Cíntia, que logo a estava beijando na boca. E eu fiquei ali admirado: nunca imaginava que minha namoradinha recatada seria capaz de uma sacanagem assim. - Tá gostando? - ouço a voz do Cleiton, que me olhava fixamente. - Tá uma delícia de ver - digo. - Pois venha sentir - disse minha tia. Venham, vocês dois. Mais que depressa fui em direção da Cíntia, mas a minha tia me puxou pros seus braços, e quando vi estava beijando loucamente aquela loira quarentona deliciosa. Pelo rabo do olho vi que o Cleiton se deliciava com a Cíntia. E eu sentia um tesão absurdo, misturado com ciúmes e inveja. Eu queria estar no lugar de minha namorada naquele momento. Não demorou muito e a Cíntia se aproximou de nós e passamos a um beijo triplo. Nâo sei o que me deu pra olhei para o Cleiton e fiz sinal para ele se aproximar. E ele veio, ficou ao meu lado, e logo éramos quatro bocas ávidas de desejo. Eu conseguia identificar a língua grossa e áspera do Cleiton e passei a focar nela, tentando aproveitar ao máximo toda vez que nossas bocas se tocavam. Enquanto isso, embaixo d'água, nossos corpos se trombavam. Eu esfregava a minha rola dura ora no biquini da minha tia, ora na bunda da Cíntia. Mas o mais gostoso era quando o Cleiton me encoxava por trás. Dava pra sentir toda a extensão daquele pauzão esfregando no rego da minha bunda. De repente olho para trás e reparo que todos os outros estavam sem roupa de banho, na piscina. Apenas nós quatro ainda estávamos vestidos. Isso me deixou ainda mais excitado. Num ímpeto, saí da piscina e olhando nos olhos da minha plateia, retirei lentamente a sunga, primeiro de costas, mostrando lentamente o meu rabão, e em seguida virando de frente e exibindo minha ereção. Logo veio minha tia e fez também o seu strip tease, deixando todos sedentos por aquele corpo. Puxei a Cíntia para fora da piscina e logo veio o Cleiton também. Eu e ele retiramos a parte de cima do biquini da Cintia e cada um chupou um de seus peitinhos. Enquanto isso, minha tia desceu a parte de baixo, e começou a sugar aquela bucetinha rosada, toda depilada. A Cíntia gemia como nunca tinha gemido comigo. Mas de repente somos interrompidos pela anfitriã, que chegou trazendo um celular e entregou para minha tia. Do outro lado da linha, era a mãe de minha namorada, dizendo que alguma coisa tinha acontecido, que precisava da Cíntia lá. A minha tia não quis me contar na hora o que foi que aconteceu, mas explicou para a Cíntia e se ofereceu para levá-la. - Então vamos logo - disse eu. - Não! Você e o Cleiton já beberam bastante. Eu que não bebi nada, levou a Cíntia lá. Assim que resolvermos o assunto, se der, voltamos a noite. Divirtam-se aí vocês dois. Irresignado, vi minha tia e minha namorada partirem. Sentamos eu e o Cliton, nus, na beira da piscina, com os pés na água. - É, e agora hein... vamo beber mais? - Disse o Cleiton passando a mão por minhas costas. - Fazer o que né... logo agora que o negócio tava esquentando... - Não fala não... - disse o Cleiton, com a mão no meu pescoço. - Põ, quer dizer que vc é o maior safadão - disse eu. Sempre te vejo tão comportado na academia... se bem que, um homão como você assim seria difícil não ser um garanhão. - Haha. Pow, tem os momentos e as companhias certas pra gente curtir uma sacanagem né... local de trabalho é sagrado pra mim, lá não rola. Mas você também, sempre te vi na academia todo quietinho, na sua... Eu ficava só olhando... quando vc faz agachamento é um espetáculo, inclusive. - Você gosta de ver rabo de macho é, sacana? - eu disse e instintivamente me virei de bruços na borda da piscina, com o rabo pra cima. - Se atrai meu olhar eu gosto, e esse seu corpo me atrai muito. Olha só aqui. Nisso vi o pau dele apontando para cima, a cabeça brilhando. Era uma pica linda, com os pelos aparados, e um sacão enorme. - Caralho - disse eu. - Você gosta? - perguntou. - Quero provar - eu disse. Cleiton então puxa minha cabeça e eu abocanho aquele pedaço suculento de carne de macho. Chupei com muito gosto, engasgando e babando muito. Lambi aquele sacão preto e fui subindo da base até a cabeça do pau, que explorei com minha língua. Cleiton urrava, parecia sentir muito prazer. Ele me puxa e ficamos em pé. Agora nossas rolas se encontravam e esgrimavam, misturando o pré-gozo. Cleiton me puxou para junto de si, num abraço forte. Eu me sentia totalmente amparado ali junto àquele monumento de homem. Ele enfiava a mão em meus cabelos e puxando minha cabeça pra trás, beijava minha boca verozmente. - Ah, meu loirinho. Que isso hein... homem nenhum me fez sentir assim antes. E agarrava minha bunda com as duas mãos, enquanto um dos dedos procurava meu buraquinho. Quando