Devorada pelos peões do sítio mais uma vez - eles nos convidaram pra me comer no sítio com força

    “- Como é, vão aceitá o convite? Nós fica pocano as duas direitinho na ponta da vara, que muié é que nem traira, as bichinha gosta mesmo é de vivê rebolano na vara e nóis pode ficá o dia todo, sim senhô, só torano as bichinha, é só vocês concordá!
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    A gente retornava de um passeio em um lugar longe de nossa casa, passamos pela estrada que levava ao sítio onde a gente tinha ido comprar leite uma vez (no dia em que eu fui currada na mata por dois fulanos daquele mesmo sítio), mas resolvemos que não iríamos nos aproximar de lá, melhor seguir nosso caminho, passando bem distante daquele lugar. Mas quem disse que adiantou essa estratégia? Nós vimos os peões que já havíamos conhecido um ano antes, a gente encontrou com eles na estrada, um bocado um xorte frouxo, de tecido bem leve, quase transparente de tão fino, e um biquíni branco, claro que era bem cavado, com os bicos dos peitinhos quase aparecendo, só cobertos pela cortininha do bustiê, enquanto que antes do sítio, haviam ido buscar um gado (búfalos) que tinha se extraviado pelas terras e retorna-vam.
    Nem bem avistaram a gente, puxaram conversa, assim sem mais; achei aquilo uma tremenda falta de vergonha; fiquei calada durante a conversa toda; euzinha tava usando um xortezinho muito fino e justinho, justinho, bem apertadinho mesmo, uma tanguinha minúscula como ele me pede pra usar sempre, de tecido todo rendado, a raxadinha se mostrava por baixo do xorte, toda divididinha. Acabaram sendo muito educados, pediram muitas desculpas pelo que tinham feito antes, convidaram a gente para visitar o sítio mais uma vez, mas a gente aceitou não, “eu-eim-rosa”! Já haviam conse-guido uma pessoa pra dar aulas na propriedade (se você ler o “275576-Fui currada na mata por dois pões de um sítio”, vai entender o que estamos dizendo e muito mais, vale a pena ler e me ver rebolando nas duas rolas grossas dos safa-dos), as crianças da localidade estavam muito satisfeitas com ela, os pais dos alunos também, pois ela era jovem, bonita, todos respeitavam muito a mestra das crianças, todos muito satisfeitos e ela, diziam, estava muito, muito satisfeita de estar ali, nem pensava em voltar pra cidade de onde tinha vindo. Bom pra todos, aquilo, né!
    Antes da gente retomar o caminho de casa, os dois peões foram se aproximando, insistindo para que a gente aceitas-se visitar mais eles o sítio, mas a gente recusou, dizendo que tinha pressa. Quando a gente já tava indo, nos distanciando deles, o mais velho dos dois falou: “Ó, gente, se vocês num ficaro zangado, espero que não tenham ficado, eu mais meu colega aqui...” e acenou para o peão mais novo que havia estado com ele me traçando havia quase ano atrás, “... a gen-te inté que gostô daquela brincadeira no ôtro dia, se vocês quisé, sabe, a gente pode fazer aquilo tudo de novo, tem umas casa ali pra dentro... “ e apontou pra uma estradinha que seguia em direção a um bosque de seringueiras que se perdia no horizonte. Mas que descaração! Eu achei! “... ali dá pra ficá bem distante de tudo, discreto, pode levá umas coisa pra lá, vocês entende disso, que eu sei..., pode sê bem gostoso e dessa vez como deve sê, todo mundo participan-do se quisé e se divertino, a gente pode até arranjá alguém mais – e deu uma piscadinha pro colega –, a professorinha... ela tá mais nós...”, querendo dizer que já tinha entrado na brincadeira mais eles, a danadinha, entrado na rola! “... a gen-te pode inté sê cinco, né..., temos de pensá nas coisa pra levá pra uma daquelas casa pra gente passá uma manhã ou mesmo o dia por lá... isso é, se vocês concordá, claro.” Não, a gente não queria, imagine! Eu, eim! Tão pensando que sou o quê, uma vagabunda que dá pra todo mundo pelo meio dos matos e sítios dos outros? Não é bem assim! Não mesmo! Os homens se afastaram e disseram que retornariam logo, pedindo pra gente esperar.
    – Você disse que foi gostoso daquela vez, se não tivesse sido a pulso, obrigado, poderia ter sido melhor… você bem que gostou, não foi? – meu bem disse.
    – É verdade, no final eu até gostei bastante, mas no começo foi meio assustador, foi sim, foi meio bruto e perigoso, mas foi também gostoso, você até ficou louquinho me vendo gozar na rola deles, não foi? Quando fiquei de quatro e fui comida por trás, o cara me socou a pica toda com vontade, você amou, diz que não foi!
    Ele nem sabia o que dizer. Disse que tinha sido muito esquisito e erótico ver a companheira, euzinha, sendo comida por aqueles dois, nunca tinha imaginado que aquilo podia ser erótico daquele jeito, ver sua pequenina ser devorada por dois marmanjos daquele jeito, as carinhas de sofrimento e de prazer que eu fazia, os gemidos, os olhos marejados de lágrimas e o prazer que eu demonstrei quando me entreguei de vez a eles... e que eu tinha dito que a pica mais gostosa tinha sido a do rapaz, grossa e rugosa; tufo verdade, por isso sorri, sem jeito.
    – Eu... eu disse que tinha sido gostosinha..., mas... viu... eu... ah, amor... eu não podia fazer nada, amor, só podia dar pra eles... – fiquei envergonhada, toda vermelhinha.
