Fomos caminhando entre os corredores. Casais se tocavam, olhares se cruzavam, beijos molhados eram ouvidos a cada esquina. A cada passo, minha excitação crescia… e eu sabia que o ponto alto daquela noite estava prestes a acontecer. Luana segurou minha mão com firmeza, me encarou com um sorriso malicioso e disse:
— Quero ir à cabine do gloryhole.
Meu coração disparou. Ela já havia mencionado essa fantasia, mas nunca imaginei que teria coragem de realizá-la ali, tão de repente. Mas ali estávamos.
A cabine era estreita, iluminada por luzes vermelhas suaves, com uma parede lisa separando os dois lados. No centro da divisória, o buraco — o convite silencioso à luxúria anônima. Do outro lado, alguém já aguardava. Eu não sabia quem era. Ela também não. E isso só tornava tudo mais excitante.
Luana entrou e se ajoelhou lentamente na frente do buraco. Eu fiquei num pequeno canto reservado, com visão total da cena. Pude ver o momento exato em que a rola apareceu, ereta, grossa, pulsante. Ela olhou para mim, lambendo os lábios. Eu já estava com o zíper aberto, minha mão apertando meu pau duro, enquanto o desejo me queimava por dentro.
Ela se aproximou do buraco com fome. A língua primeiro, deslizando provocante pela glande, depois os lábios, fechando-se com delicadeza ao redor daquele pau estranho, desconhecido. A cada movimento, Luana gemia baixinho, sentindo o peso da cena, sabendo que eu assistia tudo. Seus olhos encontraram os meus e ela chupou com mais vontade. Eu não resistia — me masturbava devagar, sincronizado com os movimentos dela.
O homem do outro lado parecia à beira do delírio. O som de sua respiração pesada atravessava a parede. Em certo momento, Luana se levantou, posicionando-se de costas para o buraco, abrindo as pernas e empinando a bunda. Ela mesma guiou o pau dele até sua boceta molhada. A penetração foi lenta no começo… e então profunda.
Ela arfou. Eu quase gozei só de ouvir.
O barulho dos corpos se encontrando, o som molhado da penetração, os gemidos que escapavam de sua boca — tudo era insano. A cada estocada, Luana rebolava mais fundo, se entregando sem reservas. Minha mulher, fodida por um desconhecido atrás da parede… e eu, ali, com o coração batendo forte, a punheta firme, os olhos fixos na cena mais excitante da minha vida.
— Isso… goza pra mim — ela sussurrou, sentindo o pau do estranho pulsar dentro dela.
O homem grunhiu do outro lado. Um jato quente foi disparado lá dentro, e Luana gemeu forte, sentindo o prazer proibido se espalhar por sua pele. Meu gozo veio quase ao mesmo tempo. Explodi na minha mão, ofegante, louco, completamente entregue àquela visão surreal.
Quando tudo terminou, ela se virou pra mim, nua, suada, satisfeita… e disse:
— Foi por você que fiz isso. E agora quero mais… com você.
Eu a puxei nos braços e ali mesmo, encostado à parede da cabine, entrei nela com força, sentindo o calor de outro homem misturado ao dela, sentindo o prazer mais sujo, mais intenso, mais verdadeiro que já experimentei.
