Autoria: by Padre Alessandro
Os sinos da igreja de São Francisco soavam alto no ar da manhã, ecoando pelas ruas estreitas da pequena cidade de Santa Clementina. Era um domingo como qualquer outro, mas para Padre Alessandro, o dia prometia ser diferente. Ele estava prestes a celebrar a missa das dez, e como de costume, a igreja estaria cheia de fiéis devotos, a maioria mulheres, das mais variadas faixas etárias, dentre elas muitas paroquianas casadas de meia-idade, que frequentemente buscavam conselho espiritual em seus momentos de dúvida e angústia.
Padre Alessandro era um homem de meia-idade, corpo de atleta, cabelos grisalhos, com olhos penetrantes e um sorriso encantador que conseguia acalmar até os mais inquietos. Enfim, o tipo de homem que não passa despercebido pelos olhos das mulheres. Seu carisma natural e sua habilidade para ouvir, faziam dele um confessor popular entre o público feminino da paróquia. Ele sabia que muitas delas tinham segredos, desejos reprimidos e necessidades que seus incautos maridos não conseguiam satisfazer. E ele estava sempre disposto a ajudar, de uma forma ou de outra.
Durante a missa, ele observava as mulheres na congregação, suas expressões de devoção e adoração. Sabia que em seus corações, muitas delas ansiavam por algo mais do que a simples presença divina. E ele estava lá para oferecer-lhes uma válvula de escape, uma libertação dos fardos do casamento e das responsabilidades diárias.
Estrategicamente o padre aboliu o confessionário, ele adotou a sacristia como local para as fiéis confessarem seus pecados e lá ficava ele esperando elas se aproximarem. Hoje, não foi diferente. A primeira a chegar foi dona Maria, uma mulher robusta, ainda atraente nos seus cinquenta anos, com olhos castanhos e um sorriso tímido, mas cheio de intenções. Ela entrou na sacristia para sua primeira confissão, trancou a porta, ajoelhou-se diante do padre e começou a falar:
- Perdão padre, pois pequei. Tenho tido pensamentos impuros e desejos carnais que não consigo controlar – disse ela com a voz tremula.
Padre Alessandro sorriu, colocou a mão em seu ombro:
- Nenhum de nós é imune aos pecados da carne, dona Maria. O que importa é reconhecê-los e buscar perdão. Mas, às vezes, o perdão pode vir de uma fonte inesperada – ele disse olhando-a nos olhos.
Dona Maria sorriu, levantou-se e foi acompanhada até a porta, onde ganhou castamente um selinho na boca:
- Volte amanhã cedo – sussurrou ele – e traremos um pouco de paz para a sua alma e corpo.
A próxima a entrar foi dona Ana, uma mulher mais nova, de quarenta anos, com cabelos castanhos ondulados, olhos verdes e seios empinados, visíveis através de um decote, ainda que discreto, mas revelador. Ela parecia mais nervosa que a anterior, suas mãos tremiam enquanto se ajoelhava:
- Perdão padre, pois pequei. Tenho desejado algo que não posso ter, algo que meu marido não pode me dar – confessou ela, com lágrimas nos olhos.
Padre Alessandro aproximou-se e a abraçou, sentindo o calor de seu corpo:
- Às vezes, o desejo é uma bênção disfarçada, dona Ana, pode ser uma maneira de encontrar a verdadeira felicidade – disse ele acariciando seus cabelos.
Ela olhou para ele e o desejo estava estampado nos seus olhos. Beijou-a lentamente, saboreando cada momento:
- Volte amanhã à tarde – ele sussurrou – e juntos encontraremos a paz.
O dia continuava, e mais mulheres se aproximaram, cada uma com seus próprios desejos e necessidades. Padre Alessandro estava sempre pronto a oferecer consolo, não apenas espiritual, mas também físico. Para ele, a fé e a carne eram duas faces da mesma moeda, e ele se orgulhava de poder proporcionar ambas à suas fiéis. Obviamente tinha aquelas que só necessitavam de orientação e consolo espiritual e ele as atendia respeitando seus limites. À noite, após o jantar, Padre Alessandro refletia sobre o dia. Ele sabia que estava caminhando em uma linha tênue, mas a tentação e o prazer eram fortes demais para resistir. Ele acreditava que, ao satisfazer os desejos de suas paroquianas, estava realmente ajudando-as a encontrar a paz e o perdão.
