Não Basta Ser Pai - 34



- Como é que é? O que você tá me dizendo, Dan?

Era coincidência demais, depois de tudo que tinha acabado de acontecer, além de ser uma loucura Dan me largar essa bomba, assim, do nada, de repente.

- Tô te falando, paizão, Júnior, filho de tio Alfredo e tia Aline é gay!

- Pera, Dan, que história é essa? Me conta isso direito, filho.

- Alfredinho é gay, pai, simples assim! Quem diria, né, todo bofão...

- Para, filho, me explica isso. Como foi que você soube?

- Eu não soube, pai, eu vi, ninguém me contou!

- Viu o que, Dan?

- Pai, assim que acabou o filme, eu saí da sala correndo, tava em tempo de me mijar, enquanto Juan, lesado, ficou vendo os letreiros. Pra que alguém precisar ver os letreiros de Guardiões da Galáxia? Mas, enfim, quando cheguei no lobby do multiplex, o banheiro tava interditado, então tive que ir no banheiro do Shopping. Mandei msg pro tonto do meu namorado e desci. O shopping tava fechando, praça de alimentação quase vazia, então imaginei que o banheiro também tava vazio, só que não...

- só que não o que, Dan?!

- Quando eu entrei tinha uns três caras naquela parte dos mictórios, que fica atrás de uma parede, formando uma rodinha e no meio deles tinha um quarto cara ajoelhado, provavelmente chupando o pau dos caras. Eles não me ouviram chegar, então pude me aproximar sem perceberem até que um deles me notou, tomou um susto e se afastou rapidamente. Só aí eu vi o cara que tava ajoelhado chupando os outros? Advinha quem era?

- não!!!!!!!!!!!!!

- simmmmm!!!! Creia, paizão, o Júnior tava ajoelhado com o pau de um dos caras todo na boca enquanto punhetava o outro. Ele tava num tesão tão grande que suspirava e gemia de olho fechado...

- Dan, eu não acredito. Cê jura, filho?!! Você tem certeza de que era ele? Assim, no meio do shopping??? Meu deus!!!!

- Ah, pai, aquele banheiro é conhecido pela pegação, até porque fica mais isolado. Como os mictórios ficam atrás dessa parede, a galera tem tempo de disfarçar quando entra alguém. Só que eles não perceberam eu chegar porque esse tênis que eu tô usando não faz barulho e olha que nem cheguei na surdina, tava correndo pra mijar.

- e aí? Depois disso, o que foi que aconteceu?

- ah, eu virei pro lado e comecei a mijar no primeiro mictório que achei. Foi quando Juan entrou no banheiro e chamou meu nome. Nessa hora vi a rodinha do boquete se desfazendo e o trio saindo apressado.

- ele te viu?

- não sei mas deve ter visto, eu tava a um metro e meio de distância dele...

- estou em choque, nunca imaginei, o Alfredinho, Dan, e ainda não me refiz de outro susto que você não tem nem ideia!!!!

- como assim, paizão?

- tá sentado?

- tô, porra!!!!

- Dan!!!!!!!!!! Me respeite que eu não sou seu porra!!!!

- não, você é meu paizão que me dá porra!!!!

A gente riu da maluquice dele, o que foi bom porque me ajudou a relaxar pra poder contar com calma pra ele o que tinha rolado.

- Sabe por que você me encontrou pelado aqui na sala?...

E contei tudo. Nos detalhes. Dan ouviu atentamente meu relato, soltando expressões de surpresa: “o quê?”, “não acredito”, cê jura, paizão?!”, “choquei”, “caralho!” e, apesar de ter prometido a Alfredo que não diria a ninguém do tesão dele pelo filho, a revelação que Dan trouxe, mudava tudo. Quando acabei, Dan tava boquiaberto com tudo:

- e eu achando que tinha a notícia do ano... porra, paizão, mas tu é foda, né?! O cara vem te contar uma parada complicada, esse lance de ter visto a gente me deixou cabreiro...

