Quando ele voltou, eu ainda estava de quatro na cama, de calcinha, o rabo empinado e a rola já dura
de novo espremida no tecido. Lucas entrou com uma sacola de DVDs e parou na porta, me olhando
daquele jeito de quem ainda tava processando que tinha bebido porra com vinho minutos antes.
L- Peguei três. Dois de trans e um bem putaria gay. Espero que preste.
Eu nem respondi. Só virei o rosto, ainda de quatro, e abri a boca entendeu na hora. Deixou a
sacola no chão, tirou a camisa e veio até a beira da cama. A rola dele já tava dura de novo, grossa,
aquela cabeça rosada quase roxa. Eu puxei a calcinha pro lado, mostrei a bunda e falei baixo:
— Antes de qualquer filme… quero oque mais essa lingua pode fazer.
Ele riu e ajoelhou atrás de mim na cama, agarrou as minhas bunda e abriu passou a língua devagar do saco até o cu. Eu soltei um gemido alto e empurrei a bunda pra trás.
— Isso… chupa meu cu também.
Lucas não hesitou. Começou a lamber com vontade, enfiando a língua, cuspindo, chupando. Eu
mexia a cintura no ritmo, sentindo ele se empolgar. Quando a língua dele já tava bem dentro, eu virei
de barriga pra cima, levantei as pernas e segurei atrás dos joelhos, abrindo tudo igual frango assado.
Agarreí a cabeça dele com as duas mãos e puxei pra baixo.
— Continua. Não para de chupar esse cu. Enfia a língua fundo.
Ele obedeceu na hora. Ficou ali, debruçado entre minhas pernas abertas, comendo meu cu com
fome enquanto eu segurava a cabeça dele e controlava a pressão. Eu gemia e falava putaria
baixinho, sentindo a língua dele entrar e sair, a saliva escorrendo pra cama. Minha rola tava dura pra
caralho, batendo na cara dele de vez em quando, mas eu não deixei ele mexer nela ainda. Só queria
sentir ele me chupando daquele jeito.
— Isso… mais fundo… caralho como você mama bem um cu, Lucas…
Fiquei um tempão assim, segurando a cabeça dele, abrindo e fechando as pernas. Quando soltei a cabeça, puxei ele pra cima e falei ofegante, ainda de pernas
abertas:
— E aí… quer beber alguma coisa pra te soltar mais? Ainda tem vinho.
Lucas tava com a boca e o queixo todo molhado de saliva, a rola latejando. Respirava pesado.
Olhou pra mim, depois pro resto da garrafa em cima da mesa e balançou a cabeça.
— Pode ser. Tô precisando.
Eu me levantei, ainda de calcinha, fui até a mesa, peguei a garrafa e dois copos sujos que ainda
estavam por ali. Enchi os dois, voltei pra cama e entreguei um pra ele. Bebemos em silêncio por uns segundos, só o barulho da respiração ainda acelerada. Eu fiquei de joelhos na cama, olhando ele
beber, a rola dele dura apontando pra cima.
— Bebe tudo. Quero você mais solto… mais puto.
Ele mandou o copo inteiro pra dentro, fez uma careta e soltou o ar. Eu dei um gole no meu e
coloquei o copo de lado. Me aproximei, passei a mão na rola grossa dele e apertei devagar.
— Agora me fala… o que você quer fazer comigo primeiro? Quer me foder de quatro? Quer que eu
sente nessa rola? Ou quer continuar me chupando enquanto a gente vê os filmes?
Lucas passou a mão na minha bunda ainda molhada de saliva, puxou a calcinha pro lado e enfiou
dois dedos no meu cu sem pedir licença. Olhou pra mim com aquele sorriso safado e falou:
— Quero te foder. Mas quero ver você de calcinha enquanto eu meto. Antes disso coloca um dos
filmes… eu vou tomar um banho rápido. Quero chegar limpo pra te usar direito.
Eu ri, apertei a rola dele de novo e balancei a cabeça.
— Vai lá então.
Ele se levantou, a rola ainda dura balançando, pegou uma toalha e foi pro banheiro. Escutei o
chuveiro ligar. Fiquei sozinho na sala, de calcinha, a bunda ainda molhada e a rola latejando. Peguei
a sacola de DVDs, abri e fiquei olhando as capas enquanto bebia o resto do vinho do copo.
Escolhi um dos de trans, daqueles bem pesados, e coloquei no aparelho. A imagem começou a
aparecer na TV, o som alto de gemidos já enchendo a sala. Fiquei ali de joelhos na cama,
assistindo, passando a mão devagar na minha própria rola por cima da calcinha, esperando ele
voltar.
