Eu sabia o que ele queria. Não era a primeira vez que um garoto como ele me olhava daquele jeito—com uma mistura de medo e desejo, como se estivesse à beira de pular de um penhasco, mas sem conseguir resistir à tentação. Só que dessa vez, o convite era silencioso, mas claro: seus lábios entreabertos, a respiração acelerada sempre que nossos olhares se cruzavam, o jeito como ele se remexia na poltrona, como se já sentisse o peso da minha mão em sua bunda. O filme chegou ao clímax, as explosões na tela iluminaram por segundos seu rosto, e foi aí que ele fez o movimento final. Uma mão desceu devagar, como se por acidente, e roçou contra a minha coxa. Não precisava de mais nada.
— Vamos — sussurrei, sem tirar os olhos da tela, mas com a voz grossa o suficiente para que ele soubesse que não era uma pergunta.
Ele engoliu em seco, os dedos apertando o braço da poltrona antes de assentir com um movimento quase imperceptível de cabeça. Não trocamos mais palavras. Não era necessário. O cinema estava quase vazio, apenas alguns casais espalhados nas fileiras da frente, tão envolvidos em seus próprios mundos que nem notariam nossa saída. Me levantei primeiro, ajustando a calça para disfarçar a protuberância que já começava a se formar, e ele me seguiu como um filhote atrás da mãe, os passos hesitantes, mas determinados.
O shopping àquela hora já estava em seu último suspiro. As lojas fechadas, as luzes amareladas das lâmpadas de emergência criando sombras longas nos corredores vazios. O banheiro dos homens ficava no final do corredor, próximo às escadas rolantes que agora estavam paradas, silenciosas. Empurrei a porta com o ombro, o cheiro de desinfetante barato e urina mal disfarçada invadiu nossas narinas, mas nenhum dos dois se importou. O lugar estava deserto, apenas o zumbido fraco das lâmpadas fluorescentes quebrando o silêncio. Ele entrou atrás de mim, a porta batendo com um estalo seco ao fechar.
Não perdeu tempo. Assim que virei para encará-lo, seus olhos caíram direto para a minha virilha, onde o volume sob o tecido da calça já deixava claro o que o esperava. Seus lábios tremiam, não de frio, mas de uma excitação que parecia prestes a transbordar. Não precisou de ordens. Afundou de joelhos no chão sujo do banheiro, as mãos subindo para desabotoar minha calça com uma urgência que quase rasgou o tecido. O zíper desceu com um chiado metálico, e antes mesmo que eu pudesse puxar a cueca para baixo, sua boca já estava lá, quente e úmida, os lábios se fechando em torno da cabeça do meu pau como se fosse a primeira vez que provava algo tão bom.
— Putinha — murmurei, passando os dedos por seus cabelos loiros, puxando-os para trás só o suficiente para forçar seu queixo a se levantar, fazendo com que ele olhasse para mim enquanto me chupava. Seus olhos estavam vidrados, a saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto tentava engolir cada centímetro que eu empurrava para dentro. Não era fácil para ele. Meu pau, grosso e longo, esticava seus lábios até deixá-los doloridos, a garganta se contraindo a cada investida mais funda. Mas ele não recuou. Pelo contrário, suas mãos agarravam minhas coxas, as unhas cravando-se na pele como se quisesse me puxar ainda mais para dentro, como se quisesse se afogar em mim.
Eu deixei. Afundei os dedos em seus cabelos, guiando seus movimentos, forçando-o a tomar todo o comprimento, ouvindo-o engasgar, a tosse abafada ecoando nas paredes de azulejos brancos. Sua língua trabalhava desesperada, lambendo a veia pulsante na lateral do meu pau, os lábios apertados criando uma sucção que fazia meus quadris se moverem sozinhos, empurrando-o cada vez mais fundo. Podia sentir sua garganta se abrindo para me aceitar, os músculos relaxando à força, até que finalmente, com um gemido rouco, ele conseguiu. Seu nariz encostou na minha pele, as lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto ele respirava pelo nariz, os pulmões queimando pela falta de ar, mas ainda assim, ele não parou. Seus dedos subiram, tremulos, para massagear minhas bolas, pesadas e cheias, enquanto sua boca trabalhava sem parar.
— Isso, sua vadia — rosnei, puxando sua cabeça para trás antes de empurrá-la de volta, desta vez com mais força. — Chupa esse pau como se fosse a última vez que vai comer na vida.
Ele obedeceu, os sons molhados de sua boca enchendo o banheiro, misturados aos seus gemidos abafados. Suas mãos agora subiam pela minha barriga, como se quisesse sentir cada músculo se contrair enquanto eu gozava em sua garganta. Mas eu não ia deixar ele terminar assim. Não dessa vez. Com um movimento brusco, o puxei para cima, seus lábios inchados e brilhantes, a saliva escorrendo pelo queixo. Ele ofegava, o peito subindo e descendo rápido, os olhos arregalados de surpresa.