As mulheres retornavam conforme agendamento do padre, trazendo consigo um desejo diferente e assim foi com a dona Maria. Padre Alessandro a conduz até a sacristia e tranca a porta. Uma sala discreta, sem imagens ou quadros, aparelhada apenas com uma mesa coberta por uma toalha branca, duas cadeiras e um sofá. No chão um tapete persa causava um ar de aconchego. Quando a dona Maria ia sentar em uma das cadeiras o padre diz:
- Aqui no sofá dona Maria.
Ela senta e o padre ao seu lado, pega carinhosamente em sua mão e pergunta:
- O que lhe aflige minha filha?
O tremor nas mãos da dona Maria era percetível, afinal era sua primeira confissão e tinha vindo muito bem recomendada por amigas que se confessavam com frequência:
- Padre Alessandro, minhas amigas me disseram que eu poderia me abrir totalmente com o senhor, por isso estou aqui.
Ele acaricia levemente seu rosto e diz:
- Fique à vontade, minha querida.
- É que eu tenho tido pensamentos impuros e desejos carnais que não consigo controlar.
- Já falou isso com seu marido?
Pega de surpresa pela pergunta, ela ficou pensativa por uns instantes e depois falou:
- Esse é o problema padre, não é em relação do meu marido esses desejos.
- Entendo minha filha, já traiu seu marido alguma vez?
- Nunca padre, mas ele é tão careta no sexo, só faz papai/mamãe e quando minhas amigas me contaram as suas confissões, aí começou o meu martírio.
O padre que de ingênuo não tem nada, ajeitou a rola já dura debaixo da batina e falou:
- Posso entender o motivo agora minha filha, o desejo carnal deve ser satisfeito de todas as formas e isso não é pecado, você costuma chupar seu marido?
Ela corou, mas respondeu abertamente:
- Nem pensar padre, meu marido diz que só puta faz isso.
- Ele chupa sua xereca?
- Ah quem me dera padre, morro de vontade, minhas amigas disseram que só uma santa língua não faz disso um pecado.
Ele sorriu, chegou mais perto da paroquiana, abraçou-a e sussurrou ao eu ouvido:
- Você sabe que sou um homem santo né?
- Claro que sei padre, por isso que eu acredito, nada com o senhor pode ser pecado.
O padre Alessandro beija a boca da dona Maria e é correspondido, o beijo foi lascivo, cheio de cumplicidade, até o padre dizer:
- Isso mesmo minha filha nada é pecado, por isso que devemos rezar, ajoelhe-se na minha frente e levanta minha batina.
Ela já devia saber o roteiro pelas amigas, por isso mais que depressa obedece ao padre e, ao levantar a batina, surge o seu objeto de desejo, duro, empinado e pujante. O padre diz:
- Segura no meu pau e repita as palavras.
Cheia de vontade ela segura na rola e vai repetindo as palavras do padre:
- Eu, dona Maria, estou aqui, diante do santo padre, segurando na sua rola, por vontade própria, ciente de que isso não é pecado, prometendo também, chupar e sugar seu mel sagrado, hoje e sempre que vier confessar, satisfazendo as vontades que meu marido não atende, liberando a “piriquita” e também o anel de couro, para que o santo padre, penetre com seu falo, purificando meu interior e meus desejos, amém.
Terminada essa breve oração profana, ele ordena:
- Pode beijar o santo pau.
Sem prática, mas com muita vontade, a dona Maria começa beijando a cabeça da piroca, para em seguida chupar e sugar do melhor jeito que conseguia. Inexperiente, o padre foi orientando e logo ela engolia o que conseguia daquele cacete desejado. O padre pede para que ela vá tirando a roupa e logo o corpanzil era exposto na sua plenitude, seios volumosos levemente caídos, barriguinha acentuada, bunda grande, xaninha com pelos mal aparados, mas nada disso preocupava o padre, o que importava mesmo era dar conforto à sua fiel. Ele se livra da batina e também fica pelado.
Ele deita a dona Maria no sofá, abre as pernas dela e diz:
- Com a minha língua sagrada vou exorcizar do seu corpo o que tanto lhe aflige.
Ele beija a barriga da mulher, lambe suas virilhas e se aproxima da buceta. Lambe a racha em toda a sua extensão e ao chegar no grelo ele suga forte. É nesse instante que a dona Maria não contém o tesão:
- Caramba padre, que coisa boa, como pude viver até hoje sem essa delícia.