    – Calma, amor, não estou culpando você, de forma alguma, ei seo bem que não foi culpa sua, imagine! Só gostaria de saber o que você pensa de aceitarmos o convite dos dois fulanos.
    – Olhe, amoreco, pra ser bem sincera, mas bem sincera mesmo: eu não sinto falta de pica, não sinto falta de carinho, não sinto falta de segurança, não sinto falta de macho, mesmo eu sendo essa espoletinha toda, você consegue dar conta de mim direitinho, aaaai, como consegue! Você me completa! Eu preciso de nada de homem nenhum, se quiser, a gente vai pra casa e esquece o “convite” doido deles… que coisa tosca! Nunca vi!
    Assim, a gente foi pra casa mesmo, sabe, melhor assim.

    Os dias passaram e não é que encontramos os dois peões novamente!? Desta vez, foi já lá na vila, junto a uma praça, vazia de movimento naquela hora, e acompanhados de mais alguém, a professorinha. Como era bonita! Mulata... ou diria cabocla, tiquinho mais alta que eu, cabelos longos, huuuum, bem interessante... seios quase médios, como são du-rinhos os danadinhos, fiquei pensando! Tenho certeza de que meu marido concordava comigo, era mesmo uma graça!
    - E aí, gente boa! – disse o mais velho, já olhando pra mim com olhos gulosos – Nois nem terminô a conversa no ôtro dia, vocês sumiu tudo! - apontou para a garota que ia mais eles, apresentou a danada pra gente e disse assim - ... sabe que a nossa amiga aqui inté gostô da ideia da gente brincá junto lá no sítio?! - a garota olhou pra nós e demorou os olhos no meu homem - Pois é! Ela veve falano em vocês, perguntano quando que vão aparecer por lá pra nóis pocá a bichinha na tora! - Ela pareceu sem jeito, timidamente balançando o corpo pra um lado e pro outro, olhando pros pés, mas com um risinho safadinho... - Como é, vão aceitá o convite? Nós fica pocano as duas direitinho na ponta da vara, que muié é que nem traira, as bichinha gosta mesmo é de vivê rebolano na vara e nóis pode ficá o dia todo, sim senhô, só torano as bichinha, é só vocês concordá!
    É, foi assim. Direto! Jesus! Quanta rudeza!
    Meu bem disse pra eles passearem por ali, dar um tempo que a gente ia conversar e depois se encontrava com eles ali mesmo e já dizia o que tinha resolvido. "... mas ocês num vai sumi como da otra vez não, né..." E lá se foram eles. Meu príncipe disse que tava começando a achar que aquilo poderia até ser legal, sabe... Eu e ele ficamos conversando. Abra-cei, beijei com paixão meu companheiro querido; eu queria aceitar aquilo não... nada me faltava tando junto dele. Daí, ele me agarrou ali mesmo, no meio da praça da vila. Havia ninguém vendo mesmo, ele levou uma mão abusada à minha pepeca, me beijou o pescoço e logo eu tava começando a me derreter... ele sabia tocar fogo nas minhas brasinhas... ai, esse homem é uma coisa! Já ia procurar os rapazes pra gente se despedir, dizendo que tinha desistido, quando eu ainda disse (fui bem gaiata, fui mesmo, é que ele me deixava num tesão! ... e agora... me sinto muito, mas muuuuuuito sem jeito! Foi um daqueles momentos em que a gente diz o que não deve, sabe... e depois se arrepende, mas já era!
    –... mas... se você quiser, eu dou pra eles novamente, dou com vontade, dou tudo, faço tudo o que me pedirem, gemo bastante na rola dos dois safadinhos, você disse que adorou me ver entrando na rola, que amou me ver sendo fodida encolhidinha, abaixadinha, toda dominada, levando pica por trás, não foi, o safado montando em mim, feito lobo co-mendo ovelha? Então, quer que dê novamente pra eles daquele jeito que você amou tanto? Eu dou, sim, ai, como dou… nossa, aquela rola grossa do rapaz..., ai, me rasgando novamente... uuui (fiquei imaginando aquela piroca cheia de veias, toda grosseira, cheia de caroços, de rugas, sei lá o que, me devorando, aaaaaai, será que ia ser maravilhoso como da primeira vez? Sabe lá!) Você quer que eu dê, quer? Sou sua escravinha, o que meu amo manda, eu faço, com muito pra-zer! Ai! E põe prazer nisso!
    Ao dizer aquilo, sorri, a cabeça abaixada, mas levantei os olhos, olhei pra ele de baixo pra cima, de jeito bem safadi-nho, bem... pois é... foi... putinha e inocente ao mesmo tempo. Eu sabia que aquele jeito deixava o danadinho apaixona-do, adorava aquilo, achava lindo aquele meu dengo e o ar inocente, como dizia, aquele encanto todo! Ai, gente, como me arrependi! Se arrependimento matasse, eu taria mortinha! Cruzes!
    – O que foi? Está com saudade daquelas duas rolas rasgando você?
