Entramos no chuveiro, onde a água batia e caía sobre nossos corpos, lavando o suor e o desejo. Carlos se moveu para trás de Eduarda, pegou o sabonete e começou a ensaboá-la com uma carícia. Ela riu, com a voz relaxada: "Que delícia... vocês estão me fazendo um sanduíche... era tudo o que mais queria." Eu comecei a chupar seus seios, sugando cada um, enquanto Carlos passava o pau na bunda dela, mordendo sua orelha. A cada gemido dela, o meu pau ficava mais duro. A cada carícia de Carlos, eu me sentia mais conectado ao prazer de minha esposa. Eduarda, com a voz suave, disse: "Como é bom ter um dia de rainha... Que delícia ter vocês dois”.
Eduarda pôs a mão no meu pescoço, pressionando minha cabeça para que eu chupasse ainda mais seus peitos. Com a outra mão, ela procurou o pau de Carlos e o colocou entre as suas pernas. Ela gemia, soltando gemidos altos a cada sarrada. Ela se movia no pau dele, como se estivesse implorando por mais. Carlos, mordendo a sua orelha, falava putarias, ordenando que ela fizesse o que ele queria. Ela, com a voz trêmula e gaguejando, movia o quadril na rola dele, entregue completamente ao desejo.
Eduarda, num impulso de prazer, me puxou para baixo, a voz suplicando: "Chupa minha bucetinha, amor. Vai! Chupa!". Eu me ajoelhei com as mãos dela pressionando minha cabeça, e comecei a chupar, enquanto Carlos esfregava o pau na sua bucetinha. Aquele foi um momento de imenso prazer, uma quebra de tabus. Eu jamais imaginei que iria chupar a buceta da minha esposa com o pau de outro homem esfregando e abrindo os lábios de sua bucetinha.
Eu lambia o grelinho dela, sentindo cada gemido que escapava de sua boca. De perto, vi a cabeça do pau de Carlos entrar e esfregar na buceta de Eduarda. Ela segurava com força minha cabeça, pressionando-a contra sua buceta. Eu chupava a buceta toda melada da minha esposa. Carlos também gemia, e a sua voz rouca disse: "Sente, puta... sente seu marido te chupando com meu pau se esfregando em sua buceta... vou encher a sua buceta de porra para ele chupar".
Eu a penetrava com a língua e Carlos enfiava a cabeça do pau nela. Minha esposa se apoiou em Carlos, perdendo as forças. "Que delícia... que sensação maravilhosa", ela dizia, gemendo cada vez mais alto. Senti a buceta dela e o pau de Carlos babando na minha boca. Eu acabei chupando os dois ao mesmo tempo, quebrando todas as barreiras. De uma forma intensa minha esposa ganhava por vários minutos as sarradas do Carlos em sua bucetinha enquanto eu a chupava intensamente. Minha esposa, gemendo alto, pedia para eu colocar o pau dele todo dentro dela com a boca e chupar o seu grelinho. O pau de Carlos pulsava. Minha esposa segurava a minha cabeça com força. Isso durou alguns minutos até que os dois gozaram juntos. Ouvi os suspiros deles. Eles ficaram grudados, e minha esposa começou a fazer carinho em minha cabeça. Eu olhei para o alto e vi ela passando a língua entre os lábios com os olhos fechados. Percebi que foi o ápice para ela.
Ela ainda segurava minha cabeça, enquanto Carlos tirava o pau de dentro dela lentamente. Ela esfregava sua bucetinha em minha boca lentamente e com força, sentia o gosto dos dois em minha boca. Suguei sua bucetinha com muito tesão, ele e ela tinham gozado muito. Levantei uma das pernas dela, abrindo-a, e continuei segurando todo o resto de néctar que havia em sua buceta. Eu passava a língua devagar, para que ela curtisse todo aquele momento. Ela olhava atenta para minha boca limpando toda a sua bucetinha... olhava para meus olhos com expressão de tesão de loba dominadora.
Depois ela jogou seu corpo para trás, apoiando-se em nosso amigo. As pernas dela estavam bambas, e eu sabia que aquele foi um momento mágico para ela. Depois de deixar sua bucetinha bem limpinha, eu me sentei no chão do banheiro enquanto os dois voltavam ao normal com a água caindo sobre seus corpos. Carlos a segurava pela cintura, com as mãos em seus seios, beijando seu pescoço e sua orelha. Ficamos ali, curtindo a água, quando minha esposa disse: "Amor! Agora quero sentar no seu pau." Eu a puxei contra o meu corpo, dando um beijo em sua boca. Começamos a nos amassar. Eu a coloquei contra a parede e comecei a dar estocadas em sua buceta. A buceta dela estava muito gostosa, e ela estava com um apetite sexual que eu jamais tinha visto. Ela me disse para irmos para a cama, que queria sentar no meu pau.
Ainda molhados, fomos para a cama. O tesão era imenso. Nosso amigo se sentou no sofá, assistindo nossa foda. Eduarda sentou, engolindo meu pau com a sua bucetinha. A cada estocada, ela me beijava e mordia a minha boca. Quando meu pau estava todo dentro dela, ela pressionava sua buceta contra o meu corpo e se esfregava. Ela cavalgou por um tempo. Nós sussurrávamos putarias um para o outro. Enquanto ela cavalgava e se esfregava, eu massageava e chupava seus seios.
Mudei de posição, a deitei de bruços e comecei a comer sua bucetinha, pois ela gosta de ser comida assim. Eduarda estava totalmente relaxada, recebendo as estocadas, com os olhos fechados. Adoro ver ela fazendo essas expressões, pois sei que ela está no céu.
Puxei-a, colocando-a de quatro, e comecei a socar nela. Ela segurava na cabeceira da cama e falava: "Soca, corno... soca na sua esposinha... olha como minha buceta está depois que dei para outro macho... ele me arrombou toda". Ela se contorcia toda quando eu a pegava pela cintura e enfiava todo o meu pau. Ela rebolava e me pediu para cavalgar mais um pouco, porque se não ela iria gozar.
Ela veio por cima, engolindo meu pau novamente, e eu aproveitei, pegando em sua cintura e socando nela. Ela mordia meus lábios. Comecei a passar o dedo no seu cuzinho. Enquanto ela cavalgava, eu passava o dedo em volta do cuzinho dela, hora massageando, hora enfiando a ponta do dedo. Ela suspirava e gemia cada vez mais, dizendo que aquilo era "golpe baixo". Quanto mais eu a penetrava e massageava seu cuzinho, ela, com as duas mãos, pegou meu rosto e o beijou. Ela gemia, beijava e dizia: "Ai...Ai...Ai... amor", "que delícia...que delícia... eu vou gozar...eu vou gozaaaar!". Explodimos em um gozo. Ela desabou em cima de mim, dizendo que eu "acabei com ela". Eduarda estava molinha. Carlos, sentado no sofá, começou a bater palmas: "Que delícia ver vocês dois transando!". Minha esposa, molinha ainda em cima de mim, balbuciava palavras desconexas.
Depois daquela foda maravilhosa, nós três caímos no sono. Dormimos por umas duas horas e meia, com minha esposa deitada no meio. Ela estava toda esparramada, feliz e relaxada, como uma rainha depois da batalha.