Tudo começou na casa de um amigo. Eu estava sozinho e sabia que tinha alguns minutos de privacidade.
Minha curiosidade falou mais alto. Fui até a gaveta de roupas íntimas e encontrei uma calcinha vermelha, modelo fio dental. A cor chamou minha atenção imediatamente. Acabei levando a peça sem pedir autorização.
Mais tarde, durante a viagem, resolvi vesti-la. O vermelho tinha um significado especial para mim, e aquela peça era diferente das outras que eu já havia experimentado.
A madrugada avançava. Em determinado momento, parei o carro em um local seguro e reservado, longe do movimento. Queria aproveitar alguns instantes de privacidade e explorar minhas sensações.
Naquela noite, a calcinha vermelha se tornou protagonista de mais uma lembrança secreta. Eu estava descobrindo meus gostos, minha intimidade e o quanto ainda tinha dificuldade de conversar abertamente sobre essas experiências.
Quando terminei, guardei minhas coisas e segui viagem, levando comigo a lembrança daquela madrugada.
Mas havia uma coisa que eu precisava aprender: minhas preferências eram legítimas, e eu podia vivê-las sem precisar pegar roupas de outras pessoas sem consentimento.