- eu também fiquei, filhão, na hora eu tremi todo, um susto da porra e um medo do caralho disso chegar aos ouvidos de tua mãe...

- mas o medo passou ligeiro, né, porque o cara largou a bomba e você acabou trepando com tio Alfredo... tu é foda, véi...

- véi é teu cu! Me respeita, Dan!!!!!

- ah, paizão, te respeito tanto que te chupo gostoso!!!!

- putz, você é foda, Dan, leva tudo pra putaria...

- falando em putaria, eu entendi direito que você falou que tio Alfredo quer ver a gente curtindo...?

- sim, ele confessou que gostou muito do que viu e que gostaria de uma sessão privê...

- só que agora, esse showzinho pode evoluir para uma suruba Pais & Filhos, né?!...

- Dan!!!!!!!

- sério, pai!!!! Acho que a gente pode dar essa força e ajudar esses dois a se entenderem...

- filho, pelo amor de Deus, não vá fazer nenhuma maluquice. A gente nem sabe se o tesão de Alfredo pelo filho é correspondido pelo filho. O fato de Junior ser gay não significa que ele queria curtir uma parada incestuosa, ou você acha que todo filho tem tesão pelo pai? Né assim não, filhote, somos a exceção da exceção. Nosso lance é raro, raríssimo...

- de fato, pai, não significa mas os caras que ele tava chupando eram dois maduros, então de cara mais velho ele gosta...

- será?...

Ficamos eu e meu filho nos olhando, fazendo conjecturas mentais... até que Dan falou:

- a gente tem que tomar mais cuidado, pai... esse lance da gente ter sido visto pelo tio Alfredo foi tenso!!!

- pois é, Dan... o fato de sua mãe já saber que sou bissexual e ter aceitado sem fazer confusão, de ter sido super compreensiva, não significa que ela vai ser capaz de entender que eu e você temos um caso

- um caso, pai? Um caso? A gente se ama!!!

- sim, filhote, a gente se ama mas nosso amor de pai e filho tem coisas que a maioria das pessoas jamais vai entender...

- eu sei, pai... as pessoas nunca vão entender que, além de pai e filho, também somos dois homens, que se gostam como homens que somos... a gente não escolheu ser assim, mas é assim que somos...

Aquela frase, dita daquela maneira por aquele garoto, que eu criei como filho e que, por duas vezes, mudou minha vida tão completamente, primeiro quando há quinze anos me tornei pai daquele menininho loirinho, lindo, 3 anos de muita sapequice, e depois, há pouco mais de dois meses, quando me apresentou a um Eduardo que existia dentro de mim e eu não tinha a menor noção, aquela frase mexia comigo de uma forma que nem eu mesmo seria capaz de entender, mas, como Clarice escreveu em um de seus livros que li quando fazia colegial, “viver ultrapassa qualquer entendimento”.

Estendi os braços e Dan se aninhou entre eles. Nos abraçamos em silêncio e ficamos ali, sentados, abraçados, ouvindo a respiração do outro enquanto nossas mentes divagavam sobre todos aqueles fatos recentes e, no meu caso, sobre minha trajetória desde que descobri e aceitei que tenho um lado gay poderoso. Aliás, para ser bem honesto, antes de acontecer o que aconteceu entre eu e Dan, eu agia como qualquer homem hetero, reparava nas mulheres, sobretudo em suas bundas, tinha todo o élan de um cara careta que tinha tesão e comia mulheres, embora tenha sido fiel a Patty todo esse tempo. Mas depois que provei da fruta, foi como uma tsunami. Reparei que eu não reparo mais em mulheres, meu tesão por Patty não foi abalado, pelo contrário, temos tido fodas épicas, mas, por outro lado, hoje eu reparo nos homens, presto atenção em seus corpos, coxas, peitoral, bunda, volume da rola... é, meus caros, virei um manja rola, puta merda...

