Meu Novo Chefe



Quando vi Kenji sendo anunciado como meu novo chefe, minha mente criou mil cenários diferentes, ao mesmo tempo em que um peso caía sobre os meus ombros.

Fazia dois anos que trabalhávamos na mesma empresa, em setores diferentes. Mantínhamos a cordialidade: havia cumprimentos e, às vezes, conversas curtas para trocar informações sobre os produtos. Tudo muito profissional. Acreditava que nós dois tínhamos plena certeza de que estávamos flertando um com o outro de vez em quando. Mas não passava de olhares trocados; às vezes, olhares famintos.

Mas um dia tudo mudou. Sem olhares de lado, sorrisos secretos ou qualquer privacidade.

Eu era frequentador assíduo de festas: eletrônicas, house, pop e, principalmente, festas de sexo. Gostava tanto da música e do ambiente quanto, principalmente, da liberdade que era concedida aos corpos. Nesse ponto, já dava para desconfiar onde eu havia encontrado meu, até então, colega de trabalho. E agora, meu novo chefe.

Quando ia a essas festas de fetiche, costumava ficar sem camisa, às vezes de sunga ou cueca. Mas, nesses ambientes, havia gente vestida de todas as maneiras. Era um espaço de liberdade. Eu me sentia confortável estando, ao menos, sem camisa. O local geralmente era quente, principalmente pela quantidade de corpos. Imagine quando esses mesmos corpos estavam se beijando, lambendo, chupando, transando e, claro, dançando.

Naquele dia, não foi diferente. Estava de shorts, deixando parte da bunda à mostra, “coberta” por uma jockstrap preta, e com a camisa amarrada na cintura.

Já passava da uma da manhã quando, ao andar de um lado para o outro para pegar bebidas e dar as famosas “putivoltas”, o encontrei. Seu corpo escorria suor, e a luz batia em suas costas nuas, deixando os músculos ainda mais evidentes. Ele beijava um rapaz, um twink delicioso, que devia ter uns vinte anos.

Sem perceber, fiquei assistindo à cena, desejando estar entre eles, sentir os toques dos corpos suados, a maciez das bocas contra a minha e ouvi-los gemendo de tesão no meu ouvido. Queria os dois para mim.

Ele me viu ao terminar o beijo ou talvez tivesse percebido minha presença antes que eu voltasse a mim. Apenas sorriu, um sorriso safado, e puxou o menino dali. Aquilo me atiçou ainda mais. Ele queria se esconder ou esconder o boyzinho?

Mais tarde, na muvuca do ambiente cheio, nos encontramos no meio do caminho, um indo e o outro vindo. Ficamos nos olhando até chegarmos próximos um do outro, trocando sorrisos. Dessa vez, ele estava sozinho. Eu sabia o que ia acontecer. Pelo olhar dele, os mesmos pensamentos cruzavam sua mente.

Ao nos encontrarmos frente a frente, não deixei a oportunidade passar: sem pensar duas vezes, puxei sua cintura contra meu corpo. Nosso espaço diminuiu, não que houvesse muito espaço, já que as outras pessoas ainda tentavam atravessar de um lado para o outro.

Ele sorriu. Seus olhos puxadinhos praticamente se fecharam e, ali no meio da multidão, minha mão direita puxou seu rosto para perto do meu e nos beijamos. Lábios se separaram, línguas se entrelaçaram, a respiração tornou-se pesada. Entregamo-nos àquele beijo tão esperado e banhado de desejo. Sentia seu gosto tomando conta da minha boca, uma mistura de álcool e suor. Nossos corpos não queriam se separar. Por mim, continuaríamos ali até o fim, no meio de todos. Meu corpo desejava o dele, e eu acreditava que o dele também me desejava. Sua mão agarrava meu caralho duro, apertando-o e sentindo o instrumento grosso que necessitava penetrar seu corpo suado.

