Agora, vamos ao que interessa.
O relato a seguir aconteceu com o meu amigo de infância.
Ele sempre praticou esportes. Desde criança, joga futebol toda semana. Isso fez com que, a partir dos 14 anos, quando seu corpo começou a ganhar robustez, ele adquirisse um porte físico muito interessante. Temos a mesma idade, mas, como não sou muito chegado a esportes, o corpo dele sempre foi mais desenvolvido que o meu.
Não sei precisar desde quando, mas sempre tive muito interesse nele. O tipo hétero, com corpo naturalmente definido, ombros largos, negro de pele clara.
Sempre foi muito bom estar com ele. Estava sempre sem camisa, com shorts que mostravam suas coxas definidas e sua bunda lindamente delineada. Eu já o tinha visto de cueca algumas vezes, mas como, naquela época, eu não me aceitava como gay, nunca tentei nada. Eu me reservava a apenas admirar o corpo dele, sem fazer nenhum comentário. Contudo, vê-lo saindo do banho de toalha, pelado na minha frente, ou vê-lo de sunga/cueca eram situações que me enchiam os olhos, mas nunca tive a coragem de investir.
Mantivemos nossa amizade muito próxima até os 16 anos, quando os pais dele mudaram de cidade, o que nos afastou um pouco.
Passados alguns anos, ele e os pais voltaram a morar na mesma cidade, mas em um bairro mais distante do meu. A distância e o fato de morarmos longe fizeram com que nos víssemos bem menos. A amizade já não era a mesma; muito tempo havia se passado. Mas uma coisa não mudava: ele continuava um homem de encher os olhos, com um corpo que despertava o tesão de qualquer um. Só o cheiro de homem dele já me deixava excitado.
Depois de muito tempo apenas desejando, eu estava disposto a investir de alguma forma.
Em um determinado dia, ele chegou em minha casa sem avisar. Eu estava sozinho e de cueca. Atendi a porta e ele entrou. Nos cumprimentamos, peguei uma cerveja na geladeira, e ficamos bebendo, assistindo TV e conversando.
Eu estava disposto a tentar, mas não tinha a pretensão de que fosse naquele dia.
Até que, procurando conteúdo para assistir na TV, passei por um canal pornô. Isso gerou um diálogo interessante.
Ele: Volta, volta! Deixa nesse canal que é interessante.
O canal mostrava o que todo pornô mostra: corpos hipersexualizados e penetração.
Eu estava deitado em um sofá, e ele estava sentado em outro sofá, à minha frente, de pernas abertas, bem confortável. Vestia um short de jogar futebol, acima do joelho, que definia bem suas coxas e o volume entre as pernas, que crescia cada vez mais. Eu não conseguia evitar o olhar e resolvi ficar sentado no sofá. A cena estava me enchendo de tesão, e imediatamente cheguei à conclusão de que esse era o momento. Falei:
— Está bem animado aí, né? Está quase pulando para fora. — Muito, velho! Estou há uns dias sem transar. Essa mulher é gostosa demais, fico imaginando-a aqui.
Ousei mais, e qualquer desconforto seria só colocar a culpa no álcool.
Baixei minha cueca e comecei a me masturbar.
— Porra, você é bem determinado, né? Já que você começou a brincadeira, vou participar também.
E, dizendo isso, ele baixou a cueca e o short, exibindo o pau mais lindo que eu já tinha visto. Aquele conjunto de coxas grossas com um pau de cabeça exposta, bem vermelha, todo babado, cheio de veias, me deixou com água na boca. Sem perceber, fiquei com o olhar fixo por um bom tempo; estava muito hipnotizado, até que ele comentou:
— Gostou do que viu, né? Não tira o olho. (Risos)
Fiquei muito desconfortável, mas não podia retroceder; não podia perder a oportunidade.
— Confesso que é um pau bem grosso, bom para fazer uma boa broderagem. — Então vem! Vamos aproveitar.
Ouvir aquela frase permissiva me deixou nervoso, apesar de desejar isso há anos. Eu não estava pronto para o momento (risos).
Levantei-me meio trêmulo e sentei do lado dele. Comecei a punhetar aquele pau que babava muito. Aquela baba me convidava a sentir seu sabor e, sem aguentar mais de tesão, caí de boca naquele mastro, que pareceu ficar mais grosso.
Ouvi os gemidos dele e a força que ele fazia para empurrar minha cabeça, me fazendo engasgar com aquele pau. Fiquei de joelhos à sua frente e fui levantando suas pernas, na esperança de que ele me permitisse chupar o cu dele. Fui descendo por suas bolas e, com alguma pouca resistência, consegui chegar ao cu e chupar. Que cuzinho gostoso! Estava bem lisinho, e eu estava adorando aquilo. Fui subindo, lambendo sua barriga, seu peito, passando pelo seu pescoço e, finalmente, cheguei à sua boca. Não esperava que ele fosse receber um beijo tão bem.
Sentei em seu colo e, chupando sua língua, comecei a sarrar, sentando nele, passando o pau no meu cu, rebolando e deixando-o cada vez mais louco. Até que ele soltou:
— Acho que está na hora de você sentar.
Ouvir isso me deixou todo arrepiado.
Comecei a sentar, sentindo aquele pau me alargar e invadir meu cu. Cada centímetro daquele pau me trazia dor e prazer ao mesmo tempo.
Quando senti que estava todo dentro, comecei a cavalgar, subir e descer, chupando aquela língua. Nossa respiração estava ofegante, e ele apertava e dava tapas na minha bunda. Eu estava totalmente entregue. Depois de umas mordidas na orelha, ouvi em meu ouvido:
— Fica de quatro para mim. Quero arrombar esse cu vendo minha pica entrando.
Confesso que poucas vezes na vida fiquei tão entregue. Estava sentindo meu corpo todo mole. Sem perder tempo, posicionei-me de quatro, com a cara encostada no assento do sofá. Abri minha bunda com as mãos e esperei o homem dos meus sonhos me invadir. Senti o pau deslizando junto com os gemidos do macho que eu estava satisfazendo.
Depois de algumas metidas, não aguentei o tesão e gozei sem usar as mãos. Sentindo os espasmos do meu cu no pau dele, ele não aguentou e gozou também, deitando-se em cima de mim.
Depois dessa troca, fomos ao banheiro, onde tomamos um banho juntos.
No banheiro, aconteceram mais algumas brincadeiras que trarei em um outro conto...
Delícia adorei
O gigante acordou! Muito top o conto e a experiência
aguardo por continuações desse maravilhoso conto rsrs
Votado ! Delicia de tarde a vossa...
Conto espetacular.
umalguemfeliz