Por volta de 2017 estava na cidade de São Gonçalo – RJ e tive resolvi trocar os pneus do carro. Reforçando que todos os meus contos são reais. Encontrei um auto center, próximo ao bairro Zé Garoto, que era onde eu morava. Chegando lá, a loja é do tipo daqueles galpões de teto alto, com piso liso brilhando, me dirigi à recepção e um rapaz se prontificou a me atender educadamente, me passou o orçamento e dali mesmo, dava pra ver todo o movimento dos funcionários trabalhando, aqueles machos maravilhosos de uniforme (isso é um dos meus fracos).
Orçamento fechado, o carro foi colocado na parte mais a frente da oficina, no elevador para verificação do mecânico. Como meu instinto de puta começou a falar mais alto, já dei uma desculpa de que queria acompanhar o serviço fui próximo de onde estava e o carro e fiquei observando o profissional que verificava o carro. Me falou que além da troca dos pneus seria necessário algum procedimento a mais por conta de algum problema.
Autorizei o serviço e fiquei perto do mecânico que cuidava do serviço. O rapaz era branco, cabelo e barba castanhos, por volta de 1,65m, uns 70 kg aproximadamente. Dava pra ver os pelinhos saindo gola da camisa e aquela calça cinza de brim. Comecei a gostar daquela visão e resolvi meio que dar uns moles mas sempre na discrição, principalmente quando chegava outra pessoa próxima.
Comecei a puxar assunto e ele de certa forma começou a interagir mas sem muita maldade (da parte dele, obviamente). De qualquer forma, falei pra ele que aquele serviço era interessante e que eu não sabia nada que dependia da confiança dele e ele me falou:
- Pode confiar em mim, vou cuidar bem do seu carro.
Aí a coisa mudou um pouco. Falei:
- Que bom! Porque desse assunto não entendo nada.
Ele respondeu: - Mas você de repente sabe mais do que eu em algum outro assunto né? Cada um tem sua especialidade.
Falei: - Com certeza (dei um sorriso), tem assuntos que sou mais especialista. E olhei para o volume na calça dele. Ele deu meio que um sorriso.
Acrescentei: Pode ficar tranquilo que vou dar um agrado por poder confiar em você e olhei novamente para o volume dele.
Um tempo depois, o serviço foi concluído e ele disse que seria bom dar uma volta no carro para testar e depois voltar a loja. Eu perguntei se ele não poderia dirigir o carro pois ele é profissional e a verificação ficaria melhor. Ele falou que poderia fazer isso, sim.
Sendo assim, saímos com o carro e ele no volante. Aí, começamos a falar sobre o serviço e o carro e o que seria verificado. Como meu apartamento era próximo dali, já comecei a olhar mais fixamente para o volume e ele começou a corresponder, passando a mão no pau. Confesso que não dava pra ver um volume enorme mas ele meio que enchia a mão. Como eu encarava discaradamente, ele faou:
- O que foi?
Falei: - Você precisa de ajuda aí?
Ele: - Fique a vontade.
Levei minha mão para o volume dele e comecei a apertar e sentir aquela rola começar a reagir e a endurecer.
Falei pra ele irmos na minha casa, que ficava a uns 5 minutos. Ele disse que não poderia demorar mas fomos.
Chegando lá, fechei a porta, já avancei nele e me ajoelhei e comecei a alisar a pica por cima da calça, o bicho voltou a endurecer, abri o zíper com a ajuda dele e tirei aquela pica pra fora. Era uma pica não muito grande, por volta de 15 ou 16 cm, um pouco torta e com a cabeça maior que corpo da rola. Caí de boca e lambi a cabeça, a base, o saco e depois fui subindo e a cabeça e engoli a pica toda. O macho gemia e segurava minha cabeça, como controlando a situação. Comecei um vai e vem, engolindo a pica, alterando entre lamber a cabeça e ele começou a socar minha boca.
Ele falava: Viado, fdp, tava doido pela minha rola né? Só me instigando né?
Eu não conseguia falar, só balançava a cabeça afirmativamente e falava: - Hum, hum. Concordando com uma puta sedenta por aquele instrumento duro, com aquele sabor inigualável.
Alguns minutos fomos para o sofá, joguei ele sentado e abaixei sua calça até a canela. Que cena maravilhosa: aquela visão do macho com a calça arriada, a pica dura, aproveitei levantei a camisa, sem tirá-la e vi aquele peito peludo. Não era bonito mas era gostosinho. Sem falar que a visão do macho com a camisa e a calça do uniforme me dava mais tesão.
