Meu aniversário na praia



Meu aniversário na praia. A gente estava comemorando meu aniversário, a idade não importa.
Aí chamei várias pessoas, colegas de trabalho, chamei uns moleques que frequentavam lá em
casa, uns moleques que não gostavam de meter.
Tinha umas gays também lá. De repente, eles podiam ganhar um dinheiro, né? Eram três.
Vinícius, Vicente e Marcos.
E aí fomos à praia, fizemos churrasco, começou a chegar várias pessoas do meu trabalho. Nisso
chegou um conhecido meu, que já tinha feito comigo há muito tempo. Ele era muito bonito.
João Carlos. João Carlos chegou com a namorada dele. Eu já achei meio estranho, porque ele
não era de levar a namorada, mas ele sabia que ele estava num relacionamento sério.
Ele é muito bonito. Ele é um branco, alto, de olho claro. Estava malhando na academia, todo
forte.
Muito bonito, sem excesso. Nisso, estamos lá. A festa continua, todo mundo comendo,
bebendo à vontade.
Ele já estava um pouco alto. Ele estava de bermuda até um pouco apertada, sunga por baixo,
que dava para ver, uma bermuda branca, sunga preta, que realçava porque ele era branco. E
estava lá.
Os meninos também estavam lá na deles, lá conversando com o pessoal, que eles conheciam
do bairro. Até que a namorada de João Carlos vai embora, porque ela tinha que trabalhar. Ela
foi lá só para almoçar e ir embora.
Ele foi levá-la de carro e daqui a uma hora ele retorna. Estava já um pouco alto, mas ele beberia
mais depois. Foi e tal.
Continuou bebendo, cumprimentou. Nisso, ele já chegou junto dos garotos. Estavam
conversando, conversando.
Lá pelas 3, 4 horas da tarde, já estava mais abrando o movimento, ele falou, e isso dava para
ver o volume dele, porque ele tem um volume considerável, são 22 centímetros. Ele falou, vou
fumar uma com os pivete aqui e daqui a pouco a gente volta. Isso era umas 3, 4 horas.
Quando deu umas 6 horas, meus amigos me ajudaram a recolher as coisas, fui para casa. Vi o
carro de João Carlos ali, mas não estranhei. Quando deu umas 8 horas da noite, o carro dele
para na porta com os meninos.
Nisso, ele leva dois para casa e um desce lá, porque tinha deixado a mochila lá em casa. Era o Vicente. Marcos e Vinícius foram com ele.
Aí o Vicente foi, desceu, falou, vim pegar a mochila. Ele falou, vocês demoraram. Falaram, a
gente ficou resenhando na praia, depois eu te conto, agora tem que ir para casa, porque minha
mãe já deve estar preocupada.
Ele saiu. Eles tinham em torno de 18 anos. O Vicente tinha 18, os outros dois tinham 19.
O Marcos e o Vinícius tinham 19. E foram embora. Eu fui dormir.
No outro dia à noite, chega Marcos lá em casa. Um dos que tinham ido com ele para o carro.
Rapaz, que viadão foi aquele.
Ele falou assim, viadão por quê? Quem? Aquele seu amigo. Eu falei, ah, João Carlos, ele não é
viado não. Eu falei, o quê? Ele é e muito.
Vou te contar a resenha da praia que a gente foi fumar lá. E ele estava... Aí Marcos me contou
que ele estava com a namorada, toda hora ele olhava para os pivete, mas os pivete não
estavam ligando. E na hora que ele levou a namorada, ele voltou.
Só que uma coisa que eles repararam, que eu não tinha reparado, é porque ele voltou já sem a
sunga de baixo. Ele estava só com o short branco, o short branco meio apertado e sem sunga.
E nisso, ele chamou os meninos para ir fumar lá.
Perguntou se eles tinham. O menino falou que tinha como arrumar. E aí chamou.
Comprou uma quantidade considerável, deu dinheiro para eles. Ele que chamou. E aí foi com os
pivete fumar lá.
Chegou lá, eles começaram a fumar. Ele entrou na água, tirou a camisa, entrou na água. Aí os
meninos falaram, pô, seu shape está massa, está legal.
Ele, ah, é academia. Comecei a malhar já tem um ano. Ele, ah, porque você é alto também,
forte.
Esse olho é lente. Ele, não, meu olho é isso mesmo. Meu olho é natural.
