Botou uma sunga branca que ele usava pra praia,
que chamava bem a atenção, uma sunga bem apertada, realçando a bunda e a mala.
Meu irmão ficou doido, estava de short fino, deu logo pra ver o volume. Meu irmão me chamou
no fundo e falou,
Zaias, ele não dá mesmo, não é? Eu falei, por quê? Ele falou, se tu é afim de
comer, que ele cuide. Cara, Bruno come, mas não assim, tem que soltar uma grana pra ele.
Quando ele vem aqui, eu solto uma grana, mas como ele vem de casa, às vezes eu não dou
nada, ele vem do mesmo jeito, mas no começo tem que soltar uma grana. Aí ele falou, e quanto
ele cobra? No começo ele me cobrou 300 conto pra dar uma, só que depois ele foi facilitando.
Eu sabia que meu irmão tinha dinheiro, joguei logo o preço lá pra cima, que não é 300, na
realidade ele cobrava 50 assim.
Ele, porra, 300 conto, não é pra dar não, é pra meter. Aí isso, meu irmão foi no banheiro, eu
chamei o Bruno correndo, se ele perguntar, você cobra 300 reais pra meter. Você é doido, Zays?
Ele me perguntou quanto você cobrava pra dar, eu falei que dava, você não dava.
Ele perguntou pra meter, eu falei 300 conto. Vai ser 300 e acabou. Ficamos bebendo um churrasco, fui tomar banho, falei que ia deitar, deixei os dois lá na churrasqueira, claro que dei
a volta na varanda, e fiquei observando eles, sem que eles me vissem, mas afastado.
Bruno estava de sunga, foi passar atrás do meu irmão, deu uma enconchada nele, meu irmão,
eita, cuidado com isso aí. Aí ele, ah, se você vacilar com essa bundona branca sua, prometo a
vara. Bati ontem uma punheta pensando naquela bunda que você me mandou.
Meu irmão logo olhou e falou, para com isso, para com isso aí, as coisas zaias escutada
. Eu não ia
escutar nada, não, Zays estava dormindo. Não se preocupe, eu não falo nada para ele.
Meu irmão falou logo com ele, ele disse, poxa, eu não queria comer. Viajei na
sua bunda, aqui não vai nada, aqui só sai, e se acabaram de rir.
Aí, meu irmão foi e falou, vem
cá, você cobra quanto? Eu prometi.
Aí Bruno arrumou logo 300 conto. Depois, com o tempo, se eu gostar do cozinho, abaixo o
preço, às vezes até posso até não cobrar. No início, cada foda é 300.
Mas também não é por hora, não. É a hora que a pessoa gozar. Geralmente, quando eu boto, a
pessoa goza logo, de tanto prazer que eu dou.
Se fosse para me comer, seria esse valor mesmo? Se fosse, seria sim. Aí nisso, meu irmão ficou
pensativo, morreu o assunto, continuaram bebendo. Aí Bruno estava sentado na cadeira de
piscina que tem lá, perto da churrasqueira.
Daqui a pouco, meu irmão veio e sentou no colo dele. E ele falou, epa, errou de cadeira, meu
jovem. Ele não queria sentir seu pau.
Ele falou, vou ficar só de short, tirar a cueca. Meu irmão tirou a cueca, ficou só de short, pau
dele duraço
. Começou a sentar em cima da sunga de Bruno.
E Bruno falou, ó, 300 conto no Pix, tá ligado, né? Aí ele falou, você não me comeu ainda? Mas eu
vou te comer, você quer dar pra mim? Ora, ninguém vai ficar sabendo não, seu irmão não vai
ficar sabendo. E isso foi no quintal mesmo. Meu irmão abaixou, começou a lamber a sunga
dele.
E Bruno falou, vai tirar pra fora. Não, ele, não, por enquanto não, deixa eu lamber sua sunga.
Começou a lamber, botou o pau por fora, assim, geladinho.
E começou a chupar aquele cacete de Bruno. Ficou doido, começou a chupar. O Bruno olhou,
vai putinha, me chupa.
Você chupa direitinho, pra quem não tem experiência. Deu uma risada, deu logo um tapa na
cara do meu irmão, meu irmão ficou meio sem graça, meu irmão falou que não curtia violência.
Cala a boca, viado.
Deu outro tapa e agarrou a boca do meu irmão, e pressionou
no pau.
Meu irmão começou a engasgar, começou a fazer ânsia, e segurando, segurando. Quando soltou, saiu todo babado,
quase vomitando.
Aí ele aí, ó, não tá gostando, o pau tá duraço aí, no short aí, ó. E daí agora que eu quero ver
esse rabo. Meu irmão virou, falou vai devagar, vai devagar. Isso, a varanda tinha muro alto, os
dois estavam sempre se preocupar.
Não estavam falando muito baixo não, mas eu tava de cima, tava vendo, não tava vendo
ninguém. Daí as abaixo começou a linguar o cu dele, ele ficou doido. Aí ele, qual o nome da
sua noiva mesmo? Meu irmão falou, Priscila.
Aí ele, agora você vai ser minha Priscila. Geme igual a ela, geme com você. Meu irmão começou
a gemer igual a mulher.
Baixinho. Falou, não aguento nenhum cozinho não. Ele, agora fica de quatro aqui, na cadeira.
Ele, vai devagar. Na hora que ele falou, vai devagar, deu uma estocada só. Meu irmão deu um
pulo pra frente, falou, vai devagar, cara, não tô acostumado não.
Ele, vai, dá um pulinho em cima. Com força. Começou a brocar meu irmão de quatro.
Aí ele sentou na cadeira e falou, agora senta aqui e rebola. Meu irmão sentou, começou a
rebolar na pica dele. Rapidinho ele gozou.
Quando ele foi gozar, meu irmão falou, goza na minha boca, na minha boca. Tirou a camisinha
e bebeu a porra toda. Meu irmão aqui, ainda tô de pau duro.
Ele bata uma na minha frente, enfiando o dedo no cu. Ele, então enfia você. Bruno ficou atrás,
pegou, enfiou um dedo, dois, três, quatro.
Daqui a pouco tava uma mão inteira enfiada no cu. Meu irmão gozou rapidinho com aquela
mão no cu. Terminaram, foram tomar banho.
Meu irmão foi dormir no sofá e pediu, não conta nada não. Nisso eu já tava no
quarto deitado. Bruno veio, me acordou.
Eu falei que não tava dormindo, ele, acabei de cmetr o irmão. Esse vai se apaixonar. Aí eu
falei, eu vi.
Dormimos, no outro dia, todo mundo acordou pra ir trabalhar e aí a história continua.
Delícia
Quero esse Bruno e beber o leite do seu irmão .... kkkkk
isaias14101972g