Terminamos o beijo e nos separamos sem trocar ao menos uma única palavra. Cada um seguiu seu próprio caminho, mas a noite era uma criança, e aquela não seria nossa última interação. Deixei-o com meu pau latejando por mais, e foi mais que fui procurar. Se não fosse dele, seria de alguém que satisfizesse meu prazer naquele exato instante.

Fui ao banheiro mijar. No caminho, entreguei-me a outras bocas. Ali, encontrei quem iria me satisfazer. Encontrei Nicolas, um amigo. Ele era uma das pessoas mais lindas e saborosas que já tive o prazer de conhecer, além de ser um amigo maravilhoso.

Paramos lado a lado nos mictórios e conversamos enquanto mijávamos. Seus olhos estavam na minha rola, que estava meia-bomba. Coloquei minha mão em seu rabo enorme, que a calça cobria apenas pela metade, deixando à mostra aquele monumento. Olhamo-nos enquanto nossas rolas soltavam os líquidos ingeridos. Ao sentir minha mão em seu rabo, ele sorriu. Foi aquele sorriso que fez minha mão descer e invadir sua calça, indo de encontro ao seu buraco. Um cuzinho molhado, relaxado. Aquela puta já havia recebido umas boas jorradas de leite naquela noite.

O som da música tomava todo o espaço. Precisei me aproximar de sua orelha para que ele escutasse minha ordem.

“Coloca a mão na parede e empina esse rabo.”
“Aqui?”
“Eu te quero agora.”

Olhei para minha pica, e ele fez o mesmo, vendo-a dura, vibrando de tesão. Fez como pedi: colocou as mãos na parede e empinou o rabo. Ajoelhei-me ali mesmo, sem me importar com o chão podre. Molhei um pouco meu shorts, mas não era algo com que estivesse me importando naquele exato momento.

Alguns continuaram a usar os outros mictórios e saíram. Outros nos assistiam, masturbando-se com a cena, e alguns tentaram participar, mas ele era apenas meu. Não era nossa primeira vez. Nossos corpos já se conheciam, assim como nossos gostos e desejos. Ele sabia o que eu queria, e eu sabia do que ele necessitava. Ambos entregaríamos o que era pedido naquele momento.
Nem precisei fazer nada. Ele puxou as bandas da bunda, mostrando-me seu buraco. Aquilo me deu um tesão enorme. Ver seu cuzinho arregaçado, com leite escorrendo de outros machos. Senti o cheiro, encostei minha língua e devorei o gosto do seu rabo, das picas que ali tinham despejado sua proteína. Saboreei o gosto do leite de outros homens naquele cuzinho suado e delicioso. Chupei, chupei como se minha vida dependesse daquilo. Ele gemia fino para um homem do seu tamanho.

Era um homem de 1,80 m, com a pele negra que brilhava ao ser tocada pela luz daquela festa e deixava seus músculos ainda mais salientes. Nicolas era uma putinha, sempre foi, desde o primeiro dia em que nos conhecemos. Naquela ocasião, anos atrás, eu não imaginava que terminaria a noite em uma cama de motel com aquele deus de quatro, implorando pela minha pica. Na verdade, achava que seria o contrário.

Voltando ao banheiro, enquanto minha língua penetrava seu cu, ouvi-o implorar. Foi então que senti minha pica implorar por tomar aquele homem para mim. Levantei-me e coloquei a pontinha da minha rola rosa na entrada do seu rabo. Puxei seu rosto para trás. Minha putinha sorria. Eu o conhecia mais do que ele imaginava, talvez até mais do que eu mesmo imaginava. Sabia o que ele queria apenas pelo olhar.

Demos um beijo lento e molhado, com direito a uma cuspida na sua boca, compartilhando tudo o que eu havia saboreado de dentro do seu corpo.

