Aventuras de Casal: Festa na Vaquejada

Marcos e Mariane, agora já casados há nove anos, decidiram tirar férias em Natal, a terra natal dela, para relaxar na praia e matar a saudade da família. Já fazia um ano desde aquela noite inesquecível na HotBar em São Paulo, uma memória que eles guardavam com carinho especial, revivendo em sussurros nas noites quentes, misturando o tesão à cumplicidade como só eles entendiam. Chegando a Natal foram dias de visitar os parentes, amigos mais próximos e ir nos lugares que a muito não iam, e foi numa noite dessas, enquanto jantavam em um restaurante aconchegante perto de onde haviam morado anos atrás, que reencontraram por acaso com Leila e Vagner, amigos de longa data de Mariane. Leila, com um abraço apertado e um sorriso largo, logo puxou conversa, e Vagner, sempre simpático, se juntou. Na empolgação do reencontro, falaram da vida, dos filhos e, inevitavelmente, da famosa vaquejada no interior do estado que rolaria dali a uns dias. Como Marcos e Mariane já estavam programados para ir até lá rever a família dela, Mariane fez o convite na hora: "Vocês deviam vir com a gente, vai ser demais!". Leila topou animada, e Vagner concordou, combinando tudo ali mesmo, sem planos mirabolantes, só a promessa de um fim de semana animado.

Vagner era um homem branco, alto, uns 1,85m, braços grossos de trabalhador braçal na empresa dos pais de Leila com quem era casado. Leila uma morena deliciosa, baixinha, cabelo liso preto caindo nos ombros, coxas grossas que pediam pra ser admiradas, bunda grande e empinada, peitos fartos que avolumavam qualquer blusa. Mariane, uma loirinha de 1,60m com carinha de princesa, pele branquinha, peitos grandes e bunda redonda, sentia uma conexão antiga com Leila, das brincadeiras de infância. Marcos, moreno de 1,78m, corpo firme de muita malhação, acompanhava o papo animado e curtia a companhia descontraída do casal.

No sábado, para se deslocarem até a cidade do evento, cada casal foi no seu carro, mas ficaram de se hospedar na casa da vó de Mariane, que estava viajando e deixou a chave pros visitantes. Chegaram no calor do meio-dia, o sol castigando, não tinha outra alternativa e já saíram pra passear. Andaram pela cidadezinha, visitando os familiares, os barzinhos, experimentando comidas típicas, e combatendo o calor com cervejas geladas e drinks refrescantes – caipirinhas de cachaça com limão que desciam suaves, soltando as risadas. Mariane contava histórias da infância ali, o suor escorrendo pelo decote, colando a blusa no corpo, enquanto Marcos a olhava com orgulho, com a mão na coxa dela por baixo da mesa. Vagner conversava sobre futebol, e Leila, com um shortinho folgado que mostrava as coxas grossas, animava o grupo com piadas leves, o cabelo preto brilhando no sol. Era tudo natural, sem segundas intenções, só amigos curtindo o dia.

À noite, hora de se arrumar pra festa. Mariane caprichou no look: um short preto curto que marcava a bunda redonda, e o fio dental bem pequeninho, deixando as pernas macias à mostra. A blusinha branca leve de alcinha valorizava os peitos grandes, sem sutiã, os mamilos rosados marcando o tecido fino com a brisa, pra completar o visual uma bota de cano médio, pronta pra dançar forró até amanhecer. Leila não ficou atrás: calça jeans super apertada que grudava na bunda grande, a calcinha enterrada no rabo, marcando tudo. O corpete delineava a cintura e empinava os peitos fartos, o decote chamando atenção. Bota cano alto com salto, dando um ar de vaqueira confiante. Marcos vestiu calça jeans, camisa de botão manga longa quadriculada vermelha, que realçava o peito forte, e bota. Vagner, calça jeans, camisa manga longa quadriculada preta e cinza, bota e um chapéu de vaqueiro que o deixava ainda mais alto. Os dois ficaram encantados com a beleza de suas esposas que estavam arrasando.