    – Nada disso, não seja gaiato! Já disse que você me basta e não tô brincando nem mentindo quando digo isso, não sou quenga de ninguém, só de você, apenas você tem o direito e o privilégio de devorar esse corpinho e se divertir pelo meu parquinho de diversões, meu corpinho todo é seu, de mais ninguém; mas..., amor, seja sincero... você mesmo não vai querer traçar a professorinha? Viu que tesão de garota!? Do jeitinho que você curte: pequena, magra, seios bonitos, que pernas e bumbum! Ulalá! Mesmo sabendo que eu basto a você, diz a verdade, se a gente aceitar, não vai querer mamar gostoso naqueles peitos e ser mamado por ela? Eu gostaria de ver você fazendo ela gemer na sua pica bem dura, sabia, fazendo a diabinha quicar na rola, eu ia adorar, juro que ia! Ai, meu galeguinho fodendo uma xana na minha frente, nos-sa! – e lancei mais um olhar e um riso bem sapecas... e mais um arrependimento... Ai, meu Deus, como me arrependi! – Então, meu gostoso, vamos aceitar o convite pra eles me comerem? Querem me colocar pra rebolar na pica, me passar na rola, me traçar todinha! Como eles disseram, me colocar pra rebolar na vara, feito traira... e eu bem que sou uma trairinha gostosinha, não sou? Vivo rebolando na sua vara pontuda! Mas... Já falei, se você disser que não, então pronto, vamos pra casa, nem vou ligar! Mas se quiser, bem... eu dou pra eles, vou dar tudo... ou quase... a bundinha só dou a você! Vou deixar eles me comerem bem comida, á, se vou! Basta você dizer que quer que eu dê pra eles e pronto, eu dou, amorzinho, rabinho pra passarem a mão e você comer, boquinha pra chupar muito, peitinhos, xaninha, o corpinho todinho pra ser judiado, bem judiado, fodido, maltratado na rola por vocês três, mas só se você estiver junto mais eu, sozinha quero não; mamo no cacete, rebolo, gemo, faço tudo só pra você sentir bastante tesão vendo sua gatinha se acabar na rola de outro macho... posso até pensar... sei lá... será bom dois de uma vez? Você costuma dizer que mulher consegue dar conta até de cinco caras de uma vez! Sei não... será?! Mas sei que vou gozar pra caramba, aaaaaaaaai, como vou me acabar na pica! Toda pocadinha, torada no grosso pelos tres! Deixa eu dar a raxinha pra eles, amorzinho, deixa, vai!!! Ser presa e envarada no tronco da senzala!
Só consigo dizer que, naquele momento, ele tava me deixando louquinha com aqueles dedinhos na minha bichinha, me deixando foguenta... mais ainda... rsrsrsrs...
A gente nunca tinha feito algo daquele tipo, quando aconteceu, da outra vez, tinha sido uma coisa... sem escolha... “a pulso”, como diziam os amigos. Agora, a gente podia até desistir, se quisesse; podia ir bem preparado também, inclusive com preservativos pra manter a segurança de todos... ali vem vindo o mais velho, o outro rapaz e atrás vem a moça, a professora, cabeça baixa, mas é mesmo jeitosa, tem um corpo bem bonito, sim, pode ser bem gostoso pra ele traçar aquela safadinha; ela está sem jeito, mas olha pra gente, sorri, é mesmo bonita, bem bonita... parece muito boa de ca-ma, de xana, de tudo, deve gostar de chupar uma rola! Ah, o pau de meu urso naquela boca, ela chupando, chupando, mamando no meu gostoso, naquela pica maravilhosa, ai, eu ficava louca só de pensar! E os dois ali, traçando a danada, viciando a garota na rola dos dois... que safados... os três! E convidando a gente pra entrar na brincadeira mais eles! Será que transavam os três juntos, ela guentava as duas rolas de uma vez, uma na boceta, uma no rabo... nossa, era muita safadeza! Será que eu ia gostar de duas picas de uma vez só? Aaaaaaaaaaaaaai, agora tava ficando sem graça comigo mesma, com uma vontade doida de ir pra casa e tarar meu neguinho; será que ia gostar de estar no lugar dela, receben-do rola, duas de uma vez (era tão bom assim?), nossa, tô ficando muito puta! Toma jeito, sua ordinária, sem vergonha, descarada! Quem manda ficar mexendo com meus carvõezinhos, as brasinhas estão se agitando, querendo virar uma fogueira! Ai, eu já tava pensando em desistir, melhor ficar mais meu homem, agarrar pelo braço, chegar em casa e mos-trar pra ele como incendiar ainda mais um ?iabinho branquelo gostoso, fazer ele me torturar na rola, como eu merecia, putinha ordinária, tava com um vontade!!!!!
    Mas ele aceitou o convite deles! Assim! Disse que a gente ia! Pronto, e agora!? Acertaram os detalhes, os rapazes tavam num fogo só, pra cima de minzinha, já imaginando judiar muito de meu corpinho... ui, ui, ui, ui, ui…
    Ai, meu Deus, o que fui fazer! Agora não tinha como voltar atrás, era ir lá e dar pra eles todos! Meu Deus, o que faço agora? Com que cara vou ficar junto de meu preto? O que ele estará pensando de mim?! Ai, me dei mal, muito mal! E tudo por conta de uma brincadeira besta que eu nem precisava ter feito! Mas ele é um anjo! Meu homem disse nada, parecia que nada tinha mudado, nada acontecido, tudo normal e pronto.
    Quando a gente chegou em casa, eu dei tanto pra ele! Claro, pra agradecer por ele ser tão maravilhoso comigo, por não ser o macho padrão que só pensa em si, não respeita a companheira, ele é tão outro homem! E dei também porque tava numa vontade louca, quase explodindo de tesão por ele!
    Que homem!
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    No dia aprazado, a gente pegou as bicicletas e se dirigiu ao sítio, eu ia contente, mas também apreensiva..., conversa-deira, parecia uma criança que ia ganhar um presente de Natal (rola grossa, três, na verdade!), mas estava mesmo muito apreensiva também, eu não gostava de me exibir, de ser vista por outros homens com roupas... íntimas... inda mais sem nada, pelada... sei lá... Falei nada a respeito. A gente é um casal apaixonado e o que é bom pra um é bom pros dois, o que um não deseja o outro evita. Um não transa com ninguém sem a participação do outro ou ao menos com permissão explícita do outro. Na verdade, a gente não transava com ninguém mais, ele era tudo o que eu queria e pronto. E sempre confiei que ele só transava mais eu e com mais ninguém.