Como uma boa putinha, continuei aquele boquete frenético, com uma mão levantava a camisa dele e com a outra alisava seu peito peludo. Fiquei assim por alguns minutos mas eu queria mais, muito mais. Na época ainda não conseguia dar o cuzinho direito. Apesar do medo, o tesão falou mais alto. Porém não tínhamos muito tempo pois ele tinha que voltar ao trabalho. Aí, ele se posicionou de pé, fui no quarto peguei um gel e uma camisinha, correndo pra não perder aquele clima de tesão.
Voltei e fique de quatro no sofá e ele veio por trás e posicionou a pica no meu buraquinho devidamente lubrificado. Estava um pouco ansioso e quando a cabeça encostou no meu buraquinho, fiz uma movimento de contração e dificultava a entrada (tinha muito medo da dor) mas ele pincelava e esfregava na portinha.
Ele falava: - Sua puta, você não queria rola, não tava toda se oferecendo e olhando pra minha pica? Agora me dá logo esse cu e deixa a pica entrar, sua vagabunda.
Aquele xingamento elevou o nível do meu tesão e deixou doido. Pensei, tenho que conseguir. Aí, pedi a ele pra sentar de novo e resolvi sentar na rola pra eu ter mais confiança. O receio era grande mas a vontade de dar o cuzinho era muito maior. Consegui ir sentando e deixando a rola entrar devagar.......tomei coragem e fui escorregando deixando aquele pau entrar aos poucos. Quando entrou eu fiquei parado um pouco e comecei a dar uma tímida rebolada pela falta de experiência. Depois que me acostumei um pouco mais fui subindo e descendo no colo daquele macho gostoso.
- Ai porra, que pica gostosa. Você tá dentro de mim meu macho. Eu falava gemia igual a uma putinha.
- Tô mesmo seu viadinho. Que cuzinho apertado e quentinho. Continua cavalgando sua puta. Que delícia! Ele falava e dava uns gemidos.
Eu me sentia orgulhoso pois estava realizando um sonho pois tinha feito várias tentativas mas nunca tinha conseguido deixar um pau entrar totalmente e calvagar....que sensação maravilhosa. Quem gosta de uma pica de um macho no cu, sabe do que estou falando.
Isso tudo durou mais ou menos uns 15 minutos. Continuei cavalgando dentro da pouca experiência e limitações por causa do receio da dor mas estava cheio de tesão e ele também.
- Toma rola no cu sua vagabunda! Sente o pau do teu macho! Falava ele.
Eu: - Que delícia, deixa essa pica dentro do meu cu. Me faz sua puta, sua vagabunda.
O tesão me consumia e estava me sentindo realizado.
Ele começou a segurar na minha cintura e deixei ele controlar um pouco o vai e vém mas eu já me sentia mais confiante e subia e descia naquela vara com vontade.
Ele falou: - Que tesão. Vou gozar fdp. Vou gozar na sua boca.
Eu falei: - Vem meu macho, me dá leite.
Ele levantou, entre se equilibrando com as calças arriadas e o tesão que estava por conta da sensação da pica no cuzinho e eu me ajoelhando na frente dele (adora ficar nessa posição: eu ajoelhado, olhando para o alto, vendo a pica por baixo e a cara do macho cheio de tesão).
- Vou gozar fdp, toma leite, abre a boca e bebe o leite do teu macho seu viadinho. Falou ele.
Abri a boca como bom viadinho e falei: - Goza, enche minha boca de leite!
Nisso ele espirra uns jatos na minha boca e eu deixo aquele leite na minha boca, sentindo aquele sabor. Mostrei pra ele a porra dentro da minha boca e engoli, satisfeito. Ele meio desfalecido, caiu no sofá e eu peguei a pica dele amolecendo, pus na boca e deixei limpinha.
Ele falou: - Isso limpa a pica do teu macho, seu fdp. Que delícia, dou uma gozada e ainda ganho um agrado.
Eu estava com tanto tesão que esqueci de gozar, me satisfazendo em fazer o macho gozar.
Terminamos, ele se recompôs e antes de sair de casa dei uma moral pra ele. Depois que voltei, soquei uma punheta gostosa e gozei barbaridade. Ainda encontrei com ele algumas outras vezes. Depois perdemos contato.
É isso pessoal, essa é mais uma aventura real minha. Se algum macho ativão, posturado, da região quiser contato comigo para um sexo gostoso, só fazer contato. E ainda curto dar uma moral, sem problema. Mande e-mail ou chame no zap: 21 99859-5518. Um beijo na caceta dos machos e até a próxima.