Um dia, depois de entregarmos um trabalho, eu comentei que não aguentava mais ficar trancado em casa. Ela logo me chamou pra sair com os amigos dela num skate park onde eles bebiam e fumavam. Confesso que, na época, eu achava aquele tipo de saída meio adolescente, mas como eu estava desesperado pra sair de casa, aceitei na hora.
Naquele dia eu estava de óculos redondos que me deixavam com cara de nerd (mas combinava com meu rosto), tinha recomeçado academia recentemente e estava um pouco Chainho, porém bem mais definido. Meu cabelo liso estava bem grande, quase cobrindo os olhos, barba já bem grande grisalha mais para o branco. Coloquei uma calça jeans, moletom, passei perfume e fui.
Chegando lá, Sol me viu de longe, levantou a mão e me chamou. Era uma mulher negra, cabelo cacheado igual o da Thais Araújo, boca bem torneada. Usava um vestido preto justo que valorizava muito a bunda avantajada e os peitos pequenos, mas redondinhos e empinados. Logo percebi que ela era trans, ainda no começo da transição, mas já estava extremamente feminina e muito bonita.
Ela me apresentou pros amigos dela. Fui bebendo, me enturmado, e a Sol não parava de me flertar. Eu ia caindo direitinho. Quando vi, a gente já estava afastado do grupo, se beijando escondido. O beijo começou tímido, mas logo virou uma coisa quente, cheia de pegada. Aproveitei pra passar a mão naquela bunda deliciosa e senti o pau dela duro encostando na minha cintura. O meu também já estava animado. Ela percebeu, apertou e se animou quando sentiu meu volume (16x6 cm).
Depois de uma pegação forte, já tarde da noite, com quase ninguém na rua além dos amigos dela, ela me puxou pra dentro da área de mata do parque, perto de uma árvore grande. Se ajoelhou na minha frente. Eu já saquei o que ia rolar: tirei o pau pra fora e ela começou a mamar. Igual o beijo, no começo foi tímida, mas era uma delícia. Peguei na cabeça dela e fui conduzindo até ela conseguir engolir tudo. Com algumas engasgadas e olhos lacrimejando, ela conseguiu. Comecei a foder aquela boquinha gostosa.
Em meio aos meus gemidos, avisei que ia gozar. Ela afastou um pouco a cabeça, botou a língua pra fora como uma cadelinha safada e eu me punhetei rápido até gozar tudo naquela língua. Ela engoliu tudinho, lambendo os lábios, e voltamos a nos beijar.
Depois de um tempo, voltamos pro grupo, conversamos mais um pouco, até que a Sol me levou pro canto de novo e falou baixinho:
— Amor, eu quero muito foder com você, mas minha mãe é pastora e não deixa eu levar macho pra casa. Só que tem uma casa abandonada aqui perto, os vizinhos se mudaram faz uns três meses… se você quiser…
Eu aceitei na hora. Mal sabia ela que, pra comer aquele rabo, eu escalava o Everest de joelhos se precisasse.
Nos despedimos dos amigos e fomos pra lá. O muro não era alto e tinha uma árvore fácil de subir. Entramos no quintal, passamos por uma janela sem vidro e caímos dentro da casa totalmente vazia. Qualquer som que a gente fazia ecoava absurdamente.
Sol foi direto pro tanquinho da área de serviço, se apoiou nele, levantou o vestido, tirou a calcinha e empinou aquela bunda perfeita pra mim. O pauzinho dela (uns 6 cm, bem pequeno) já estava durinho. Comecei a bater uma pra ela enquanto chupava aquele cuzinho gostoso. Os gemidos dela ecoavam pela casa inteira.
Entre suspiros ela confessou:
— Desde a primeira aula que te vi pela câmera eu tenho um tesão do caralho por você. Já bati muita punheta pensando em você… sempre foi meu sonho dar meu cuzinho pra você, amor.
Eu sorri, tirei o pau pra fora e respondi:
— Então hoje eu realizo todos os seus desejos, sua putinha.
Comecei devagar, só a cabeça entrando já fez o cuzinho dela piscar de tesão. Fui enfiando centímetro por centímetro naquele cuzinho apertadíssimo. Demorou um pouco, mas depois de umas tentativas entrou tudo. Comecei a meter mais forte, dando tapas naquela bunda que ecoavam pela casa toda.
Ela gemia alto:
— Vai, Tufão, não para… vou gozar gostoso!
Aumentei o ritmo pra ver minha cadelinha gozando. E gozou: jatos e mais jatos de porra que eu nem imaginava que um pau tão pequeno podia soltar, sujando o tanquinho inteiro.
Depois me sentei no chão e mandei:
— Agora quero ver minha putinha cavalgando.
Ela veio, sentou de frente pra mim. No começo não estava entrando, então ela cuspiu na mão, molhou meu pau e foi descendo devagarinho. Quando encaixou, começou a rebolar loucamente, falando que queria sentir minha porra bem fundo. Chupava meu pescoço, deixando várias marcas. Não aguentei: gozei gostoso dentro daquele cuzinho enquanto nossos gemidos ecoavam pela casa vazia.
Ficamos um tempo ali deitados, conversando, tomando coragem pra pular o muro de novo e sair. Depois eu a deixei em casa e chamei um Uber pra mim.
Eu já sabia que aquela definitivamente não seria a última vez.
*Publicado por Tuga069