Este conto é continuação do " Mamando o peito do pai no dia das mães"... Espero que gostem e votem!! ------------------------------ A história com meu pai começou conforme relatei antes, apenas com mamadas no peitoral fortão dele. E dele no meu peitinho saradinho também! Renatão não deixava fazer nada além disso. Ficamos um tempão assim! Acontece que as coisas mudaram e muito recentemente. Deixa eu explicar que o meu paizão entrou numa dieta dessa hipercalóricas, pra ganhar massa e tal, e não tá querendo sair mais dela. O bichão perdeu um pouco o aspecto de rato de academia e virou tipo um ursão musculoso. Brações enormes e arredondados, barrigão estufado, porém firme e ainda com sinais dos antigos gomos, pernas ainda torneadas, porém cada vez mais grossas. Enfim, um machão ainda mais gostoso do que sempre! Acompanhei de perto essa evolução, sempre apoiando o Renatão... E mamando generosamente seus peitões cada vez mais volumosos. Meses atrás, do nada, minha irmã resolveu oficializar o casamento dela com meu cunhado. Não queria esperar mais, pois havia encontrado um sítio lindo por preços acessíveis naquele momento do ano e não sei mais o quê. Acontece que, nesse afã de querer organizar a festa às pressas, minha mãe começou a passar cada vez menos tempo em casa pra ajudar minha irmãzinha. Mal sabiam elas que estavam contribuindo pro segredo que meu pai e eu nutrimos. Sempre que ficávamos sozinhos, já vinha o Renatão atrás das mamadeiras dele. Parecia querer engolir meu peito e quase me matava de tesão. Notei que ele me tocava mais, abraçava, alisava. Mas não fazia menção alguma de me tocar nem na bunda, muito menos no pinto. E também não dava liberdade pra eu fazer algo do tipo. Quando trocávamos e eu passava a engolir seus peitões bombados, o safado gemia alto. O volumão e as altas doses de testo injetadas estavam deixando ele cada vez mais sensível à minha boca! Eu aproveitava e me agarrava nele. Imitava criança mamando na mãe, mas me esfregando. E acabava sentindo seu pau duro esbarrando em mim muitas vezes. Meu pai não parecia se incomodar. Só queria saber de aliviar o tesão dele, o que eu fazia com todo o prazer! E muitas vezes dava um jeito de lamber sua porra das minhas mãos escondido, já que na frente do meu papaizão, o bichão ia reclamar, falar que “isso já era demais”, pipipi e popopo. Num dia de onda de calorão, estávamos na maior mamação em plena sala de casa. Sem nem tirar a camisa direito, mas comigo já pendurado no peitão dele, meu pai perguntou: - Será que elas demoram hoje? - Hum, hum! – parei a mamada - E quando é que elas não demoram, né? Huuuum, huuum! – voltei a mamar. - Ah, aaaaah! – ele estava mais possuído de tesão que o normal – Então, vamo mudar um pouquinho, filhão... Estranhei, mas topei. Meu pai me instruiu a sentar no chão e a encostar no sofá. O safado abriu as pernas, arrancou o shorts e revelou seu pau já igual a uma rocha, dentro da cueca. Fiquei ali, entre as duas, de costas pra ele. Então, ele me puxou pelo pescoço, levantou a camisa de volta e foi enfiando o tetão na minha goela. Era muita safadeza! - Mama, safado! Mama esse peitão de macho do jeito que só você sabe fazer... - Ai, pa-aH... HUM! HUUUUM! Ele mal me dava chance pra responder. Só queria saber de enfiar aquelas mamadeiras na minha boca o mais fundo que conseguisse. O pinto dele parecia que ia furar minhas costas de tão duro. Foi quando percebi que ele tinha abaixado sua cueca também. Sua rola babava nas minhas costas! E eu ainda sentia seu sacão pesado de porra enquanto papai quase me afogava com tanto peito. Não deu mais pra só obedecer... Eu amava suas tetas, mas também era hora de ter seu pau! Tentei me soltar dele, segurar naquela pica, que afinal era bem bonita e gostosa, ainda que não muito grande. - Epa, pera lá, Angelo... Ele me interrompeu e riu com sua cara de pau: - Aí