Enquanto nossas línguas dançavam, minha rola grossa deslizou devagar e profundamente. Segurei sua cintura e, a partir dali, o som da música se misturava ao impacto das batidas da minha virilha contra sua bunda gigantesca. Não precisei de lubrificante, de cuspe, de nada além da porra e de todo o amaciamento que os outros machos haviam proporcionado àquela bunda monumental.
Havia vários homens nos assistindo. Tenho que confessar que aquilo aumentava meu tesão. Adorava assistir aos outros transarem, mas ser assistido me levava às alturas. Era como uma droga, tomava conta do meu ser. Não fazia cena para eles, mas ser a cena e ver o tesão estampado em suas mãos, calças e olhares era eletrizante. Então, naquela situação, esbanjei-me. Metia enquanto ouvia os gemidos de Nic, entregue a mim, e assistia aos outros queimando de desejo ao nos observar.

Não sabia exatamente há quanto tempo ele estava ali. Talvez tivesse ido apenas mijar e já estivesse saindo, ou talvez fizesse parte do público que vibrava com aquela cena. A cena em que eu comia meu amigo no meio do banheiro de uma festa de putaria, sem me importar com quem estava vendo. Na verdade, deliciava-me com os olhares.

Talvez Kenji fosse um dos espectadores. Estava parado um pouco próximo de nós. Não se tocava, mas seus olhos nem sequer piscavam diante do que assistia.

Kenji nos observava e, pelo seu olhar penetrante, acreditava que gostava do que via. Em algum momento, entre meus olhares fixos nele e os dele em nós, nossos olhos se encontraram. Estávamos conectados. Sentia como se seu corpo falasse com o meu. Sentia seu desejo, sua fome, sua curiosidade por estar ali, mas, ao mesmo tempo, por ser ele comigo. Me comendo ou me dando o rabo? Eu não sabia e pouco me importava, mas que iria acontecer, disso tinha plena certeza.

Fui metendo lentamente em Nic, que implorou para que eu metesse mais forte. Não podia negar nada a ele. Nunca havia negado, e não seria ali que começaria. Agarrei sua rola grossa, grande e dura. Sentia seu pinto em uma erupção de pré-gozo. Apertei com muita força, do jeito que ele gostava, sentindo seu corpo tremer de prazer.

Meus olhos não sabiam para onde olhar: se para minha pica entrando e saindo daquele rabo delicioso, para suas costas em um V perfeito, com o suor escorrendo, ou para Kenji, que nos assistia. E não apenas nos assistia: agora, suas mãos estavam dentro da calça, provavelmente apertando o pau e se masturbando por cima do tecido da roupa.

“Pedi leite, minha putinha”, sussurrei no ouvido de Nic, enquanto olhava fixamente para os olhos do meu futuro chefe.
“O quê?”

Eu não sabia ao certo se Nic não havia escutado ou entendido o que falei, mas também não estava prestando muita atenção naquele momento. Meu corpo estava quente, meu pau pulsava, e eu estava a ponto de explodir. Minha mão direita segurou ainda mais forte a cintura fina daquele monumento, enquanto a esquerda continuava a apertar seu pênis. As penetrações se tornaram mais frenéticas. Curvei-me sobre seu corpo e mordi a curva do seu pescoço enquanto me despejava dentro do seu rabo.

Enchi profundamente aquele homem com meu leite. Continuei a meter enquanto gemia alto de prazer, com meu corpo tendo fortes espasmos. Meti até a força acabar, até meu pau amolecer e sair de dentro do seu rabo. Nesse meio-tempo, senti jatos do seu gozo explodindo na minha mão e finalmente soltei seu pinto grande, grosso e veioso.

Quando olhei para o lado, Kenji não estava mais ali.

Virei Nicolas para mim e nos beijamos. Por um bom tempo, fiquei encostado com ele na parede do banheiro, beijando-o até que nossos corpos se acalmassem e nossa respiração voltasse ao normal.

“Tava com saudades de você.”
“Claro, você só tem viajado.”

