Eu tinha 17 anos e cinco meses e namorava a distância quando conheci esse rapaz, durante um evento da escola. No começo, não olhei para ele com segundas intenções. Era apenas mais um conhecido. Algumas semanas depois, porém, ele me chamou para participar de um projeto, e eu aceitei.
Entre nosso primeiro e segundo encontro, começamos a conversar sobre assuntos mais íntimos. Ele falava sobre prazeres e experiências até que, em determinado momento, perguntou se eu já tinha ficado com algum garoto.
Respondi que não. Contei que, aos 14 anos, tinha apenas pegado em um pau, que era bem pequeno, mas nunca tinha passado daquilo.
Até que chegou uma quarta-feira e ele me chamou para ir à casa dele. Eu ainda não sabia praticamente nada sobre esse universo, mas aceitei. No caminho, fomos conversando sobre qualquer coisa. Tentava agir naturalmente, embora estivesse um pouco nervoso e sem saber exatamente o que me esperava.
Quando chegamos, ele disse que tomaria um banho rápido. Fiquei sentado na cama, mexendo no celular, enquanto esperava. Quando voltou, estava apenas de toalha. Deitou-se e eu continuei olhando para o telefone, meio sem jeito. Acho que fiquei uns dois minutos naquela situação até criar coragem, virar para ele e perguntar:
— Já?
Ele fez que sim.
Foi quando percebi que não havia mais muito espaço para fingir que estávamos ali apenas para conversar. A curiosidade e a ansiedade se misturavam. Eu queria descobrir como seria, mas também tinha consciência de que não sabia praticamente nada sobre aquilo.
A intimidade começou e, aos poucos, fui perdendo parte daquela timidez. Ainda assim, quando chegou o momento de tentar a penetração, a realidade foi bem diferente das minhas expectativas.
Eu não conseguia encontrar uma posição confortável. Ele tentou me dizer, mas a dificuldade continuava porque o pai dele escapulia por ser para baixo. Era minha primeira vez naquela situação, e o nervosismo só aumentava.
Em determinado momento, ele me colocou de bruços e tentou continuar. Senti uma dor muito forte e pedi para parar:
— Ai, meu cu! Tá doendo muito! Tira, tira!
Ele não parou, continuou metendo quando eu sentir delatar meu rabo. Era as minhas primeiras pregas indo embora. Não era simplesmente a dor que eu estava sentindo, mas perceber que meu cuzinho, até então fechadinho, estava sendo comido por um macho.
Eu tinha chegado àquela casa cheio de curiosidade, querendo descobrir uma parte da minha sexualidade, mas saí com uma experiência de levar pombada e ainda tomar aquela porra grossa.
Ele não tirou, socou ainda mais fundo enquanto segurava a minha boca e jogava o seu corpo todo sobre o meu, o que fazia o pau dele ficar ainda mais enterrado e fazendo pressão dentro de mim.
Lembro até hoje, depois de levar mais de 20 pombas diferentes no meu rabo, daquela sensação. Eu estava totalmente entregue a ele quando ele começou a falar putarias no meu ouvido enquanto me enrrabava como se fosse a última foda dele nesse mundo.
- Tu tem o cuzinho apertadinho ne sua puta? Eu queria ter medido antes nesse rabo, agora vou querer ele sempre - disse.
- Soca devagar essa pomba, a cabeça dela está me arrombando
- Devagar? Tu é puta, vai ser minha pura, tem que aguentar todinho no rabo tu nasceu para isso
Passou uns minutos, ele ficou com aquela pombona cravada em mim, até que pediu para eu sentar. Quando me posicionei ele enfiou tudo quase de uma vez. Entrou porque eu já estava acostumado, mas mesmo assim doeu. Eu me deitei sobre o peito dele e ele começou a me comer de uma forma que parecia um bicho. Socava forte enquanto eu gemia, mas aguentei tudinho. Até que ele anunciou que ia gozar e queria que eu tomasse os filhos dele.
Depois de tudo, ele ficou deitado na cama, enquanto eu comecei a me vestir. Eram aproximadamente cinco da tarde.
Voltei para casa pensando em tudo o que tinha acontecido. Era estranho sair de uma experiência tão íntima e, poucos minutos depois, voltar à rotina como se nada tivesse mudado.
No caminho, passei por alguns homens que conhecia de vista e que também já tinham despertado minha curiosidade em outras ocasiões. Eles nem imaginavam o que tinha acontecido naquela tarde.
Na terça-feira seguinte, recebi uma mensagem justamente daquele baixinho.
— Afim de tomar uma pirocada?
Olhei para a mensagem e imediatamente lembrei daquela quarta-feira. Aquele encontro ainda estava muito vivo porque eu fiquei uns dois dias com meu cuzinho doendo.
Mas essa é outra parte da história, que conto em outro momento.
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