não, né... - Pai, para de resistir! Você tá esfregando essa pica nas minhas costas faz móh tempão! Deixa eu mamar... - Nem pensar! Eu esfrego ela em você porque fico maluco de tesão com essa sua boca nos meu peitão. É só um reflexo... Todo melado e desesperado, ri de nervoso: - Reflexo, pai? Então vem com esse reflexo aqui, óh... Com uma mão eu puxei seu pinto e com a outra apontei pra minha boca. Eu chegava a salivar. - Eu vou com ESSE reflexo aqui, óh... Ele tirou a mão da minha boca e com a dele, segurou seu peitão vindo por cima de mim. Em pleno chão da sala! Aquele homem delicioso, forte pra caralho, no auge daquele bulking porco. Quase me sufocava. E dessa vez, ele não tirava o pau das minhas mãos. Ficamos numa esfregação ritmada. Os urros de tesão tomaram conta da casa. Eu era louco pelo meu pai e aquele contato parecia ser o máximo que eu conseguiria ter dele, então tinha que aproveitar. - Morde, puto! Morde forte! Papai mandou, então, obedeci. Forcei os dentes na sua peitola e ele gritou. Não de dor, e sim de tesão. Soquei forte pro meu Renatão nessa hora. Em questão de minutos, senti sua porra jorrando em jatos compassados em cima de mim. O putão urrou no meu ouvido. E quase me deixou surdo! Tirando isso, foi perfeito. Senti seu físico imenso amolecer em cima de mim e sua respiração pesar muito. Estávamos encharcados de suor. O abracei profundamente e falei baixo em sua orelha: - Pai, você é o melhor! - Você que é, Angelinho... Só você pra me aliviar gostoso assim! Me deu um beijo no rosto, se levantou e sugeriu que a gente limpasse a sala e tomasse banho o quanto antes. Mais tarde, minha mãe e minha irmã apareceram com mil coisas pro famigerado casamento. Como sempre, ninguém notou nada e jantamos como uma boa família... Claro que eu tava do ladinho do meu pai segurando escondido em seu coxão em alguns momentos. Renatão não relutou, inclusive sorriu disfarçadamente, indicando que tinha gostado de verdade da minha mãozinha esperta ali. A mesma que tinha batido uma com força pra ele horas atrás. A putaria desse dia fez a gente elevar ainda mais nosso nível de entrosamento. Minha mãe parecia viver em função do grande dia da minha irmã. Então, era chegar do trabalho, que meu papai delicioso já vinha pra cima de mim. Boca na teta, mão na pica e dá-lhe incesto! E se nossos treinos junto já eram intensos antes, agora passou a existir também aquela cumplicidade gostosa nas pausas. Comecei a perceber que um ou outro viado mais esperto da academia nos encarava não mais deduzindo que éramos pai e filho. Acho que alguns sabiam que a gente se pegava. Lembro que sugeri de mamar ali no vestiário algumas vezes, mas o bichão sempre escapou de mim! No máximo, rolavam umas pegadas de leve enquanto fazíamos nossas selfies narcisistas. Lembro de um outro dia em que fazia muito calor nessa época, e nós a sós de novo em nosso doce lar. Na frente do espelho da sala, meu velho gemia grosso com o tetão atolado na minha boca. Esfregava eles forte na minha cara. Eu lambia, beijava e mordiscava. Misturava saliva e suor. E o Renatão ia a loucura me apertando muito, esfregando o pau no meu. Eu alisava suas costas ao mesmo tempo, com devoção. Eu era louco por aquele homem. Louco! E a cada dia sentia que ele era um pouco mais meu. Acabamos peladões de novo. Aliás, era até curioso como gente nunca conseguia chegar no quarto de um dos dois... A putaria era sempre na sala, às vezes no banheiro ou até na cozinha. O fogo batia e a gente se acabava daquele jeito onde dava! Papai liberou a pica pra eu punhetar e ainda me ajudou! Depois, ficou um tempão mamando meu peitinho até me fazer reclamar de dor. Gozamos muito um na mão do outro. Ele fez carinha de nojo e logo se limpou. Enquanto eu, aproveitei cada gota de sua porra da minha mão. Que perfeição! Depois disso, não tive chances de ficar a sós com meu velho. No máximo, umas