Eu ria sozinho, comigo mesmo, quando Dan voltou a falar, só que dessa vez sobre a história de Alfredo e Alfredinho Junior:

- pai, a gente tem que ser muito esperto com o lance dos vizinhos da frente. Tia Aline é doente de ciúmes de tio Alfredo. Controla ele pra caramba e ela é barraqueira, viu?! Já vi ela fazer uma cena no clube do condomínio porque ela cismou que tinha umas donas olhando e se engraçando pra tio Alfredo.

Eu concordei com Dan. Aquela situação era campo minado, mais cedo ela ligou duas vezes enquanto ele estava aqui em casa, monitorando o marido. Imagina se ela sonhasse sobre o que rolou?!!!

Nesse momento, meu celular tocou e era Patty, numa vídeo chamada. Atendi preocupado, ela me disse mais cedo que ia dormir logo, tava cansada e a agenda de amanhã vai ser puxada. Quando ela me viu ao lado de Dan ficou toda feliz por estarmos em casa. Falou que tava com insônia e resolveu arriscar se eu tava acordado. Falamos bobagens por alguns minutos até que ela começou a abrir a boca e disse que agora achava que ia conseguir dormir. Assim que ela desligou, Dan começou a pegar no meu pau e me pediu com a maior cara de safado:

- Pai, deixa eu dormir com você hoje?

Minha resposta foi se levantar e puxar ele pela mão. Quando chegamos no quarto, Dan perguntou se eu já tinha feito sexo via cam. Eu nem sabia o que era isso. Ele falou de um site onde as pessoas transam na frente das câmeras enquanto outras assistem.

- você tá louco, Dan. Imagina se eu vou me expor?

- e quem falou em se expor, paizão? A gente usa máscara...

- Dan, isso é perigoso...

- é excitante, você imaginar que tem um monte de gente assistindo e batendo punheta, que vai gozar porque tá vendo a gente fuder...

- ah, filho, não se eu tenho coragem...

- pera, deixa eu pegar meu macbook e as balaclavas...

Quando ele voltou com aquelas máscaras pretas de motoboy, eu ainda estava reticente, então Dan propôs que a gente apenas botasse a máscara e se visse na câmara, sem transmitir, só pra eu ver como era...

Com muito relutância, aceitei, botamos as máscaras, sentei recostado na cabeceira da cama e Dan, depois de posicionar e abrir a câmera do seu notebook, se ajeitou entre minhas pernas e começou a chupar meu pau ainda mole. Foi uma sensação curiosa me/nos ver na tela, além de umas constatações curiosas: meu pau é muito grande e muito grosso. Meu corpo parece mais parrudo do que de fato estou. O contraste entre minha pele (mais moreno) e a de Dan (branquinho) criava uma imagem muito sensual. Meu filho me chupava com o talento de um ator pornô. Ele sabia como se posicionar para mostrar na Cam meu pauzão sendo engolido por sua boca gulosa.

Quando ele senti que eu tava excitado e mais relaxado, perguntou se podia logar no site e começar a transmissão. Eu não estava totalmente convencido de que aquilo era seguro de se fazer, mas é difícil ser sensato com uma boca envolvendo a cabeça da sua pica enquanto a língua dava voltas nela.

A transmissão começou a rolar e logo apareceram as primeiras pessoas. Havia um chat onde elas podiam mandar msgs. Dan, acostumado a entrar naquela putaria virtual, começou a ler e eu fui relaxando e, aos poucos, me excitando com os comentários que iam do tamanho do meu pau ao talento do meu filho em engolir uma rola GG. Vinham também os pedidos, pra eu chupar Dan, pra gente fazer 69, pra eu comer meu filho e pra ele me comer. Dan tinha nomeado nossa sala como Pai & Filho, então muita gente perguntando (e duvidando) que a gente fosse mesmo pai e filho. E de fato não somos, biologicamente falando e, por isso mesmo, somos fisicamente tão diferentes

