Minha gata morava em um apartamento que pertencia a um cliente do banco, do qual ela era gerente. O senhor tinha uns setenta anos, era rico, em forma e mulherengo, mas também muito respeitador. Na época a gente tinha começado a viver uma fase de muito sexo louco, uma fase muito liberal. Ela gostava de transar na sacada do prédio para que os trabalhadores do prédio ao lado em construção pudessem nos ver. Pedia favores aos porteiros para procurarem baratas no apartamento, toda assustada mas usando mini vestidos sem calcinha e sutiã, expondo sua bucetinha , seu cuzinho e seios. Os senhores ficavam tarados mas se ação pois ela exagera tanto que chegava a encostar a bundinha na cara deles para tentar apontar onde o terrível inseto estava. Então, começamos a fantasia ela seduzindo e transando com o cliente. Ela abria os botões da blusa para mostrar os peitos pra vele e estava sempre sem calcinha e ficava cruzando as pernas para tentar expor a bucetinha pra ele. Sempre me contava que ele parecia comê-la com os olhos mas não perdia a linha. Um dia alguns pisos do quarto se soltaram e pedimos para ele ir ver. Ela o esperou daquele jeito, toda linda, sexy e tesuda, com a bundinha toda babada mas ele se controlou novamente. Teve mais uma oportunidade quando uma amiga resolveu vender uma casa e, como o senhor Nivaldo, esse era o seu nome, era também investidor imobiliário, resolveu ela mesma ir mostar a casa. Ela o esperou em frente ao apartamento, onde a pegou. Ela estava com um vestido verde muito sexy e curto, não usava sutiã e nem calcinha. No caminho ela ia me mandando fotos e mensagens onde me contava tudo o que estava acontecendo. Me disse que entrou em sua camionete e cruzou as pernas puxando mais ainda o vestido e expondo suas coxas, os seis quase saltavam pra fora, mas ele estava comportado. Ela resolveu descruzar e abrir as pernas expondo, literalmente, a sua bucetinha e virou-se um pouco para ele, sendo que neste momento me mandou uma foto com a sua bucetinha brilhante, quase me matando de tesão. Disse que ele ficou um pouco agitado e calado, colocou a mão na sua coxa esquerda. Continuava dirigindo mas a mãozinha bobagem começou a explorar o caminho caminho até a sua bucetinha e como estava com muito tesão, resolveu dar mais uma ajudinha levantando um pouquinho a perna esquerda e facilitando o acesso a sua gruta do desejo. Alisava o seu grelinho que ficou durinho e provocando a babinha na buceta. Ele desceu o dedinho e enfiou na sua bucetinha e depois mais um, entrando e saindo fazendo ela gozar enquanto também fazia um carinho no seu pau que não era grande. Chegaram na casa e o programado era pra ela meter com ele, mas tinha prestadores de serviços lá e não foi possível. Aproveitou, com o meu pedido e apoio, se mostrar para todo mundo, ficando toda melada. Na volta, ela esperava que ele a levasse a algum motel mas não rolou. Ele disse que estava atrasado para uma reunião e que precisava ir. Mas no caminho foi bolinando a bucetinha dela toda melada e ela fazendo carinho no pau dele. Metemos muito lembrando de tudo. Passaram cerca de três, sem nada acontecer. O cliente teve complicações financeiras com o banco e o clima não estava legal. Mas eu, muito corninho, vi a oportunidade de trazê-lo até o nosso apartamento, dizendo pra ele fazer uma avaliação para venda. Ela ligou para ele enquanto eu chupava a sua buceta, dizendo para vir e aproveitar para tirar a má impressão e melhorar o clima com relação a sua gerente. Ele disse que em vinte minutos estaria no apartamento. Ele se aprontou linda, sexy, cheirosa, maquiada e com um salto transparente em acrílico. Com aquele mini vestido e fio dental, uma verdadeira puta. Autorizei a entrada na portaria, como Bom corninho! Ele chegou e quando ela o recebeu, acho que entendeu o recado. Ela foi na frente para mostrar o apartamento que é bem pequeno. Cozinha e área de serviço conjugada com a sala, banheiro e quarto - onde disse a