mãos bobas rápidas nas tetas dele. E o Renatão dando uma mordida quase que a força nos meus mamilos! Digo quase, porque óbvio que eu sempre cedia ao prazer que era ter o meu papai me dominando e querendo comigo o que não tinha com minha mamãe. Tudo em casa se tornou correria devido ao casamento. Meus pais estavam com a ansiedade a mil! Chegado o grande dia, as duas mulheres da família desapareceram logo cedinho pra fazer aquela produção no salão favorito delas. Sabendo disso, eu tinha posto em prática um plano dias antes. Induzi o safado do Renatão a adiantar tarefas que, supostamente, eram pra manhã da boda. Inclusive, o ajudei em tudo. Existia um ar de cumplicidade que nem sempre era verbal entre nós. E aquilo só aumentava aquele desejo proibido. Bebidas já despachadas pro local da festa. Pagamentos de fornecedores realizados com antecedência. Essas e outras coisas do check-list do coroa estavam concluídas. Pra confundir a cabeça dele, dei uma sumida. E facilitei algo que eu sabia que meu papaizão queria muito pra aquele dia: cerveja! Deixei tudo gelando. Ao voltar, percebi que meu plano tinha sido um sucesso. Nervoso em casar oficialmente sua única filhinha mulher, Renatão tomou todas antes das 10h. Mandou um áudio no grupo da família e tomou uma bronca da minha mãe que mandou ele dormir pra ver se o porre passava. E quase que eu estrago tudo! Se ele me visse chegando, ia querer desobedecê-la em busca de putaria com nossos peitos. Cerca de meia hora depois, entrei no quarto do casal feliz levando várias algemas fetichistas que eu tinha fazia tempo. Renatão roncava de barriga pra cima. Aquele corpo tesudo vestido apenas por um shorts mínimo. Com poucos ruídos, me aproximei de seus pezões. Bonitos e ásperos, mas com os quais também nunca tinha tido muito contato graças ao nossos hiperfoco em peitoral. Os prendi na cama com duas algemas. Na sequência, prendi seus braços pulsos na cabeceira da cama, estilo mãos ao alto. Aquele suvacão raspado ali, à mercê das minhas vontades mais lascivas. Só que eu jamais teria o objetivo de abusar dele. Nem de homem nenhum, né... Eu queria fazê-lo implorar por mim! Mais que da outra vez, no chão da sala. O acordei do jeito básico. O nosso básico! Lambendo levemente seus mamilos. Renatão resmungou, tossiu e me olhou estranho: - Porra... Delícia! Angelinho, até achei que era tua mãe e... Foi quando ele percebeu que estava preso: - Ah, não... Mano...! – ele riu alterado pela bebida – Que brincadeira sem graça é essa, filhão...? - Sem graça... HUUUM! Você acha mesmo, papaizão? O olhei com cara de cachorro pidão mamando no capricho seu tetão. Renatão jogou a cabeça pra trás gemendo de prazer. - Isso, porra! Não precisava me prender, não... Você sabe que tem passe livre pro tetão do papai! ISSSOOO, mama, filho da puta! - Acontece que hoje eu tô querendo mais... E puxei seu shorts com tudo até onde deu. A pica bateu durinha em sua cintura grossa. - Não, nada de mais, fica aí, porra! Ele tentava manter a banca, mas eu estava decidido: - Tenho certeza que você vai curtir, papai... Então, dei uma fungada numa de suas axilas. Tava levemente suado, nada azedo. Vi ele se arrepiar inteiro, mesmo ao me xingar e pedir pra soltá-lo. Comecei a lamber de leve, até enfiar a língua toda. Aquele coroa tesudo chegou a bufar de tesão. Dizia que não queria mas o corpo o contrariava. Segurei firme em seus ombros, seus bíceps. O alisei e lambi mais um pouco aquele suvaco. Como numa boa sessão de worship, fui pro bração... Cheguei a chupar. E voltei até chegar em seu pescoço. - Caralho, Angelo! Vai me deixar marcar, porra! Tua mãe vai se ligar... - Eu nunca deixo marca, papaizão... HUUUM! - Ah, ah, aaaah! Huuum! Para, filhão... Seu pau pulsava empedrado e eu retrucava: - Você não quer que eu pare de verdade, pai... E segui até chegar no outro suvaco, fiz igualzinho ao primeiro