Aí nisso começaram a fumar. Ele falou que ia na água de novo. Aí nisso o short branco já
começou a ficar colante na bunda.
E aparecendo que ele estava sem nada. Aí quando ele voltou, os meninos ficaram, sacanagem,
não é? Não está de sunga, não. Ele, ah, eu quis tirar no carro.
Minha namorada quis dar uma pegada, tudo. Aí eu me sujei um pouco. Aí eu tirei lá dentro do
carro.
Vou botar lá no carro. Aí ele, pô, sua namorada é bonita. Falaram que ele fica assim.
Ele, ah, é, pô, fala que ela é gostosa mesmo, que ela é mesmo. Ela só tem um defeito só, mas é
tranquilo. E continuaram fumando.
Nisso, Marcos, que é o mais fortinho de todos, falou que ia dar uma mijada ali perto. E entrou,
ele falou, ah, também vou. Nisso que ele entrou, ele viu o menino mijando.
Ele ficou olhando ao Marcos. E aí, qual foi? Ele, não, não, estão vendo que o seu pau é grande.
O seu também é. Aliás, sua bunda também é grande.
Quer pegar? Aí, Marcos, hoje, você é viado? Ele, não, não, mas eu gosto de uma putaria de vez
em quando. Ele, pô, o Pivete está ali, vai ver. Ele não tem nada, não.
Aí ele foi e deixou o Pivete pegar na bunda dele. O Pivete pegou, ele pegou logo no pau do
Pivete e ficou massageando. Aí ele falou pro Pivete, pega no meu pau também.
Ele, não, Pivete, não, não, não curto não, sou medo. Aí ficaram lá um tempo. Daqui a pouco, o
Pivete, oh, vou ter que sair.
O pau dele estava meio duro. Nisso, João Carlos ficou, né? Lá, ele também já estava excitado.
Quando ele voltou, todo mundo reparou que o pau dele estava duro.
Só que Marcos não tinha falado nada. Aí Vicente e Vinícius falaram, ah, a gente vai mijar ali
também. Foram os dois, hein, Marcos, espera aí que eu vou.
Aí ele só ia sendo, acabou de vir de mijar. Não consegui mijar não, que me deu tesão. Acho que
é o baseado que eu fumei.
Aí foi lá. Quando chegou lá, os dois botaram pra fora, já sabendo o que tinha acontecido.
Vicente e Vinícius botaram pra fora, já sabendo o que ele tinha feito com Marcos.
Eles logo já pegaram na bunda dele. Pô, cara, o que é isso? O que vocês estão fazendo? Ah, a
gente sabe que você deixou o nosso amigo pegar. Pega aqui, vai.
Nisso, eles começaram a passar a mão na bunda dele. Ele pegou na pica dos dois. Daqui a
pouco ele abaixa e começa a chupar, chupar, chupar.
Nisso, Marcos chega também e broca, começa a botar pra fora. Aí os três começam a botar na
boca dele e tirar. Até que ele empina a bunda e deixa eles botarem o dedo deles.
Ele, ah não, não vou dar não, só vou deixar vocês meterem o dedo. Aí Marcos se sacaneia e
fala, rapaz, você tá todo arrombado já. Ele, não, eu tô não.
É o tesão que tá me dando, eu tô com tesão da porra. Eu não tenho costume de fazer isso não.
Eu gosto de pegar só menino novo.
Com homem mais velho, eu não pego não. Ah, você gosta de menino novo, né? Aí isso, o pau deles começou a crescer e ficar grande. Ele viu e falou, nossa, pauzão de vocês Ele, deixa a gente meter, vai. Eu quero meter, falou Marcos. Vinicius, eu também quero.
Vicente também falou que queria. Aí ele, não, não, não vou deixar meter não. Nisso, eles
começam a ir pra trás dele.
Vai o Marcos e o Vicente atrás dele e começa a colocar. Começa a colocar. A gente brincando.
Daqui a pouco o Vicente consegue colocar. Ele dá um gritinho, já de menina. Aí os meninos
sacaneiam, aí tá virando mulher.
Até gritou fino agora. Ele, ai, tá doendo. Ele tá doendo nada, tá todo arrombado já aqui, ó. E
começaram a bombar ele.
O Marcos começou a bombar. Daqui a pouco o Vinicius, aí revezou com o Vicente. Tudo sem
camisinha.
Botava no cu dele, botava na boca dele. Quando eles faziam, ele ficava doido. O pau dele,
duraço, duraço.
E eles começaram a meter, meter nele, meter nisso. Chegou um outro pessoal que tava ali,
