Desde aquela noite, Ana não era mais a mesma.
Havia um fogo novo dentro dela, uma chama que não se apagava nem mesmo após o sexo mais intenso com Gustavo. Era mais do que prazer — era o gosto da liberdade, da permissividade consciente, de um desejo vivido sem culpa.
Na semana seguinte, Gustavo a olhava com outros olhos. Tocava nela com mais fome, como se soubesse que havia perdido a exclusividade — e isso o enlouquecia. Ana, por outro lado, passava os dias com um sorriso malicioso nos lábios, e uma inquietação entre as pernas que nem o vibrador escondido no fundo da gaveta dava conta de resolver.
— Você pensa naquilo o tempo todo, né? — ele sussurrou uma noite, enquanto a penetrava por trás, a mão apertando sua cintura com força. — Em como ele te fodia…
Ana gemeu alto, jogando a cabeça para trás.
— Eu penso… — arfou. — Mas sabe do que gosto mais?
— Do quê?
— De você me olhando. De saber que te deixo louco quando sou de outro… só por um momento.
Gustavo gemeu contra seu pescoço, metendo com mais força. Ele gozou primeiro, ofegante, mas continuou a estimulá-la com os dedos até que Ana explodisse, molhada, descontrolada, mordendo o travesseiro.
Depois disso, a conversa sobre uma segunda vez surgiu com naturalidade. Só que agora, Ana queria mais controle. Não queria só ser observada — queria dominar a cena.
Ela mesma escolheu o novo parceiro: um rapaz mais jovem, chamado Felipe. Vinte e cinco anos, abdômen definido, língua solta. Trocavam mensagens picantes há semanas, e Ana sentia-se uma adolescente outra vez. Gustavo, ao saber do nome e ver as fotos que ela mostrou sem pudor, quase gozou só de imaginar.
Na noite marcada, Ana não queria hotel. Queria a cama deles. Queria que o cheiro de outro homem invadisse os lençóis de seu casamento. E Gustavo… deixou.
Vestida com uma lingerie preta rendada, salto alto e batom vinho, Ana recebeu Felipe como quem conduz um ritual. Fez ele sentar-se na cama, puxou sua calça com calma e chupou-o ali mesmo, com Gustavo sentado na poltrona, assistindo cada segundo. Sem falar uma palavra.
A boca de Ana trabalhava com maestria, engolindo o pau de Felipe todo, até ele gemer e segurar seus cabelos. Mas ela não deixou ele gozar. Subiu nele, tirou a calcinha e o encaixou inteiro dentro de si com um único movimento. Jogou o corpo para trás, apoiada nos joelhos, e começou a rebolar devagar, os olhos nos olhos do marido.
— Você gosta de me ver assim? — perguntou, entre gemidos. — De ver outro me comendo como se eu fosse dele?
— Puta que pariu, Ana… — Gustavo sussurrou, com a mão dentro da cueca, hipnotizado.
Felipe a pegou pela cintura e começou a estocar com força. O som dos corpos, dos gemidos e da cama rangendo era indecente. Ana gritava, suava, sujava os lençóis com os próprios fluidos. Quando gozou, tremendo inteira, sentiu algo dentro dela se abrir — e não era só físico.
Ela se levantou, ajoelhou-se no chão e, sem que ninguém mandasse, puxou o pau de Felipe da própria boceta e o levou à boca, sugando até ele explodir nela, jorrando no fundo da garganta.
Gustavo se levantou sem dizer nada, completamente excitado. Quando Ana olhou para ele, os olhos dela diziam: vem me tomar agora. E ele o fez.
Empurrou-a contra a parede, levantou uma das pernas dela e a penetrou com tanta força que ela gritou de novo. Era possessão. Era amor transformado em tesão bruto.
Ali, entre o cheiro de outro homem e o gosto do proibido, Gustavo a comeu como nunca. E Ana soube que algo entre eles tinha se quebrado — mas também se reconstruído. Diferente. Selvagem. Real.
Ela tá maravilhosa 😻😻😻
Votado, linda demais a sua esposa.
Gostosa demais!!!
Ana está cada dia mais deliciosa, que rabo gostoso ela tem, que fogo, que foto delícia também !
Linda e GOSTOSA. Tesão de mulher.