Ontem já estava de boa na minha cama, já passavam das dez da noite e então recebo mensagem de um contato que fazia tempo que não conversava (nem lembro se já escrevi algum conto dele aqui). Ele com 38 anos, corpo começando a ficar gordinho e algo que me lembrava bastante dele era que curtia ser submisso. Conversamos um pouco e como ele disse que estava pela cidade apenas pra ver a família mas que o fogo no cu estava grande, acabei o chamando pra eu apagar esse fogo. Assim que ele foi entrando em casa já o segurei pelo coz da calça e chegando bem perto do seu ouvido, roçando a barba na sua nuca, eu disse "Não mandei entrar. Vira, ajoelha e capricha na mamada até deixar ele duro". Eu estava apenas de regata branca e calça de moletom preta. Ele obedeceu ajoelhando e ao puxar minha calça já ficou encantado ao ver minha pentelhada. O segurei pelo cabelo e esfreguei sua cara no meu pau pentelhudo. Ele começou a mamada com meu pau meia bomba e crescendo e preenchendo toda sua boca. Em certos momentos ele engasgava e quando tirava o pau pra respirar eu batia com ele em sua cara. - Gosta de ser uma putinha submissa né? - eu disse enquanto puxava seu cabelo fazendo ele me olhar nos olhos mostrando quem tava no comando. - Sim senhor... - Nada de senhor. Agora toda vez que tiver aqui vai dizer "meu mestre" ou "meu macho" entendeu? - Sim, meu mestre. - Então agora repete tudo o que eu disser e depois de passar por esse ritual ao passar por essa porta você aceitará tudo o que eu disser. - Sim, meu mestre. - Repete comigo: Eu, estando aqui nesta condição, em frente a esse pinto e sabendo que possuo um pintinho bem menor que esse e que não tenho capacidade de ser um macho alfa, aceito que terei que obedecer e me sujeitar a tudo que me for imposto, sem reclamar de nada pois não mereço pedir, apenas aceitar tudo o que for dito por meu mestre. Ele repetiu todas as palavras e para finalizar mandei ele beijarmeus pés. Em seguida mandei ele tirar toda a roupa, entreguei uma jockstrap a ele e engatinhando ir até a sala. Mandei ele ir pro sofá, ficar de joelhos com os braços apoiados no encosto, peguei uma venda e botei em seus olhos, disse pra empinar bem a bunda e comecei a socar os dedos lambuzados de lubrificante. Ele ficou gemendo até que em certo momento eu peguei uma cueca usada minha, enfiei na sua boca e mirando meu pau no seu cu meti tudo de uma vez. Ele deu um grito que foi abafado pela cueca em sua boca, em seguida comecei a meter jogando todo peso do meu corpo por cima do dele. Depois de muito socar decidi mudar de posição e o botando deitado com a bunda no braço do sofá e as pernas em meus ombros ia intercalando entre metidas rápidas e outras mais devagar. Quando senti que estava quase gozando o botei ajoelhado no chão, arranquei a camisinha e gozei espalhando minha porra grossa na sua cara. Ali ainda de joelhos mandei ele tirar seu pintinho da jockstrap, punhetar e que ele só sairia daquela posição depois que gozasse nos meus pés. Enquanto se punhetava eu mandava ele olhar na minha cara e o chamando de putinho arrombado dava tapas na sua cara. Ele ainda demorou pra gozar, disse que talvez não conseguisse mas o lembrei do juramento que tinha feito ao chegar e que nem que tivesse que passar a madrugada ali ele iria ter que aceitar a imposição de seu macho alfa. Depois que ele gozou mandei ele virar e limpei meus pés na sua bunda peluda. Relaxados depois dessa foda intensa fomos pro banho, ficamos conversando um tempo, mas logo ele teve que ir embora. Antes de ir, ele me agradeceu e disse que eu tinha escolhido a melhor forma de acabar com o fogo no cu dele. Próxima vez que ele voltar pra cidade vai me avisar e não esquecerá que toda vez que entrar na minha casa será apenas um putinho submisso.
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