e fui parar no outro bíceps tesudo dele. Acabei com meu corpo, ainda de roupa, em cima do corpo do meu pai. Minha rola dentro da minha cueca prensava a dele. - AAAH! – ele gemia alto tentando controlar seu prazer – Caralhooo! Comecei a me esfregar nele. Por um instante, achei que a gente ia acabar gozando ali mesmo, eu de roupa, ele semipelado. E isso teria sido muito bom! - Chega, Angelo, pelo amor de Deus... – ele se tremia. - Então tá bom, pai... – levantei com tudo - Eu paro deee...! - Isso, isso..., filho! – ele suava de nervoso – Foi ótimo até aqui, mas... - De te bolinar no pau... Tirei minha camiseta. E passei as unhas levemente pelos seus coxões maravilhosos. - Ah, filho, PUTA QUE PARIU! - Você gosta disso, papai? Deslizei minhas dez unhas por trás dos seus joelhos. Ele deu um espasmo e seu pau pulsou de novo: - AH, CARALHO, ANGELO! Você tá acabando comigo, cara... - É, eu tô vendo... O acariciei ali tão leve e com tanto jeito, que parecíamos um casal cheio de intimidade. Papai não conseguia mais disfarçar que estava amando meus toques. Acabei lambendo demoradamente a parte de trás dos seus dois joelhos. Estranho? Homens..., saibam explorar o corpo de outros homens. Eu soube. Aproveitei pra bolinar suas pernas. Tão fortes, os músculos tão bem divididos... O shortinho minúsculo ali, no meio do caminho entre elas e o pirocão e o sacão cheio. Eu estava no paraíso. No entanto, Renatão insistia que iríamos pro inferno: - Ah, AAAH! Chega, Angelo... Pelo amor de Deus, chega! - Por que você pede pra parar se a sua rola não para de pular, papai? - Porque eu não sou de ferro, buceta! Só que a gente já foi longe demais, pow! Uma coisa é a brotheragem que a gente curte, outras é... AAAH! ANGELO, CARALHOOO! Caí de boca em suas panturrilhas. Lambi, acariciei, passei mãos e meu antebraço. Não me aguentei e acabei pelado. Meu pinto babava enquanto eu explorava os membros inferiores do meu pai. - Angelo, eu reconheço que... HUUUM! ...que isso tudo é bom, mas para, sério! Para... - Tá bom, parei... Respondi cinicamente, lambendo o canto das bocas. - Deu, Angelo! A hora tá passando! Daqui a pouco a gente precisa tomar banho e ficar pronto antes que elas voltem... Me solta daqui, caralho! Me divertindo e morrendo de tesão com aquilo tudo, encarei seus pezões amarrados: - Numa coisa você tem razão, papai... Hora do banho! - Como assim “numa coisa” eu tenho razão? Me solta logo, porra! Papai queria muito me convencer de sua braveza mesmo após admitir que estava com tesão naquela putaria toda. A preocupação dele era em extrapolar o prazo da minha irmãzinha ficar pronta. E eu, até então, monitorava de tempo em tempo pelo meu watch quando elas iriam aparecer. Então, simplesmente ajoelhei na frente da cama. Sorri safado pra ele que me encarou aos xingos. Aproximei meu rosto do seu pé direito. Áspero e gostoso, como tem que ser. Caí de cara lambendo e arrancando novos urros do Renato. Eu mal podia acreditar! Praticamente tudo que eu fazia, ele curtia. Ao mesmo tempo que batia boca, se contorcia de desejo contido. Aquele homem não explorava metade do que seu corpo pedia, pela pura falta de experiências com outros homens. Repeti a putaria com seu pé esquerdo. A pica melada dele crescia ao máximo. Renatão não se aguentou mais: - Ah, FODA-SE! Lambe, lambe esse pezão, seu filho da puta! Engole, chupa, dá um trato neles... E eu obedecia. Dava um trato naquelas duas delícias, esfregava minha cara nelas, lambia, cheirava. Achei melhor desprendê-los da cama e tirar totalmente o shorts do Renatão, assim ele ficaria mais confortável pra desfrutar daquilo tanto ou mais que eu. Tudo ali era tesão, tudo! Foi quando eu senti... Sabe quando a porra tá vindo, seja porque tá metendo numa buceta, num rabão ou no que for, mas você quer segurar? Parei de chupar aqueles pezões e meti minha mala entre eles. Meu pai riu