— Vira — ordenei, o empurrando contra a parede fria. Suas mãos se apoiaram nos azulejos, os dedos espalmados, enquanto eu descia suas calças e cueca em um único movimento. Sua bunda, pálida e firme, ardeu sob o primeiro tapa que dei nela, o som ecoando no banheiro vazio. Ele gritou, mais de surpresa do que de dor, mas quando minha mão deslizou entre suas nádegas, encontrando seu cu já molhado de tanta excitação, o gemido que saiu dele foi de puro prazer.
— Você quer isso, não quer? — perguntei, cuspindo na minha mão antes de espalhar a saliva entre suas bunda, lubrificando o caminho. — Quer sentir um pau de preto esticando esse cu apertado pela primeira vez?
— Sim — ele arfou, empurrando a bunda para trás, como se já não aguentasse mais esperar. — Por favor, me come.
Não precisei de mais convite. Me posicionei atrás dele, a cabeça do meu pau pressionando contra seu ânus estreito. Ele tremia, os músculos contraídos de nervoso, mas quando comecei a empurrar, devagar, sentindo a resistência ceder pouco a pouco, seus dedos cravaram-se nos azulejos, as juntas brancas de tão forte que apertava. O primeiro centímetro foi o mais difícil. Seu corpo lutava contra a invasão, mas eu não recuei. Empurrei mais, sentindo o anel de músculos se abrir, engolindo a cabeça do meu pau com um estalo úmido.
— Ah, porra! — ele gritou, a voz quebrando, o corpo todo se tensionando. — Tá doendo, caralho!
— Calma, sua putinha — murmurei, passando a mão por suas costas, o acalmando enquanto continuava a avançar, milímetro por milímetro. — Respira. Você vai gostar.
E ele gostou. Assim que passei pela barreira inicial, seu corpo relaxou, e eu deslizei para dentro com um único movimento firme, o enchendo completamente. Seu grito se transformou em um gemido longo, os quadris empurrando para trás como se quisesse me engolir ainda mais. Agora não havia mais dor, só prazer—um prazer tão intenso que suas pernas tremiam, quase não o sustentando.
— Porra, é grande — ele arfou, a testa encostada na parede, o suor escorrendo por suas costas. — Não para, por favor.
Não parei. Comecei a movê-lo com força, cada estocada fazendo sua bunda bater contra meus quadris, o som molhado de carne contra carne ecoando no banheiro. Suas paredes internas se apertavam ao redor do meu pau, como se não quisesse me deixar sair, e cada vez que eu batia fundo, ele gritava, os dedos arranhando os azulejos. Não demorou para que suas próprias gemidos se misturassem aos meus, o prazer crescendo em ondas quentes que percorriam minha espinha.
— Vai gozar, sua vadia? — perguntei, puxando seus cabelos para trás, forçando-o a arquear as costas enquanto eu o penetrava ainda mais fundo. — Vai gozar com esse pau de preto no seu cu?
— Sim, sim, eu vou — ele choramingou, uma mão descendo para agarra seu próprio pau, duro e latejando, enquanto eu o fodia sem piedade. — Porra, eu tô quase…
Não o deixei terminar. Apertei seus quadris com força, me enterrando nele até o talo, e então senti o orgasmo explodir dentro de mim, quente e violento. Meu pau pulsou, e jorrei dentro dele, enchendo com cada gota espessa do meu esperma, o sentindo tremer enquanto seu próprio orgasmo o atingia, o sêmen espirrando no azulejo abaixo. Seus músculos internos se contraíram ao redor do meu pau, milkando cada última gota, até que finalmente, exausto, ele desabou contra a parede, respirando com dificuldade.
Eu me afastei devagar, meu pau ainda duro saindo de seu cu com um som molhado. Um fio de esperma escorreu por suas coxas, misturado ao suor. Ele não se moveu, apenas ficou ali, tremendo, como se ainda sentisse cada centímetro de mim dentro dele.
— Acha que aguentaria de novo? — perguntei, passando a mão por sua bunda dolorida, sentindo-o estremecer ao toque.
Ele virou a cabeça, olhando para mim com um sorriso preguiçoso, os lábios ainda inchados, os olhos brilhando de satisfação.
— Tenta.
Com essa resposta meu pau já tava doido de ter ele novamente. Acabei por levar ele a casa que a gente não tinha mais tempo naquele shopping e se divertiu por lá. No final a gente trocou número de telefone para quem sabe eu não possa usar mais daquele branquinho gostoso.