    Quando a gente tava chegando, um deles já tava lá. Levou a gente numa casa bem pra dentro na estrada, no meio das seringueiras, tava montado a cavalo, portanto foi rápido pra gente chegar de bicicleta. Ele, toda hora, virava a cabeça e olhava pra trás. É que euzinha, pra pedalar, havia colocado o mesmo xortezinho curto e apertado daquele dia em que a gente se conheceu, o que dividia a raxinha ao meio e ele tava doido pra tirar minha roupa e colocar pra rebolar no cace-te, se pudesse, me devorava ali mesmo, na estrada.
    Já dentro da casa, a professora tava lá mais o outro peão, toda prontinha pro abate: beibidolzinho bem fininho e cur-tinho, calcinha de renda miudinha, sutiãzinho minúsculo, também rendadinho, fazendo de conta que escondia alguma coisa daquele corpo bonito, pois ela era mesmo bem tesudinha! Tudo aquilo bem vermelhinho, a cor da paixao, ou do capeta do tesao, que vive atentando a gente! Pra arrematar, tava com dois chifrinhos de diabinha na cabeça, um rabinho de diabinha também atrás daquele corpo quente e safado, era bundudinha, mas não demais... nossa! Como tava seduto-ra, tesuda do cacete! Sobre uma mesinha baixa, havia uma fantasia de coelhinha, com pomponzinho branco no rabinho, eu que ia usar aquilo, claro, a coelhinha inocente que ia entrar na pica dura, três de uma vez! Umas algemas, chicote, vibradores, bolas de gel perfumado, óleo fogo-e-gelo, tipo kye... caramba! Tava tudo pronto mesmo pra gente! Como eu ia ser devorada, meudeusinhodoceucrucificadoamoroso!
    Havia ainda duas redes já presas em árvores, uma mesa presa no chão, com bancos dos lados, dois colchões estreitos no piso... minha nossa! A gente ia transar muito ali, eu ia gozar pra valer, iam acabar comigo, todinha, com certeza, mui-ta safadeza a gente ia fazer por ali mais a professorinha com cara de santa... huuuum... santa… ela? Olhei bem praquela gaiata! Pois sim, santa-do-pau-oco... pauzão bem duro e bem grosso, com uma cabeça rombuda, vermelha e magnifica na ponta, derramando gelzinho de pica, ela lambendo, mamando, chupando, sem desperdiçar nem uma gota, limpando tudinho com vontade, com gula, até, aquelas belezas de picas duras e grossas, tanta taradice, gente, com aqueles negó-cios lindos, grossos, duros, deliciosos, tesos, ai, meu deusinho! Como pode uma coisa ser tão maravilhosa assim, não entendo, ui, que tesão, eles tres, só no rola-rola, toma, toma, toma, quando não tinha ninguém pra ver... E ela só ge-mendo, gemendo, pedindo mais, mais, lógico, devia ser assim, tinha de ser assim, pelo menos se fosse comigo, ia gemer até não aguentar, pocadinha na rola, rolando no cacete duro, dois de uma vez, isso sim! Mas... perai... nunca fiz assim, dois de uma vez não... só... uma cenoura, um pepino e meu urso... uns brinquedinhos que ele comprou pra mim... Ai, como isso deve ser bom, gente, uma pica bem cravada na bocetinha, no cuzinho, enfiada, bem enfiada mesmo, até o talo, ou mesmo na boca, numa mamada fenomenal, lambendo da ponta até o saquinho, com voracidade! Uuuuuiiii! Na verdade, também sou isso ai, uma verdadeira santa quenguinha, como ela, que gosta de mamar uma pica dura, quanto maior e grossa melhor (e a de meu anjo é fantástica), á, a gente bem que gosta, com aquele cabeção rombudo, estrun-chando a gente todinha, rasgando, fodendo, escangalhando a gente toda até gozar, gozar, gozar... melando nossas cari-nhas de cadelinhas no cio, babadinhas de gala, com gozadas até nos cabelos, e a gente ali, gemendo, gozando, um delí-rio só, até tirar todo o leitinho das picas, deixar todos eles sequinhos, sequinhos; e ali ficava ela, toda satisfeita, melada de gala quentinha, direto da fonte, duas toras imensas e lindas, quentes, latejando na mão da gente! E ela doida por um cacete bem grosso (dois, na verdade), duro, rasgando aquela xota safada..., tomando mingau de rola quentinho, a des-carada rebolava na pica pra valer... santa putinha dos dois, claro, montados nela bem montados mesmo, de uma vez só, e ela gemendo, gemendo, urrando, gritando, revirando os olhos, alucinada, querendo sempre mais, com certeza! Até os tres não aguentarem e desabarem de tão cansados, ela caída, esparramada, toda lambuzada, esporrada, só o pó da ra-biola, mas feliz, satisfeita como toda quenga fica por levar vara de dois jegues tarados! Que putaria lascada! E eu tam-bém, claro, né, ia ser a santa putinha descarada, a quenguinha do brega, cadelinha no cio deles todos, dos dois, dos tres e se tivesse mais alguém por ali, se surgisse mais um ou mesmo dois, tres... sei não... acho... podia ser... bem que podiam aproveitar também, se aproveitar de nosinhas ai, com certeza, ia chegar uma hora em que eu ia estar louquinha, louqui-nha fora de controle, com o juizinho do tamanho de um grão de arroz... e daí, meu bem, ai, ai, ai! Onde come um, co-mem dois, tres, quatro... rrr... eu ia estar doida de vontade de ficar de quatro, toda arreganhadinha, feito cachorrinha mesmo, com coleira e tudo, recebendo palmadas na bunda, pinto na raxinha..., aaaaaiiiiii... piroca no cuzinho.... tapas na cara sem vergonha, aaaaaf! Pinto delicioso na boca... Uuuuuiiiiii... uma