encontrou, ficou ali brincando, me fazendo gemer como uma putinha. Isso o deixou mais excitado e começou a dar cuspidas em minha cara. Eu achei aquilo muito excitante e abria minha boca pra receber as cusparadas fartas dele. Intercalávamos cuspidas com beijos molhados. Cleiton então, enquanto ainda me beija, me agarra pelas pernas, me levanta no colo, eu envolvo minhas pernas em sua cintura e ele me leva até uma mesa que havia perto da churrasqueira. Naquele momento havia esquecido completamente dos outros convidados, mas de qualquer forma, estava todos absortos na sacanagem entre eles, eu imagino. O macho me deita então de bruços sobre a mesa, levanta minhas pernas e me deixa todo arreganhado, com o cuzinho exposto para ele. O sol da tarde iluminava bem buraquinho. - Caralho, que cu lindo... todo rosinha e cheio de pregas - disse Cleiton. - É seu, meu macho, meu preto gostoso - eu disse enquanto Cleiton enfiava a língua dentro do meu buraquinho e cuspia lá dentro. - Ah é meu é, loirinho puto? Então vou tomar posse. Cleiton subiu na mesa, virou meu corpo, levantou minhas pernas, cuspiu na rola e ali, ajoelhado, começou a penetrar meu cuzinho. O desgraçado é muito habilidoso e nada afoito. Foi metendo aos poucos e quando percebi, já estava sentindo seus pentelhos encostarem na minha bunda. E isso sem parar de me beijar. - Caralho, Dudu, que tesão que tô sentindo em você... - disse, e começou a bombar no meu cu bem lentamente. Quando vi, eu estava numa dança ritmada com a cintura de Cleiton, que cada vez acelerava mais as estocadas. Nunca vou esquecer som do saco dele batendo em mim... PLOC PLOC PLOC. Sem tirar a rola de dentro, Cleiton se senta sobre a mesa, e eu me sento em cima dele, e encaixados, tanto no meu cuzinho quanto na minha boca, eu rebolava e sentia aquelas mãos fortes percorrerem meu corpo todo. O macho, enquanto metia, lambia meu pescoço, mordia meu bíceps e chupava meus mamilos. - Eu quero te comer de quatro. - Você pode, meu macho. Então saímos de cima da mesa e aí percebemos que o anfitrião, Janderson, estava ali assistindo a tudo, com a rola duríssima: preta, grande, pentelhuda, preta da cabeça rosinha. Ele percebeu meu olhar pra rola dele e deu um sorrisinho. - Porra, tão mandando bem - disse Janderson, o anfitrião. "Continuem". Eu não me fiz de rogado. Me ajoelhei ali no chão, fazendo questão de apontar meu cu na direção do Janderson. Cleiton percebeu minha intenção de provocar o negão, e me deixou ali naquela posição por uns dois minutos. Eu via de rabo de olho o Janderson segurando o pau e batendo uma punheta. Mas Cleiton não aguentou muito tempo. Se postou em pé, atrás de mim e foi metendo a pica no meu cu de cima pra baixo. Eu ajoelhado no chão, com o cu pra cima, ele em pé, em cima de mim, socando de cima pra baixo. Teve uma hora que ele estendeu uma das pernas e colocou perto do meu rosto. Eu comecei a lamber aqueles dedos. E ele, na maldade, esfregava o pé na minha cara, e depois passou a pisar de leve em meu rosto. Tudo isso enquanto metia sem parar. Meu pau pingava e eu gemia muito. Eu olhava pra trás pra procurar os olhos do Cleiton, e era correspondido com a cara de prazer que ele fazia, mas ao mesmo tempo com uma doçura no olhar que eu não havia percebido antes. Ele então se abaixa sobre mim, e começa a me beijar novamente. - Se você continuar me olhando assim eu vou gozar dentro de você, meu branquinho. - Ah é? - e olhava nos olhos dele desafiadoramente, enquanto nossas línguas se encontravam, o pau dele atolava no meu cu e o saco batia em minha bunda. - Aaaaah, seu puto safado. Eu gozar desse jeito. - Goza, goza pra mim meu preto tesudo. E as socadas aumentaram ainda mais. PLOC PLOC PLOC - AAAAh caralho - PLOC PLOC - que cu gostoooooso PLOC PLOC PLOC PLOC - AAAAAAAAHHHHH - Cleiton deu um urro e eu senti minhas entranhas tremerem. Quando olhei pra baixo, vi a poça de porra que eu tinha feito no chão. Eu havia gozado e não tinha nem percebido. Cleiton, sem tirar o pau de dentro do meu cu, se deixou sobre meu corpo. Rolamos de lado, mas ainda encaixados, deitados no chão. À nossa frente estava Janderson, com a pica ainda em riste, mas com a barriga toda melecada de porra. - Esse aqui você só vai olhar. A partir de agora esse galego é meu e ninguém toca - disse Cleiton, que me puxou para um beijo e disse em meu ouvido: "caralho, você é um puto maravilhoso, quero você sempre de agora em diante, meu loirinho".
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Esse é meu primeiro conto. Tava sem nada pra fazer, sentei, escrevi e publiquei. Se vai haver continuação, vai depender da reação de vcs. Se gostarem do meu estilo, vou tentar escrever outros.