Viagem com a Mãe - Parte 01



Viagem com a Mãe - Parte 01

Olá. Meu nome é Paulo. Tenho vinte e poucos anos hoje, mas a história que vou contar aconteceu no verão em que completei dezoito anos. Era uma viagem de férias em família para o litoral sul de Sergipe, mais precisamente para a Praia do Saco, em Estância. Estávamos eu, meu pai, minha mãe e minha irmã mais velha de vinte anos.

Chegamos de madrugada. Meu pai havia dirigido quase a noite inteira. A casa que alugamos era de madeira e ficava em frente ao mar, praticamente com acesso a uma praia privativa. Descarregamos as malas quase em silêncio, vencidos pelo cansaço da viagem.

A propriedade tinha três ou quatro quartos, além de uma suíte principal localizada na parte superior de um chalé dentro do terreno. Meus pais ficaram nessa suíte. Eu e minha irmã escolhemos um quarto cada um e fomos dormir imediatamente.

Na manhã seguinte, o dia amanheceu quente e luminoso. Quando acordei, o sol já estava alto, e o som constante das ondas invadia a casa, anunciando mais um típico dia de verão no litoral. Depois do café, minha mãe falou que queria conhecer a cidade e ir para a praia antes de tudo. Ela estava de short de algodão que marcava as coxas grossas e uma blusa de alcinha que mal continha o volume dos seios grandes e naturais. Os óculos de grau estavam no rosto, a pele morena clara com traços da típica mulher brasileira brilhava com o calor. Meu pai estava cansado e recusou — o corpo ainda doía da viagem de Aracaju até lá. Minha irmã também disse que estava com sono. Eu olhei para ela, vi que realmente queria sair, e aceitei ir junto.

Ela pegou as chaves. Antes de sair, limpou as lentes dos óculos com a barra da blusa, um movimento que fez os seios se moverem por baixo do tecido. Saímos da casa e fomos. Primeiros fomos até a cidade da Praia do Saco, e paramos em um tipo de bacia da praia com o carro e descemos para caminhamos um pouco pela faixa de areia. Ela falava dos planos da semana, do que queria fazer com a gente, e eu respondia pouco. Mas observava o jeito como o vento levantava o cabelo longo e cacheado dela, como o short subia quando ela andava e deixava ver a parte de baixo da bunda volumosa, redonda e firme. A pele morena clara tinha um brilho natural. Em um momento ela se abaixou para pegar uma concha e o decote da blusa abriu o suficiente para eu ver o início dos seios pesados. Senti o sangue descer. Tive que desviar o olhar e fingir interesse no mar.

Depois voltamos para o carro e seguimos para visitar uma pequena igrejinha para tirar fotos, paramos para olhar o movimento das dunas ao longe e demos uma volta por mais duas praias próximas. No total ficamos quase umas três horas e meia fora. O sol já estava mais alto. Em um dos pontos ela pediu para eu tirar uma foto dela com o mar ao fundo. Tirou os óculos, prendeu o cabelo e sorriu. A blusa grudava um pouco no suor leve do peito. Quando ela se virou de costas para ajustar o short, eu fiquei olhando a curva da bunda por mais tempo do que deveria. Ela percebeu meu olhar pelo retrovisor quando voltamos para o carro, mas não falou nada. Só deu um sorrisinho discreto e ligou o ar-condicionado.

No caminho de volta, no caminho para a casa que alugamos, ela reduziu a velocidade e apontou para uma lojinha pequena no caminho que vendia todo tipo de coisa, desde biquinis, balas e até caixa térmica.

— Paulo, você me ajuda a escolher uns biquínis? Quero comprar antes que a gente esqueça.
— Claro — respondi, a voz saindo um pouco mais baixa.

Ela estacionou. Entramos. A loja era simples, com poucas araras e um provador no fundo. O ar lá dentro era quente, mesmo com o ar-condicionado ligado e cheirava ao bom ar que estava na mesa da caixa. Ela escolheu três modelos e foi para o provador. Eu fiquei do lado de fora, fingindo olhar as sungas, mas o coração já batia mais forte.

Quando ela abriu a cortina, o ar mudou de verdade. Estava com o primeiro biquíni. O de cima mal segurava os seios pesados e naturais; o tecido fino marcava o formato e o peso deles. O de baixo cortava alto nas coxas grossas e deixava a maior parte da bunda volumosa à mostra. A pele morena clara contrastava com o tecido preto. Ela se virou de lado, depois de costas, e o bumbum redondo e firme preencheu a peça. Senti o sangue descer rápido para o pau. O coração acelerou. Nunca tinha visto o corpo dela assim — sem a roupa do dia a dia, sem o avental da cozinha, sem nada que escondesse as curvas. Os seios balançaram levemente quando ela se moveu. A celulite leve nas coxas e o volume real da bunda só tornavam a imagem mais viva, mais dela.