Decidiram ir num só carro, o de Vagner, pra facilitar e já entrar no clima. O caminho foi cheio de conversa fiada, música tocando baixo no som, latinhas de cerveja circulando. Chegando na festa, o lugar tava lotado: luzes piscando, muita animação e poeira no ar, vaqueiros montados e o forró rolando solto. Pegaram mais bebidas – cervejas, whisky com energético – e foram pra pista. Dançaram juntos primeiro, casais colados no ritmo apertado, rindo das pisadas nos pés. Daqui a pouco enquanto estavam descansando na mesa, tocou uma música super animada e Leila puxa o Marcos pra dançar, pois o Vagner tinha ido pegar mais energético pra tomar com Whisky. Sem malícia, só pela animação, ela adorava aquela música. Quando Vagner chegou, fez uma brincadeira, mas também convidou Mariane pra dançar e ela topou.
Vagner, o corpo alto dele guiando Mariane, a mão na cintura com firmeza natural. Leila com Marcos, gingando no compasso, sentindo o calor dele.

As músicas foram acalorado o ritmo e as danças foram naturalmente esquentando aos poucos, o forró colado fazendo os corpos suarem e se aproximarem mais. O cheiro do Vagner com aroma de suor misturado a um perfume forte e o tanto de bebida, que fez Mariane se sentir mais solta, sarrando sutilmente a bocetinha na perna dele, e sentindo o pau endurecendo na calça jeans. "Você dança bem, hein?", comentou ele, como a voz grave no ouvido dela, e a barba roçando a pele branquinha. Do outro lado, mão do Marcos puxava a cintura da Leila contra seu corpo e ocasionalmente deslizava rapidamente sobre a bunda grande de Leila, mas o movimento do forró levando as coxas grossas dela a roçarem no pau dele, que reagiu naturalmente, duro como pedra. Leila sorria, o suor escorrendo pelo decote, os peitos fartos balançando no corpete. "Você não perdeu o ritmo, Marcos", disse ela, sarrando mais do que o necessário para a dança, com aquele cheiro de fêmea aquecida no ar. Era inevitável, com o álcool e o calor, os corpos se entregando ao momento, bocetinhas molhadas e paus duros procurando o contato.

O clima tava carregado, olhares rápidos cruzando entre os casais, mas a banda anunciou um intervalo pra entrada da última atração da noite. Todo mundo parou ofegante, o suor colando as roupas. "Que calor danado", comentou Mariane, abanando o rosto com a mão, um sorriso leve disfarçando a excitação. Vagner e Marcos ajustaram as calças discretamente, rindo de algo bobo, enquanto Leila sorria pra amiga. As meninas foram pro banheiro, Mariane e Leila caminhando juntas, trocando comentários sobre a festa. "Tá animada, né? Esse forró deixa a gente louca", disse Mariane, rindo, sem forçar nada. Leila assentiu, corando levemente: "É, amiga, a noite está incrível, melhor do que eu imaginava" . As meninas se conheciam de muito tempo, Mariane sabia que a Leila era bem danadinha na adolescência, e Leila que foi uma das organizadoras da despedida de solteira de Mariane, sabia que uma das loucuras que ela falou que poderia fazer um dia seria uma troca de casal, o que deixou ela na oportunidade com o queixo no chão, pois não era perfil daquela Mariane, enfim nesse momento ela curiosamente relembrou essa história, e perguntou a Mariane se isso já havia acontecido, com o que ela respondeu com aquela carinha de princesa sapeca: AQUELA FANTASIA AINDA não. Enquanto isso, os rapazes foram comprar mais bebida, Marcos comentando com Vagner: "Sua mulher dança muito tem um gingado e tanto". Vagner sorriu: "A sua também, cara. Tá rolando uma energia boa aqui". Beberam mais, o álcool manteve o clima leve.

