Um Conto de Gerações - Clara e Carlos como tudo começou Parte 11

Beto ao presenciar Helena com Valmir, sendo chupada a beira da piscina, ele os confronta, Valmir por não fazer parte daquele mundo, onde apenas era usado como brinquedo pelas mulheres, não querendo correr o risco de perder o cliente, ou até mesmo os demais clientes, se afasta já pedindo desculpas dizendo não saber que eles eram comprometidos, Helena por outro lado se deliciava ainda deitada. Beto diz ao caseiro que a diária daquele dia ficaria toda por sua conta, diz que irá precisar de outros serviços. Beto pega Helena pelos cabelos como se ela fosse uma cadelinha e a trás para o outro lado da área externa onde havia um sofá, diz para Valmir foder a buceta da puta que ele ia foder o cú, eles seguem na dp por uns 10m com Beto a todo momento dado tapas em seu rosto e a chamando de puta, dizendo que queria puni-la, mas sabe que aquilo era o que mais ela gostava, e por ser viciado em foder aquele cú e que só ia parar de foder quando ela pedir arrego, pouco depois Jader entra pela porta da frente e vendo a cena já vai colocando o pau pra fora e se aproxima do grupo já bombeando o pau que não demora para ficar duro igual pedra, diz que pensou em Helena o dia todo e quase não conseguiu trabalhar direito e ainda teve que dispensar sua última paciente pra voltar logo para casa, sem demora Helena inicia um boquete em seu pai, Beto segurava a cintura de Helena e bombava exalando todo o ciúmes que vinha sentindo esses últimos dias, Valmir com sincronia as estocadas de Beto bomba seu pauzão na buceta segurando segundo a segundo para não gozar. Valmir para um instante e pede pra levantar que está quase gozando e quer segurar mais um pouco, Jader que ainda estava sendo chupado, diz a ele que não seria uma boa ideia, já que ele era mestre em fazer ele gozarem em sua boca, mesmo assim ele sai de sua buceta e troca de lugar com Beto que a fode sozinho por um tempo, ele ia intercalando as socadas entre o cú e a buceta, sem perder o ritmo com estocadas violentas, Jader continuava recendo o boquete incrível e então avisa que iria foder o cú e pra ela se preparar, pois ele estava com sede desde que saiu pela manhã a deixando com a buceta e o cú todo melado. Jader começa a foder e os dois homens ali em uma dp digna de filme pornô passam a disputar qual dele tinha mais folego, diga-se passagem que por mais que fosse um pouco mais velho que a maioria dos amigos, Jader era m dos que mais era requisitados por mulheres, pois além do pau grosso e com mais de 20cm, ainda fodia as putas daquele grupo como um animal enfurecido, a forma de Beto foder não era muito diferente, mas parecia ser bem mais jovem do que a idade que tinha, já Jader despertava um desejo mais sujo nas mulheres. Valmir que estava ao lado ganhado folego se aproximo e Helena começa um boquete e o que Jader disse de fato acontece, mesmo ele dando uma pausa não aguente e goza na boca de Helena espirrando altos jatos, ao ponto dos dois homens ali fodendo se esquivarem um pouco já que respingou nos dois também, eles apenas riem e continuam fodendo, Jader que ainda estava por cima, vai pegando com os dedos a porra que cair tanto nele quando em Beto e vai levando até a boca de Helena e mandando ele engolir, ela segue chupando o pau do Valmir limpando todo seu pau e ainda aperta a cabeça pra pegar qualquer resquício que poderia ainda ter sobrado dentro do pau, ele se veste e diz que já estava indo. Isso já havia passado mais de uma hora desde que Beto chegou, e ambos anunciam que vão gozar, os dois se levantam rápido e começam a gozar na boca de Helena que vai recendo a porra de ambos caindo na boca e nos peitos, ela vai engolindo e esfregando a porra do peito em seu corpo, Jader pega em seu rosto e lhe dá um tapa dizendo que só começou e que agora queria foder ela no banho, já que ela estava cheia de porra e depois fala olhando para Beto: Pelas mensagens que recebi da puta hoje durante quase todo o dia, os três não foram os únicos que foderam ela. Os dois seguem em direção a casa e somem, Beto veste sua roupa e pega o celular para ver se tinham alguma mensagem, mas nada além de Barbara avisando que iria demorar pois estava com Gi fazendo comprar.