Era verdade. Nos últimos meses, meu trabalho havia exigido muitas viagens pelo Brasil para gravações. Nos arrumamos e fomos até a pista encontrar nossos outros amigos. Tentávamos conversar na pista, comentando sobre o que tínhamos feito. Nic achava aquilo uma das maiores loucuras que já havia vivido, já que o máximo que tinha feito até então era transar no darkroom, nada tão público, por mais que eu não achasse que aquilo tivesse sido tão público assim.

Chegamos até nossos amigos. Apresentei Nic a alguns, enquanto vários outros já o conheciam.

E foi ali, na pista, que encontrei Kenji dançando, com a calça jeans meio baixa, mostrando a entrada da bunda. Uma mão descia e entrava em sua calça. Aquela cena atiçou meu tesão, ainda mais quando percebi que ele estava atracado com um twink. Sorrimos, e lá se foi ele novamente, puxando o garoto dali.

A noite era uma criança, e ainda havia muitas coisas para acontecer. Com o passar do tempo, a pista foi acalmando, e boa parte do público foi embora. Continuei dançando com meus amigos, nos divertindo enquanto as horas passavam.

Em certo momento da noite, conversei com meus amigos sobre irmos embora. Concordamos em esperar mais trinta minutos e, depois, seguiríamos para casa. Todos sabiam o que aqueles últimos trinta minutos significavam. Era hora da putaria, quando saíamos de perto uns dos outros e íamos atrás de nossas últimas presas da noite. Talvez alguma delas se tornasse um after, ou talvez a noite acabasse naquele exato minuto.

Não estava com vontade de transar. Queria apenas uma putaria de leve. Resolvi ir assistir a alguém transando no darkroom. Talvez bater uma punheta enquanto assistia e gozar. Meu plano estava pronto, mas não aconteceria como eu imaginava. Na verdade, minha noite terminaria ainda mais deliciosa do que havia sido até aquele momento. Só que eu ainda não sabia que ela traria consequências meses depois.

Estava caminhando até o segundo andar, indo para o darkroom, quando nos encontramos novamente na escada. Um subia, o outro descia. Ele estava sem o twink ao seu lado. Olhamos um para o outro e sorrimos.

No momento em que estávamos lado a lado, quando ele ia descer um degrau e eu subir, lacei sua cintura com meu braço e o virei contra a parede. Ele suspirou, quase como um grito entalado, surpreso com o momento. Nossos corpos ficaram colados. Os peitos nus e suados se pressionavam, subindo e descendo com nossas respirações. Ele tinha surpresa no olhar; na sua boca, tinha a minha.

Não perdi um segundo. Beijei-o com vontade, desejo, tesão. Nos beijamos sem pressa, acalmando a respiração, sentindo um ao outro. Pressionava suas costas contra a parede para que ele não desse um passo em falso.

Suas mãos fortes agora apertavam minhas costas e me puxavam contra seu corpo, como se houvesse espaço sobrando entre nós dois. Eu necessitava dele, ali, naquele exato momento. Enfiei minha mão em sua calça, sentindo sua pele e imaginando minha língua percorrendo seu rego, deliciando-se com seu cu. Ele apertava minha pica, sentindo-a dura, pulsando na palma da sua mão.

“Isso é o quanto eu quero você.”

Virei-o de costas para mim. Novamente, aquela cena se repetia naquela noite, mas com um corpo diferente. Pressionei seu rosto contra a parede fria. Esfreguei minha pica dura, ainda encoberta pelo tecido, contra sua bunda, também coberta pela roupa. Ele mesmo abriu o zíper, permitindo que eu abaixasse ainda mais sua calça e visse sua bunda redonda entre a luz e a escuridão daquele lugar.

Meu dedo percorreu seu rabo e sentiu a pele sensível do seu cu. Estava sequinho, fechado. Ninguém havia penetrado nele naquela noite. Eu seria o primeiro.