fumando um também. Mas uns dois caras e ficaram assistindo.
E ele lá. Daqui a pouco os dois caras, que eles não conheciam, botaram ele pra mamar
também. No fim da noite, concluindo, todo mundo comeu ele.
Cinco pessoas comeram ele. Cinco pessoas comeram, gozaram nele. Deixaram ele todo sojo.
Tudo bem. Terminaram os outros dois caras também, que eram pescadores, terminaram.
Gozaram nele.
Ele ficou lá todo sem graça. Entrou na água pra se lavar. Pegou a camisa.
Os pivete. Falaram, esquenta não, a gente gostou. Aí o Marcos mostrou aqui.
Já tá ficando duro de novo. Esse é o cu que é gostoso. Ele, porra, não comenta nada com
ninguém não.
Eu tenho namorada, a gente vai ficar noivo. Ele, não, ninguém vai saber não. Só você dar
direitinho pra gente, pra gente se bater.
Só que eles não moravam no mesmo bairro. Então não ia encontrar. Aí nisso, ficou Vinícius
dentro do carro, Vicente com ele, a hora que Marcos saiu.
Antes deles chegarem, início ele me contando, né? Vicente me contando. Que ele ficou dentro
do carro. Aí início ele falou, deixa eu pegar no pau de vocês de novo, enquanto o Marcos tá lá dentro.
Aí ele, ah, tá bom. Aí pegou e falou, porra, vamos terminar essa putaria no motel? Ele falando.
Cara, você quer dar de novo? Ele, quero.
Tô com fogo. Eu não passo esse fogo, não. Eu quero fazer DP com vocês.
Aí ele, você vai fazer DP? Você vai aguentar, viado? Ele, eu não sou viado, já falei. Eu só curto.
Ele, tá bom então.
Peraí que eu vou chamar um amigo nosso, pode? Ele, mas você é discreto? Não, ele é. Só que
tem o pé de mesa. Aí nisso, Marcos voltou, deixaram Marcos em casa com as coisas dele. E
Vinícius também saiu, só ficou Vicente no carro com ele, que ia continuar a noite.
Pararam no bar, ficaram bebendo, porque ele já era maior de idade, já era independente. Aí
chamou o amigo dele. Nisso, chega o Eliton.
O Eliton, um negão forte, também que nem ele, só que a fama de Eliton era de desmarcado,
era que tinha um negócio gigante. Aí o Eliton falou, eu não sei qual é. Falei, venci aqui com um
brother aqui. Aí eu conheci esse pivete, João Carlos, ele é. Porra, cara, é um tempo que a gente
jogava bola junto.
Aí eles começaram a relembrar. Ele é você que tá querendo me dar, é? Aí ele ficou sem graça.
Ah, a gente sabia que você era meio estranho, desde novinho.
Tinha uns boatos que você tinha dado com uns caras aí, uma vez, uns pivete. Mas aí depois
você mudou de bairro, ele é. Pois é, mas foi boato, eu não cheguei a dar não. Ele, agora você
quer dar pra mim? Ele falou, nossa, eu tô com fogo no cu, eu quero dar pra pica grande.
Ele, ó, você vai sofrer, agora tem que pagar. Ele, porra, cara, pagar quanto? Cem reais. Aí o
Vicente falou, ó, pra eu não contar pra ninguém, tem que se morrer outros cem.
Já comi seu cu hoje, aí o... O Eliton falou, você já comeu ele hoje? Falou, já, eu e os pivete,
metemos pica nele. Mas ele não pagou não. Ele comprou baseado pra gente, tem até aqui no
carro ainda.
Ele, bora pro motel. Foram os três pro motel. Nisso, ele começou a mamar Vicente, depois
começou a mamar no Eliton.
E a pica de Eliton só fazia crescer. Quando ele olhou, 28 centímetros. Ele ficou doido, ele, cara,
eu não vou aguentar, não vou aguentar ele agora, vai.
Botou ele de quatro, começou a meter, começou a sair sangue, ele metendo, metendo, pediu
bem no banheiro, se lavou, voltou, meteu mais pica. Por fim, ele já estava acostumado. Foi a
noite inteira metendo no João Carlos, a noite inteira.
Aí Vicente me contou essa história, e aí eu liguei pro João Carlos, mas ele não atendeu. Até hoje.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico isaias14101972g

Nome do conto:
Meu aniversário na praia

Codigo do conto:
240472

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
19/08/2025

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