Aventuras de um casal



Somos Mariane e Marcos, casados há 8 anos, e sempre tivemos uma química ardente, e com os anos a fim de apimentar a relação fomos tornando as nossas fantasias cada vez mais quentes.
Cinco anos atrás, quando ainda morávamos no nordeste, Mariane foi a São Paulo para um congresso do mercado em que trabalhava, e me convidou pra conhecer um pouco do seu mundo profissional e curtir a cidade. Eu na oportunidade, e com o tesão a mil, sugeri uma visita à HotBar, uma casa de swing famosa que descobrirmos pelo blog de um casal swinger, bastante conhecidos no meio liberal.
Na primeira vez, curiosos e meio nervosos, circulamos um pouco para conhecer, olhos arregalados vendo casais se pegando em quartos escuros e gemidos ecoando na sala coletiva. Mariane, coração disparado, ajoelhou no sofá da sala coletiva e chupou o meu pau, um aperitivo pra sentir a vibe, mas sem gozar, guardando o tesão pra uma transa intensa que teríamos quando chegássemos no hotel. Na saída da HotBar, numa coincidência daquelas, trombamos com o famoso casal. Mariane, encantada com a esposa do outro casal, uma loira sensual de olhos confiantes, pediu um beijo, e as duas trocaram um beijão quente, línguas se enroscando na frente dos maridos, que ficaram de queixo caído. Porém como estávamos cansados e também um pouco inseguros, não fomos além, mas o beijo incendiou de vez a nossa transa no hotel.
O tempo passou, aquilo ficou aceso na nossa memória muitas vezes foi um estopim para transas intensas. Atualmente, Mariane não trabalha mais nem no mesmo segmento, e nos mudamos para uma cidade no sudeste, mas as nossas fantasias continuaram vivas, com papos quentes sobre swing, hotwife, mundo liberal e Mariane explorando novos prazeres ao meu lado, mas apenas nas fantasias.
Após uma noite de vinho e conversas sacanas, decidimos viver a fantasia. Sugeri aproveitar um feriado prolongado e irmos curtir São Paulo, e assim aproveitaríamos para voltarmos à HotBar, e Mariane, com um sorriso safado, topou, com o coração acelerado. A HotBar era perfeita — segura, discreta, com uma vibe de luxo e putaria, ideal pra liberar os desejes. A HotBar pulsava com luzes neon e batidas graves que faziam o corpo tremer.
Entramos de mãos dadas, o aperto dela no meu pulso estava misturando tesão e um leve frio na barriga. Mariane, 37 anos, é loira de 1,60m, com uma carinha de princesa que engana qualquer um. Branquinha, a pele quase brilhava sob as luzes, os peitos grandes, fartos, mal contidos num vestido preto curtíssimo que mal abraçava a bunda redonda da rabuda e ainda exibia as coxas grossas e macias. Os mamilos rosados, duros de expectativa, marcavam o tecido fino, e a buceta rosada, que só eu conhecia, pulsava com a promessa da noite. Eu, 45 anos, moreno, 1,78m, o corpo firme de quem malha, cabelos pretos curtos, estava com olhar de quem manda, mas que deixaria Mariane brilhar. A calça preta marcava o meu cacete já meio duro, e uma camiseta discreta, afinal quem tinha que brilhar era ela. Depois de tantas fantasias passei a pirar com a ideia de ver Mariane desejada por outro, de ver aquela gostosa ser possuída de tanto tesão, e hoje, com a HotBar lotada, o tesão tava explodindo.
— Tô com uma vontade louca hoje, amor — murmurou Mariane, a voz suave, quase doce, tremendo de excitação, os lábios roçando na minha orelha enquanto olhava o salão.
Casais se esfregavam na pista, olhares gritando putaria.
— Então vai, minha princesa — respondi, com voz grave, e um sorriso sacana enquanto dava um passo atrás, deixando ela comandar.
Mariane caminhou pro bar, o rebolado fazendo o vestido subir perigosamente, sabendo que eu tava babando naquele rabo. Seus olhos travaram num cara, que chamaremos de Lobo, uns 1,85m, forte pra caralho, ombros largos, tatuagens subindo pelos braços musculosos. Moreno, cabelo curto, barba bem aparada, uns 40, 42 anos, ele tinha um rosto bonito, de macho experiente, com um volume na calça jeans que denunciava um pauzão grande e grosso. Figurinha carimbada na HotBar, Lobo exalava confiança, e o olhar dele fez a buceta de Mariane molhar na hora.
— Oi, tá sozinha? — perguntou Lobo, com um sorriso leve, sem forçar, os olhos passeando pelos contornos do vestido dela. Mariane sorriu, um toque de timidez misturado com ousadia.
— Não, vim com meu marido — disse, apontando pra mim, que me aproximei, com um brilho de tesão nos olhos.
