Mamei o casado numa viagem em família (Parte 3 - FINAL)



(Primeiramente, peço desculpas pela demora, pessoal, eu estava viajando. Prometo recompensar com os próximos contos, rs!)

•••••••••••••••••••••••(CONTINUAÇÃO)••••••••••••••••••••••

Sem acreditar no que havia acabado de acontecer no carro, dirigi em torno de 5 minutos até chegarmos no apartamento onde estávamos hospedados. Ao estacionar na garagem, do tipo que fica abaixo do prédio, entre os pilares, sinto Miguel colocar a mão na parte de trás da minha cabeça. Fico arrepiado até o último fio de cabelo, e apenas deixo que ele me guie. Miguel solta seu cinto de segurança e se aproxima, beijando meu pescoço. Surpreso, solto um suspiro e um baixo gemido, ao mesmo tempo em que sou tomado pela mesma sensação de culpa que tive quando o desejei na praia.
– Você tem certeza? Eu não quero problema... Você é casado. - digo olhando em seus olhos. Ele já me olhava como um leão que quer devorar a sua presa. Eis que Miguel coloca uma das mãos levemente em meu pescoço, chegando muito próximo ao meu rosto.
– Eu nunca traí aquela vadia... e ela sempre desconfiou de mim. Mas agora eu vou dar motivo pra ela ficar com bastante raiva. - diz, em voz baixa.
– O que cê vai fazer? - pergunto, aproximando também meu rosto do seu.
– Vou pegar o muleque mais putinho que eu já conheci. - responde, colando o rosto no meu e me surpreendendo com um beijo na boca. Miguel parecia estar com fome daquilo. Me beijava rápido e com força, entrelaçando sua língua na minha e alisando meu rosto suavemente. Eu tentava corresponder, atrapalhado, passando uma mão em seu peito e outra em seu pau, por cima da calça. Mesmo meio sem ar, sou tomado pela razão e decido intervir:
– Você não disse que a gente ia continuar em casa? - pergunto.
– Eu disse, cê tem razão... - responde, me apertando o pescoço levemente.

Subimos as escadas praticamente numa corrida, e ao entrar no apartamento, não perco a oportunidade de forçá-lo contra a parede. Nos beijamos novamente, dessa vez com mais intensidade. Consigo passar meus dedos em sua barba e seu cabelo, que já estava úmido devido ao tempo em que ficamos no carro fechado e com o ar condicionado quebrado. Em pouco tempo, ele decide tirar minha camisa, e na sequência tiro também a dele. Passo a língua sem pressa alguma em seu peitoral, mamilos e axilas. Ali na sala mesmo.

O tesão é tamanho que Miguel acaba perdendo o equilíbrio e começa a descer, acabando sentado no chão, com as costas ainda apoiadas na parede. Sigo beijando seu corpo todo, enquanto ele tira sua calça e começa logo a tocar uma punheta por cima da cueca. O cheiro de pica já tomava conta do ambiente, e estava forte. Coloco a mão, interrompendo a punheta que ele fazia pra si mesmo e iniciando uma pra ele. Num impulso, passo por dentro da cueca, aperto a cabeça da pica e levo ao rosto para sentir seu cheiro. Ele ri e me dá um tapinha na cara. Novamente, me puxa para um beijo molhado e faminto, alisando meu rosto enquanto movimenta a outra mão para baixo. Paro o beijo e olho para a direção da sua mão. Lá estava uma das picas mais gostosas que já vi na vida. Ele facilmente tinha mais que 19 cm, além de uma grossura inacreditável, com muitas veias e uma cabeça rosinha, com poucos pentelhos. Não perco tempo e vou de uma vez abaixando a cabeça para sentir o aroma perfeito daquela rola, que pulsava a cada movimento nosso. Me deito no chão e coloco o rosto perto de sua virilha, de modo a sentir o cheiro delicioso do cacete. Aproximo o nariz e encosto em sua glande, praticamente como se estivesse drogado, viciado pelo cheiro daquela pica. Gostaria de ter ficado por muito mais tempo, mas Miguel está com tanta vontade de putaria quanto eu, e acaba forçando minha cabeça contra o seu pau. Abro a boca e passo a língua em cada centímetro sem hesitar.

Miguel, nesse momento, solta um gemido abafado e treme as pernas, segurando minha cabeça agora com as duas mãos. Vou com vontade até o meio do pau, com medo de engasgar, mas felizmente consigo controlar o enjoo. Inicio em mim mesmo uma punheta frenética, e em poucos segundos já estava com vontade de gozar. Aquele cheiro de macho, pica suada e o sabor do pré gozo eram simplesmente perfeitos.