A última banda entrou, dançaram um pouco mais, aquele clima de tensão tinha diminuído mas ainda pairava no ar. Lá pelas quatro da manhã, decidiram voltar pra casa. No carro, som alto tocando forró e sertanejo, cantando forte, gritando as letras com erros, rindo alto. Mariane no banco de trás com Marcos, a mão dele na coxa dela, apertando de leve, enquanto Vagner dirigia com Leila no passageiro, o chapéu de vaqueiro jogado no banco. "Que noite incrível!", exclamou Mariane, o vento bagunçando os cabelos loiros, todos felizes, o calor da festa ainda pulsando nas veias, mas sem muita previsão pra o que viria depois.

Chegando na casa, o ar fresco da madrugada contrastava com o calor nos corpos. A casa era antiga, aconchegante, com uma sala ampla e quartos simples, mas vazia e perfeita pra continuar a farra. "Vamos abrir mais uma gelada?", sugeriu Vagner, abrindo a geladeira e pegando cervejas. Leila ligou o som no celular, conectando num alto-falante velho que achou na sala, e o forró baixinho voltou a tocar. Sentaram no sofá e nas poltronas, suados e rindo, relembrando os melhores momentos da festa. Mariane, com o short curto subindo nas coxas, cruzou as pernas, sentindo o olhar de Vagner passear rápido, mas disfarçado. Marcos, ao lado dela, apertou a mão na bunda redonda dela por baixo, um gesto sutil que a fez sorrir. Leila, tirando as botas, esticando aquelas pernas grossas maravilhosas, e com o corpete ainda marcando os peitos fartos, olhou pra Marcos e disse : "Bora animar gente que eu ainda tô cheia de energia".

O papo fluiu, o álcool foi soltando as línguas. Leila, rindo de uma piada, se inclinou pra frente, o decote abrindo mais com os seios quase pulando pra fora, e Marcos não resistiu a olhar. Vagner notou, mas sorriu: "Ei, cara, tá gostando da vista?". Foi brincadeira, mas o ar ficou mais quente. Mariane, sentindo o clima, cutucou a Leila: "Essa Leila sempre foi a mais ousada, e eu até tinha uma invejinha". Leila riu, e disparou: "Mas foi você, que na despedida de solteira, falando de loucuras como troca de casal... Aproveitando me fala a verdade ainda não rolou, né?". Mariane com um sorriso safadinho respondeu: "Como te falei, AINDA não, mas quem sabe... A noite tá boa". Marcos e Vagner trocaram olhares, o tesão bateu forte, aquele impulso que sobe no corpo de repente. "Se rolasse, seria com amigos assim", murmurou Marcos, testando a abertura.

E foi assim que tudo aconteceu, natural, sem pressa. Leila se levantou pra dançar sozinha, rebolando aquela bunda grande na calça apertada, e puxou Marcos de novo: "Vem continuar o que começou na pista". Vagner fez o mesmo com Mariane, colando o corpo alto no dela, as mãos na cintura descendo devagar pra bunda. O forró em casa virou algo mais íntimo, corpos suados roçando. Mariane sentiu o pau de Vagner duro contra ela, e botou ele pra fora colocando na mão para sentir melhor aquele mastro enorme que fez a amiga se apaixonar pelo empregado do pai, e gemeu baixo, punhetando lentamente. Do outro lado, Marcos beijou o pescoço de Leila, as mãos apertando os peitos fartos por cima do corpete, enquanto ela rebolava no colo dele.

Os casais se misturaram no sofá. Mariane sentou no colo de Vagner, beijando ele devagar, a língua explorando, enquanto tirava a camisa quadriculada dele, revelando o peito forte. Marcos, com Leila, arrancou o corpete, expondo os peitos fartos com mamilos durinhos, e foi chupando enquanto apertava a bunda grande pela calça. "Porra, que delícia", grunhiu Marcos, sentindo Leila abrir sua calça, pegando o seu pau duro e grosso. Mariane, vendo aquilo, molhou mais a bocetinha, e ajudou Vagner a tirar o short dela, revelando o fio dental vermelho enfiadinho.