O padre intensificou a força com que sugava o grelo e logo a dona Maria explodia num orgasmo como nunca sentiu antes, chegando ao ápice do seu prazer, seu corpo tremia todo.
Padre Alessandro esperou alguns minutos para ela se restabelecer, para então só colar sua boca na dela e deixar que ela sentisse o seu próprio sabor, ele falou:
- Com certeza também nunca tinha sentido o gostinho de uma buceta.
- Nunca padre e gostei viu.
Ele pede para ela ficar de joelhos sobre o sofá e a bunda virada para fora. Ele se posiciona, encosta na rola na entrada da buceta e enterra de uma só vez, fazendo a dona Maria soltar gemidos de prazer:
- Assim mesmo padre, do jeito que eu queria, mete forte, quero sentir um pouquinho de dor.
Já que era isso que ela queria, além de socar forte, começou a dar tapas naquela bunda branca que logo ficou rosada, não foi preciso muito para que a dona Maria chegasse a um segundo orgasmo e o padre, por prevenção, sacou a rola fora e gozou nas costas da mulher. Depois de refeitos do gozo, o padre quis saber:
- Eram esses os seus desejos minha filha?
- Em parte sim padre, mas preciso vir confessar várias outras vezes, até que fique totalmente perdoada.
- O perdão é divino minha filha, vá em paz e vamos marcar uma nova confissão.
Dona Maria se trocou e foi embora, com o semblante radiante de felicidade. O padre Alessandro foi tomar banho, se preparar para o almoço, rezar um pouco, à tarde teria outra visita. Dona Ana chegou pontualmente às catorze horas. Ela usava um vestido florido, levemente solto e, à medida que andava, uma abertura lateral deixava à mostra boa parte da sua coxa direita. Sua boca grande, com lábios carnudos, era uma tentação, o padre Alessandro já a havia notado nas missas de domingo. Assim que entraram na sacristia o padre abraçou a fiel e disse:
- Muito bom tê-la aqui minha filha, no que posso ajudar?
Essa também era a primeira vez que a dona Ana vinha expor seus pecados e ela diz:
- Vim por sugestão da dona Anastácia, ela me recomendou muito bem o senhor.
Ah sim, dona Anastácia pensou o padre, já se passaram dois anos desde a sua primeira vez e desde então suas confissões tem sido uma constante, aliás, até já ajudou em alguns casos mais complicados, colaborando ativamente nos procedimentos do padre. Dona Ana conta que o marido, apensar de jovem ainda, é diabético e de dois anos para cá a doença se intensificou, muito por desleixo dele, tornando-o impotente, algumas lágrimas rolaram dos olhos da mulher.
O padre logo entendeu a situação, foi irônico, mas precisava da confissão explícita da fiel:
- Entendo minha filha, essa doença é muito severa mesmo, o que ele não está lhe dando é a satisfação de vir aqui se confessar comigo?
Dona Ana olha admirada para o padre, confusa até mesmo, será que não fui clara o suficiente, ela pensou:
- Nada disso padre, acontece que sempre fui muito fogosa e agora, dois anos sem nada, estou chegando às raias da loucura.
O padre afagou o rosto da mulher e foi delicado:
- Entendo minha filha, sua situação é delicada mesmo, mas sempre há uma solução, não acha?
- Por isso vim me confessar, a dona Anastácia me disse que o senhor já foi providente em várias soluções para ela.
Ele fez uma rápida reflexão sobre os casos da dona Anastácia e lembrou que em um deles precisou da ajuda do pároco Olívio, da cidade vizinha, seu grande amigo e cúmplice. Certa vez a dona Anastácia confessou um mau pensamento que precisava se livrar. O padre Alessandro pensou por uns instantes e disse à fiel:
- Isso é possível sim, mas vou precisar de ajuda, volta na semana que vem e resolvemos.
A dona Anastácia voltou conforme combinado e ao entrar na sacristia viu o padre Alessandro acompanhado de outro padre, um negro senhor bem apessoado, sorriso largo e fala mansa:
- Seja bem vinda dona Anastácia, o padre Alessandro me contou sobre seus maus pensamentos e estamos aqui para aliviar esse seu pesar.
A dona Anastácia é uma senhora dos seus quase sessenta anos, mulher de fino trato, bem cuidada, casada com o senhor Eustáquio, dono do Secos e Molhados lá da esquina das ruas do cartório e da farmácia. Um bom homem, mas corria a boca pequena na cidade, que o senhor Pedro era “brocha”, maledicências das beatas que não tinham o que fazer.