— Mas ele tá de boa com a gente conversando. Então cheguei, pus a mão na cintura de Mariane, um gesto que marcava presença, mas com um aceno amigável pra Lobo.
— Beleza, cara. A gente tá só curtindo a noite — disse pra ele, a voz tranquila, mas com um tom que deixava claro que tava aberto ao jogo.
Lobo assentiu, o sorriso mais solto, e a conversa fluiu naturalmente, com risadas e provocações sutis. Mariane, com os drinks soltando a timidez, ria alto, os olhos brilhando, até que, com um olhar de “quero meter agora”, me puxou pela mão e fez um gesto pra Lobo os seguir. Fomos pra uma sala reservada da HotBar, com sofás de couro preto, luzes baixas e cortinas grossas abafando a música.
O ar tava quente, cada respiração pedindo sexo. Mariane me sentou Marcos no sofá, me dando um beijo rápido, a língua roçando a minha com um sorriso safado, antes de se virar pra Lobo.
— Fica aí, amor, deixa eu curtir um pouco — sussurrou.
Eu me ajeitei no sofá, o cacete marcando a calça, os olhos fixos nela, em êxtase. Mariane se aproximou de Lobo, o corpo roçando no dele, e começou um namoro gostoso, as mãos passeando pelo peito liso e forte dele, os lábios se encontrando num beijo lento, mas cheio de tesão. Lobo correspondeu, as mãos subindo pelas coxas grossas dela, apertando a bunda redonda por cima do vestido, enquanto Mariane gemia baixo, o corpo se arqueando contra ele. Eu, assisti a tudo, tava hipnotizado, o pau duro como pedra, o coração disparado com a visão da minha esposa linda, maravilhosa se entregando. Mariane puxou Lobo pro sofá ao lado, subindo no colo dele, o vestido subindo até revelar a calcinha de renda preta.
Ela beijava Lobo com fome, a língua invadindo a boca, enquanto as mãos dele rasgavam o vestido, expondo os peitos grandes, os mamilos rosados duros sob a luz. Mariane gemeu, rebolando no colo dele, sentindo o volume do pauzão na calça.
— Tira isso — disse ela, a voz rouca, os drinks soltando a safadeza, enquanto abria o cinto de Lobo, que rapidamente arrancou a calça, revelando o pau grande e grosso, veias pulsando. Mariane, de joelhos, pegou o pauzão com a mão, masturbando com força, antes de cair de boca, chupando com vontade, a língua rodando na cabeça enquanto olhava pra mim, que gemia baixo, com a mão apertando o próprio cacete por cima da calça.
Mariane lambia o pau de Lobo, engolindo até o fundo, gemendo com o gosto, enquanto Lobo segurava os cabelos loiros dela, guiando a chupada.
— Porra, que boca gostosa — grunhiu Lobo, enquanto Mariane subia, guiando o pauzão pra buceta rosada, sentando com força, sentindo ele esticar ela.
— Fode minha buceta, seu safado — disse ela, a voz tremendo de tesão, rebolando enquanto Lobo metia com estocadas firmes, as mãos cravando na bunda redonda e branquinha.
Eu assistia, em êxtase, o tesão explodindo ao ver Mariane cavalgando outro cara, a buceta molhada brilhando sob a luz, os peitos grandes balançando a cada movimento.
Mariane, no auge do tesão, olhou pra mim, com os olhos brilhando de tanta putaria.
— Vem, amor, lambe minha buceta — disse, a voz rouca, enquanto Lobo diminuía o ritmo, com o pauzão ainda dentro dela.
Mariane se levantou, a buceta molhada com o cheiro forte de sexo, e sentou no sofá, as pernas abertas, me chamando. Eu não tive outra alternativa, e me ajoelhei na hora, o rosto entre as coxas grossas, a língua lambendo aquela bucetinha rosada, sentindo o gosto misturado de Mariane e Lobo. Mariane gemeu alto, uma mão nos meus cabelos, a outra puxando Lobo pra perto, beijando ele enquanto eu a chupava, o cheiro de sexo enchendo o ar.
— Porra, lambe gostoso, amor — disse Mariane, com a voz pesada, notadamente já misturando a embriaguez dos drinks com a do tesão, liberando a safada que havia dentro dela e que eu conhecia tão bem.
Ela agarrou o pau de Lobo, chupando com vontade, enquanto eu lambia a buceta, a língua explorando cada canto molhado. Ela alternava, chupando o pauzão de Lobo e depois o meu, que já tava de calça aberta, com o pau pra fora, duro pra caralho. Ela lambia os dois paus, um de cada vez, a boca gulosa engolindo um e depois o outro, gemendo enquanto os segurava firme.
Despois disso ela se posicionou de quatro no sofá, guiando o pau de Lobo de volta pra buceta, empurrando com força.
— Fode minha buceta, Lobo — disse, enquanto chupava o meu pau, a boca molhada deslizando até o fundo. Eu gemia, segurando os cabelos loiros dela, o tesão explodindo ao ver a minha esposa me chupando enquanto Lobo metia forte naquela buceta rosinha.