potranquinha sendo coberta por tres cavalos alucinados, três lobos famintos devorando a vadiazinha que sou, tres pra mim e tres pra ela, torando a gente bem gosto-so mesmo, tres touros possantes, tres tigres violentos, querendo devorar a cabritinha se fazendo de inocente perdida no matagal... mais louca e devoradora que eles mesmos, ui-ui-ui... mamando gostoso num pau e recebendo vara na taba-quinha de outro, no cuzinho de mais um, ulalá, ordenhando meus garanhões, até ganhar leitinho deles todos, depois de todo o malfeito, ainda ficar toda melada de gala quentinha, tomando mingau gostoso direto das mamadeiras deles tres, o que quisessem, o que mandassem, eu seria uma escravinha obediente e pronta pra tudo, sem exceções, sem qualquer vergonha na minha carinha de santa-messalina, que loucura, afinal eu tava ali praquilo, né, ser putinha dos tres, cachorra no cio mesmo, a raxinha já começando a ficar molhadinha... não foi pra isso que eu fui ali? Pois então, mentir pra que? Mas... será que ia gostar de ser a vagabunda deles? Hum... sei lá... ia mesmo? Sabe... huuuum... sabe, pensando com calma... de forma bem honesta... eu acho que... ia..., acho... é... ia, sim, ia... á, se ia! Se tivesse um vinho, um champa-nhe, claro, senão... deuses! Enfrentar tudo aquilo na cara dura? Não. Não! Enfiava a cara num saco de papel e saia cor-rendo de vergonha e vexame... eu sou assim, tímida mesmo, gente! Tava morta de vergonha! E de fogo... é... não... ain-da não, mas... com uns copos de bebida... quem sabe... tudo podia acontecer! Sou fraquinha, fraquinha pra bebidas com álcool.
    Estão pensando o quê?! Sou assim mesmo!
    Agora, aí vêm eles, já me agarrando, começaram a me apertar todinha, os peitinhos, a ratinha, se passar a mão na minha bundinha, sei não, eu me entrego toda, se a timidez deixar...
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    ... pois é...
    ... travei…
    Eu disse que isso podia acontecer... sou mesmo um vulcão, quente mesmo, taradinha e safada demais da conta, mas tenho minhas regras... não sou uma puta, uma vadia, não sou garota de programa... nada disso, sou assim só com meu amor ou em momentos muito especiais...
    ... uma vergonha danada me atacando... e eles todos me atacando também... tava toda sem jeito, querendo sair cor-rendo dali, ai, que vexame! Mas um deles traz um pouco de vinho, licor, talvez..., bebi um pouquinho e já me acenderam as cores do rosto, os olhos ficaram brilhando, tenho certeza… sou muito tímida, o que é verdade, certo, tava sem jeito, mas um pouco de bebida é suficiente pra eu entrar na brincadeira com facilidade (entrar na pica, ser passada na rola). Foi servido espumante pra todos (pois é, até isso arranjaram pra facilitar, deve ter sido sugestão de meu preto) e, logo na primeira rodada (quase no primeiro gole), já fiquei alegre e falando besteiras, mais uns goles... uma taça todinha... mais uma ... e queria tirar a roupa, queria mostrar à professora o que tava usando (mulher gosta dessas coisas, rrr). A gente começou a ficar peladinha e eles gostando, pedindo pra tirar mais, mais, ficamos só de calcinha e sutiã, o que eu usava era mesmo bastante ousado, mas ela foi a um quarto e voltou usando uma camisolinha fina, quase transparente, calci-nha de renda bem pequenina, tudo parecendo roupa de criança, kkkkk... uau, belo corpo, aquilo deixava a safada ainda mais desejável; eles tavam de pinto duríssimo, dava pra ver, aiiii, que pintos! E eu já tava no ponto, um vulcão! A bebida (que seria pouca pra muitas de vocês) já tinha feito uma devassa em mim, estava a caminho de me tornar uma Messali-na… Foram logo agarrando a professora e passando a rola, a danada toda alegrinha, contente demais. A gente ficou assistindo admirados, ela dando pros dois de uma vez, chupando um e tomando rola na ximbica do outro, nossa, que taradinha! Meu amor me agarrou e começou a mamar gostosinho! Os seios dela também eram muito bonitos, mais cheios que os meus, com os bicos duros e escuros; ela gemia muito, rebolava na rola dos safados, gritava como uma puta mesmo, dançando na vara; tava montando o rapaz, o da rola rugosa que eu havia gostado muito. Eu, de vez em quando, olhava o espetáculo do lado, eles envarando a professora em uma d.p. sensacional. Meu amorzinho me colocou no sofá e mamou minha boceta molhadinha, nossa, já tava louca de tesão, era a primeira vez que a gente fazia aquilo, uma transa em grupo, mas tava sendo muito... diferente... sensual! Mas, sem bebida, eu não ia ter coragem... acho que não... Um dos homens largou a professorinha e veio pra cima de mim. Meu gato se afastou e deixou a gente se pegar. O safado me colocou de joelhos no chão, junto ao sofá, de costas pra ele, encaixou a piroca e meteu com gosto, uui, gemi na rola, rebolei, ele maltratando minha xota, “Você gosta assim, bem violento, né? Eu lembro, você é muito assanhada, gosta bem forte”, eu só balançava a cabeça, confirmando, não falava, não parava de gemer, de rebolar, empurrar minha bundinha de encontro àquele pau magnífico, me penetrando sem pedir licença, ele socando, socando, aaaf!