ofegante: - Seu porco, não faz isso, pow! - Eu não aguento mais, pai! - Não goza ainda, Angelinho... Ele pediu com sua cara de cachorro pidão. Uma confissão de que, o que tinha começado como um “alivia pra mim”, agora, se tornara um “bora gozar junto”. Além disso, tive um estalo. E meti essa: - Por que não posso gozar ainda? – perguntei já sabendo a resposta - Que que falta, paizão...? - Falta você me mamar, porra! Mama meu pau que tá quase estourando por tua causa, seu viado filho da puta! Outro sonho se realizava naquele instante. Parecia mentira... Eu mamando meu paizão na cama dele, no maior fogo. Os palavrões saíam agrupados por aquela boca linda do Renatão. O saco dele crescia na minha mão. E o meu se preparava pra jogo os netos dele pra fora a qualquer instante. - ISSOOO! ISSOO, PORRAAA! MOLEQUE DA BOCA TESUDA, CARALHO! TUDO VOCÊ MAMA BEEEM... AAAH! HUUUM! O coroa não se aguentava. Gritava assim, sem se importar com mais nada. E leitou minha boca também sem se importar com nada. Enfim! Bebi tudo compassadamente. E o corpo dele descansou quase que imediatamente, entre os últimos urros e espasmos daquele momento. O olhei e sorri vitorioso. Ele me encarou e sorriu também. Ainda que meio com vergonha. - Eu sou louco por você, pai... – desabafei – Esses meses só com a putaria de peito foram meio que um pretexto pra conseguir ter você inteiro. Ele ficou calado balançando a cabeça em várias direções, tipo, tentando se alongar. Foi quando eu tive a decência de abrir as algemas. Ele respirou fundo e se sentou, claramente aliviado: - Era isso que você queria...? Tipo, há muito tempo...? - Sim, pai. Eu queria mesmo isso, a gente junto na cama, pow! Confesso que não esperava por um diálogo tão intenso e revelador após semelhante baixaria. Renatão também botou tudo pra fora: - Se é isso, então segura essa, porra...! Angelozinho..., eu admito que também sou louco por você. Por tudo o que a gente faz um no peitão do outro, por tudo que rolou aqui na cama da sua mãe hoje... Caralho, cada detalhe...! O papai é louco de tesão por você! Louco! Mas eu tenho medo, porra... - Medo de que, pai? – fiquei nervoso – Tudo que você falou é exatamente o que eu sinto também! Aquelas revelações estavam me excitando de novo. Notei que o pinto do meu pai não tinha abaixado totalmente. Ele seguiu: - Medo de destruir nossa relação! Medo de, sei lá, tua mãe sacar a gente e causar um caos na nossa família... - Pai... Sentei ao seu lado, meti a mão em seu coxão e tentei ser compreensivo: - Nossa relação nunca mudou, não vai ser por causa de uma mamada no pau ou de uma leitada que vai mudar... Ele me encarou e lambeu os lábios. A excitação em ambos era nítida! - E a mamãe não vai sacar... Eu já mamei esse peitão atrás de casa de sítio antes do almoço, lembra? Ela estranhou a gente sumir mas nem sonha o que realmente rolou... - E teve todos apertões e alisadas de mamilos meio que na cara dela ultimamente... Sua mão boba por baixo da mesa... E nunca nada, né? - Nunca, papai... – sussurrei. Ele me encarou. Seu pau subiu. Sem dizer mais nada, me agachei na frente da cama entre suas pernas. Segurei em suas coxas e caí de boca naquela pica deliciosa outra vez! Renatão cansou de evitar e se entregou ao momento. Agora ele queria mais e mais da minha boca, do meu contato. Forçava minha nuca contra sua virilha e me fazia engolir e engasgar. Eu me empinava todo, o alisava e chorava naquela rola, literalmente. Me sentia realizado! E foi ainda mais incrível quando meu pai tomou a iniciativa de alisar minha raba empinada. Primeiro com meu shorts todo melado de pré-porra na frente. Aí enfim, ele o abaixou e apertou minhas nádegas com suas mãos calejadas: - Seu filho da puta! Que rabo lindo do caralho... - HUUUUM! Gemi ainda mais alto do que já estava quando sentiu seus dedos alisando meu rego. Nesse instante, lembrei de olhar pro watch: “porra, elas avisaram que estão voltando”, constatei. Só que também nesse instante, olhei pra cima e vi Renato cuspindo em seus dedões ao mesmo tempo que me encarava. Atolou um dedo no meu toba e me fez piscar e empinar. No limite da razão, soltei o trabuco da minha boca e ofeguei: - Quer cu, paizão? - PUTA QUE O PARIU! Ele estava em riste. Dois de seus deliciosos dedos estavam no meio do meu esfíncter. Os suguei pra dentro como pude. - Tá bom, bora, mas só a pontinha. Renatão sempre mentindo pra si mesmo. Me posicionei com a mãos na cama, ele veio por trás, me segurou pela cintura, deu um tapão no meu rabo – o que deixaria uma marca até depois do casamento – e encaixou. A glande vermelha lustrada pelas minhas mamadas estava nas minhas pregas. Meu pai empurrou pra dentro de leves. QUE TESÃO! Gemi fino. Ele, grosso. E “bam”: barulho de portão da garagem. Em um milésimo de segundo, Renatão deu um pulo, xingou baixo e disse que ia pro banho. E eu tratei de arrumar a bagunça ali em uma velocidade na qual eu sequer sabia que era capaz de atingir. Soquei as algemas no fundo do meu armário e coloquei o lençol sujo da minha mãe direto na máquina de lavar. Alguma desculpa foi inventada depois sobre meu papaizão ter suado e derramado cerveja na cama. E também usei da bebida pra justificar porque meu rosto estava tão vermelho e eu, tão atrasado pra me arrumar pro enlace matrimonial que aconteceria dali poucas horas. Acho casamentos de hétero tradicionais uma coisa bem chata, porém admito que me emocionei ao ver minha irmã e meu cunhado fazendo seus votos. A festa corria como o planejado. Meus pais estavam felizes. E eu, de forma muito contraditória, gostava de vê-los assim. Troquei olhar com um ou outro macho ali. Inclusive, com um casado, rs. Entretanto, se fosse pra rolar algo, tinha que ser com o Renatão. O álcool, outra vez, facilitou as coisas. Tanto meu pai quanto eu estávamos beeem alegres. Quando a festa começou a ficar mais animada, com muita gente dançando de forma um pouco apertada na pista, me aproximei dele. Minha mãe estava longe nesse momento. E ele me encarou daquele jeito que só quem já se pega escondido sabe. Não resisti: disfarçadamente, apertei seu pau. E estava meia bomba. Ele arregalou os olhos, riu forçado e apertou meu mamilo de um jeito não muito sensual: - Ai, pai! Resmunguei rindo e soltando-o rápido. - Você tá maluco, Angelo? - Maluco por você, paizão! – cochichei – Bora terminar o que começamos mais cedo...! Ele arregalou os olhos de novo. - Já está meio caminho andando aí pelo visto... – insisti. Renatão fez cara de quem acabaria cedendo, mas se fez: - Aqui? Não mesmo! - Tem um mato ali do outro lado do lago e tá móh escuro. Ele balançou a cabeça negativamente e lambeu o lábio safadamente: - Pior que eu tô num fogo... – falou baixinho. - A mãe tá te negando atenção de novo? – provoquei. - Pior que hoje ela está um dengo só... Mas quem sabe me mamar direito é você. Só de lembrar dessa fala, meu pau chega a estalar aqui de novo. Foi quando eu entendi que o Renatão já não apenas me usava pra aliviar suas vontades. Ele ter esse rolo comigo independia dele querer melhorar ou não as coisas com minha mãe. E como se já não houvesse elementos do universo conspirando a nossa a favor desde o início daquele dia doido, minha irmã tinha planejado um pirotécnica matrimonial. Haveria uma queima de fogos dali alguns minutos. Ou seja, todas as atenções da festa estariam voltadas pra isso. Bom, as atenções de quem ainda conseguia ter alguma. Já que geral estava bêbado e/ou empanturrado. Saímos de fininho. Chegamos ao local em que eu, prevenido como sempre, já havia constatado que não teria ninguém. Quando me dei conta, meu papaizão já estava abrindo sua camisa e jogando o paletó num canto. O agarrei firme. Nos encaramos. Abri minha camisa com tudo e ele já foi mamando meu peitinho