Minha mente estava tão vidrada nele, no meu desejo e nos momentos em que passamos flertando no escritório, entre sorrisos e olhares, que eu nem sequer percebia o risco que estávamos correndo ao ficar daquela forma em uma escada. Mas ele percebeu quando viu alguém descendo e passando por nós.

“Não, aqui não.”
Foi levantando a calça, tirando-me daquele transe. Abracei-o por trás, pedindo só um pouquinho. Ele respondeu que ali na escada era perigoso e que não faria nada naquele lugar. Chamei-o para o darkroom, mas ele novamente negou.

Naquele momento, meu tesão foi passando. Entendi que ele não queria aquilo e jamais iria forçar alguma coisa. Arrumei minha pica dura dentro da calça e me preparei para descer a escada. Não tinha mais vibe e acho que nem tempo para ir ao darkroom assistir a outras pessoas transando.

Foi quando ele me parou.

“Pera aí, onde você tá indo?”
“Aí, cara. Eu tinha entendido que você queria. Não quer, tudo bem.”
“Quero, mas não aqui. Não me sinto confortável em transar aqui. Topa ir pra minha casa ou, se estiver cansado, podemos marcar um dia?”

Olhei para ele, e aquele convite apenas atiçou ainda mais o desejo, que nem tinha conseguido dormir direito. Já no Uber, a caminho da casa dele, mandei mensagens para meus amigos, avisando sobre o final da noite. Nos beijamos no banco de trás. Tínhamos que lembrar que estávamos no carro de um desconhecido e não podíamos passar dos limites ali. Na verdade, acho que até passamos em alguns momentos, entre beijos, quando apertávamos o pau um do outro e gemíamos sussurrando.

Ele morava em um condomínio de luxo. Subimos até a cobertura, comportando-nos no elevador. Conversamos sobre algumas amenidades do dia a dia. O apartamento era lindo. Tiramos os sapatos na entrada, e ele foi preparar uns drinks para nós.

“Você bebe vodca, né?”
“Com você bebo de tudo.”

Escutei uma risadinha abafada vindo da cozinha.

“O que tem achado do seu novo chefe?”
“Ah, ele é um cara legal.”

Meu chefe havia sido demitido dois meses antes, e um novo havia entrado no lugar. Horrível, desorganizado, problemático… Acontece que eu sabia o porquê das perguntas: a fofoca na empresa já estava espalhada. As falhas dele como chefe já haviam afetado outras áreas e até mesmo momentos críticos.

“Não é isso que tenho escutado. Na verdade, não tenho escutado nada de positivo sobre ele.”
“É, talvez não tenha tantas coisas positivas pra falar sobre.”

Era uma madrugada quente, quase amanhecendo. Tirei minha camisa, deixando-a no sofá, e fui até a cozinha, onde ele preparava os drinks. Cheguei por trás, beijando seu pescoço e fazendo-o se arrepiar.

“Sabia que isso apenas está acontecendo porque não somos da mesma equipe, né?”
“Trabalho não é algo que estava passando na minha mente agora. Tenho outras prioridades no momento.”
“Não queria que passasse na minha também. Mas preciso deixar claro que isso é a primeira e a última vez.”

Eu não queria continuar aquela conversa. Abri o zíper da sua calça e a deixei cair no chão. Ele reclamou e recebeu como resposta um tapa na bunda e uma ordem para continuar preparando os drinks. Ajoelhei-me, abaixei sua cueca e comecei a saborear lentamente seu rabo lisinho. Ele teria reclamado novamente se não tivesse sentido minha língua encostar em seu cu.
Ele empinou, curvando-se sobre o balcão de quartzo. Lambia, mordia e esfregava meu rosto em seu rabo redondinho e firme. Perdia a respiração em alguns momentos, sufocando a mim mesmo nele.

