Buceta precisava de ar fresco.

Olá, eu me chamo Daphila, este é o meu primeiro conto aqui e gostaria de ser bem acolhida! Não vou enrolar com apresentações porque gosto de ser direta.

Recentemente, sozinha em casa, estive me masturbando (o que já faço com frequência) vendo alguns vídeos de garotas se masturbando com travesseiros, lençóis, mesa, enfim. Essa curiosidade de se esfregar nas coisas me deixou pensativa. Gosto muito da ideia de me masturbar com frequência, é tanto que, morando sozinha, sempre fico com um vestido curto, sem nada por baixo, livre de qualquer calcinha ou sutiã já para facilitar meu trabalho. Ainda refletindo, me sentei no chão, com as pernas bem abertas, a buceta pingando de excitação. Neste dia específico, tentei não me tocar de imediato, o que acumulou tanto mel que senti a minha porra escorrendo para o meu rabo, melando meu outro buraco apertado. Eu estava excitada, muito. Meus mamilos estavam duros como pedra, meu corpo arrepiado, almejando toque.
Foi aí que lembrei, no meio da reflexão, que sempre quis me exibir na rua, o que me fez juntar os dois pontos e seguir a uma conclusão. Vesti um vestido azul de alças finas, curtinho, mas folgado na barra para que eu não ficasse desconfortável. Peguei meu capacete e as chaves da moto, decidida, sem calcinha, com a buceta escorrendo. Subi na moto e gemi de imediato ao sentir minha buceta entrar em contato com o banco da moto, minha buceta deslizava conforme eu o sujava de porra. Molhado. Escorregadio. Eu não ia resistir ficar ali, vazia, sozinha. Desci da moto e corri para o quarto, pegando o meu fiel companheiro: meu plug. Grosso, grande, com sua pedra rosa brilhante. Não precisei de esforço para colocar. Meu cuzinho já estava tão molhado que, só de esfregar o plug ali, ele entrou facilmente. Meu rabo, guloso como é, engoliu tudo, como uma planta carnívora. Estava com tanto tesão que estava esfregando as pernas enquanto caminhava até a moto. Estava louca. Excitada pra caralho.
Subi na moto ao retornar para a garagem e então, avaliei a rua deserta, já que minha casa não fica em um bairro movimentado, e logo dei a partida, pegando a estrada pouco movimentada. No entanto, meu vestido folgado na barra, começou a voar conforme o vento, mostrando toda a minha bunda branquinha, pouco bronzeada, com o plug enfiado no rabo. Minha buceta pareceu uma cachoeira ali, porque eu sentia ficar cada vez mais molhado embaixo dela. Não tinha carros ali, mas o que me despertou foi o som de uma moto se aproximando. Pelo ruído, eu já sabia que era uma esportiva, foi o que me deixou ainda mais excitada. Pra parecer mais comportada, segurei meu vestido com a mão esquerda, rebolando devagar para sentir mais da minha buceta se esfregando contra o banco molhado. O barulho se aproximou, vi pelo retrovisor um homem sozinho, com roupa de motociclista preta, luvas, capacete fechado, viseira escura. Antes de qualquer próximo passo, ele logo estava do meu lado, levantando a viseira preta. Quase gemi apenas com o seu olhar. Ele tinha lindos olhos azuis, um olhar cafajeste. Sua mão bateu em minha bunda e, devido o meu show específico de estar bem empinada, ele foi rápido para deslizar dois dedos facilmente para dentro de mim antes de voltar sua mão para o acelerador e partir. Seus dedos eram grossos, deliciosos, estavam enluvados. Eu gemi alto e por um momento, quase perdi a minha concentração. Quando o vi indo embora pela rodovia, senti falta de seus dedos e do seu olhar, eu imploraria para ter aquele homem entre minhas pernas, me comendo enquanto fazíamos uma deliciosa troca de olhar. Teimosa, no calor do momento, acelerei até alcançá-lo, gemendo conforme minha buceta se movimentava na própria porra, prestes a se afogar. Eu podia imaginar ela sendo esmagada pelo banco, a minha buceta rosa brilhando de tão molhada. Quando alcancei o homem, pedi para que ele me entregasse o seu celular. Nada hesitante, obtive o aparelho rapidamente, digitei meu número e o entreguei. Ele pegou o celular de volta e logo estava distante outra vez, eu apenas me voltei para casa, ansiosa para terminar o que havia começado desde o momento que saí.
Com pressa, assim que cheguei, fechei o portão e corri para o quarto. Peguei o primeiro dildo e soquei na buceta, o barulho foi molhado, meu clitóris enlouquecendo por falta de atenção. Soquei o mais rápido que pude, indo fundo ao ponto de sentir dor, masturbando meu ponto com a mão livre. Eu gemia alto, muito alto, o pau de silicone atolado na minha buceta apertada. Eu sabia que ia gozar, por isso continuei ainda mais rápido. Minha buceta explodiu num orgasmo, sujando todo o chão do quarto, mas eu não parei, continuei me fodendo até ficar com as mãos doendo, a buceta inchada e o corpo todo sujo. Apertei meus seios enquanto descansava. Afundei o rosto nos travesseiros e fiquei com a bunda para cima, ainda com o plug brilhando dentro do meu cuzinho, restaurando as forças. Puxei o plug devagar, sentindo o vazio dali, fiquei insatisfeita e levei o dildo até a boca, chupando-o, cuspindo, sentindo meu gosto no pau. Lubrifiquei ele com minha saliva e logo o guiei até meu rabo, substituindo o plug por ele. Devagar, o meu cuzinho foi preenchido. Gemi alto outra vez.
— Porra. — Eu disse antes de atolar o pau no meu cu, começando a meter devagar. Fechei os olhos e imaginei que estava sendo fodida pelo homem da moto e não demorou para que eu começasse a gemer ainda mais alto.
— Isso! Fode meu cuzinho, fode! — Eu dizia loucamente, xingava enquanto fodia minha bunda, batendo nela. Quando tive outro orgasmo e sujei minha cama, deitei por cima do meu ápice, com o rabo atolado e apaguei. Com o cu preenchido deliciosamente.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Buceta precisava de ar fresco.

Codigo do conto:
276109

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
01/11/2026

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