Esposa Ganhando Sarrada: Parte 07



Olá meus amigos! Continuando nossa aventura. A luz dourada do entardecer invadia o quarto, e um silêncio confortável pairava no ar. O cheiro de suor e sexo ainda preenchia o quarto. Eduarda se esticou, soltando um gemido de pura satisfação. Ela nos olhou, primeiro para mim, depois para Carlos, com um sorriso de total felicidade. Aquela tarde não foi apenas uma foda, mas uma viagem de descoberta, onde cada tabu quebrado fortaleceu a nossa conexão..

Eu olhei para Eduarda, e não vi arrependimento em seus olhos, mas sim, uma gratidão profunda. Eu me senti um homem de verdade, capaz de satisfazer todos os desejos da minha esposa. A sua felicidade, o seu gozo, eram a minha maior recompensa. Eu não me sentia menos homem por ver outro homem a possuindo, mas sim mais homem, por ter a coragem e a confiança para fazer o que ela queria.

Conversamos sobre o que faríamos à noite em Belo Horizonte. Carlos perguntou quais eram nossos planos. Eu sugeri irmos a uma balada, mas Eduarda, com a voz carregada de preguiça e cansaço, disse que estava com as pernas bambas. A tarde tinha sido muito intensa para ela. Eu sorri, e disse que ainda teríamos o "terceiro tempo", mas ela, com um sorriso e assustada, disse que precisava se recuperar, pois tinha gozado muito. Decidimos, então, ir para um barzinho mais tranquilo, para comer alguma coisa e deixar a "o terceiro tempo" para o outro dia.

Carlos comentou que era uma excelente ideia. "Acho que agora é a vez de vocês curtirem o momento a sós. Eu sei o meu lugar como o 'Comedor Reborn'!", kkkkkk. Nós rimos juntos. Tomamos um banho e arrumamos a bagunça do quarto. Quando Carlos foi abrir a porta, Eduarda o chamou. “Espera!”. Ela caminhou até ele, nua com semblante de agradecimento o beijou. Ele passava a mão nas costas dela, beijava sua boca e seu pescoço, e acariciava os seus peitos. Enquanto isso, Eduarda contemplava o momento como se fosse a primeira vez que se beijavam, com a mesma paixão de um casal de namorados se despedindo.

Ela deu o último beijo e apertou o pau de Carlos. Ele reagiu, querendo tirar a roupa para comê-la, mas ela o parou. "Amanhã continuamos", disse com o sorriso mais safado que eu já vi. Carlos, frustrado, tirou o pau para fora e disse: "Olha como você me deixou." Eduarda, com malícia, curvou-se um pouco, abaixando a cabeça, abocanhando o pau de nosso amigo. Ela começou chupando a cabeça, e depois começou um boquete sensacional. Ela sabia como deixar um homem louco. Carlos ficou doido de desejo. Ela parou, deu um selinho na boca dele, e disse: "Estou apenas te dando um beijinho de boa noite." Ele ficou com o pau totalmente duro e, com a cara de um menino pidão, sorriu e disse: "Isso é tortura."

Eduarda disse, com a voz cheia de malícia, que era para ele sentir saudade, porque amanhã teria mais. Eu não aguentei e comecei a rir das provocações da minha esposa. Carlos sorria com pensamentos de revanche e disse: "Você me paga amanhã... pode ter certeza." Ela, para provocar ainda mais, deu outro beijo nele. Depois, virou de costas, esfregou a bunda no pau dele e, virando de frente novamente, acenou e disse: "Tchaaauuuu." Nós três rimos e ele foi embora.

Sábado de manhã, ligamos para Carlos e combinamos de ir à casa dele para um churrasco. Ou pelo menos tentar fazer né? Ele já tinha comprado bebidas, petiscos e a carne. Pegamos um Uber e, em trinta minutos, chegamos. Carlos nos recebeu com entusiasmo. Ele ficou louco quando viu Eduarda. Ela estava com um vestido curto, provocante. Ele logo falou: "Que mulher gostosa, gente... você está querendo me matar?" Eu respondi, rindo: "Ela quer matar você e todo mundo." O motorista do Uber não parava de olhar para as pernas dela, e eu pensei que ele fosse bater o carro. Nós rimos da situação.

Começamos a beber cerveja e minha esposa, Ice. Um show de pagode passava na TV para animar o ambiente. Eduarda disse que amava pagode e se sentou no sofá, cruzando as pernas. Carlos, de pé na frente dela, não perdeu a chance. Ele tirou o pau para fora. O pau dele estava muito duro. Eduarda riu: "Já está assim? Menino, o que é isso... guarda esse trem duro!". Ele sorriu, balançando o pau na frente dela. "Você me fez vir para casa de pau duro. Fez uma covardia comigo. Agora você vai ter que pedir desculpas para ele." Ela, com um sorriso sarcástico, pegou no pau dele e disse: "Nossa, bebê... me desculpa... pode deixar que a titia não vai mais fazer covardia... quando a titia chegar de viagem, vai dar um jeito nesse bebê."kkkkk.