A coisa esquentou pra valer. Leila ajoelhou, abocanhou o pau de Marcos com fome, a boca gulosa engolindo até o fundo, enquanto ele gemia, olhando Mariane cavalgar devagar no pau de Vagner, que tava grosso e duro, esticando a buceta rosada dela. "Fode gostoso, Vagner", sussurrou Mariane, rebolando, com os peitos grandes balançando no seu rosto. Vagner apertava a bunda dela, metendo de baixo pra cima. Marcos, excitado com a visão, puxou Leila pro sofá, abrindo a calça jeans dela, lambendo a buceta molhada, e colocando ela de quatro pra meter forte. O cheiro forte de sexo encheu a sala.

Trocaram posições, natural como a dança. Mariane chupou o pau de Vagner, lambendo as bolas, enquanto Leila agora sentava na cara de Marcos, rebolando as coxas grossas no rosto dele. Depois, as meninas se beijaram, línguas se enroscando, peitos roçando, enquanto os maridos assistiam, masturbando. "Vem, amor, me fode junto", chamou Mariane pra Marcos, de quatro no sofá. Marcos meteu na buceta rosada dela, enquanto Vagner, colocou Leila no colo, que pulava insandecida.

Mas Leila, no auge do tesão, queria mais. Vagner deitou no sofá, o pau grosso erguido como um mastro, e Leila subiu nele, sentando com força com a buceta completamente molhada, rebolando com vontade e empinando a bunda grande pro alto. "Porra, que pauzão, amor", gemeu ela, pulando com força que dava pra ouvir as batidas dos corpos. Mas não bastava: "Me dá mais pica, gente, quero os dois me enchendo!", pediu ela, a voz rouca, a bunda empinada convidando, o cuzinho piscando de expectativa. Marcos, com o pau duro como pedra, não resistiu – lubrificou com saliva e se posicionou atrás, forçando devagar a cabeça no cuzinho apertado dela. Leila gemeu alto, o corpo tremendo, mas empinou mais: "Mete, Marcos, fode meu cu enquanto o Vagner estica minha buceta!". Ele entrou devagar, sentindo a resistência ceder, até estar todo dentro, os dois paus roçando um no outro através da parede fina.

Mariane, assistindo hipnotizada, interagiu com eles, beijando o marido Marcos com paixão, a língua invadindo a boca dele enquanto ele metia no cu de Leila. Depois, ela chupou os peitos fartos da amiga, lambendo os mamilos, e depois sentou na cara de Vagner pra levar uma generosa chupada. "Que delícia, amiga, goza pros machos", sussurrou Mariane, alternando beijos na boca de Leila, com as línguas se misturando em meio aos gemidos. Vagner e Marcos acharam o ritmo, metendo sincronizados, estocadas firmes que faziam Leila gritar de prazer, o corpo convulsionando. "Me fodem, seus safados!", berrou ela, gozando forte, a buceta apertando o pau de Vagner, o cu pulsando no de Marcos.

O tesão explodiu: Vagner veio primeiro, enchendo a buceta de Leila com porra quente, grunhindo grave. Marcos seguiu, gozando no cuzinho dela, apertando a bunda grande com força, terminando de esporrar nas costas dela. Mariane, excitada, ganhou uma chupada apaixonada de Leila, que lambeu a buceta rosada dela até ela gozar também, tremendo nos braços da amiga. Exaustos, os quatro se jogaram no sofá, suados e ofegantes, rindo baixo entre beijos leves. "Que loucura boa", murmurou Leila, olhando pra todos. Mariane abraçou Marcos: "Sempre nós dois, amor, mas com amigos assim... é ainda mais inesquecível".

No dia seguinte, acordaram com café forte e sorrisos cúmplices, sem arrependimentos. Conversaram sobre a noite como se fosse um sonho compartilhado, fortalecendo os laços. Voltaram pra Natal, com a memória daquela vaquejada virando mais um segredo quente, que só eles quatro sabiam, pronto pra ser revivido em sussurros nas noites quando voltassem pra suas casas.

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240780 - Aventuras de um casal - Categoria: Cuckold - Votos: 22

Ficha do conto

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Nome do conto:
Aventuras de Casal: Festa na Vaquejada

Codigo do conto:
250951

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
03/01/2026

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