Apesar disso, Elisa sempre foi uma mulher extremamente sexy. Vaidosa, linda, daquele tipo “cavala”: bundão, quadril largo, coxas grossas, seios médios, cabelos pretos que iam até a cintura. Uma delícia em todos os sentidos.
Com o tempo, comecei a arriscar aos poucos. Durante o sexo, passava a fantasiar em voz alta, dizendo para ela imaginar outro cara comendo ela. Enquanto isso, eu estimulava como ela gostava, colocava o dedo no cuzinho enquanto ela cavalgava em mim, e ia conduzindo a situação para esse imaginário.
Certo fim de semana, um amigo de outra cidade veio a trabalho e precisou ficar hospedado na nossa casa. Aproveitamos para fazer um churrasco, colocar a conversa em dia. A noite foi avançando, eu e ele já estávamos bem animados pelas cervejas, e Elisa tinha tomado duas garrafas de vinho. Ela disse que estava com sono e foi dormir.
Uns quarenta minutos depois, fui ao banheiro e passei pelo quarto. Elisa dormia de bruços, com a bunda empinada. Usava uma camisola preta curtinha, que havia subido, deixando aquela raba à mostra, com a calcinha vermelha de renda enterrada. Meu pau endureceu na hora. Dei um tapa na bunda dela — nenhuma reação. Fui ao banheiro, mas ali tive um estalo: vou mostrar ela pro meu amigo.
Voltei ao quarto, acendi o abajur, deixei a porta aberta e retornei para o quintal. Continuamos bebendo. Não demorou muito e percebi que meu amigo foi ao banheiro e demorou mais do que o normal. Pensei: “deu certo”. Quando voltou, disse que estava com dor de barriga. Continuamos bebendo.
Pouco depois, ele foi novamente ao banheiro e dessa vez demorou ainda mais. Quando voltou, eu já estava guardando tudo para ir dormir. Entramos, fechamos a casa e, antes de irmos para o quarto, perguntei:
— Você viu a Elisa dormindo?
Ele disse que sim, que tinha visto sem querer, mas que tinha muito respeito por ela.
— Quer ver de novo? — perguntei.
Ele ficou assustado, mas balançou a cabeça afirmativamente.
Fomos até o quarto. Ele ficou ali, admirando ela dormir. Dei outro tapa na bunda dela e comecei a acariciar aquela raba. Ele já se mexia por cima da bermuda. Abri a bunda dela com as duas mãos, enquanto ele sussurrava o quanto ela era gostosa. Não resistiu, colocou o pau para fora e começou a se masturbar.
Puxei a calcinha dela para o lado e mostrei a bucetinha. Ele perguntou se podia tocar. Autorizei. Ele encheu a mão na raba, enfiou o dedo nela, enquanto se masturbava, esfregando o pau na bunda dela, totalmente tomado pelo tesão. Disse que ia gozar e acabou sujando aquela raba.
Ele se recompôs e foi ao banheiro. Eu puxei novamente a calcinha de lado e enfiei meu pau nela. Elisa acordou e sussurrou:
— Ai, amor… devagar.
Comecei a bombar com força. Quando olhei para a porta, meu amigo estava ali, em pé, assistindo enquanto se masturbava. Não demorou muito e gozei dentro dela. Ele também gozou novamente na punheta.
No dia seguinte, agimos como se nada tivesse acontecido. Meu amigo voltou para a cidade dele e, até hoje, não sei se Elisa percebeu tudo o que aconteceu naquela noite.

Vamos fazer amizade
ótima foto
Marido safado vc hein rsrsrs , meu marido nunca teve essa ideia, ja dei mole, várias vezes , mas nada , conto excitante, votado.
Que tesão fazer isso
Que delicia isso, meu sonho fazer isso com a minha.
Delicia de situação vivida por vc. Votado!!!
soldier-boy