ele que queria se desculpar e deixar uma boa impressão, então deitou-se de costas na cama e deixou exposta a sua bucetinha no fio dental. Ele, em pé aos pés da cama, apontou para o seu pau que já tinha tirado pra fora... ela entendeu, se levantou e chupou aquela rola pequena mas durinha, por alguns instantes. Ele a direcionou para a cama, deitando a novamente de costas, tirou seu fio e chupou sua buceta, logo após deitou-se sobre ela, chupou seus seios e meteu por uns cinco minutos, começou a gemer e disse que gozara. Ela ficou um pouco frustrada porque esperava mais. Ele se trocou , deu um beijinho nela e foi embora. Eu esperava no carro a um quarteirão e vi quando ele saiu. Ela mandou mensagem para o seu corninho subir e limpar a bagunça. Subi e já fui logo beijando a sua boca e conferindo a sua bucetinha. Ela me falou que não sentia a porra dele, mas eu lambi o pouquinho que tinha e dividia com ela. Metemos muito e gozamos! Foi legal pelas expectativas. Minha gata morava em um apartamento que pertencia a um cliente do banco, do qual ela era gerente. O senhor tinha uns setenta anos, era rico, em forma e mulherengo, mas também muito respeitador. Na época a gente tinha começado a viver uma fase de muito sexo louco, uma fase muito liberal. Ela gostava de transar na sacada do prédio para que os trabalhadores do prédio ao lado em construção pudessem nos ver. Pedia favores aos porteiros para procurarem baratas no apartamento, toda assustada mas usando mini vestidos sem calcinha e sutiã, expondo sua bucetinha , seu cuzinho e seios. Os senhores ficavam tarados mas se ação pois ela exagera tanto que chegava a encostar a bundinha na cara deles para tentar apontar onde o terrível inseto estava. Então, começamos a fantasia ela seduzindo e transando com o cliente. Ela abria os botões da blusa para mostrar os peitos pra vele e estava sempre sem calcinha e ficava cruzando as pernas para tentar expor a bucetinha pra ele. Sempre me contava que ele parecia comê-la com os olhos mas não perdia a linha. Um dia alguns pisos do quarto se soltaram e pedimos para ele ir ver. Ela o esperou daquele jeito, toda linda, sexy e tesuda, com a bundinha toda babada mas ele se controlou novamente. Teve mais uma oportunidade quando uma amiga resolveu vender uma casa e, como o senhor Nivaldo, esse era o seu nome, era também investidor imobiliário, resolveu ela mesma ir mostrar a casa. Ela o esperou em frente ao apartamento, onde a pegou. Ela estava com um vestido verde muito sexy e curto, não usava sutiã e nem calcinha. No caminho ela ia me mandando fotos e mensagens onde me contava tudo o que estava acontecendo. Me disse que entrou em sua camionete e cruzou as pernas puxando mais ainda o vestido e expondo suas coxas, os seis quase saltavam pra fora, mas ele estava comportado. Ela resolveu descruzar e abrir as pernas expondo, literalmente, a sua bucetinha e virou-se um pouco para ele, sendo que neste momento me mandou uma foto com a sua bucetinha brilhante, quase me matando de tesão. Disse que ele ficou um pouco agitado e calado, colocou a mão na sua coxa esquerda. Continuava dirigindo mas a mãozinha bobagem começou a explorar o caminho caminho até a sua bucetinha e como estava com muito tesão, resolveu dar mais uma ajudinha levantando um pouquinho a perna esquerda e facilitando o acesso a sua gruta do desejo. Alisava o seu grelinho que ficou durinho e provocando a babinha na buceta. Ele desceu o dedinho e enfiou na sua bucetinha e depois mais um, entrando e saindo fazendo ela gozar enquanto também fazia um carinho no seu pau que não era grande. Chegaram na casa e o programado era pra ela meter com ele, mas tinha prestadores de serviços lá e não foi possível. Aproveitou, com o meu pedido e apoio, se mostrar para todo mundo, ficando toda melada. Na volta, ela esperava que ele a levasse a algum motel mas não rolou. Ele disse que estava atrasado para uma reunião e que precisava ir. Mas no caminho foi