Levantei-me e soltei meu shorts, junto com a jockstrap, deixando ambos caírem no chão. Ele se virou de frente para mim. Disse que ali na cozinha, não, mas pedi que apenas relaxasse. Coloquei-o sentado no balcão e nos beijamos depois que sua camiseta foi parar em algum lugar da cozinha, derrubando alguma coisa que se quebrou. Ninguém se importou.
Olhei para o lado e vi um copo de drink. Nem perguntei se estava pronto: virei o conteúdo garganta abaixo. Estava precisando molhar a boca. O álcool desceu rasgando, misturado com limão e sem açúcar.

“Não tava pronto.”
“Espero que você esteja pronto.”

Arranquei um sorriso bobo dele e o beijei. Ficamos ali, na cozinha, nos beijando, com nossas rolas duras e pulsando de tesão. Não sei quanto tempo permanecemos ali, mas o sol começou a iluminar a cozinha.

Kenji me puxou para o quarto. A luz estava ardendo em nossos olhos. Empurrou-me na cama, ajoelhou-se no chão e abocanhou minha pica. Naquele momento, minha rola devia ter cheiro e gosto de suor, mijo, cu e porra, minha e de outros. Nada disso pareceu importar para ele, que me chupava faminto. Engolia tudo, babava e molhava minhas bolas e o lençol com sua saliva.

Quando me olhou nos olhos com minha pica enfiada na garganta, não me segurei. Segurei sua cabeça e a fodi como queria. Seu rosto estava ensopado de saliva, assim como meu corpo. Deixei-o respirar e o coloquei de quatro na cama.
Peguei minha pica babada e a guiei em direção ao seu rabo. Queria continuar chupando, mas realmente precisava sentir um pouco do seu calor interno. Minha pica entrou com certa dificuldade. Fui lentamente, parando e deixando-o controlar o ritmo. Mas, quando tudo entrou, comecei a me mexer devagar dentro dele, sentindo suas pregas me mordendo, seu cu querendo me expulsar. Ainda assim, ele implorava para que eu não saísse de dentro dele.
Fui metendo, metendo e metendo, mas ele ainda estava muito travado. Precisava ajudá-lo a relaxar ainda mais. Olhei para o lado e vi a porta do banheiro aberta.

“Vem.”

Eu tinha fetiche por cheiros e gostos e acreditava que ele também, já que em nenhum momento havia reclamado de nada. Só que precisava de água fresca no corpo, para recuperar a energia, despertar um pouco e diminuir todo aquele calor que estava sentindo. Além disso, tinha outra ideia em mente.

O box tinha dois chuveiros, algo maravilhoso para o que iríamos fazer ali. Ligamos os chuveiros e, enquanto a água caía sobre nossos corpos, nos beijávamos. Ele apertou minha pica, e eu o virei contra a parede. Pediu para que eu metesse novamente, mas sabia que ele ainda não estava preparado para mim, não do jeito que eu gostava. Queria um rabo relaxado, que recebesse minha pica pedindo mais, solto, sem lutar contra mim.

Vendo o tamanho daquele box, coloquei-o de quatro, despejei um pouco de condicionador na mão e fui penetrando seu cu. De tempos em tempos, colocava mais um pouco de condicionador. Ele arqueava as costas, gemia e se retorcia como uma putinha. Seus gemidos me deixavam louco.

Ele era mais velho do que eu, pelo menos uns dez anos, ocupava cargos acima do meu e estava ali, de quatro para mim. Aguentou uma, duas, três, quatro vezes e, antes que eu tentasse uma quinta, reclamou e pediu por pica. Não tinha como negar, por mais que tentar enfiar toda a minha mão no seu rabo fosse algo com que eu estivesse sonhando.

Desliguei os chuveiros e, enquanto nos secávamos, voltamos para a cama. Joguei-o sobre ela, abri suas pernas, cuspi na minha pica e fui introduzindo-a em seu cuzinho. Havia massageado muito a região com meus dedos. Nem lembrava quanto tempo tínhamos passado embaixo da água.