com violência. Chegava a arder. E eu amava aquilo! Tiramos nossos paus pra fora, nos punhetando. Levamos um susto. Os fogos de artifício começaram a estourar. Então, com a queima torando e nos iluminando naquele cantinho desconfortável de mato, olhei no fundo dos olhos do meu pai. As mãos apertando seu peito por dentro da camisa. Nossos paus se raspando por fora do zíper de nossas respectivas calças. Fiz menção a beijá-lo na boca. Ele desviou rindo: - Na-ão! Só no rosto... - Tá bom... – o obedeci. Em seguida, beijei seu pescoço. O velho respirou fundo: - Ah, filhão... Que que cê tá fazendo com seu pai, porra...? Dei beijos demorados e molhados em seu pescoço. Logo, aquilo virou lambida. Soltei meu peso em seus braços quando senti Renatão fazendo o mesmo. Ele me apertou forte, meu cu chegou a piscar! Sem mais delongas, meu pai abaixou suas calças seguidas pela cueca. Deixou tudo cair no chão, inclusive eu. Mamei com vontade! Aquela rola podia ser minha outra vez. Ele me puxava pelo cabelo, controlava aquele sexo oral sujo. Mandava eu engolir o saco. O que eu fazia com todo o prazer enquanto alisava suas coxas musculosas de novo. Fui além, meti a língua no seu rego. Renatão urrou grosso, porém logo recuperou a pose de macho alpha: - Parou, vem cá! E me botou pra mamar seu peito. Aquele peito duro, aquele mamilão de macho. Aquele músculo trabalhado que tinha dado origem a todo aquele incesto louco. Foi quando meu pai me virou de costas pra ele. Manipulou meus mamilos e me fez jogar a bunda pra trás com força em busca de sua encoxadas. Renatão me deu um chupão no pescoço e fez abaixar calça e cueca numa puxada só. Era o momento! Iríamos quebrar nossa última barreira. Mamou meu cuzinho com vontade: - HUUUM! E fazia barulho com suas linguadas. Aquela língua grande e faminta. - Huuuu-uuum! Huuum! AI, PAI! Ele elogiou e bateu na minha bunda: - A marca de hoje de manhã ainda tá aqui... Rabão musculoso delicioso! - Você que fez! - Pow, eu realmente caprichei nessa porra aqui... SLAP! Outro tapão. Uma cuspida no pau, uma encaixada na minha entradinha. Gemi fino pedindo pica. E o Renatão me deu. Me encheu até o talo. Espetou fundo seu órgão sexual dentro do próprio filho. Não tinha volta. Só tinha ritmo. As metidas eram fenomenais. Ele estava completamente agarrado em mim. Ora me apertava pela cintura, ora bolinava meu peitinho, me segurava pelo pescoço e o lambia. Então, avançou pra orelha... E ficamos nisso por um bom tempo. Meu rabo contraiu tanto que, em seguida, senti o primeiro orgasmo anal. Renatão pirou, urrou grosso, me lambeu e me babou muito. De um jeito porco, macho e irresistível. Foi quando nossas bocas finalmente se encontraram. Meu pai se entregou totalmente me dando um amasso de língua que jamais na minha existência irei esquecer. E em poucos minutos, me leitou. Tivemos muitos espasmos juntos. Nos afastamos o suficiente pra meu papaizão tirar tudo de dentro de mim. Que cena! Sua rola melada, nós dois suados como se tivéssemos mandado um treinão. E eu simplesmente realizado e destruído de tanto levar macetada. Nos olhamos e, pela primeira vez, não havia nojinho, nem fuga e nem nada do tipo na linguagem corporal daquele homão. Ele sorriu cansado e me puxou pra um abraço. Aqueles músculos todos me envolvendo... Meu maior sonho estava realizado. - Viu só? Nada mudou. – concluí. Ele riu: - Ah, caralho... Angelinho, você é o melhor amante que eu poderia ter. - Digo o mesmo, pai. Nos olhamos, sorrimos e demos outro beijo de língua delicioso. - Vai continuar aliviando pra mim sempre, filhão? - Sempre! - Vai me dar esse cuzão todo dia e ainda ir treinar comigo depois? - Que dúvida... Claro, né, Renatão! Ele ria meio incrédulo. Eu era louco por aquele homem! Era? Eu ainda sou louco pelo meu pai. E seguimos juntos nessa insanidade até hoje.
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