Caímos na gargalhada com o susto que Carlos levou. "Oxe!", ele exclamou. "Vou ter que esperar uma semana, quando vocês voltarem da praia?". Rimos ainda mais. Eu o provoquei: "Você a ameaçou ontem, agora tem que aguentar as consequências!". Ele, rindo, disse: "Eu retiro o que eu disse, você não tem que me pagar nada!".kkkkkk. Estavamos todos descontraídos e começamos a assistir o pagode que passava na televisão. Sentamos todos no sofá, onde minha esposa ficou no meio.

Eduarda me olhou com aquele sorriso de quem vai aprontar. Ela se virou para Carlos e começou a passar a mão na barriga dele. Ela mordia a orelha dele e sussurrava em seu ouvido: "Mostra o seu pau de novo pra mim... Vai, mostra...". Ela intensificava a massagem em sua barriga, passando a mão no pau dele por cima da bermuda. Ele sussurrava de volta, dizendo que ela era uma verdadeira putinha. Eduarda tirou a blusa dele, jogando para o lado. Ela começou a beijar o peito dele, mordendo de leve, e descia a boca pela barriga até chegar ao pau. Ela dava leves mordidas no pau dele por cima da bermuda. Eu nunca imaginei que minha esposa fosse ficar tão safada.

Ela ficou em cima do sofá com aquela bunda maravilhosa apontada pra mim. Não perdir a chance e comecei a chupar ela por trás. Fui levantando o seu vestidinho para cima expondo aquele rabo gostoso que ela tem. Dava beijos em sua bucetinha por cima da calcinha. Eduarda
beijava a barriga do nosso amigo e apertava o pau dele com a mão. Ele tirou a bermuda junto com a cueca, para que minha esposa pudesse chupar o pau dele que, naquela hora, estava explodindo de tanto tesão.

Coloquei a calcinha de lado. A bucetinha da minha esposa já estava babando de tesão. Eu comecei a chupá-la, e ela logo soltou gemidos. Ela segurou forte no pau de Carlos e começou uma leve punheta. Enquanto isso, eu intensificava as chupadas em sua buceta, penetrando com a língua em sua bucetinha e sugando cada gota de néctar que saía dela.

Eduarda começou um boquete que era um prazer de se ver. Carlos segurava a nuca dela, forçando o pau em sua boca. Minha esposa mamava com vontade o pau dele. Abaixei a calcinha de Eduarda e comecei a explorar seu sexo. Chupava sua bucetinha e massageava seu cuzinho com o meu polegar. Ela estava em êxtase, gemendo e mamando o pau. Ela dizia: "Ai, amor... que delícia... que chupada gostosa que meu maridinho tem". Carlos também gemia de prazer com a mamada de Eduarda. Fiquei de joelhos em cima do sofá, segurando a cintura da minha esposa. Vendo aquele rabo maravilhoso, comecei a passar a língua em seu cuzinho. Ela empinava a bunda cheia de tesão. Eu comecei a sugar seu cuzinho, deixando-o molhado. Dei várias lambidas na portinha, arrancando suspiros dela. A cada chupada no cuzinho, eu ouvia os ecos de "Aiii" da minha esposa. Eu sabia que ela amava aquilo.

Eu sabia que ela gozaria rapidamente com o que eu estava fazendo, então intensifiquei ainda mais. Ela explodiu em gozo, desabando no sofá. A cabeça dela repousava no colo de Carlos. Ela, ainda punhetando e chupando ele de leve, dizia que era a rainha e que nós deveríamos obedecê-la. Eduarda se sentia no papel de dominadora, mas eu sabia que ela também gostava de ser dominada. Depois de alguns minutos, ela sentou no sofá e pediu para Carlos ficar de frente a ela. Ela, segurando o pau do nosso amigo, começou a chupar como se estivesse com fome de rola. Ela olhava para mim com aquela cara de safada, batia com o pau dele no rosto, abocanhava a cabeça do pau dele, fazendo barulhos que me deixavam louco. Ela olhava para mim e para Carlos, com um olhar sedutor. Ela passava a boca pela extensão do pau, fechava os olhos e gemia.

Ela parou de chupar Carlos, ainda sentada no sofá, e veio em minha direção. Com um sorriso malicioso, tirou a minha roupa e começou a chupar o meu pau. A safada me puxou para mais perto, para que eu visse ainda mais de perto ela chupando nosso amigo. Mas, para a minha surpresa, ela colocou a mão em minha nuca. Ela chupava o pau dele e me puxava para me beijar, com o olhar mais intenso que eu já vi. Ela começou a mamar Carlos de forma sensual, passando a língua na cabeça do pau dele, e vinha me beijar. Sussurrando, ela disse: "Sente o gosto do meu macho, corninho". Ela me beijava com intensidade, e eu, em todos esses anos de casado, nunca tinha visto minha esposa daquele jeito. Fiquei feliz em proporcionar algo tão excitante e prazeroso para ela.

