Fiquei vidrado, encarando sem disfarçar, e ela percebeu. Olhou de volta rapidinho, deu um sorrisinho safado e virou o rosto, mas dava pra ver que estava adorando os olhares famintos dos caras ao redor. Ela dançava solta, toda provocante, sabendo que era o centro das atenções.
Rodeei pelo outro lado da pista pra ver melhor, de um ângulo novo. O vestido dela era curtíssimo, daqueles que mal cobriam as coxas grossas, e dava pra notar que não tinha short por baixo – só a calcinha minúscula marcando o contorno da buceta.
Meu pau endureceu na hora, latejando dentro da bermuda de linho, que marcava tudo. Fiquei meio sem graça, porque o volume tava gritante, a rola grossa pulsando contra o tecido, mas não conseguia parar de secar aquela delícia.
Me encostei na parede, tentando disfarçar, enquanto ela balançava o quadril no ritmo do samba, já um pouco alta de bebida. De repente, chega um cara – boa pinta, corpo de academia igual ao meu, uns 30 anos. Ele trouxe outro drink pra ela, entregou com um sorriso, e ela agradeceu com um selinho rápido nos lábios dele.
Ela cochichou algo no ouvido do cara, ele virou, me viu e soltou uma risada alta. Meu tesão subiu pro teto – dava pra ver que os dois eram casados, com alianças nos dedos, e bem liberais, daqueles casais que curtem uma putaria sem frescuras.
A morena me deu uma olhada de cima a baixo, demorando no volume da minha rola meia bomba na bermuda, e continuou dançando. Eu fazia questão de encarar ela na frente dele, e o cara nem ligava. Até que, num momento, ele se inclinou e sussurrou: “Gostosa pra caralho, né?”
E percebendo meu interesse disse: “Que tal a gente ir pro motel? Você pode experimentar essa raba gostosa da minha esposa.” Eu não acreditei no convite, mas não ia perder essa chance.
No motel, a morena já estava toda acesa, pronta pra ação, se jogou na cama, levantou o vestido e mostrou a bunda empinada, me convidando com um olhar safado.
Não perdi tempo, tirei a bermuda e me aproximei, passando a mão naquela buceta macia antes de enfiar o pau duro naquele rabo apertado. Ela tirou meu pau da bermuda e ficou impressionada com o tamanho da minha rola, falando que queria ser arrombada com força!
Então segurei aquela raba, passei minha pica na buceta pra sentir todo o melzinho da safada e enfiei meu pau de uma vez, ela gemeu alto, eu a fodia com força, sentindo cada centímetro da minha rola deslizando dentro dela. Enquanto isso, o marido observava tudo, com um sorriso no rosto, se masturbando lentamente.
Depois de um tempo, ele se aproximou e começou a chupar meu pau, que ainda estava dentro da buceta da esposa e a sensação era surreal, a língua dele passando pelo meu pau, enquanto a morena continuava a gemer e se contorcer de prazer.
Eu estava no paraíso, sentindo a boca quente do marido e a buceta apertada da esposa ao mesmo tempo. A morena chegou ao gozo, tremendo e gritando, enquanto eu continuava a foder ela, até que não aguentei mais e gozei dentro dela, sentindo o marido ainda chupando meu pau, limpando cada gota da minha porraobservava tudo, com um sorriso no rosto, se masturbando lentamente....
Queria novamente.... foi muito bom!