bolinando a bucetinha dela toda melada e ela fazendo carinho no pau dele. Metemos muito lembrando de tudo. Passaram cerca de três, sem nada acontecer. O cliente teve complicações financeiras com o banco e o clima não estava legal. Mas eu, muito corninho, vi a oportunidade de trazê-lo até o nosso apartamento, dizendo pra ele fazer uma avaliação para venda. Ela ligou para ele enquanto eu chupava a sua buceta, dizendo para vir e aproveitar para tirar a má impressão e melhorar o clima com relação a sua gerente. Ele disse que em vinte minutos estaria no apartamento. Ele se aprontou linda, sexy, cheirosa, maquiada e com um salto transparente em acrílico. Com aquele mini vestido e fio dental, uma verdadeira puta. Autorizei a entrada na portaria, como Bom corninho! Ele chegou e quando ela o recebeu, acho que entendeu o recado. Ela foi na frente para mostrar o apartamento que é bem pequeno. Cozinha e área de serviço conjugada com a sala, banheiro e quarto - onde disse a ele que queria se desculpar e deixar uma boa impressão, então deitou-se de costas na cama e deixou exposta a sua bucetinha no fio dental. Ele, em pé aos pés da cama, apontou para o seu pau que já tinha tirado pra fora... ela entendeu, se levantou e chupou aquela rola pequena mas durinha, por alguns instantes. Ele a direcionou para a cama, deitando a novamente de costas, tirou seu fio e chupou sua buceta, logo após deitou-se sobre ela, chupou seus seios e meteu por uns cinco minutos, começou a gemer e disse que gozara. Ela ficou um pouco frustrada porque esperava mais. Ele se trocou , deu um beijinho nela e foi embora. Eu esperava no carro a um quarteirão e vi quando ele saiu. Ela mandou mensagem para o seu corninho subir e limpar a bagunça. Subi e já fui logo beijando a sua boca e conferindo a sua bucetinha. Ela me falou que não sentia a porra dele, mas eu lambi o pouquinho que tinha e dividia com ela. Metemos muito e gozamos! Foi legal pelas expectativas. Minha gata morava em um apartamento que pertencia a um cliente do banco, do qual ela era gerente. O senhor tinha uns setenta anos, era rico, em forma e mulherengo, mas também muito respeitador. Na época a gente tinha começado a viver uma fase de muito sexo louco, uma fase muito liberal. Ela gostava de transar na sacada do prédio para que os trabalhadores do prédio ao lado em construção pudessem nos ver. Pedia favores aos porteiros para procurarem baratas no apartamento, toda assustada mas usando mini vestidos sem calcinha e sutiã, expondo sua bucetinha , seu cuzinho e seios. Os senhores ficavam tarados mas se ação pois ela exagera tanto que chegava a encostar a bundinha na cara deles para tentar apontar onde o terrível inseto estava. Então, começamos a fantasia ela seduzindo e transando com o cliente. Ela abria os botões da blusa para mostrar os peitos pra vele e estava sempre sem calcinha e ficava cruzando as pernas para tentar expor a bucetinha pra ele. Sempre me contava que ele parecia comê-la com os olhos mas não perdia a linha. Um dia alguns pisos do quarto se soltaram e pedimos para ele ir ver. Ela o esperou daquele jeito, toda linda, sexy e tesuda, com a bundinha toda babada mas ele se controlou novamente. Teve mais uma oportunidade quando uma amiga resolveu vender uma casa e, como o senhor Nivaldo, esse era o seu nome, era também investidor imobiliário, resolveu ela mesma ir mostar a casa. Ela o esperou em frente ao apartamento, onde a pegou. Ela estava com um vestido verde muito sexy e curto, não usava sutiã e nem calcinha. No caminho ela ia me mandando fotos e mensagens onde me contava tudo o que estava acontecendo. Me disse que entrou em sua camionete e cruzou as pernas puxando mais ainda o vestido e expondo suas coxas, os seis quase saltavam pra fora, mas ele estava comportado. Ela resolveu descruzar e abrir as pernas expondo, literalmente, a sua bucetinha e virou-se um pouco para ele, sendo que neste momento me mandou uma foto com a sua bucetinha