Só sei que era muito doido meu filhote mamando meu pau e a audiência opinando, comentando do tamanho do meu pau ao jeito que Dan usava a língua pra chicotear a cabeça da minha rola. Decidi me desligar daquilo e me concentrar no meu filho, meu amor, meu lindão putinho que amava a rola do pai dele e que no dia anterior tinha comido meu cuzinho machucado. Hoje ia ser a minha vingança do jeito que ele mais adora: socando meu pau lá dentro, mandando ver minha pica no cuzinho dele.

Fizemos um 69 gostoso. Eu amava chupar a pica reta, branquinho, na medida certa pra caber na minha boca e ainda passar a linguinha no saco branquinho de Dan enquanto a chapeleta da rola bate na goela. Como ele tava mais por cima que de lado, eu mamava a rola dele toda enquanto seu saco caía sobre meu nariz e meu rosto. Eu aproveitava pra aspirar o cheiro bem discreto de suor misturando com vestígios de sabonete que vinha da virilha de meu filhote. E chupei com tanta fome que Dan pediu pra parar senão ele gozava, mas eu não parei porque tava muito gostoso e, segundo, porque a ideia de receber o leitinho dele na boca me excitou. Então eu prendi ele pelos quadris e incrementei a mamada até que ouvi Dan gemer, dizendo;

- ah, paizão, faz assim não, paizão, ah paizão...

E sua rola pulsou e jorrou porra fresquinha, juvenil, direto na minha boca. Dan gozou tão gostoso que largou até meu pau de lado, enquanto se entregava as sensações da sua gozada. Quando ele finalmente parou de ejacular, arrancou seu pau de minha boca e veio me beijar. Meu filhote queria sentir no beijo o gosto da sua própria porra. Como eu ainda não havia engolido, meio que esperando por isso, despejei parte de sua porra na boca de Dan e nos beijamos gostosamente, saboreando o agridoce de ser esperma mas o putinho não descuidava do paizão dele. Dan pegou meu pau, cuspiu sobre ele um tanto de cuspe com porra que tínhamos dividido no beijo, lambuzou bem meu cacetão e sentou nele. Direto. Até o talo. Numa sentada só. Devagar, nada de supetão. Ajeitou a rola na direção do cu e foi deslizando. Seu cuzinho tava apertado e quentinho, uma massagem anal gostosa na minha rola. De frente pra mim, Dan me pediu:

- pai, me come!

Ouvir meu filho dizer aquilo diante de uma audiência me deixou bem perturbado. Senti um misto de vergonha com tesão muito doido. Creio que muita gente que tava gente deve ter acelerado a punheta ou mesmo gozado ao ouvir aquilo. Dan começou a rebolar e a subir e descer, enquanto me beijava. Deixei meu filhote curtir minha rola até que me subiu o tesão de comandar a foda, então peguei ele, botei de frango assado, dei uma lambidinhas em seu cuzinho pra ficar meladinho de saliva e enfiei meu pau de volta. Soquei gostoso enquanto apalpava suas tetinhas, Dan tava ficando com um peitoral sarado graças à musculação.
Era nítido o esforço de suas pregas em acomodar meu pau dentro do seu cuzinho. Dan me olhava apaixonado e de vez em quando a gente se beijava, variando o ritmo da foda.

Dan começou a piscar seu cuzinho em volta do meu pau, senti que ele tava querendo meu leite em seu rabo, então passar a dar estocadas profundas, tirava até quase sair a cabeça e voltar a enfiar. A cada socada, meu pau ficava mais duro e eu sentia mais tesão. A maciez do rabo do meu filho envolvendo minha rola era uma sensação que me deixava maluco. Dan me pediu para acelerar:

- me fode, pai!

