“Precisa de alguma coisa?” - ele perguntou.
Olhei para ele. Ele estava me encarando diretamente. Ele devia ter entre 50 e 55 anos, um pouco de barba, uma pequena barriga de cerveja, parecia um pai comum.
“Você trabalha aqui?”
Perguntei e olhei para algumas roupas.
“Não, só estou me perguntando como uma garota bonita como você pode comprar algo tão caro.”
Olhei para a etiqueta de preço e vi que custava $540.
“Ah. Não, tudo bem.”
Eu me afastei novamente, mas ele se aproximou.
“Você realmente gosta de provocar as pessoas com essas roupas. Sabe, eu tenho 800 reais aqui, se você quiser.”
Olhei para cima e o vi mostrando várias notas em suas mãos.
“Por que... por que você me daria isso?”
Ele me olhou de cima a baixo.
“Tenho certeza de que você pode fazer algo pra ganhar esse dinheiro.”
Sexo não me incomodava muito e, para ser sincera, 800 reais por um boquete rápido não seria a pior coisa do mundo.
“Talvez. O que você quer dizer com ganhar?”
Ele se aproximou novamente, agora bem ao meu lado. Ele cheirava a cigarro e colônia. Sua mão apalpou minha bunda gentilmente.
“Só uma chance de experimentar essa bunda perfeita.”
Eu não sabia bem o que ele queria dizer, mas era algo bem ousado para se pedir a alguém aleatoriamente.
“De que maneira?”
Sua mão me apalpou com mais força.
“Eu não aguento muito tempo. Deixa eu te comer, uma rapidinha e você ganha seu dinheiro"
Olhei para ele novamente. Seus olhos estavam me desejando tanto. Pensei sobre isso por alguns segundos enquanto ele continuava tocando minha bunda. Não poderia ser tão ruim assim, certo? E 800 reais..... daria para pagar algumas coisas.
“Só uma rapidinha, então. E me dê o dinheiro agora.”
Ele me entregou o dinheiro e eu coloquei na minha bolsa. Ele gesticulou para que eu o seguisse e apontou para que eu fosse ao banheiro e esperasse por ele. Algo me dizia que ele já tinha feito isso antes.
Entrei e me olhei no espelho. Eu disse:
“Que diabos você está fazendo!"
Cuspi no meu dedo, me abaixei espalhei no meu cuzinho. Fazia tempo que não fazia nada no cuzinho e sabia que não havia maneira de ele colocar o pau ali sem algum lubrificante. Ouvi passos, ele entrou e trancou a porta. Ele tinha uma protuberância visível na calça. Me inclinei sobre o lavatório e olhei para mim mesma no espelho. Em breve tudo acabaria.
“Porra, você é perfeita. Sorte minha ter encontrado alguém disposta a transar, percebi isso no momento em que você olhou para mim.”
Ele se aproximou e sua ereção pressionou minha bunda. Suas mãos apalparam meus peitos e eu mantive o olhar fixo no espelho.
“Seios firmes também. Agora, estamos de acordo, certo? Não quero que você comece a gritar por agressão ou algo assim depois que terminar. Aí vou precisar do meu dinheiro de volta.”
Eu acenei com a cabeça.
“Acaba logo com isso.”
Ele sorriu maliciosamente. Gentilmente, ele puxou minhas calças e calcinhas até os tornozelos. Agora, meus dois buracos estavam à mercê dele. Eu me sentia muito desconfortável, mas pensei no dinheiro.
“Eu sabia, tão apertado.”
Ele abriu minhas nádegas e passou o dedo pelo meu cuzinho, lubrificando com mais saliva.
“Uuuugh, você me deixa com tanto tesão, vagabunda.”
Seus comentários tinham se tornado um pouco irritantes a essa altura. Ele se inclinou para mais perto e senti seu dedo do meio deslizar para dentro de mim. Involuntariamente, soltei um gemido e me afastei dele.
“Calma bebê, estou apenas aquecendo.”
Ele agarrou meu pescoço e pressionou mais fundo. Doeu, não terrivelmente, mas foi repugnante, sentia que era errado. Eu me arrependi de ter entrado ali. Se isso doía, como eu poderia aguentar seu pau?