— Gostou desse? — perguntou, virando de frente. A voz estava normal, mas os olhos me observavam.
— Ficou linda — falei, a voz saindo mais baixa do que eu queria. Não conseguia parar de olhar. Os mamilos estavam levemente marcados no tecido.

Ela sorriu, empurrou os óculos de volta para o nariz e fechou a cortina. Eu fiquei parado, tentando controlar a ereção que já marcava a bermuda. O pau pulsava. Quando ela saiu de novo, estava com um modelo mais curtinho. O de baixo quase sumia entre as nádegas. Ela se virou de costas, pediu opinião sobre o tamanho da parte de trás e, no instante em que o olhar dela desceu ao se virar de frente, viu o volume enorme na sunga de prova que eu tinha vestido para “escolher”. Não desviou imediatamente. Ficou olhando por alguns segundos longos. Eu também não me escondi. O pau pulsava visível sob o tecido, a cabeça marcando o contorno.

— Acho que vou levar o primeiro mesmo — ela disse, a voz um pouco mais grave. — Essa marca demais.

Ela fechou a cortina de novo. Eu respirei fundo, tentei pensar em outra coisa, mas a imagem dos seios pesados e da bunda volumosa não saía. Quando ela saiu vestida de novo, comprou as peças em silêncio. No carro, de volta para a casa, nenhum dos dois falou. O ar-condicionado gelava o interior, mas eu suava. De vez em quando eu olhava de lado e via o volume dos seios sob a blusa. Ela também olhava para a frente, mas eu sentia o clima diferente.

No resto do dia não aconteceu mais nada explícito. Almoçamos, meu pai abriu uma cerveja e foi para a rede na varanda da casa, eu e minha irmã ficamos na piscina da casa, que ficava em um deck de madeira lindo com uma belíssima visão do mar. Já no fim da tarde mamãe passou por mim de short e camiseta larga, sem sutiã. Os seios grandes se moviam livres por baixo do tecido. O cheiro de banho e de creme corporal me alcançou. Eu fiquei duro de novo só com isso e fui me aliviar no banheiro, gozando rápido enquanto imaginava ela de biquíni no provador.

À noite assistimos televisão. Mamãe passou por mim de novo, o short curto, a camiseta marcando. Eu fiquei com o pau meio duro o tempo todo, tentando disfarçar.

No dia seguinte fomos para a praia em frente à casa cedo. O sol ainda não estava forte. Mamãe tirou os óculos, prendeu o cabelo e passou protetor em todo mundo. Quando chegou a minha vez, pediu para eu me sentar na cadeira de tecido dobrável que levamos para a areia. Ela despejou o creme nas minhas costas e começou a espalhar devagar, com as duas mãos. Os dedos dela eram firmes e quentes. Passou pelos ombros, desceu pela coluna, subiu de novo até o pescoço. Eu senti cada toque. Quando ela chegou perto da nuca, o pau já estava meio duro e tive que colocar as mãos no colo para esconder o visível volume na minha sunga.

— Agora vamos pro mar — ela falou.

Meu pai e minha irmã foram na frente. Mamãe me chamou com um gesto. Entramos na água até a cintura. As ondas vinham baixas e constantes. Eu me aproximei por trás, como se fosse só para não ser derrubado. Ela não se afastou. Quando uma onda maior veio, ela pediu com um jeitinho doce na fala:

— Me segura filho.

Eu a abracei. Meu peito colou nas costas dela, o pau, ainda dentro da sunga, encostou na curva do bumbum volumoso. Senti o calor do corpo dela através do tecido molhado. Os seios grandes pressionavam minhas costas de leve. Ela puxou meus braços, apertando mais o abraço. Eu comecei a mover o quadril no ritmo das ondas, esfregando de leve, de um lado para o outro. O pau endureceu de vez e ficou pulsando contra ela, a cabeça marcando a sunga e batendo na bunda.

Pensamentos ruins passaram pela cabeça — “é minha mãe”, “meu pai está ali”, “ela pode não estar gostando” — e eu me afastei um pouco. Mas o tesão não diminuiu.

— Tão gostoso esse vento, né? — ela falou, ainda abraçada.
— Fica melhor com a água fria.
— Vem, me abraça mais forte. Estou com frio.

Ela puxou de novo. Dessa vez o pau duro encostou e, aos poucos, foi encaixando no meio da bunda dela. Ela empinou o bumbum e rebolou devagar, de um lado para o outro, pressionando contra mim. Não teve remorso. Eu correspondi, esfregando com mais intenção. Senti a maciez da bunda volumosa se movendo contra o pau duro.

— Vamos mergulhar — ela disse de repente, com a voz mais grave e um olhar diferente, e mergulhou.
Ficamos brincando de pegar onda por alguns minutos. Depois ela me abraçou por trás e falou:
— Te peguei.

