A ROLA PRETA DO LUÍZ

Agora me tornei puta profissional e tinha dois machos pra me comer. O Luiz foi meu segundo pau. Amei!

Bem, eu já contei pra vocês sobre como comecei a dar meu cuzinho para o Carlinhos, de como era uma delícia mamar a rola dele.
Bem a gente tinha a turma da rua e a molecada começou quase ao mesmo tempo a história do troca troca. Algo que aconteceu algumas vezes, era que durante as brincadeiras a galera se afastava e brincava de “trenzinho “ todo mundo engatava um no cú do outro e depois de uma contagem de tempo, vazia o revezamento, mas não havia penetrações só aquela encostada na portinha do cú, não como eu e o Carlinhos já havíamos feito um com o outro a gente já tinha se penetrado de verdade. Também ninguém chupava ninguém ou se chupava era escondido. Eu e Carlinhos ficávamos fora do trenzinho, mas eu sempre assistia, minha rola edureria e eu ficava medindo com os olhos o tamanho de cada um e imaginando mamando a cada um.
Mas euu prestei mais atenção no Luiz, negro, baiano, com o corpo já definindo a musculatura. Ele tinha uma rola de responsa, maior e mais grossa que os outros meninos. Uma vez ele me desafiou: Por que você não vem engatar com a gente? Tem medo de virar viado? Eu já estava gostando de dar mais do que comer o Carlinhos e já há via recebido porra na boca, no cú, aquela brincadeira não me atraia. Não respondi nada pra ele e saí, mas ele sempre perguntava se eu não queria trocar com ele.
Minha família não tinha muita grana e nem sempre eu podia ter o que eu queria, inclusive falando de comida. Na minha escola havia o costume de uma professora levar doces para vender, todo mundo tava comprando menos eu, aí ela disse que poderia comprar e pagar depois. Pensei: Bom eu compro e depois peço um trocado pra minha mãe e pago. Comi o doce, tava uma delícia. Chegando em casa peço o dinheiro para poder pagar o doce. Minha mãe disse que não tinha e que eu não deveria ter comprado nada sem falar antes com ela e nem a professora deveria vender fiado pra aluno. O problema era meu e eu que me virasse. Minha cabeça ferveu, fiquei imaginando como ia sair daquela enrascada. Lembrei do Luiz.
Então cheguei nele e perguntei: Cara, quer fazer o troca? Tem de me pagar! Tô precisando de grana. Ele foi mais esperto e disse: Pago, mas só eu como. Putz! Me lasquei. Mas lembrei do pau dele e meu cú piscou, minha rola ficou meia bomba. Fiz um doce e aumentei o valor proposto (naquele tempo era cruzeiro, nem lembro o valor, mas devia ser algo como uns R$30,00 hoje em dia), mas impus a contiça de ele não poder bombar e nem penetrar. O gostoso do negão aceitou na hora. Marcamos uma hora que eu sabia que estaria sozinho em casa. O safado apareceu pontualmente.. Na porta da sala da minha casa tinha uma fresta que dava pra ver quando alguém estava chegando. Falei pra ele pra gente ir pra lá, assim eu poderia ver ser alguém chegasse. Ele tava com o pau duro, dava pra ver pelo short, me ajoelhei de costas pra ele, de frente para a fresta da porta ele logo baixou meu short e deixou minha bunda de fora, meus braços se arrepiaram, era o segundo pau que meu cú ia experimentar. Então com dois dedos ele me abriu e encostou aquela cabeça rosa no meu anel, eu arrepiei mais ainda e e queria que aquela rola entrasse em mim, mas eu tinha de manter minha postura, afinal negócios são negócios. Ele beijava a minha nuca e ensaiava bombar, mas eu dizia que não era o combinado, ele implorou, me alisava e eu continuava dizendo não. Então ele disse que pegava mais. Se fosse assim eu deixaria, mas pedi o dinheiro antes. Ele colocou na minhas mão, e me disse que daria o dobro se eu chupasse ele também. Então ele saiu de trás de mim e dicou em pé com aquele mastro negro em riste apontando para mim. Eu estava adorando, era a putinha e ainda ia receber pra me deliciar com aquele chocolate. Comecei fazendo uma massagem na chapeleta com minha língua e logo o safado segurou minhas cabeça e socou tudo na minha boca, pude sentir ele pulsando na minha boca, meu cú latejava e eu só imaginando como ele ia me comer gostoso,mamei e mamei, a rola começou a babar ele sacou o pinto preto da minha boca enquanto eu ainda sugava que fez aquele barulho de estouro de rolha de espumante. Então ele voltou pra trás de mim, e desta vez eu que arregacei a bunda convidando o macho para entrar e ele veio. Senti o pau dele me rasgando e desta vez doeu e eu reclamei, ele parou, mas eu queria tudo e eu mesmo me empurrei contra ele até a virilha dele encontrar minha raba eu tava com tanta fome daquele pau que eu lancei minhas mãos pra trás e alcancei a bunda dele pra empurrar mais o corpo dele contra meu rabo. Ele metia e mordia minha nuca, ao contrário de Carlinhos, buscou minha pica com a mão e acariciando me fez gorar, mas meu garanhao continuava entrando e saindo do meu cú, nessa hora não doía mais, e eu rebolando só queria meu prêmio: o gozo do macho que me enrabava. Ele foi ficando mais grosso e eu aceitei aquela pressão com muuuuito tesao. Então ele aperta meu mamilo e começa a urrar feito um bicho. Era uma porra quente que enchia meu cú e por fim meu macho amolece em meu ombro. Eu dei um sorriso. Era pura puta, completa. Meu cú ardia, mas eu tava feliz e com dinheiro. Se eu soubesse como era bom teria dado antes e de graça. Depois daquele gozo eu sabia que ia querer dar pro Luiz também, além de continuar dando pro Carlinhos. Eu tinha agora duas rolas para me saciar, dois machos pra me foder, dois machos pra mamar. O meu estoque particular de porra.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico cara-normal

Nome do conto:
A ROLA PRETA DO LUÍZ

Codigo do conto:
276542

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
06/11/2026

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