Beto termina de se vestir e vai até o quarto e escuta que os gemidos de Helena dentro do banheiro, ele olha e o pai estava fodendo-a de pé dentro do box, decidindo apenas ir embora, mas escuta Jader anunciando que, se ele não queria continuar que ia chamar mais alguém pra participar, ele não dá bola e sai assim mesmo, já dentro do seu carro vê um segurança de ronda encostando a mota em uma guarita próxima e indo em direção a casa discretamente, faz o retorno em direção a sua casa e nota Júlio saindo de sua casa que ficava ali perto e indo em direção a casa de Jader, assim que chega em sua casa vê Manuel passando de carro subindo a rua, porém sua casa ficava para o outro lado, ou seja, ele também estava indo foder Helena. Beta parecia sobre carregado e apenas deixa em sua cama e desmaia de sono sem mesmo tomar banho antes. Nesse mesmo momento Carlos estava no clube usando a raia da piscina sem grandes preocupações, quanto a Barbara que havia aceitado o convite e Gi para ir em sua casa, acabam de chegar e dão de cara com Ga que estava molhada após um mergulho, Barbara se anima e pergunta se aquela era a surpresa, Gi diz que não, mas Barbara pula em Ga assim mesmo e logo inicia um boquete no rapaz, já que ela realmente estava com o seu foco todo em rapazes jovens e a imagem de Lucas não saindo de sua cabeça. Gi que havia deixado eles ali para guardar suas sacolas, retorna falando ao telefone com a portaria, onde poderiam liberar a entrada sim que ela os estava esperando, Barbara a escuta, mas apenas continua chupando Ga, em menos de dois 2m batem na porta e Gi abre entrando três rapazes morenos bem bronzeados, eles eram funcionários de uma das barracas que ficava na praia, Gi era a Sugar Mommy deles, onde algumas das compras feitas naquele dia, eram justamente para eles, e por conta da amiga estar cabisbaixa aquele dia, decidiu que iria compartilhar os rapazes com ela. Fael o mais alto, porém mais magro, Carica apelido que originalmente era Carioca, pois cresceu em uma praia chamada São Gonçalinho que fica em Paraty, ele um pouco mais baixo, mas ainda alto 1,85 e bem musculoso, fazia a festa com as turistas, gostava de ir escondido a noite na barraca quando fechada, para foder as turistas que ficavam após o pôr do sol e até mesmo a noite, o terceiro era Clebinho, não chega a 1,80, era magro atlético, barriga trincada devido ao trabalho braçal e as pernas grossas tanto do trabalho quanto do futebol.

Assim que os três entram na casa e veem a cena de Barbara de joelhos com a bunda arrebitada fazendo um boquete pro playboy ali na sala, eles entendem que a festa vai ser ainda melhor e já começar a pegar no pau por cima da bermuda, eles ainda cheiravam maresia do mar, estavam de bermuda esportiva que usavam pra trabalhar e sem camisa, Gi beija um a um na boca que não deixam de olhar pra Barbara ali no chão toda fogosa, Ga que se contorcia quase caindo com os espasmos que tinha com o boquete olha pra eles acenando, dando a entender que a ida dos três em sua casa era constante, Barbara apenas olha de relance agora chupando as bolas de Ga e acena também sem falar nada. Gi os chama para o quarto, Carica fica uns instantes a mais para admirar a madame gostosa e linda que sempre secou em momento na praia, mas que nunca imaginou ver ela igual puta, mas recobra a consciência não sabendo as permissões de Gi, e não era trouxa de perder a mamata que tinha com a coroa que também era gostosa, Gi não era tão jovial quanto Barbara que era bem diferenciada, uma aparência próxima da atriz Mariana Ximenes, já Gi estava mais próxima da atriz Alessandra Negrini, corpo mais volumoso e siliconada. Ga por sua vez não aguenta por mais tempo e goza na boca de Barbara e agradece dizendo ter sido um boquete ainda melhor que a última vez na festa da Eliane, ele se joga no sofá e Barbara segue para o quarto de Gi.