Dona Anastácia ficou feliz com a presença dos dois padres, era a certeza que seus segredos seriam mantidos. O padre Alessandro abraçou a mulher e a beijou, enquanto o padre Olívio chegou por trás e se encostou na bunda dela, beijando seu pescoço. As roupas foram ficando pelo chão, ela se ajoelhou entre os dois com seus falos duros, segurou cada um deles com as mãos e se fartou em chupa-los dizendo:
- Ai meu bom Deus, como eu ansiei por isso.
Mas o mau pensamento dela se realizou quando o padre Alessandro deitou no sofá, ela veio por cima e cavalgou na rola. Ele por sua vez abriu a bunda da mulher e disse ao padre Olívio:
- Vem padre, desfruta do anel de couro dela.
O padre Olívio, que se mostrou tão adaptado ao ato, quiçá ele faça o mesmo com as fiéis da sua cidade, lubrificou o furico da mulher e penetrou o seu santo pinto. A dona Anastácia estrebuchava toda e no calor da penetração ela soltou seu vocabulário chulo:
- Caralho que coisa boa, quero ser fodida sempre assim, gozem dentro de mim seus padres safados.
No santo ofício de proporcionar o bem estar e a absolvição dos pecados às fiéis, eles atenderam às súplicas da mulher e a encheram com mais rico e sagrado líquido gosmento. Dona Anastácia confessou depois de perdeu a conta de quantas vezes gozou durante a dupla penetração.
Essa breve reflexão do padre Alessandro demorou mais do que o necessário e voltou à realidade ao ouvir:
- Está tudo bem com o senhor padre – disse a dona Ana.
- Tudo sim minha filha, estava justamente lembrando de uma providência divina que tirou a dona Anastácia de um pesadelo, mas vamos falar de você, abra seu coração para mim, minha querida.
Dona Ana dá um profundo suspiro e pergunta:
- Posso ser totalmente franca e aberta com o senhor?
- Deve minha filha, deve.
- Que assim seja padre, acontece que estou há mais de dois anos sem transar e para quem gosta muito, como o senhor acha que estou me sentindo?
O padre faz com que ela se aconchegue em seus braços e diz:
- Muito carente minha filha, mas isso tem solução.
A mulher sente o calor do corpo do padre e estremece, principalmente por sentir seu braço e costas sendo acariciados:
- Do que mais sente falta minha filha?
Dona Ana sente um nó na garganta, teria ela coragem de responder claramente a essa pergunta? Ela se cala por uns instantes e depois diz:
- De tudo padre, mas o que mais sinto falta mesmo não tenho coragem de dizer.
Carinhosamente o padre diz:
- Você está em confissão minha filha, tudo o que disser aqui, aqui ficará, apenas entre nós dois.
Ele segura o queixo da mulher, vira seu rosto e a beija na boca, era o início da libertação dos receios da dona Ana. Depois de dois anos ela sentia uma língua invadindo sua boca, uma mão tocando nos seus seios e isso a derreteu:
- Vou ser sincera padre, gosto de tudo, faço de tudo, mas o que mais gosto e sinto falta é ser penetrada por trás.
- De quatro minha filha?
Ela dá um sorriso desanimador e reforça:
- Não só de quatro, mas por trás mesmo.
O padre tinha entendido o desejo da mulher, mas queria que ela se libertasse de vez:
- Então, o homem fica por trás e possui a mulher.
Ela perde a paciência:
- Nada disso padre, eu gosto de dar o cu, entendeu agora?
Padre Alessandro sorri e diz:
- Eu tinha entendido minha filha, acontece que minha provocação faz parte da sua absolvição.
Ele enfia a mãos pela abertura lateral do vestido e acaricia a coxa da mulher, sente a pele se arrepiar. Dona Ana se entrega aos carinhos e involuntariamente, será? Ela abre as pernas. O padre corre a mão para o centro do prazer dela e desliza um dedo na racha, sente a calcinha molhada. Com o dedo melado, ele o leva até a boca dela e diz:
- Prove do seu mel sagrado.
Ela chupa o dedo do padre com total volúpia, àquela altura seu tesão já era incontrolável. Ela ergue a batina do padre, que como sempre estava sem cueca e segura o cacete duro e empinado:
- Ai padre que saudade de uma rola dura nas minhas mãos.
Padre Alessandro a estimula:
- Só nas mãos filha?