Após gastar bastante tempo no pau, passo também para suas bolas, também muito grandes e pesadas, porém completamente depiladas. Seu saco também estava bem úmido, mas eu estava achando tudo delicioso. Coloco na boca uma das bolas com um pouco de dificuldade, enquanto Miguel faz um tipo de cafuné no meu cabelo. Ao tentar passar para a outra bola, Miguel me puxa para outro beijo sensacional. As sensações que estavam tomando conta do meu corpo eram as melhores possiveis, e eu já mal conseguia controlar a vontade de gozar, sem sequer tocar no pau. Ao perceber que eu tocava e logo tirava a mão do meu pau, Miguel começa a tocar uma pra si mesmo e tenta tocar uma pra mim com a outra mão.
– Tá com vontade de gozar, putinho? - pergunta, me dando um tapa na bochecha.
– Pra caralho, não aguento mais. - respondo, rouco.
– Goza chupando pica então, vai. - ordena, conduzindo minha cabeça até o seu pau. Chupo com vontade da cabeça até a base, sentindo seu pau pulsar. Rapidamente, paro a mamada e enfio a cara em seu sovaco, quando finalmente sinto jorrar jatos e mais jatos da minha porra quente na minha barriga, peito e pescoço.
Miguel dá um suspiro como se estivesse satisfeito com o que acabara de ver, e me dá um breve beijo.
– Quero gozar também, putinho - diz.
Volto prontamente para a mamada, enquanto Miguel inicia uma punheta. Rapidamente removo sua mão e intensifico a velocidade com que vou e volto da sua pica. Com uma mão, me apoio, ainda no chão, e com a outra pressiono seu peito fortemente. Miguel está com a respiração tão acelerada quanto um atleta que corre uma maratona.
– Vai putinho, caralho! - diz Miguel, entre gemidos.
Sinto seu pau pulsar ainda mais, e tento colocar a mão para masturbá-lo, em vão. Seus jatos de leitinho quente já começavam a atingir a minha língua, me dando um dos maiores prazeres de toda a vida. Eu gostava de tomar leite de macho como gostava de poucas coisas na vida.

Bebo imediatamente parte do leite sem hesitar, enquanto Miguel geme alto, e fico com um pouco na boca para saborear por mais alguns segundos. Ao sentir a mão de Miguel segurar meu braço, tiro a boca de seu cacete e engulo o restante. Era salgado e espesso, como se espera que seja o leite de macho. Miguel me puxa para mais um beijo, dessa vez bastante devagar, e para logo em seguida para respirar. Estávamos os dois exaustos e bastante suados. Miguel estava fantástico naquela posição – Encostado na parede, com as pernas peludas e grossas esticadas pelo chão da sala. Logo a frente da porta de entrada. Qualquer um poderia abrir em questão de segundos, mas não estávamos nos importando muito.

Era como se fôssemos dois adolescentes apaixonados. Após recuperar o fôlego, Miguel me olha e ri, praticamente como se tivesse acabado de ganhar um presente bastante especial. Rio de volta, tomado por uma felicidade imensurável, e aos poucos vou me deitando em seu peito. Miguel bagunça meus cabelos com os dedos, e ficamos por um tempo ali, talvez meio envergonhados, talvez estranhamente felizes. Acho que nenhum de nós imaginava que precisávamos tanto daquele momento. Finalizamos o ato comigo chupando seus mamilos e Miguel tocando mais uma, mas sem pretensão de gozar de novo, pois já havíamos sido parcialmente tomados de volta pela razão: o restante dos hóspedes do apartamento poderiam chegar a qualquer momento.

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Os outros dias se passaram mais rapidamente do que eu queria, e Ana acabou se acertando com Miguel no dia seguinte àquele show na lanchonete, pra minha infelicidade. No entanto, o que aconteceu naquele dia jamais poderia ser esquecido, e Miguel não parecia mesmo estar disposto a tentar isso. Os olhares dele para mim demonstravam isso. Ainda tive a oportunidade de mamar ele por mais duas vezes durante nossa estadia na praia, e pegava na sua pica quase todas as vezes em que fomos juntos ao banheiro. No dia em que estávamos voltando para Campinas, ajudei a carregar o carro da tia Marta, e todos se despediram para que pegássemos estrada. Um abraço em Miguel precedia as últimas palavras que ele me disse.
– Putinho do caralho.

Foram as férias mais gostosas que já tive.


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Comentários


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guy30brusque Comentou em 04/08/2025

Top , pau duro só de ler.. e teve mais encontros ?

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albertoaoj Comentou em 04/08/2025

Que delícia, sua escrita é muito boa, me deixou excitado o tempo todo!

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ativomax Comentou em 04/08/2025

Top demais




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Mamei o casado numa viagem em família (Parte 3 - FINAL)

Codigo do conto:
239455

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
04/08/2025

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7

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