Começou a passar as unhas pela minha barriga, de baixo para cima, círculos lentos no peito. Eu fiquei ofegante, pau rígido e a pele arrepiada. Ela mordeu meu ombro, forte o suficiente para doer um pouco, e eu me contorci. Senti os seios grandes dela colados nas minhas costas, a respiração quente e ofegante no pescoço.

— Todo arrepiado, né filhinho? – falou rindo

Mordeu de novo, mais perto do pescoço, e cravou as unhas no peito. Depois lambeu o lugar da mordida, devagar, a língua quente e molhada fazendo círculos. A mão dela desceu até o cós da minha sunga e parou ali, os dedos brincando com a borda.

— Quer mais uma?
— Quero.

Ela mordeu de novo, mais forte, e saiu correndo pela água, rindo. Eu fui atrás. Quando a alcancei, abracei por trás, afastei o cabelo molhado e mordi o pescoço dela. Ela gemeu baixo, um som curto e rouco. Chupei o mesmo lugar, a língua trabalhando devagar, e desci a mão até a frente do biquíni. Pressionei com um dedo na buceta por cima do tecido. Ela pegou minha mão e tirou dali, sem falar nada, mas a respiração dela estava acelerada.

Minha irmã apareceu nadando, achando que estávamos brincando de pega-pega. O clima quebrou. Voltei para a areia sozinho, o corpo ainda tremendo, o gosto do sal e da pele dela na boca, o pau latejando.
À noite, depois do jantar, estávamos no sofá. Minha irmã foi dormir. Meu pai também. Mamãe ficou mais um pouco. Pediu para eu abrir espaço, colocou uma almofada no meu colo e se deitou com a cabeça ali. Assistíamos um filme qualquer. Eu sentia o peso da cabeça dela, o cheiro do cabelo e do creme. O volume dos seios se movia levemente a cada respiração.

— Ainda me deve uma mordida — falei baixo.
— Já se vingou.
— A senhora deu umas quatro. Eu dei duas.
Ela cobriu o pescoço com a mão, mas estava sorrindo.
— Só mais uma. Devagar, para não marcar.
Ela virou de lado, afastou o cabelo sozinha e deu um suspiro. Eu fiz um carinho nos cabelos e depois dei um selinho no pescoço. A respiração dela mudou na hora. Quando passei a língua e comecei a chupar devagar, ela gemeu:
— Aaaiii…

A mão dela foi para a minha cabeça, massageando. Eu alternava entre o pescoço e a orelha, chupando, mordiscando de leve, a língua fazendo círculos. Ela se contorcia. Em um momento vi o bumbum dela meio empinado. Coloquei a mão na parte interna da coxa grossa e subi devagar. Quando cheguei perto da calcinha, ela segurou minha mão, mas não tirou. O calor da buceta dela passava pelo tecido.
— Deixa, mãe — sussurrei no ouvido.
— Não.
— Deixa, Mainha. Fica só entre a gente. Ninguém vai saber.

Ela ficou quieta por alguns segundos. Depois a mão dela saiu de cima da minha. Eu continuei subindo. Cheguei na calcinha. Estava ensopada. Os dedos deslizavam fácil. Eu massageei por cima do tecido, sentindo a maciez, o inchaço, o calor. Ela gemia baixo, contida:

— Huuum… huuum… aaaai…
Tentei enfiar o dedo pela lateral da calcinha. Ela tirou minha mão, sentou-se do meu lado e ficou ofegante.
— Menino…
Olhei para a minha mão. Estava lambuzada do líquido dela. Levei os dedos à boca e lambi devagar, na frente dela, sentindo o gosto salgado e doce.
— Está muito bom, mas já está na hora de parar — ela falou, a voz rouca.

Levantou-se, passou a mão no sofá e reclamou que tinha molhado o tecido. Foi buscar um pano. Quando voltou, limpou e foi para o quarto sem olhar para trás. Eu fiquei no sofá, a almofada também molhada no meu colo, o pau latejando. Fui para o meu quarto e me acabei na punheta, imaginando o gosto dela, o peso dos seios grandes, a pressão do bumbum volumoso contra mim na água, a língua dela no meu ombro.

Naquela noite eu não dormi direito. Toda vez que fechava os olhos, via ela de biquíni no provador, via a mão dela descendo até a minha sunga, ouvia o gemido baixo quando eu chupei o pescoço. O corpo dela — seios grandes e pesados, coxas grossas, bunda volumosa, pele morena clara — não saía da mente.

E ainda era só o primeiro dia.

Foto 1 do Conto erotico: Viagem com a Mãe - Parte 01

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Viagem com a Mãe - Parte 01

Codigo do conto:
276403

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
04/11/2026

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