- Claro que não padre, nas mãos, na boca, na buceta e principalmente no cu.
As roupas foram sendo jogadas de lado e logo ambos estavam nus. Deitada no sofá, a dona Ana tinha seu corpo explorado pela boca ávida do padre. Seus seios lambidos, os bicos sugados com avidez, levemente mordiscados, arrancando da mulher suspiros de prazer:
- Que delícia padre, chupa forte.
A boca continua resoluta em direção ao alvo. Beija e lambe a barriga, desce pelo umbigo e ali ele enfia a ponta da língua. O ventre lisinho da mulher era um convite sem igual. A boca causa arrepios e tremores na dona Ana, principalmente quando a língua ágil do padre lambe suas virilhas.
Dona Ana já não se continha mais:
- Que tortura padre, me chupa logo.
Conhecedor dos encantos íntimos das mulheres, o padre Alessandro mete a boca direto no grelinho da mulher que geme de prazer. Consciente do prazer que causava, o padre abocanha a melada buceta e a devora com fervor. Chupa, lambe, enfia a língua e faz a mulher delirar, mas, com a cara enfiada no parquinho de diversões, ele não podia esquecer do brinquedo que ela mais gostava. Ele ergue as pernas da dona Ana e dá uma longa lambida nas pregas do cuzinho.
Essa ação foi fatal e a dona Ana não se conteve:
- Isso padre, faz mais, eu adoro sentir uma língua saboreando meu cu.
O padre concentra sua atenção àquele brioco rosinha, isso mesmo, ele nunca tinha visto nada igual, mete a língua, lambe, enfia um, depois dois e por fim um terceiro dedo, dona Ana se contorcia de prazer. Se era esse o motivo das torturas da fiel, o padre não teve outra alternativa a não ser satisfazê-la, parou de lamber, posicionou sua rola na portinha de entrada e forçou. A mulher gostava de fato de ser enrabada, choramingou implorando:
- Isso santo padre, arregaça minhas pregas, me absolve dos pensamentos impuros, seja a redenção do que me faz falta.
O padre Anselmo já tinha enrabado outras fiéis, mas nenhuma outra sentiu tanto prazer quanto a dona Ana, a cada estocada ela se entregava com um prazer incrível. Nos sucessivos entra e sai ela confessa:
- Assim eu gozo padre, mete forte, me deixa arrombada.
Diante dos apelos o padre não tem outra alternativa, acelera os seus movimentos e ouve a mulher dizer:
- Vou gozar padre, goza também, enche meu rabo de porra misericordiosa.
E assim aconteceu, os dois gozaram, explodindo num orgasmo avassalador.
Os dois ficaram prostados no sofá, aguardando as energias voltarem. Diante do avançado da hora, dona Ana falou tristemente:
- Padre, tenho que voltar para casa, mesmo sem a absolvição ter sido completa, posso voltar outro dia?
- Claro minha filha, estou aqui para atender os anseios das minhas paroquianas aflitas
Eles se beijaram, dona Ana parte em direção à sua casa e o padre foi se banhar e orar, dando graças a mais uma missão cumprida.
Essa era a vida do padre Alessandro, dia após dia, semana após semana, sempre disposto a oferecer o consolo às paroquianas. Na pequena cidade, Padre Alessandro era visto como um homem santo e dedicado aos desígnios da sua fé religiosa, um guia espiritual e um confessor atencioso. Mas, para as mulheres que seguiam seus passos, ele era algo mais: um amante, um confidente e um libertador. Em seus corações, elas sabiam que, apesar dos pecados, ele estava lhes oferecendo uma forma de redenção, uma maneira de amenizar as complexidades da vida.
E assim, a vida na paróquia de Santa Clara continuava, com Padre Alessandro no centro, um homem de Deus que, em seus momentos íntimos, se permitia explorar os prazeres da carne, acreditando firmemente que, através do amor e do desejo, ele estava realmente ajudando suas fiéis a encontrar a verdadeira paz e felicidade. Tudo no mais absoluto sigilo, afinal, todos, de um jeito ou de outro, tinha algo a perder.
*Publicado por Tuga069
Conto delicioso, gostoso de ler, bem escrito e muito excitante. Essas coroas paroquianas são bem danadinhas, safadinhas e acharam o que realmente procuravam, um padre bem tarado e cheio de disposição pra atende-las e tesão pra acalma-las. Tem que ter continuação. votado e aprovado