    Meu marido foi na professorinha, deitada no chão levando cacete do rapaz mais novo, se aproximou e ela pediu pra colocar na boca, ficou chupando, mamando nele, recebendo pica do peão na bunda arrebitada, tomando gostoso, ge-mendo, gemendo, mamando com gana e o peão maltratando a danada na piroca. Logo, ele veio pra junto de mim, mas dois de uma vez eu não queria, fui mamar o rapaz; o outro peão, o mais velho, foi pra junto dos outros dois. Meu gosto-so enrabava a danadinha, quando vi, me virei pra eles e fiquei assistindo aquilo, ele escangalhando a garota dos peões, como se quisesse se desforrar por eles terem feito o mesmo comigo no outro dia, há muito tempo atrás, na mata, devo-rando sua bunda, deitada de lado, com uma perna levantada, a pica entrando e saindo com rapidez, ela gritando, dizendo que aquilo era demais, que ele tinha uma jeba muito gostosa, que tava adorando dar pra ele... e eu adorando ver ele devorando o rabo dela daquele jeito, nossa, que tesão aquilo me dava! Eu olhava, encantada, até tava deixando de ge-mer só pra assistir, era lindo ver a cara de satisfação de meu amor metendo, metendo, a piroca entrando e saindo, a bunda da garota engolindo tudo com prazer... o tesão aumentou mais ainda e não quis mais olhar, me concentrei na rola estranha e grossa do rapaz, que acabou por se sentar no sofá com as pernas pra fora, me sentei de costas na pica, com os pés sobre o sofá, fui descendo, deixando aquele tronco duro e rugoso entrar todo na periquita! Logo, tava gozando sem parar novamente, gemendo, rebolando no pau do gostoso! Tremia de tanto gozar, uma gozada atrás da outra. Aquela piroca era maravilhosa! Ai, meu Deus, eu tava mesmo virando puta descarada! E tinha medo daquilo, eu, heim! Sou puta só de meu neguinho gostoso, de ninguém mais! Mas tava tão bom, aquilo! Meu Deus do céu! Então! É isso mesmo o que a gene é, nada mais: putinhas descaradas, cadelas no cio, safadas, descaradas, fazemos tudo por uma boa foda com uma vara bem grossa e bem dura, nada além.
    A professorinha já tava rolando no cacete do outro peão, eles não davam descanso pra nós duas, tadinhas de nós, pequeninas, sendo surradas daquele jeito por três taradinhos gulosos... Daí, resolvemos parar um pouco e todo mundo foi pro lado de fora. Colocaram nós duas nas mesas, um veio com a professora e deitou-a de bruços, metendo logo por trás na bunda da safada. Eu fui deitada de pernas abertas, barriga pra cima, e um sem vergonha foi mamando a boceta, eu tava em um fogo só, sabia que ia gozar vezes sem conta com a língua e os dedos do fulano, que enfiava três de uma vez na boceta sapeca e fogosa, com rapidez como da outra vez na mata, depois metia a vara grossa, eu toda pequenina, guentando aquele cacete tão grande, me divertindo como uma putinha, feliz de levar piroca, era isso o que eu era, tava descobrindo, uma quenga sem vergonha, que adorava uma pica na raxa... putinha completa, todinha dos três, dos meus amores. Ao ver meu gostoso ali sozinho, chamei pro meu lado e falei: “Não quero ver meu galeguinho sozinho, essa rola gostosa solitária, vem aqui, vem, coloca na minha boquinha, vou mamar bem gostoso, meu taradinho, vem...” e foi o que ele fez, colocou o cacete na minha boca e logo chupei com vontade, deixei o safadinho em fogo puro! Era a primeira vez que tinha duas rolas à disposição ao mesmo tempo.
    Daí todos resolvemos tomar banho.
    O riacho logo ali, afundamos na água, os cinco, foi uma brincadeira muito gostosa ali dentro, eu mergulhava e agarra-va uma pica, mamava até faltar fôlego, vinha à tona, respirava e mergulhava mais uma vez, agarrava outro pau e mama-va gostoso. Eles ficaram ali dentro da água de pernas abertas e a gente mergulhando e mamando, abocanhando os paus e fazendo os safadinhos delirar; depois foi nossa vez de ficar paradas, pernas abertas, eles mergulhando e nos atacando, metendo a língua no rabo, dedo na xota, chupando o grelo, ai, como ele tava assanhado, inchado de tesão, foi muito bom!
    Depois de sair da água, meu gato foi sentar em um banco e ficou assistindo a gente se pegar. Eu me abaixei, fiquei de quatro, meio ajoelhada, com o rosto e os braços no chão, a bunda bem arrebitada e chamei o mais novo pra cravar o pinto em minzinha, pedi pra ele montar bem montado: “Faz de conta que sou sua eguinha, vem com tudo e me monta com vontade, meu gostoso!”, ele ficou bem por cima, eu quase chorando com aquela pica deliciosa, que rola maravilho-sa! “Você é bem cachorra mesmo, como pode aguentar isso tudo de forma tão bruta eu não sei… mas adoro te fuder as-sim!”, dizia o rapaz da pica rugosa… Eu era fodida, devorada, do jeito que mais gostava, de forma forte, de uma vez. Ele tirava quase tudo e metia, metia, metia, metia tanto! Eu gemia, me tremia toda, chorava na pica, ele maltratava mais, eu pedia mais bruto, ele socava tudo de vez, eu rebolava gostoso; meu benzinho disse: “... fiquei admirado com aquilo, a cara de sofrimento e prazer que você fazia era linda, eu adorei, tava gostando muito de ver você sendo devorada daquele jeito!”