A água do chuveiro desligou. Poucos segundos depois a porta do banheiro abriu e Lucas saiu
pelado, ainda molhado, a toalha jogada no ombro sem nem se dar ao trabalho de se secar direito. A
rola dele balançava pesada, ainda meio inchada, e ele parou na porta da sala olhando pra mim de
joelhos na cama e pra TV.
Na tela duas travestis bem dotadas comiam um cara ao mesmo tempo, um na boca e outro no cu, o
cara gemendo alto e babando.
Lucas olhou pra TV, depois pra mim, e deu aquele sorrisinho safado. L- Porra… você escolheu pesado hein putinha
Eu- Gostou? Imagina eu no lugar desse cara… ou você. Ainda não decidi.
Ele jogou a toalha no chão e veio andando devagar até a cama. Parou na beira, agarrou o próprio pau e começou a bater uma olhando pra mim.
L- Tira essa calcinha e mostra esse cu de novo. Quero ver ele piscando enquanto eu te fodo
Eu- Não. A calcinha fica. Você mesmo pediu pra me comer de calcinha. Então vai ser de calcinha.
Lucas riu baixo, subiu na cama de joelhos e me empurrou de quatro. Puxou a calcinha pro lado com
força, quase rasgando, e cuspiu direto no meu cu. Sem avisar enfiou dois dedos de uma vez e
começou a abrir.
L- Olha esse buraquinho se abrindo… já tá molinho de tanto eu chupar. Vai aguentar minha rola
inteira ou vai chorar?
Eu- Aguento sim porra. Mete logo. Quero sentir essa tora me abrindo
Ele tirou os dedos, se posicionou atrás de mim e encostou a cabeça grossa. Empurrou devagar,
abrindo caminho centímetro por centímetro. Eu soltei um gemido alto e enterrei a cara no
travesseiro.
L- Isso… abre pra mim. Abre esse cu de puta. Caralho como tá apertado ainda
Quando wntrou tudo, ficou parado fundo, respirando pesado, segurando minhas cinturas.
L- Fala. Fala que ama levar rola. Fala alto pra eu ouvir
Eu- Amo… porra eu amo levar essa rola grossa. Me fode logo Lucas, para de brincar
Ele começou a meter. No começo devagar, sentindo cada centímetro entrar e sair, depois foi
acelerando. O barulho da pele batendo era alto, misturado com os gemidos das travestis na TV e os
meus. A cada estocada ele falava mais
L- Isso… leva. Leva essa porra toda. Olha como sua bunda treme quando eu meto fundo. Você
nasceu pra ser comida, Junior
Eu- Mais forte… porra mete mais forte. Usa minha bunda, me chama de puta (isso me deixa doido ate hj)
Lucas agarrou meu cabelo e puxou minha cabeça pra trás,
metendo com mais força, quase me tirando do chão a cada investida.
L- Fala o meu nome sua puta. Fala quem tá te comendo
Eu- Lucas… é o Lucas que tá me comendo… a rola do Lucas tá destruindo meu cu
Ele riu, um riso baixo e safado, e começou a meter ainda mais fundo, quase saindo inteiro e
entrando de uma vez só. Eu já tava babando no travesseiro, a rola pingando sem nem tocar nela.
L- Olha a TV. Olha como aquelas duas tão comendo aquele cara. Depois eu quero fazer isso com
você… te encher dos dois lados. Mas hoje é só eu. Hoje essa bunda é só minha
Eu- Então usa… usa até cansar. Quero acordar amanhã sem conseguir sentar
Lucas puxou a calcinha ainda mais pro lado e deu um tapa forte na minha bunda, o barulho ecoando
na sala.
L- Isso. Fala mais. Me pede pra gozar dentro
Eu- Goza dentro… porra goza dentro do meu cu. Enche eu de porra
Ele acelerou as estocadas ficando curtas e profundas. Eu sentia a rola dele latejar dentro de
mim.
L- Tô quase… caralho Junior seu cu tá apertando meu pau, vou gozar
Eu- Dentro… joga tudo dentro
Lucas enterrou fundo e gozou com um gemido longo, a rola pulsando forte enquanto enchia meu cu.
Ficou parado um tempo, ainda metendo bem devagar, empurrando a porra pra dentro. Quando tirou,
eu senti escorrer pela minha perna.
Ele se jogou do meu lado, ofegante, a rola ainda semi-dura e molhada de porra e do meu cu.
Eu puxei a calcinha de volta pro lugar, cobrindo o cu molhado, e fiquei deitado de lado olhando ele.
Eu- Ainda não gozei.
Lucas virou a cabeça, ainda ofegante, e falou com a voz rouca:
L- Antes limpa minha rola. Quero ela limpinha.
Espero que gostem pessoal, passei muito tempo tentando lembrar do maximo possivel
A segunda foto sou eu!!!