brilhante, quase me matando de tesão. Disse que ele ficou um pouco agitado e calado, colocou a mão na sua coxa esquerda. Continuava dirigindo mas a mãozinha bobagem começou a explorar o caminho caminho até a sua bucetinha e como estava com muito tesão, resolveu dar mais uma ajudinha levantando um pouquinho a perna esquerda e facilitando o acesso a sua gruta do desejo. Alisava o seu grelinho que ficou durinho e provocando a babinha na buceta. Ele desceu o dedinho e enfiou na sua bucetinha e depois mais um, entrando e saindo fazendo ela gozar enquanto também fazia um carinho no seu pau que não era grande. Chegaram na casa e o programado era pra ela meter com ele, mas tinha prestadores de serviços lá e não foi possível. Aproveitou, com o meu pedido e apoio, se mostrar para todo mundo, ficando toda melada. Na volta, ela esperava que ele a levasse a algum motel mas não rolou. Ele disse que estava atrasado para uma reunião e que precisava ir. Mas no caminho foi bolinando a bucetinha dela toda melada e ela fazendo carinho no pau dele. Metemos muito lembrando de tudo. Passaram cerca de três, sem nada acontecer. O cliente teve complicações financeiras com o banco e o clima não estava legal. Mas eu, muito corninho, vi a oportunidade de trazê-lo até o nosso apartamento, dizendo pra ele fazer uma avaliação para venda. Ela ligou para ele enquanto eu chupava a sua buceta, dizendo para vir e aproveitar para tirar a má impressão e melhorar o clima com relação a sua gerente. Ele disse que em vinte minutos estaria no apartamento. Ele se aprontou linda, sexy, cheirosa, maquiada e com um salto transparente em acrílico. Com aquele mini vestido e fio dental, uma verdadeira puta. Autorizei a entrada na portaria, como Bom corninho! Ele chegou e quando ela o recebeu, acho que entendeu o recado. Ela foi na frente para mostrar o apartamento que é bem pequeno. Cozinha e área de serviço conjugada com a sala, banheiro e quarto - onde disse a ele que queria se desculpar e deixar uma boa impressão, então deitou-se de costas na cama e deixou exposta a sua bucetinha no fio dental. Ele, em pé aos pés da cama, apontou para o seu pau que já tinha tirado pra fora... ela entendeu, se levantou e chupou aquela rola pequena mas durinha, por alguns instantes. Ele a direcionou para a cama, deitando a novamente de costas, tirou seu fio e chupou sua buceta, logo após deitou-se sobre ela, chupou seus seios e meteu por uns cinco minutos, começou a gemer e disse que gozara. Ela ficou um pouco frustrada porque esperava mais. Ele se trocou , deu um beijinho nela e foi embora. Eu esperava no carro a um quarteirão e vi quando ele saiu. Ela mandou mensagem para o seu corninho subir e limpar a bagunça. Subi e já fui logo beijando a sua boca e conferindo a sua bucetinha. Ela me falou que não sentia a porra dele, mas eu lambi o pouquinho que tinha e dividia com ela. Metemos muito e gozamos! Foi legal pelas expectativas. Minha gata morava em um apartamento que pertencia a um cliente do banco, do qual ela era gerente. O senhor tinha uns setenta anos, era rico, em forma e mulherengo, mas também muito respeitador. Na época a gente tinha começado a viver uma fase de muito sexo louco, uma fase muito liberal. Ela gostava de transar na sacada do prédio para que os trabalhadores do prédio ao lado em construção pudessem nos ver. Pedia favores aos porteiros para procurarem baratas no apartamento, toda assustada mas usando mini vestidos sem calcinha e sutiã, expondo sua bucetinha , seu cuzinho e seios. Os senhores ficavam tarados mas se ação pois ela exagera tanto que chegava a encostar a bundinha na cara deles para tentar apontar onde o terrível inseto estava. Então, começamos a fantasia ela seduzindo e transando com o cliente. Ela abria os botões da blusa para mostrar os peitos pra vele e estava sempre sem calcinha e ficava cruzando as pernas para tentar expor a bucetinha pra ele. Sempre me contava que ele parecia comê-la com os olhos