Atendi o pedido do meu filho, metendo com mais tesão em seu rabo. Naquele momento, a única coisa que se ouvir era o choque dos nossos corpos, além de nossos gemidos. Dan segurou minha bunda, tentando me prender no rabo dele, aquilo me deu ainda mais tesão e eu voltei a abraçá-lo, colando minha boca a sua, num beijo cheio de tesão.

O sabor do nosso beijo foi o elemento que precisava pra gente gozar e foi assim, beijando, que leitei o rabo de Dan enquanto ele gozava na minha barriga. A gente gozou praticamente juntos. Desmaiei sobre ele e ficamos engatados por longos minutos até que meu, amolecido, escorregou pra fora do seu cuzinho arrombado com tanto gosto. Minha porra escorreu fazendo uma lambança nos lençóis. Dan se levantou, desligou o notebook e voltou pra cama, a gente tava tão cansado que dormimos assim mesmo. Nus, lambuzados de porra, saciados e felizes.

No outro dia, acordamos cedo pude ver à luz do dia o tamanho da bagunça que fizemos. Decidi trocar e eu mesmo botar pra lavar a roupa de cama, não ia expor nossa intimidade à Dona Dalva. Acho sacanagem você delegar a um empregado doméstico certas responsabilidades... Dan se espreguiçou e, quando se levantou, sentiu um pouco de porra umedecer seu cuzinho e escorrer pelas coxas, ele recolheu com a mão, cheirou e comentou comigo:

- pai, eu amo você esporrando no meu cu.

Olhei pra Dan e pra sua rola dura, apontando pra frente. Puxei ele de encontro a mim, abocanhei seu pai e comecei uma mamada cheia de tesão. Dan, mais ajuizado do que eu, mesmo gemendo conseguiu dizer:

- pai, a gente precisa de um banho

Tomamos um banho delicioso, conversando, rindo, até que o olhar de Dan subitamente ficou preocupado:

- pai, será se tio Alfredo vai mesmo guardar nosso segredo?

Entendi sua angústia e fui sincero com minha resposta:

- filhote, depois da chupada que eu dei nele e do tanto que ele gozou, duvido que ele vá falar qualquer coisa por aí, até porque ele deixou de ser testemunha pra virar participante...

O rosto de Dan se iluminou com um sorriso e ele emendou:

- custo a acreditar que meu paizão tá encarando todas essas putarias...


- coisa é cá, filhote, nem eu acredito... mas que a chupada foi boa, foi!

Nos vestimos e descemos pra tomar café. Dei um beijo nele e fui trabalhar. Mal cheguei lá e fui tragado pelo fluxo intenso. Esse novo projeto / contrato caiu como uma bomba no meio do escritório, o ritmo de trabalho dobrou. Apesar da pauleira quase alucinante da espiral de reuniões seguidas, antes de almoçar, lembrei de checar com Guga e Otávio se estava tudo certo para nossa festinha de logo mais. Tinha que aproveitar a folga decorrente da viagem de Patty. Mandei msg que os dois responderam quase imediatamente confirmando. Dois safados, doidos por uma putaria. Confirmamos as 19h30 lá em casa. Otávio não tinha local e Guga tava fazendo uma pequena reforma no apartamento, tava empoeirado por lá.

Fui almoçar com alguns colegas e, após ao almoço, pausamos para um cafezinho antes de volta trabalho. Enquanto a turma falava de assuntos variados, fingi escutar mas pensei mesmo foi na putaria que ia rolar mais tarde. Voltamos pro escritório e tivemos uma reunião mais demorada definindo com cada um focus point as etapas do novo projeto. De forma espontânea, sem nenhuma armação minha ou dele, apenas porque ele tinha a função de ser meu assistente direito, Wellington ficou ao meu lado, acompanhando e anotando as coisas que eu lhe pedia. Quando a reunião acabou, ele permaneceu na sala de reuniões junto com nossa secretária para verificar as anotações e a gente inserir item por item no workspace. A plataformização do trabalho foi um baita avanço na gestão. Se eu conseguisse uma dessa para minhas putarias, aí é que a fudelança ia ser otimizada...