“Talvez isso...”
Eu murmurei, mas ele rapidamente colocou a mão sobre minha boca.
“Como eu disse. Um acordo é um acordo.”
Eu não resisti. Deixei ele enfiar os dedos profundamente no meu cu várias vezes enquanto fazia comentários obscenos sobre meu corpo. Minha buceta ficou molhada, o que agora percebo que foi uma espécie de resposta traumática. Ele continuou cada vez mais rápido enquanto eu tentava ao máximo manter a calma.
“huuumm acho que agora minha vagabunda está pronta, certo? É hora de fazer valer o meu dinheiro.”
Quando ele alinhou seu velho pau com meu cuzinho, entrei em pânico total.
“N... não.”
Empurrei para trás e tentei puxar minhas calças para cima.
“Shhh. Nem uma palavra. Agora é tarde demais para voltar atrás.”
Ele arrancou minhas calças e, com uma mão firme em volta do meu pescoço, me prendeu contra a parede. Tentei me libertar. Ele devia ter um pano ou algo assim, porque enfiou um pano na minha boca, me deixando totalmente indefesa. Com meus braços presos atrás de mim, ele alinhou seu pau novamente. Ouvi ele cuspir algumas vezes no pau e masturbar para cima e para baixo antes de estar pronto para me comer.
Eu estava tremendo nesse momento. Então, de repente, ele empurrou em minha direção. Meu cuzinho tentou resistir com todas as forças, mas com força suficiente, sua cabeça penetrou minha bunda. Eu chorei, doía muito e minhas pernas dobraram sob mim. Ele não se importou. Ele empurrou mais fundo e parecia que eu estava sendo fodida por uma barra de metal quente. Eu chorei por trás da mordaça e meus dedos dos pés se curvaram com tanta força que minha perna começou a ter cãibras. Ele me fodia agora, seu pau deslizava para dentro e para fora de mim e cada vez parecia que meu cú ia explodir. Eu gemia cada vez que ele empurrava dentro de mim e cada vez doía mais do que a anterior. Eu podia sentir minha buceta molhada, meu suco escorrendo pelas minhas pernas. Ela implorava para ser fodida, implorava para que ele acabasse com meu sofrimento e trocasse de buraco. Mas ele nunca fez isso.
“Vagabunda nojenta, tava doida pra dar esse cuzinho né. Aceite meu pau. Seu corpinho jovem nunca esteve com um homem de verdade. Puta. Você queria isso, com shorts assim.”
Suas palavras me atingiram como seu pau. Ele me preenchia com seu pau, tirava totalmente e colocava de volta, várias vezes até soltar um grunhido alto e eu sentir seu pau explodir dentro de mim. Ele pulsava dentro de mim e seu esperma encheu meu interior dolorido e machucado, me fazendo seu depósito de porra.
“Assim mesmo, assim mesmo”
Ele murmurou no meu ouvido antes de tirar seu pau de mim. Eu podia sentir meu cuzinho aberto e aquela porra escorrendo de mim. Minhas pernas estavam tão fracas que mal conseguia ficar de pé.
“Agora fique calada sobre isso. Você recebeu seu dinheiro e eu consegui o que queria.”
Ele fechou o zíper das calças e deu uma rápida olhada para fora antes de sair. ME deixou ali, violada e com uma sensação horrível de queimação no cuzinho. Levei um tempo para chegar até a porta, trancá-la e voltar para o vaso sanitário. Seu esperma escorria de mim e até mesmo me movimentar doía. Nunca na minha vida pensei que sexo anal pudesse doer tanto assim.
Voltar para o meu carro foi horrível. As pessoas olhavam para mim como se eu fosse louca, quando eu caminhava como se tivesse feito cocô nas calças. A pior parte é que agora eu me masturbo pensando nisso, enfio minha escova no cu e esfrego meu clitóris até gozar com a humilhação, a dor e o prazer. Não quero nunca mais ver aquele homem, mas também não consigo parar de pensar nele invadindo minha casa e me fodendo de novo enquanto eu grito e choro.
Vc se supera gata!
Delicia de conto!!
Uau, que tesão! Só quem ja foi usada dessa maneira sabe o sentimento