mas não perdia a linha. Um dia alguns pisos do quarto se soltaram e pedimos para ele ir ver. Ela o esperou daquele jeito, toda linda, sexy e tesuda, com a bundinha toda babada mas ele se controlou novamente. Teve mais uma oportunidade quando uma amiga resolveu vender uma casa e, como o senhor Nivaldo, esse era o seu nome, era também investidor imobiliário, resolveu ela mesma ir mostar a casa. Ela o esperou em frente ao apartamento, onde a pegou. Ela estava com um vestido verde muito sexy e curto, não usava sutiã e nem calcinha. No caminho ela ia me mandando fotos e mensagens onde me contava tudo o que estava acontecendo. Me disse que entrou em sua camionete e cruzou as pernas puxando mais ainda o vestido e expondo suas coxas, os seis quase saltavam pra fora, mas ele estava comportado. Ela resolveu descruzar e abrir as pernas expondo, literalmente, a sua bucetinha e virou-se um pouco para ele, sendo que neste momento me mandou uma foto com a sua bucetinha brilhante, quase me matando de tesão. Disse que ele ficou um pouco agitado e calado, colocou a mão na sua coxa esquerda. Continuava dirigindo mas a mãozinha bobagem começou a explorar o caminho caminho até a sua bucetinha e como estava com muito tesão, resolveu dar mais uma ajudinha levantando um pouquinho a perna esquerda e facilitando o acesso a sua gruta do desejo. Alisava o seu grelinho que ficou durinho e provocando a babinha na buceta. Ele desceu o dedinho e enfiou na sua bucetinha e depois mais um, entrando e saindo fazendo ela gozar enquanto também fazia um carinho no seu pau que não era grande. Chegaram na casa e o programado era pra ela meter com ele, mas tinha prestadores de serviços lá e não foi possível. Aproveitou, com o meu pedido e apoio, se mostrar para todo mundo, ficando toda melada. Na volta, ela esperava que ele a levasse a algum motel mas não rolou. Ele disse que estava atrasado para uma reunião e que precisava ir. Mas no caminho foi bolinando a bucetinha dela toda melada e ela fazendo carinho no pau dele. Metemos muito lembrando de tudo. Passaram cerca de três, sem nada acontecer. O cliente teve complicações financeiras com o banco e o clima não estava legal. Mas eu, muito corninho, vi a oportunidade de trazê-lo até o nosso apartamento, dizendo pra ele fazer uma avaliação para venda. Ela ligou para ele enquanto eu chupava a sua buceta, dizendo para vir e aproveitar para tirar a má impressão e melhorar o clima com relação a sua gerente. Ele disse que em vinte minutos estaria no apartamento. Ele se aprontou linda, sexy, cheirosa, maquiada e com um salto transparente em acrílico. Com aquele mini vestido e fio dental, uma verdadeira puta. Autorizei a entrada na portaria, como Bom corninho! Ele chegou e quando ela o recebeu, acho que entendeu o recado. Ela foi na frente para mostrar o apartamento que é bem pequeno. Cozinha e área de serviço conjugada com a sala, banheiro e quarto - onde disse a ele que queria se desculpar e deixar uma boa impressão, então deitou-se de costas na cama e deixou exposta a sua bucetinha no fio dental. Ele, em pé aos pés da cama, apontou para o seu pau que já tinha tirado pra fora... ela entendeu, se levantou e chupou aquela rola pequena mas durinha, por alguns instantes. Ele a direcionou para a cama, deitando a novamente de costas, tirou seu fio e chupou sua buceta, logo após deitou-se sobre ela, chupou seus seios e meteu por uns cinco minutos, começou a gemer e disse que gozara. Ela ficou um pouco frustrada porque esperava mais. Ele se trocou , deu um beijinho nela e foi embora. Eu esperava no carro a um quarteirão e vi quando ele saiu. Ela mandou mensagem para o seu corninho subir e limpar a bagunça. Subi e já fui logo beijando a sua boca e conferindo a sua bucetinha. Ela me falou que não sentia a porra dele, mas eu lambi o pouquinho que tinha e dividia com ela. Metemos muito e gozamos! Foi legal pelas expectativas
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