Olá galera, tudo bem? O que venho contar hoje na verdade não passa de mais uma das minhas aventuras, né, do meu dia a dia. Como falei na minha bio, eu sou uma pessoa muito versátil. Eu acredito que já experimentei quase tudo relacionado a sexo, a prazer. Mas o que eu venho contar hoje é sobre minha tara em penetrar objetos no meu cuzinho. Contei como foi meu início, logo na minha infância. Na minha adolescência não foi diferente. Muitas penetrações, todo tipo de objeto que vocês podem imaginar. E hoje venho contar da vez que eu sentei no câmbio de marcha do caminhão do meu tio. Estava eu na casa dele, que fica no sítio próximo à minha cidade. E ele pediu para que eu fosse fazer uma limpeza na cabine do caminhão. Caminhão um pouco antigo. Quando eu entrei no caminhão, avistei logo o câmbio de marcha. Era bem grosso e roliço. Eu ja havia sentado em câmbios de marcha de carros pequenos, o que se igualava aos outros objetos que ja havia enfiado no meu cuzinho. Aquilo me despertou um desejo, um tesão tão grande que eu falei para mim mesmo: eu tenho que sentir isso no meu cu. E eu fiz. Aproveitei que as pessoas estavam ocupadas e também que o vidro do caminhão era bem escuro e iniciei a limpeza, principalmente do câmbio. Limpei, deixei preparado para sentar nele. Ao terminar a limpeza do carro, já estava nu dentro da cabine e comecei então a alisar aquele câmbio que era bem grosso, bem mais grosso do que os pepinos que eu ja havia enfiado no meu cuzinho. A essa altura eu já tinha os meus 19 anos. Já tinha enfiado muitas, mas muitas coisas mesmo no meu cu. Nesse dia eu não me limitei à desconfortos ou dor. Isso mesmo. O câmbio era bem mais grosso do que eu já havia sentido entrar em mim. Mas o desejo era tão grande que eu não medi esforços e comecei então a penetrá-lo dentro do meu cu. Cuspi bastante nele, deixei bem melado e logo em seguida comecei a pressionar contra meu cuzinho. Neste momento eu comecei então a forçar com o peso do meu corpo sobre o câmbio de marcha. Ele era bem roliço, lembrava muito uma berinjela. Sentia aquilo me abrindo de uma forma bem diferente do pepino ou do cabo de enxada. Nossa, que experiência incrível. Sentia como se o osso do meu quadril estivesse sendo afastado. Fui forçando e mesmo com uma pequena dor mas continuei. Parava, respirava e forçava novamente. Foi quando senti que passou a parte mais grossa, o que aliviou o esforço. Não acreditei que tinha conseguido colocar aquilo tudo pra dentro do meu cuzinho. Tudo que eu digo não em questão de tamanho, mas de grossura. Ele era muito grosso. Eu acho que deveria ter uns sete a oito centímetros de diâmetro. O mais grosso que eu já tinha sentido até aquele momento. Me levantei um pouco e senti abrir novamente e voltei. Essa sensação era incrível. O tesão era maravilhoso. Comecei então a subir e descer. Isso deu lugar a um prazer imenso. A dor foi embora e o desejo extrapolou. O tesão era muito grande e eu comecei a um sobe e desce, fazendo com que meu cu se acostumasse com aquela coisa grossa dentro dele. O meu pau estava escorrendo, babando que nem um lobo em cima da caça. O tesão era muito grande. Eu sempre observando pelos retrovisores pra ver se não aparecia alguém. Comecei a masturbar meu pau que estava meio duro, porque a atenção estava toda naquele câmbio dentro do meu cu. Consegui sair de cima e logo em seguida dei início a uma masturbação muito frenética. Meu cu piscava. Voltei a sentar no câmbio e disse: vou gozar com esse câmbio no meu cu. Enquanto eu sentava e levantava com facilidade já, masturbava meu pau. Foi quando senti o jato de gozo saindo do meu pênis. Era muito intenso, muito grosso. Enquanto gozava, rebolava naquele câmbio. A sensação foi incrível. Porém, logo em seguida veio o peso na consciência. Sempre acontece. Mas depois que tirei aquilo de dentro de mim, a sensação foi passando. Aquela sensação de culpa, o que foi dando espaço ao desejo, a um prazer que eu não sei explicar. Depois daquele dia eu nunca mais "limpei" o caminhão do meu tio. Mas a lembrança ainda vive dentro de mim, na minha memória. E sempre que lembro, sinto o meu cu pulsar de tanto tesão. Pulsar lembrando daquele câmbio grosso. Tudo o que conto é verdadeiro. Por ser confições muito delicadas só as faco aqui e não registrei nada com fotos. Mas que sao verdadeiras sao. Nas minhas fotos tenho dois momentos registrados logo quando comecei a escrever. Curtam e comentem. Adoro saber o que os leitores acham de tudo. Espero que apreciem sem moderacao
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