Fomos morar em uma casa grande, com direito a piscina, área de churrasqueira e uma edicula aos fundos.
Com nossa família, um casal de amigo dos meus pais ocuparam essa edicula, o marido dela não aguentou a monotonia do interior e tempos depois voltou pra São Paulo deixando sua mulher com a gente no interior.
Aos finais de semana, por ser uma cidade quente, churrasco e piscina não era luxo, era necessidade de tão calor que fazia.
Nessas reuniões aos finais de semana, deram lugares a brincadeiras entre meu pai e a vizinha do fundo, onde meu pai jogava ela na piscina, não importava a forma que ela estava, de roupa, de biquíni, o final sempre era piscina.
Essas brincadeiras foram se intensificando, jogar ela na piscina se tornou rotineiro e as coisas foram tomando outros rumos, além de joga-la tinha que deixa-la pelada, tirando sempre seu biquíni ou até mesmo sua roupa, claro que havia resistência por parte dela, apesar de ser adolescente, tive a certeza que meu pai estava comendo ela, se não, tinha vontade de comer.
Essas brincadeiras me despertou para o sexo, e ver ela pelada nessas "brincadeiras" foram motivos de punhetas diárias, mas chegou um momento que só punheta não está assento o suficiente, eu precisava de mais.
Durante a semana eu chegava da escola e ficava andando de bicicleta no quintal (era enorme) e devido aos afazeres domésticos minha mãe não ficava vigiando o que eu fazia, então, comecei a reparar algumas calcinhas da vizinha penduradas no varal.
Apenas um portão social separava nosso quintal da edicula, ele ficava aberto o que facilitou minha ação, entrei e peguei uma calcinha do varal, cheirei e aquilo me deixou de pau duro, com a calcinha em mãos, fui para o banheiro da área de churrasqueira e ali cheirava e me masturbava até gozar, corria e devolvia a calcinha de onde havia pegado.
Isso também se tornou mais uma torna minha e, como sempre, eu queria mais, até o dia em que ao entrar no quintal para pegar uma calcinha do varal vi a janela do quarto aberta, não pensei duas vezes, pulei a janela e corri para o banheiro em busca de uma calcinha usada, claro que encontrei e aquilo foi a melhor coisa do mundo, sentir um cheiro de uma buceta e de um cu foi maravilhoso, tinha sido o mais próximo que cheguei de uma buceta.
A partir desse momento eu não queria mais saber de calcinhas do varal, eu queria era as calcinhas sujas do banheiro, não me contente em apenas cheirar e me masturbar, eu queria que ela soubesse que alguém esteve ali mexendo, então, comecei a gozar na suas calcinhas usadas e deixar no cesto de roupa suja...
Durante uma semana eu fiz isso, gozava na calcinha e deixava lá, final de semana chegou e ela foi lavar roupas, logo imaginei que ela iria ver, fiquei apreensivo, com medo dela questionar meus pais, mas nada aconteceu, apenas ela começou a trancar as janelas quando saia para trabalhar e isso acabou com minha brincadeira até que....
(Continua).