A vizinha do fundo



O auge da minha adolescência, descobrindo os prazeres da vida, fui com minha família morar no interior de São Paulo, buscávamos uma qualidade de vida melhor e o interior nos proporcionou isso por cinco anos.

Fomos morar em uma casa grande, com direito a piscina, área de churrasqueira e uma edicula aos fundos.

Com nossa família, um casal de amigo dos meus pais ocuparam essa edicula, o marido dela não aguentou a monotonia do interior e tempos depois voltou pra São Paulo deixando sua mulher com a gente no interior.

Aos finais de semana, por ser uma cidade quente, churrasco e piscina não era luxo, era necessidade de tão calor que fazia.

Nessas reuniões aos finais de semana, deram lugares a brincadeiras entre meu pai e a vizinha do fundo, onde meu pai jogava ela na piscina, não importava a forma que ela estava, de roupa, de biquíni, o final sempre era piscina.

Essas brincadeiras foram se intensificando, jogar ela na piscina se tornou rotineiro e as coisas foram tomando outros rumos, além de joga-la tinha que deixa-la pelada, tirando sempre seu biquíni ou até mesmo sua roupa, claro que havia resistência por parte dela, apesar de ser adolescente, tive a certeza que meu pai estava comendo ela, se não, tinha vontade de comer.

Essas brincadeiras me despertou para o sexo, e ver ela pelada nessas "brincadeiras" foram motivos de punhetas diárias, mas chegou um momento que só punheta não está assento o suficiente, eu precisava de mais.

Durante a semana eu chegava da escola e ficava andando de bicicleta no quintal (era enorme) e devido aos afazeres domésticos minha mãe não ficava vigiando o que eu fazia, então, comecei a reparar algumas calcinhas da vizinha penduradas no varal.

Apenas um portão social separava nosso quintal da edicula, ele ficava aberto o que facilitou minha ação, entrei e peguei uma calcinha do varal, cheirei e aquilo me deixou de pau duro, com a calcinha em mãos, fui para o banheiro da área de churrasqueira e ali cheirava e me masturbava até gozar, corria e devolvia a calcinha de onde havia pegado.

Isso também se tornou mais uma torna minha e, como sempre, eu queria mais, até o dia em que ao entrar no quintal para pegar uma calcinha do varal vi a janela do quarto aberta, não pensei duas vezes, pulei a janela e corri para o banheiro em busca de uma calcinha usada, claro que encontrei e aquilo foi a melhor coisa do mundo, sentir um cheiro de uma buceta e de um cu foi maravilhoso, tinha sido o mais próximo que cheguei de uma buceta.

A partir desse momento eu não queria mais saber de calcinhas do varal, eu queria era as calcinhas sujas do banheiro, não me contente em apenas cheirar e me masturbar, eu queria que ela soubesse que alguém esteve ali mexendo, então, comecei a gozar na suas calcinhas usadas e deixar no cesto de roupa suja...
Durante uma semana eu fiz isso, gozava na calcinha e deixava lá, final de semana chegou e ela foi lavar roupas, logo imaginei que ela iria ver, fiquei apreensivo, com medo dela questionar meus pais, mas nada aconteceu, apenas ela começou a trancar as janelas quando saia para trabalhar e isso acabou com minha brincadeira até que....

(Continua).


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


275553 - Ser ou não ser, eis a questão. - Categoria: Fetiches - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil augustosampa
augustosampa

Nome do conto:
A vizinha do fundo

Codigo do conto:
276701

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
08/11/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0