O gordinho no banheiro da academia

Na academia, o ar cheirava a suor e metal. Era uma hora ingrata, entre o almoço e o fim da tarde, e poucos se atreviam a desafiar as máquinas. Eu, um homem negro, aproveitava a solidão para treinar. Minha atenção, no entanto, foi capturada por um corpo rechonchudo, branco como a neve, que se movia com uma certa timidez entre os aparelhos. Era ele, o gordinho, que parecia me observar, com um brilho estranho nos olhos.

Desde o início da semana, eu tinha notado os olhares dele. Durante os exercícios, sentia seu olhar fixo em mim, como se estivesse avaliando cada movimento, cada músculo se contraindo. Sua presença, antes discreta, tinha se tornado mais evidente, quase palpável. Hoje, a situação atingiu um novo nível. Ele, com sua barriga proeminente e as bochechas rosadas, se aproximou de mim na cabine do banheiro.

A cabine era pequena, abafada, com o cheiro característico de desinfetante e urina. Ele, sem dizer uma palavra, encostou na parede, com o olhar fixo em mim. A respiração dele estava pesada, os olhos marejados. Eu, com um sorriso de canto, me aproximei. A tensão no ar era palpável, um misto de desejo e receio.

— Gosta de mim, não é? — sussurrei, com a voz rouca.

Ele apenas assentiu, com a cabeça baixa, as bochechas corando ainda mais. Sua submissão era evidente, o corpo dele tremia levemente. Sem hesitar, o segurei pela cintura, puxando para mim. Ele gemeu, um som fraco.

Aproximei meus lábios do seu ouvido e sussurrei: — Vou te foder até você não aguentar mais.

A resposta dele foi um gemido mais forte, um sinal de rendição total. O empurrei contra a parede, sentindo a maciez da sua carne sob os meus dedos. A boca dele se abriu num suspiro, os olhos fechados, entregue ao prazer que sabia que o esperava.

Abaixei as calças dele, revelando sua bunda redonda e branca. A pele macia contrastava com a minha pele escura, criando uma imagem de puro contraste. Sem hesitar, me posicionei atrás dele, sentindo a ereção latejar.

— Abre bem essa raba, gordinho — ordenei, com a voz carregada de desejo.

Ele obedeceu, a bunda tremendo enquanto se preparava para a invasão. A primeira estocada foi lenta, sentindo a resistência do seu corpo. Depois, o ritmo aumentou, as estocadas se tornando mais profundas, mais intensas. Ele gemia, a voz dele misturada com a minha, num crescendo de prazer.

— Mais forte, por favor… mais fundo… — implorava, com a voz embargada.

A cada movimento, sentia sua entrega, sua rendição total. Meu pau entrava e saía, o preenchendo por completo, o fazendo sentir dor e prazer em igual medida. A cabine, antes fria e impessoal, se transformando num santuário de luxúria, onde apenas os nossos corpos e os nossos gemidos importavam.

Gozei dentro dele, sentindo o calor do meu leitinho inundando o seu interior. Ele gemeu, se segurando em mim, com a respiração ofegante. Aquele cu ardendo, a putinha que ele se tornou, era a prova da minha dominação.

Depois, ficamos ali, abraçados, recuperando o fôlego. O silêncio foi quebrado apenas pela nossa respiração pesada e pelo som dos nossos corações batendo. Ele, de olhos fechados, parecia satisfeito, a pele vermelhinha da minha pegada, o corpo relaxado. Eu, com um sorriso no rosto, sabia que tinha achado um novo brinquedo, um novo prazer. E que, naquela academia, a nossa história estava apenas começando.


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Comentários


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morsolix Comentou em 31/12/2025

Bem escrito,bem conduzido e a sugestão que dali em diante ...muitas coisas boas e quente, pode acontecer.

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engmen Comentou em 31/12/2025

As oportunidades surgem, onde for possível. Cabe a cada um de nós aproveitar da forma mais apetitosa possível, como nesse tesudo caso. Delicioso conto.

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pascarinhoso Comentou em 31/12/2025

Conto muito bem escrito e que deixa o tesão de ambos bem claro! Que inveja deste gordinho!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O gordinho no banheiro da academia

Codigo do conto:
250706

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
31/12/2025

Quant.de Votos:
4

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