    A professorinha era foguenta também, foguenta demais, guentando duas picas de uma vez, nossa, será que eu guento também? Tenho medo disso... pode doer... posso gostar... e se eu viciar? Tudo na raxa de vez?! Caramba, e pode isso?! Nem sabia que dava! Ou um na bunda e um na raxa? Uuuuuiiiiii, que vontade que dava, mas… Não, minha bundinha é do meu galego, só dele! E se ele quisesse me comer com mais um deles? Deusinho-do-céu, eu só tava esperando ele pedir, só isso… Se eles tentassem... talvez eu deixasse... será? ... ai, tava numa vontade! Mas sem coragem! Eles comiam a bichinha com violência, a professorinha, eram brutos com a gente, animais mesmo, mas era daquilo que a gente gosta-va! Eu contei a meu marido, depois, que adorei aquilo: “... nunca pensei que podia ser tão bom deixar meu maridinho me ver sendo devorada daquele jeito, além de gostar de ser envarada, gostei ainda mais por que percebi que você tava ado-rando, que aquilo fazia ficar ainda mais foguento, se você mostrasse contrariedade, o fogo teria apagado rapidinho, mas percebi que te dava prazer daquele jeito... aquilo acendeu um vulcão pronto pra explodir na boceta e não queria mais parar de ser rasgada, traçada, devorada, era muito bom, porque você tava sendo feliz igualmente!”
    Ele me colocou sobre um dos troncos caídos, fiquei meio de lado, deitada, abri uma perna, bem alto, ele encostou a cabeça do pau e meteu na boceta; o tronco tinha uma altura tal que a raxinha ficava exatamente na altura pra ele meter com gosto, aquilo foi muito bom, até pensei que algum outro gaiato ia querer me possuir também mais ele, fazer uma ménage, sei lá…, até que dava mesmo, o tronco permitia que um viesse por trás e metesse bonito em minzinha no cuzi-nho, enquanto outro vinha pela frente pra me cravar o cacete na raxinha… mas não, fiquei só no desejo mesmo… e nem falei nada sobre aquela minha vontade, deixei rolar pra ver no que ia dar... E nós ali dando pra eles sem parar... pois ele meteu tanto que cheguei a chorar desesperada de tanto gozar “Aaaaaaaaaaai, meu amorzinho, você quer mesmo acabar com sua putinha, não quer? Eu tô sem forças, meu anjo, não guento nada por enquanto, vocês me fizeram gozar demais, nossa, gozei tanto na piroca, quase que o coração para, meu bem, quase... mas o fogo vai voltar a acender, viu, apagou ainda não, tem mais ainda... daí, você vai me pagar! Vou fazer você gemer como nunca gemeu antes, prometo!” e cumpri a promessa! Coloquei o danadinho deitado em um banco, as pernas caídas de lado, aquele pau grosso me convidando, me ajeitei e comecei a mamar, devagarinho, primeiro beijei a cabecinha, fui descendo, com calma, eu sabia que ele gos-tava de suavidade, lambi devagar, até chegar na raiz da pica, bem entre as pernas, lambi muito, lambi o saco, coloquei as bolas na boca, chupei com gosto, fui subindo, subindo, lambendo e mordiscando aquele pau tão gostoso, até chegar na ponta mais uma vez, chupei com vontade, daí coloquei a rola toda na boca e mamei mesmo, sou boa em boquete, ele diz que sou maravilhosa e devo ser porque, mesmo ele não tendo costume de gemer, é bem calado, mas naquele dia ele se retorceu muito, se mexia tanto! Pra não gozar logo, me colocou no chão, deitada, pedi pra me levantar pelas pernas, quando já tava só com a cabeça encostada no chão, ele cravou a rola na minha xana, meteu com tudo, me fodeu todi-nha, eu gemia, eu gritava, eu gozava, como ele me fazia feliz naquele momento, eu me acabava na pica, ele disse que amava me ver gemendo daquele jeito, parecia criança brincando, toda inocente, rebolando na ponta de uma rola. Me chamava de putinha, cachorra, piranha ordinária, safada, que eu era uma delícia, que tinha uma boceta maravilhosa... e socava, socava, metia tudo com vontade, daí a pouco, disse que ia gozar e se desmanchou. Nossa, como saiu porra da-quele pau, como ele gozou, que cacete gostoso aquele, cheio de leitinho de pica quentinho, amo uma gala pelo corpo, não deixo ninguém gozar na minha boca, não engulo porra de ninguém, só engoli dele uma vezinha, mas não gosto disso (é bom dizer que isso foi no começo de nosso caamento, eu acabei mudando de opinião com o tempo), ele entende, por isso gozou na minha cara, me encheu de leitinho quentinho, eu adorava aquilo, pois se eu era mesmo uma putinha, uma cachorra! Veio então o rapaz com a pica rugosa, nossa, que pau sensacional, era boa demais! Me colocou sobre o ban-co, de bruços, fiquei com as pernas abertas em volta do banco, ele socou na raxa, socou, socou, me comeu bonito mes-mo, urrava quando metia em mim, dizia que minha xoxota era a mais gostosa que ele conhecia, parecia um sonho, me-tia, gemia, metia mais, fodia, fodia e eu gemendo, gozando, quase morta de tanto transar... foi quando ele inundou mi-nhas costas de gala, leitinho que me lambuzou mais ainda, acabou-se todinho no meu corpinho. Quando pensei que a judiaria havia acabado, veio o mais velho, que tinha terminado com a professora, que tava num canto cansada de ser comida por ele. Me levou pra rede, deitou-me de