Terminamos meia hora depois e ofereci um café para os dois na minha sala. Aline agradeceu mas dispensou e Wellington aceitou mas, sempre focado no trabalho, continuou a falar do projeto. Só que eu desliguei do que ele dizia e fiquei divagando, admirando aquele macho tesudo e gostoso, o que terminou me excitando. Minha sorte é que eu estava sentado, ele não tinha como ver eu de pica dura por estar olhando pra ele.

Em algum momento, fui flagrado no meu devaneio, quando ouvi Wellington repetindo:

- Dr. Eduardo, Dr. Eduardo, o sr. está me ouvindo?

Olhei para Well constrangido e me desculpei:

- Wellington, viajei aqui cara, me perdoa. Muita coisa na minha cabeça.

Com sua habitual gentileza:

- desculpe eu, doutor, que fiquei enchendo sua mente com uma enxurrada de questões. Mas tá tudo bem com o senhor?

- tá tudo certo, só me desliguei um pouco.

- tem algo que eu possa fazer pelo senhor?

A vontade de dizer: “ajoelha e chupa meu pau foi grande” mas apenas ri e ele entendeu o sentido oculto do meu riso, ficando envergonhado. Foi bonitinho ver o rubor em sua face que me excitou e me deu coragem para fazer um convite a ele:

- tem aula hoje?

Ele sorriu capturando as segundas intenções da minha pergunta e respondeu:

- Não. Hoje seria reunião com meu orientador de TCC mas ele viajou para um Congresso. Só semana que vem.

- então quero te convidar pra ir à minha casa logo mais.

- na casa do senhor?

Well falou isso com os olhos arregalados e completamente surpreso.

- sim, Patrícia viajou. Só volta semana que vem. Chamei Guga, meu irmão, e Otávio, um amigo, para uma reuniãozinha mais tarde, bater papo, tomar uns drinks, jogar conversa fora, relaxar...

Ele ficou interessado mas ainda receoso, perguntou:

- essa reuniãozinha é o que eu tô imaginando, Eduardo?

Achei curioso que, para falar de putaria, ele tinha aprendido a não me chamar de doutor. Respondi com objetividade:

- sim, Well, exatamente o que você está imaginando...

- mas com o seu irmão...?

Entendi o susto dele e fui pragmático para não deixar dúvidas:

- eu e meu irmão temos uma ligação profunda, uma intimidade que vai além do parentesco...

O olhar que Well deu ao ouvir isso foi impressionante. Como quem recebe um convite para assistir a algo que sempre desejou e nunca teve oportunidade antes. Ele só conseguiu balbuciar uma interjeição:

- uauuuuu...

- isso é um sim?

- si..s...sim...

Ele ficou tão nervoso que gaguejou e quando reparei em suas calças, vi que a reação era de puro tesão. Ele notou que eu notei e teve um gesto infantil de cobrir seu pau com as mãos. Eu ri, ele riu comigo e, ainda ansioso mas tentando relaxar, falou:

- nunca fiz isso, nem com mulheres. Vai ser minha primeira com mais de uma pessoa...

- você não vai ser obrigado a nada, se quiser apenas observar, seu desejo será respeitado...

Minha fala o tranquilizou a ponto de que sua uma última pergunta foi:

- que horas a gente vai?

Saímos do escritório passava das 18h. Hoje eu não ia pra academia, então pegamos o rumo da minha casa. Quando chegamos lá, ao parar o carro, notei que Well estava nervoso. Ele apertava uma mão na outra. Toquei gentilmente seu braço e falei com ele:

- Well, se você não estiver à vontade, fique de boa, chamo um Uber pra ti

Ele me deu um olhar de puro conflito, entre medo e desejo.

- doutor, já vim até aqui... eu vou ficar!