No quarto Gi chega já segurando o pau do Fael e do Clebinho, que assim que entram no quarto já vão abaixando a bermuda e caem pra cima da coroa beijando sua boca e pescoço, Carica chega em seguida e lhe dá um tapão em sua bunda e diz que ele está com tesão e que ela vai ter que trabalhar na rola dele, ainda diz que ver a gostosa lá na sala chupando o boyzinho o deixou com ainda mais tesão, ela logo fica de joelhos e os três ficam a sua volta colocando suas rolas pra ela chupar. Todos os três tinham rolas com mais de 22cm, sendo que Fael tinha a rola bem grossa, Gia quando põe a rola dele na boca diz que quer aquele picão gozando dentro do seu cú, já que da última vez ele não conseguiu colocar a tempo e gozou em sua barriga. Barbara por sua vez aparece na porta e fica de boca aberta com os quatro ali já sem roupa, ela diz que queria participar da festa e ao se aproximar toma um susto com a rola dos morenos que já estavam brilhando com a baba de Gi, e isso dava a impressão até de serem maiores já que eles não deixavam pelo justamente pra darem essa impressão dos chamados "2cm a mais". Gi diz que ainda não, ela queria ver o desejo deles crescer ainda mais, dela vendo a amiga fodendo sem poder participar e dos três olhando outra mulher nua sem poder encostar nela. Carica que estava louco de tesão e tinha muito mais atitude que os outros dois, já ergue o rabão de Gi e começa a foder freneticamente a buceta da coroa, olhando fixamente para Barbara que havia se acomodado em uma cadeira ao canto e estava se masturbando, Gi chupava a rola de Fael e punhatava Clebinho, logo o mesmo troca com Carica e começa a foder a buceta e ele vai com a rola pra boca da puta, sem desviar a vista da puta no canto, Fael se aproxima de Clebinho falando que agora era sua vez, e que os dois deveriam curtir a boca da puta, pois ele ia demorar dentro da bucetinha. Eles seguem ali fodendo a buceta de Gi um a um, até que ele pede para foder o cuzinho, Fael se deita na cama e Gi se senta em seu pau, ele fode o cuzinho por um tempo e tira para Carica penetrar um pouco, ele de joelhos na cama começa a foder e Fael permanece deitado para voltar a foder na mesma posição, Carica tira o pau e Fael volta a foder com Clebinho tomando o Lugar do Carica. Fael tira o pau do cú e coloca na buceta para Clebinho foder o cú da puta que já implorava por dp, eles ficam fodendo nessa posição por um bom tempo até que Gi sente a falta de Carica e ao olhar pra lateral da cama e já estava fodendo a Barbara, que estava de quatro com o rabinho bem empinado e ele fodendo seu cuzinho, Carina repetia para os amigos fodendo e suando que, a puta gosta só no cuzinho, que eles iam poderiam foder essa puta aí a vontade que ele ia ficar com aquele cú por enquanto.

Gi que contorcia seu corpo sem penetrada pelos dois morenos de rola gigante aceito de bom grado deixando a amiga curtir um dos seus machos pet, nisso Ga estava na porta do quarto assistindo e se masturbando, Carica que ainda fodia o cú de Barbara como louco olha pra porta e chama os demais: Se liga o playboy de novo assistindo a gene foder a mãe puta dele. Carica acelera e chama Clebinho pra foder Barbara que agora ele ia foder o cú da puta mestra, Fael sai e segue em direção a Barbara e a coloca pra chupar seu pau, diz pra ela sentir o gosto da amiga puta, Barbara responde dizendo que conhece o gosto daquela puta já tinha anos, ele então quase explodindo de tesão acelera a punheta e goza na boca de Barbara, que fica ali limpando todo o cacetão do rapaz, os outros seguem fodendo o cú das putas, até que Fael anuncia que irá gozar e Gi o chama pra gozar em sua boca, Carica acelera as bombadas e também tira o pau posicionando em sua boca, com os dois gozando junto, da porta Ga goza assistindo todos gozarem. Gi diz que quer só o Clebinho pois ele ainda não gozou em seu cú e que Barbara poderia usar os outros como quisesse, ele pega Clebinho pelo pau como se fosse uma coleira e entram no chuveiro, os dois mornos se sentam na cama e Barbara começa um boquete duplo, Ga se posiciona por trás e começa a chupar o cú, os dois começaram a esculachar o rapaz perguntando se ele estava gostando do gosto da pica deles no cú da puta, os três faziam Ga chupar o cú e a buceta da mãe depois que eles gozavam e só saiam depois que ele bebia toda a porra deles que tinha focado dentro dela, quando eles gozavam na boca, fazia eles dois se beijarem com o filho limpando toda a porra do rosto da mãe.