— Quero esse cuzinho apertado, meu amor — falei pra ela, lembrando as fantasias onde eu sempre fodia o rabo dela. Mariane riu, o tesão falando alto.
— Então vem, amor, mete nesse cu — respondeu, inclinando-se mais, com a buceta pulsando no pauzão de Lobo.
Meu pau já totalmente lubrificado com aquela chupada, fui pra atrás dela com cuidado, a ponta do cacete forçando o cuzinho apertado. Ele entrou devagar, sentindo a resistência ceder aos poucos, enquanto Mariane gemia alto, o corpo tremendo com a mistura de dor e prazer.
Lobo, na frente, mantinha estocadas firmes na buceta, o pauzão grosso esticando ela, as mãos segurando os quadris para manter o ritmo. Mariane, no meio, arqueava o corpo, os peitos grandes balançando a cada movimento, a respiração entrecortada enquanto os dois paus a preenchiam. Acelerei, metendo no cu com mais força, sentindo o aperto quente pulsar em volta dele, enquanto Lobo sincronizava as estocadas, a buceta engolindo o pauzão com cada investida.
— Porra, me fodem, seus filhos da puta — gritava Mariane, a carinha de princesa virada em tesão, o corpo se movendo em sintonia, rebolando para acompanhar os dois. Nós três achamos um ritmo, Mariane no centro, o corpo vibrando com a dupla penetração. Eu metia no cuzinho com estocadas profundas, cada movimento fazendo ela gemer mais alto, enquanto Lobo fodia a buceta, o pauzão grosso roçando no ponto certo, as mãos cravando na bunda enquanto eu segurava pelo quadril.
O sofá rangia, o som da pele batendo ecoando na sala, o cheiro de sexo dominando tudo. Mariane, perdida no tesão, segurava os ombros de Lobo, o corpo tremendo enquanto os dois a fodiam, cada estocada levando ela mais perto do ápice. Mariane gozou primeiro, o corpo convulsionando, a buceta apertando o pau de Lobo, o cuzinho pulsando no meu. Ela gritou, um som cru, eu fui logo depois, gozando dentro do cu com um grunhido, enchendo ela enquanto segurava os peitos dela com força. Lobo, sentindo os espasmos da buceta, gozou também, o pau grosso pulsando enquanto enchia ela, um gemido grave escapando. Exaustos, caímos pro lado nos separando, o ar pesado com suor e sexo.
Mariane, ofegante, ajeitou o vestido, nunca vou esquecer aquela carinha de princesa com um sorriso safado, os cabelos loiros desgrenhados, a puxou pra um beijo bruto, a língua invadindo a boca dela, marcando que ela era minha.
— Boa noite — disse Lobo, com um sorriso sacana, ajustando a calça antes de sumir pelas cortinas, e nos nos ajeitamos, a noite já havia sido incrível, era hora de ir pro hotel.
Na volta o vento frio não apagava o calor que ainda rolava entre nós. Mariane, com os pés no painel, o vestido amassado, os cabelos loiros bagunçados, olhou pra mim com um sorriso cúmplice, a carinha de princesa misturada com a safadeza da noite.
— Meu Deus, Marcos, você gostou, né? — perguntou ela, a voz voltando ao tom doce, mas com um toque de provocação. Eu dei uma risada forte, segurando o volante com uma mão e apertando a coxa branquinha dela com a outra.
— Porra, Mariane, ver você com o Lobo e depois me chamar pra lamber tua buceta, e ainda levando dois paus? Quase me matou de tesão. Olhei pra ela, os meu olhos pretos brilhando.
— Mas o que me pega mesmo é saber que, no fim, somos só nós dois. Ela se inclinou, beijando meu ombro.
— Sempre nós dois, amor — murmurou, a mão cobrindo a dele.
— Isso só rolou porque eu sei que você tá comigo, sempre.
Apertei a mão dela, um gesto simples, mas cheio de verdade. A foda na HotBar tinha sido uma loucura, uma explosão de sacanagem que ecoava o beijo com a esposa do famoso casal swinger cinco anos atrás. Mas ali, no carro, com a estrada se abrindo na frente, a confiança entre eles era o que pegava fogo de verdade. Casados há 8 anos, sabíamos que, por mais que nos jogássemos na putaria, sempre voltaríamos um pro outro. Chegando no hotel, Mariane me puxou pra dentro, a porta mal fechando antes de nos pegarmos de novo, só nós dois, selando o que já sabíamos: a sacanagem era foda, mas o que tínhamos juntos era imbatível.

A foto é do dia, usamos IA pra darmos uma disfarçada, afinal a ideia é apenas dividir o fato não a fonte.

Foto 1 do Conto erotico: Aventuras de um casal


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Aventuras de um casal

Codigo do conto:
240780

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
23/08/2025

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