Dessa vez, não houve resistência alguma. Ele me abraçou por completo. Sorriu de orelha a orelha enquanto eu o tomava para mim.
A cena era linda: ele de frango, com as pernas sobre meus ombros. Minha pica entrava lentamente, babando por ele. Seu olhar fechadinho, com aquela cara de pidão. Era uma puta embaixo de mim. Sua boca se abriu, soltando um gemido ao sentir meus pentelhos tocarem seu rabo. Estava inteiro dentro dele. Sentia o calor, as pregas me abraçando.

Deitei-me sobre ele e comecei a meter lentamente. Queria muito acabar com ele na pica, mas havia algo a mais ali, mais do que apenas tesão. Havia toda uma história construída com sorrisos, olhares e piadas de duplo sentido.
Minha pica batia fundo em seu cu. Aumentava a velocidade e diminuía. Os lençóis da cama estavam todos puxados por ele. Naturalmente, seu corpo não tinha pelos, algo de que eu não gostava muito, mas, com ele, não era algo que me importava. Queria senti-lo por completo e fazer com que ele me sentisse por completo. Queria fazê-lo explodir por mim.

“Goza pra mim.”

Não precisei pedir duas vezes. Ele agarrou a própria pica e se masturbou para mim. Não demorou muito, e meu abdômen sentiu seu gozo espirrando sobre ele. Seu gemido manhoso enquanto gozava me fez explodir dentro dele.
Era aquilo, aquela adrenalina, que eu precisava para me entregar ainda mais. Para me descontrolar dentro dele. Segurei suas mãos acima da cabeça e meti forte, fazendo seus espasmos expelirem ainda mais porra. Seu cu espumava.

“Não para, mete mais.”
Eu realmente não queria parar. Continuei e continuei até que, de repente, ele gemeu de um jeito diferente. Sua pica dura começou a mijar. Era um chafariz. Ele tentou soltar as mãos das minhas para impedir aquilo, mas eu metia ainda mais.
Quando parou de mijar sobre nós dois, soltei suas mãos e o beijei para que se acalmasse. Confessou que era a primeira vez que aquilo acontecia com ele. Demonstrei o quanto era prazeroso ver e sentir aquilo.
Em certo momento, senti seu corpo querendo me afastar. Fui diminuindo a velocidade até parar, ainda duro, dentro dele. Beijei sua bochecha, deixando meu corpo cair contra o dele.

“Eu vou querer mais”, disse, mas, pelo seu olhar, tive a completa certeza de que aquela foi a única vez.

Estávamos exaustos depois daquela noite e de tudo o que havíamos feito juntos. Tomei um banho para ir embora e finalmente percebi que horas eram: já passava do meio-dia. Havíamos saído da festa às cinco da manhã. Cheguei em casa e desabei na cama.
Meses se passaram. Fui promovido nesse período. Sempre nos víamos na empresa. Cumprimentávamo-nos com sorrisos e olhares, mas as piadas de duplo sentido haviam parado. Nada mais aconteceu entre nós. Meu “novo chefe” foi demitido, e ficamos com a gerente tomando conta.

Até que, em uma segunda-feira, às nove da manhã, entrei em uma reunião pelo computador. A reunião era para anunciar mudanças na hierarquia da empresa. A partir daquele dia, Kenji se tornaria meu chefe direto. Meu cérebro não sabia que rumo seguir. Histórias de chefes e subordinados se apaixonando e vivendo um romance. Histórias de chefes demitindo os subordinados com quem transaram. Imaginava chupando-o durante uma reunião de trabalho, ao mesmo tempo que minha imaginação criava a cena da minha demissão.

Não sabia quais seriam as consequências a partir daquele dia, mas sabia que a nossa história estava longe de acabar naquela noite, meses atrás.
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Foto 1 do Conto erotico: Meu Novo Chefe

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Ficha do conto

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alexsafado13

Nome do conto:
Meu Novo Chefe

Codigo do conto:
276717

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/11/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
3