No banheiro Clebinho fodia o cú de Gi com ela de costas pra ele com os peitões encostados na porta do box, ele metia com tanta força que parecia que iam quebrar o vidro, já no quarto Barbara que estava de pé, era fodida numa dp, com Carica fodendo seu cú e Fael que segurava a perna esquerda da puta fodia sua buceta, Ga seguia se masturbando sentado na cadeira, apenas esperando eles gozarem pra limpar, as mulheres gozavam feito loucas, Gi implorava pela porra do Clebinho na boca, dizendo que ele gozou na da Barbara e que ela desistiu querendo na boquinha também, ele diz que vai custar caro, ele diz a ele que o que ele pedir é dele, e então ele fala pra ela abaixar e goza em sua boca, ele aparentemente gostava de escutar as putas falando enquanto fodia elas, no quarto Barbara já estava de joelhos sentada na cara do Ga com ele chupando sua buceta, os outros dois ali batendo o pau na cara da puta e ela passando a linha levemente em suas cabeças e esfregando o saco e ambos, até que anunciam que vão gozar, enchendo a cara e a boca da puta de leite quente, dito por ela mesma rindo e toda sorridente feito puta com o presente que acabou de ganhar. Ga é colocado como previsto para limpar todo rosto de Barbara que após ele levar toda a porra com a língua até sua boca, os dois finalizam com um beijo, os dois ainda dizem o quanto aquele playboy era escroto e dão um tapa na cara de cada um.

Os dois se deitam na cama da Gi ainda nus, Ga sai do quarto e Barbara entra no banheiro e diz a amiga que irá tomar um banho antes de ir, Gi e Clebinho já estavam se secando e logo saem vão para o quarto, o rapaz ainda secando Barbara que tomando banho era ainda mais hipnotizante. No chuveiro ela escuta os rapazes exaltarem de felicidades fazendo diversos elogios a Gi. Barbara finaliza o banho e sai enrolada em uma toalha para ir pegar suas roupas na sala e vê que realmente eles eram gigolos sustentados por Gi, onde havia várias sacolas de lojas de marca, caixas de sapados, tênis, perfumes e roupas que eles admiravam e agradeciam com beijos, ela se despede e vai em direção a sala, Carica a segue ainda pelado e a agarra no caminho perguntando quando vão foder novamente, já atolando a mão em sua buceta, ela apenas responde que sabe onde achar ele e que será em breve, Carica se encaixava bem nas características dos jovens que ela vinha fantasiando, pega em seu pau e inicia uma punheta, ele ainda com uma mão em sua buceta sobe a outra até sua boca colocando dois dedos em sua boquinha e pedindo pra foder ela mais uma vez e que sabia que ela queria, ela acelera a punheta enquanto girava a linha em seus dedos, ele então tira a mão que estava na boca de Barbara pra pegar no pau já que ia gozar, começando a se masturbar e finalizando com mais uma gozada, agora em suas coxas, eles se beijam por um tempo e depois vai ao lavabo pegar papel pra ambos se limparem, ela diz novamente que irá procura-lo e ele retorna para o quarto, Barbara se arruma e volta para sua casa encontrando Beto deitado em um sono pesado, ela sente o cheiro de sexo vindo do marido, mas mesmo assim deito agarrada a ele dormindo também em um sono em seu caso mais que relaxado.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Um Conto de Gerações - Clara e Carlos como tudo começou Parte 11

Codigo do conto:
276378

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
04/11/2026

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