Eduarda ficou punhetando de leve nosso amigo, me dava aqueles beijos gostoso de língua. Sussurrava no meu ouvido “obrigado amor... muito obrigado... eu te amo muito” “você não sabe o prazer que está me proporcionando” Ela passava a língua em minha boca e voltou a chupar. Comecei a chupar os peitos dela e alisar a sua bucetinha que nessa hora começou a se contorcer. Alisava a bucetinha e dedilhando o grelinho arrancando ainda mais suspiros, eu comecei a chupar o seu pescoço que também é um dos pontos fracos dela. Ela me abraçou e com a mão pegou atrás da minha nuca puxando meus cabelos e me beijava. Quanto mais dedilhava sua buceta mais descontrolada ela ficava, ela chupava a rola dele e vinha me beijar e morder a minha boca.

Sua buceta estava encharcada. Abracei-a, com uma mão em sua buceta e a outra em seus peitos, e chupava seu pescoço enquanto ela mamava Carlos. Ela começou a gemer, "Aiii... Aiii... Aiii", e num impulso, me puxou pelos cabelos, forçando-me a chupar junto com ela. Não havia mais como escapar. Ela estava em um frenesi de prazer. Eu deixei acontecer. O momento era de puro tesão. Ela, com a voz trêmula, sussurrava: "Chupa comigo, amor... sente o sabor do meu macho... esse pau é muito gostoso, amor... gostoso igual o seu".

Carlos, a essa altura, estava louco de prazer. Com o pau super duro, ele via minha esposa me forçar a chupar junto com ela. Ele acabou gozando e espirrando nos peitos dela. Ela gozou também, com o meu dedo dentro da sua bucetinha. Coloquei minha esposa deitada no sofá com as pernas abertas e dobradas. Eu comecei a estocar forte em sua bucetinha. Ela gritava de prazer, e o som dos seus gritos me enlouquecia. A cada estocada, ela gritava mais alto. Eu a peguei pelo pescoço com uma mão e a outra em seus peitos, estocando sem dó em sua bucetinha. Gozamos com muita intensidade. Fiquei com o meu pau dentro dela por alguns minutos. Olhamos um para o outro e começamos a rir, uma risada que era uma mistura de prazer e de amor.

Ficamos esparramados no sofá, curtindo aquela foda fantástica. Nós três ríamos, olhando para o teto sem falar nada. Parecíamos três crianças que tinham aprontado muito. Eduarda disse: "Nossa... vocês estão acabando comigo... que delícia foi issooo!". E gritou: "Amor!...Amor!...Amor!... muito obrigadaaa... Te amoooo!". Relaxamos um pouco no sofá, ao som do pagode. Ainda bem que a música estava alta para abafar os gritos e os gemidos da minha esposa. A vizinhança iria se assustar com a gritaria.kkkkkkkkkk

Ficamos conversando, e eu disse com um sorriso: “Amor, também te amo muito. Mas eu não sabia que você tinha essas fantasias”. Ela rolou para o meu lado, escondeu a cabeça no meu peito, rindo, e disse: “Aiiii, amoooor, desculpa, mas eu tinha vergonha de falar”. “Eu vi alguns vídeos de ménage e fiquei com muito tesão e vontade de fazer”. Nós rimos dela, o que a deixou ainda mais envergonhada. Eu disse que ela podia se abrir, que o pior já tinha acontecido, e rimos. O momento era de puro prazer, mas também de descontração. É incrível quando podemos falar dos nossos desejos e ter a liberdade para conversar com outra pessoa sobre isso.

Carlos, sorrindo, disse: "Eu te avisei que iríamos quebrar alguns tabus." Eu, apontando para o pau dele, brinquei: "Que tabu, o quê!" Minha esposa riu. Ela confessou que, desde que tinha visto um vídeo em que o marido chupava a porra do outro homem na buceta da esposa, ela começou a procurar vídeos relacionados. Eu sorri e disse a ela: "Amor, esse agora é o meu limite, tá? Não vamos passar disso." Todos rimos, mas eu reforcei que, de verdade, aquele era o meu limite. Carlos falou: "Fique tranquilo, meu amigo. Isso não te faz mais ou menos homem. O que aconteceu aqui é comum entre vários casais. O tesão nos leva a explorar prazeres que a vida liberal proporciona. Sua esposa tem seus desejos e sabe que você não tem atração por homens. O que você fez hoje foi elevar a cumplicidade e o prazer que querem um para o outro."

Eduarda concordou, "Isso mesmo, amor. Eu queria falar com você, mas tinha medo da sua reação. Sei que você me proporcionou o mais delicioso prazer hoje. E teremos a oportunidade de conversar e nos abrir ainda mais... Pode ficar tranquilo que não tenho tesão em dois homens transando." Eu levantei as mãos para o céu e falei: "Graças a Deus!" Caímos na risada, mas eu senti um alívio enorme. Carlos riu com ainda mais intensidade. Perguntamos o que era, e ele respondeu: "Eu estou mais aliviado que você. Fiquei com medo de ela falar que os desejos não paravam por aí... Eu também não tenho tesão em dar meu cu." Nessa hora, caímos na gargalhada.
Esse foi o Primeiro tempo naquele dia....CONTINUA!


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico casalmante

Nome do conto:
Esposa Ganhando Sarrada: Parte 07

Codigo do conto:
241164

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
28/08/2025

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