- tá tão nervoso que voltou até a me chamar de doutor...

Rimos e ele abriu a porta para sair do carro. Fomos até a entrada, abri a porta e indiquei os sofás na sala para ele se acomodar:

- fique à vontade

Enquanto ele se acomodava, levei minha mochila para o gabinete. Na volta, lhe ofereci uma bebida e ele quis apenas água, por enquanto. Peguei duas garrafas de água com gás, espremi limão e coloquei o sumo num cálice junto com dois copos com gelo e levei pra sala.

Enchi os copos, coloquei sumo de limão, entreguei um copo pra ele, peguei um pra mim e sentei no mesmo sofá mas um pouco afastado. Aproveitei, que os outros convidados só iriam chegar dentro de uma hora, e contei, de forma resumida, como foi que as coisas aconteceram desde que comecei a fazer sexo com homens. Sem muitos detalhes mas o bastante para contextualizar ele com alguma exatidão. Havia uma forte intuição que me dizia que aquele jovem merecia minha plena confiança e que nossa história ganharia novos contornos com o tempo. Ele ouviu atentamente, sem me interromper, e só ao final falou:

- Caramba, que história incrível. Tudo tão intenso que chega a ser surreal, seu enteado, aliás, seu filho, como você diz; seu irmão; todas essas experiências que se seguiram, banheirão, a gente, etc... e tendo que administrar um casamento pelo meio... Por mais que eu queira, não consigo imaginar como é lidar com tudo isso. Chefinho, você é um cara muito retado.

- A gente tá no mundo pra ser feliz, Well, e para não sucumbir a dilemas morais, tive que fazer escolhas. Não é fácil, nunca é, e eu tento equilibrar meus desejos com as coisas ao meu redor, também não sou maluco de sair tocando o terror e fodendo a vida das pessoas que me amam. Tive muita sorte que minha esposa se mostrou compreensiva de um jeito que eu nunca esperei. Acho que Patty fez uma escolha: é melhor a gente estar junto num relacionamento aberto, do que ficar se machucando com traições e frustrações. Após quinze anos de casamento, a gente tem uma cumplicidade e uma parceria muito fortes. A força que você diz que eu tenho, vem daí.

Ele me ouvia atento e me olhava com admiração. Eu tava ligado que a conexão de Wellington comigo ia além da atração. A gente tava se policiando para não misturar as coisas, mas nossa aventura estava só no começo e algo me diz que ela ainda iria muito além. Tinha um sentimento sendo construído ali, passo a passo.

Nesse momento, a campainha tocou e eu fui surpreendido, a conversa com Well tava tão absorvente que não escutamos barulho de carro chegando. Ao abrir a porta, vi meu irmão maravilhoso, em pé, com um sorriso matreiro, e uma garrafa de vinho na mão. Eu achava que era Otávio, que tinha ficado de chegar primeiro, mas meu irmão agilizou o lado dele e conseguiu chegar mais cedo.

Quando ele entrou, o apresentei a Well, e, por baixo do nervosismo de meu ex-estagiário, era visível o impacto que a beleza e o charme de Guga causou nele. Ele cumprimentou meu irmão sem esconder seu olhar de fascínio. Eu já tinha visto aquele olhar inúmeras vezes. Meu irmão é um macho bonito, corpão sarado e um sorrido demolidor. O alvoroço que ele causa nos ambientes quando ele chega é algo que eu super manjo e me divirto.

Perguntei a Guga o que ele queria beber e ele também preferiu água, falou que o vinho era pra outro dia.

- oxe, meu irmão, esqueceu que Patty está viajando? A gente vai poder beber sem fiscalização...

- A questão, Duda, é como voltar pra casa depois. A Washington Soares sempre tem blitz da lei seca.

- ué, tu dorme aqui. Desde quando isso foi problema?

- tá bom, então, mas hoje tá calor pra encarar vinho, que tal a gente tomar algo refrescante?