bruços, meteu-se entre minhas pernas abertas, que colocou dobradas pra cima, e começou a socar na raxinha, castigando, judiando naquela pica maravilhosa, dura, de veias grossas, nossa, que cacete! Foi entrando de vez, sem pedir licença, cada vez que me balançava de encontro a ele, metia tudo de vez, me puxando pelas pernas, empurrava a rede pra frente, quando ela voltava ele me cravava aquela piroca todinha, todinha! Uuuuuuuuuuuuuuui, como doía! Eu gemia muito, mas o safado continuava a meter, me levava pra frente e me puxava pelas pernas, metia tudo, nossa, meu deus, como era bom aquilo, foi uma novidade que eu e meu amor levamos pra casa, a ideia de transar com rede, nossa, como ia fundo, como o gozo era forte, cruz credo, nunca tinha gozado tão for-te, ele acabou comigo... aaaaaaf! Daí, também me esporrou todinha, gritando, urrando, me melou toda de gala, as cos-tas ficaram cheias, tinha porra nos cabelos, na bunda, nossa, que gozada! “Ssssssssss, delícia, leitinho de pica quentinho, amo isso! Porra quentinha, bem grossa lambuzando meu corpinho todo, como gosto, ficar toda esporrada, toda melada, lambuzada, fodida por uma pica gostosa! Nossa, amor, como gozei! Uma trepada daquelas não dá pra esquecer, meu amorzinho, dá não, a gente fica querendo mais uma... O rapaz com aquela piroca magnífica, o mais velho também muito delicioso, todos me maltratando... você me devorando com brutalidade, gemendo baixinho com o pau enterrado todi-nho na minha ratinha gulosa! Adoro quando você me chama de putinha, de égua, de cachorra... é tão bonito, dá um fogo tão grande saber que sou tudo isso pro meu pretinho! Quero ser tudo pra você, amor, tudo, o que você quiser, o que me mandar fazer eu faço, meu bem, tudo!
    Ai, ainda bem que não me pediu pra dar pra dois de uma vez só... não sei se ia gostar...
    Se bem que, quando ele brincou comigo, anos atrás, com aqueles brinquedinhos que me deu de presente, eu gostei tanto e gozei tanto!
    Mas… pensando bem… negar pra quê… eu até que tava com vontade mesmo, sim… dois pintos me possuindo ao mes-mo tempo, dois machos me dominando, me possuindo, me penetrando… podia até ser os tres… um na tabaquinha, um no cuzinho e outro na boquinha… por quê não… eu ainda vou acabar fazendo isso, se ele me pedir…
    Euzinha, não sou assim.
    Não… no dia-a-dia, sou mesmo não… mas… tem sempre esse “mas”… na hora da safadeza… deus-me-livre-e-guarde! Eu mesma não me reconheço! Mas eu gosto mesmo é com meu pretinho, com ele aceito tudo, encaro qualquer coisa, basta ele me pedir e me acompanhar… sozinha… não, não mesmo!
    Mas… sempre tem esse “mas”...
    Aaaai, eu fico muito sem jeito de ter de admitir, mas a verdade é essa, não há outra: quando a gente tá no meio da safadeza, tudo a gente esquece e o que importa mesmo é aquilo, cacete, pau, piroca dura dentro da gente, tudo o que desejamos é sermos passadas na vara mesmo, sem vergonha de nada, sermos feitas cachorras, da forma mais masoquis-ta que puder imaginar, gostamos de sofrer no pau, um sofrimento gostoso, uma dor que não queremos que pare, uma tortura estranha, gostamos, sim, disto tudo, que nos batam, que se aproveitem de tudo o que temos, nos apertem, nos possuam como um objeto, somos vadias, somos putas, todas nós mulheres, cachorras descaradas, adoramos, sim, ser-mos judiadas, maltratadas nas rolas, xingadas, quanto mais, melhor, aaaaai, que delícia que isto tudo é! Aquelas toras dentro da gente, dominando nosso juízo, dominando tudo o que somos, não importa, nos entregamos completamente, é o nosso mundo daquele momento e queremos que dure pra sempre, até desmaiarmos de tanto prazer, tanto sofrimento e tanto cansaço… acabadas, no chão, escangalhadas, esquartejadas, sem nada, nem mesmo um pouco de amor pró-prio… nada! Tudo por uma pica bem gostosa! Uma brutalidade, uma grosseria, mãos firmes, uma pegada forte, um jeito rude nos dando ordens, nos comandando, decidindo tudo por nós, ficamos descontroladas, ficamos possuídas de desejo de sexo, de vara, de macho!
    E isso é tudo pra nós, tudo!

Foto 1 do Conto erotico: Devorada pelos peões do sítio mais uma vez - eles nos convidaram pra me comer no sítio com força

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Comentários


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baiatsifata Comentou em 02/11/2026

Somos apaixonados pelos contos desse casal! Sensacional essa continuação! Olha só que diabinha sapeca, gente, dando pra tres de uma vez! Que loucura gostosa! Até dá pra deixar a xana molhadinha, toda cheia de vontade de ganhar uma lapada boa de uma piroca bem dura! Socorre aqui amorzinho, vem me comer, vem, corre!




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Ficha do conto

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yamagushi-mariko

Nome do conto:
Devorada pelos peões do sítio mais uma vez - eles nos convidaram pra me comer no sítio com força

Codigo do conto:
276135

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
02/11/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
5