- vou fazer Apperol então, é bom porque tem baixo teor de álcool

Well aceitou tomar um Apperol também. Fui pra cozinha preparar os drinks e quando voltei Guga estava sentado ao lado de Well, com a mão em sua coxa, ri mentalmente da safadeza de meu irmão, tava preparando o bote mas Wellington estava bastante receptivo a ser atacado...

Situei meu irmão sobre a recente entrada de Well na putaria gay e Guga falou sobre algumas de suas aventuras, o que deixou Well chocado mas também fascinado. Ele não fazia ideia do quanto se podia aprontar. Guga contou pra gente de um episódio passado há muitos anos, quando ele tava começando sua carreira de educador físico e dava aulas numa escolinha de futebol. O pai de um dos alunos começou a dar em cima dele. No começo, ele se fez de desentendido mas deixou rolar. Até que um dia, após ensinar a molecada algumas jogadas, liberou a turma pra fazer um racha, como sempre fazia. Nesse dia, deixou o estagiário tomando conta do campo enquanto ia ao banheiro e não deu outra. O pai do aluno foi atrás e, sem muito lero-lero, se entenderam, se trancaram num reservado e meu irmão deu a pirocada que aquele paizão, todo machão, tava tão fissurado em levar. Só que, quando começou a meter rola no cara, entrou alguém no banheiro e ele teve que comer o cu do cara tapando sua boca com a mão para abafar os gemidos. Só que o cara tava sentindo tanto tesão e dor que começou a morder a mão de Guga. Então meu irmão acelerou a meteção pra ver se o cara gozava logo e parava de morder a mão dele. Quando finalmente gozaram, Guga tava com a mão machucada.

Rimos muito da patifaria, quando a campainha tocou, fui abrir na certeza que era Otávio mas, para minha surpresa, era Alfredo, o vizinho. Quando ele ouviu o som das vozes vindo da sala, se desculpou:

- desculpa, Duda, não sabia que eu estava com visitas, vi teu carro parado na porta... volto outra hora.

- é Guga, meu irmão e um colega de trabalho, estamos na resenha, venha tomar uma bebidinha com a gente

- Deixa pra outro dia. Queria falar sobre aquele assunto mas não tem agonia não, a gente se fala outra hora...

- tranquilo, Alfredo, amanhã, pode ser?...

- te mando msg...

Quando estava me despedindo do vizinho, vi Otávio chegando, esperei meu amigo policial estacionar, ele e Alfredo se cumprimentaram com certa polidez quando passaram um pelo outro e quando Otávio chegou à porta, nos abraçamos e entramos em casa. Ao chegarmos na sala, Guga e Well estavam se beijando, um beijo cheio de tesão. Otávio, na gozação, frescou com a cara dos dois:

- Poxa, nem esperaram pela gente...

Os dois se descolaram e veio a grande surpresa da noite:

- Tio Otávio !!!!!!!!!!

- Tonzinho !!!!!!!!!!


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Comentários


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damiaogomes Comentou em 26/08/2025

Deixa otavio rasgar o cu do sobrinho a putaria hoje vai ser grande

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rotta10 Comentou em 26/08/2025

Uma delícia como sempre e eu querendo sentir você dentro de minha bundinha?!

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viadinhobambi Comentou em 26/08/2025

Porra que tesão.... Meu pau não para de babar para toda essa putaria, estou louco para ler o surubão que vai ser para gozar demais!!

foto perfil usuario gstz011

gstz011 Comentou em 25/08/2025

Amo como você sempre está nos surpreendo, quando eu penso que a putaria não pode melhorar....vc vai e prova o contrário. Aposto que eles vão se comer gostoso! Por favor não demore de postar.




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Ficha do conto

Foto Perfil maduropauzudo
maduropauzudo

Nome do conto:
Não Basta Ser Pai - 34

Codigo do conto:
240852

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
25/08/2025

Quant.de Votos:
9

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