Amor de pica quando bate fica 3

Eu já nem sabia mais que horas eram quando o celular vibrou. Era um Zap dele: “21h aqui. Vou deixar a porta aberta. Não demora.”
Cheguei às 20h18, de propósito. Queria pegá-lo ainda de uniforme, com aquele cheiro de fim de expediente grudado na pele. Bati leve. Ele abriu. A camisa meio desabotoada, o suor marcando o tecido no peito. Olhou o relógio de pulso e ergueu uma sobrancelha.
— Adiantada hoje, quenguinha? Tá com pressa de levar pica?
— Não. É que trouxe uma surpresinha… — respondi, entrando e fechando a porta com o calcanhar.
Tirei um barbeador elétrico da bolsa e balancei devagar na frente dele.
— Você não falou em brinquedo novo da última vez?! Então toma! Esse matagal aí em baixo tá me irritando há meses.
Nilson deu uma risada…
— Tá maluca, garota! Macho de verdade tem pelo! Mulher e viado é que se depilam…
— Só vou aparar em cima e raspar o saco. Se você não deixar, hoje não tem cu nem buceta. Vou fechar a firma! - falei tentando parecer séria.
Fiz menção de virar e ir embora. Ele segurou meu braço — o suficiente pra me parar — e soltou um resmungo baixo.
— Tá bom, porra. Mas vai devagar. Se me cortar, tu sabe o que vai levar uns tapas!
Levou cerca de dez minutos no banheiro. Ele sentado num banquinho dentro do box, eu ajoelhada entre as pernas dele. O barbeador zumbia baixo enquanto eu aparava os pelos pubianos até deixar uma penugem curta, quase um veludo. Depois raspei o saco com todo cuidado, a pele ficando lisa, quente, e a piroca pesada na palma da minha mão. Cada vez que eu passava a lâmina, o pau dele dava um salto, endurecendo mais. Quando terminei, passei a língua só na cabeça pra testar.
— Caralho… tá diferente — ele murmurou.
Em realidade ficou lindo, realçou ainda mais o calibre do cacetão, mas não falei nada. Só olhei pra ele de baixo pra cima e chupei devagar, sentindo o saco liso encostar no meu queixo sem um pelo pra incomodar. Ele gemeu, segurou meu cabelo, mas não forçou. Ainda não.
Saímos do banheiro e ele me empurrou pro quarto. Não rasgou roupa nenhuma dessa vez. Ajudou a me despir quase com calma, como se estivesse se segurando. Beijou meu pescoço, desceu pro colo, chupou cada seio até os mamilos doerem de duros. Eu já estava molhada, mas ele não tocava na buceta. Só passava os dedos de leve por cima, roçando o grelo de propósito, depois afastando.
— Nilson… — gemi, tentando fechar as pernas em volta dele.
— Calma, putinha. Hoje você chegou meio mandona, né? Então aguenta.
O safado me deitou de costas, abriu minhas pernas devagar e ficou só olhando. Olhando mesmo, como se estivesse apreciando. Depois desceu a boca sem pressa dando lambidas leves nos lábios da pepeka, a língua circulando pelo grelo sem encostar direito. Eu arqueava o quadril, tentando forçar mais o contato, e ele segurava minhas coxas abertas com força. Quando finalmente enfiou a língua fundo, eu já estava me tremendo inteira. Gozei na boca dele, minhas pernas fechavam involuntariamente na cabeça dele, enquanto eu soltava gritinhos abafados no travesseiro.
Ele subiu, beijou a minha boca (pela primeira vez, depois de meses me comendo semanalmente).
— Agora sim. Agora eu meto.
Entrou na buceta de uma vez só, sem avisar. A rola grossa me abriu inteira, o saco liso batendo molhado no meu cu a cada estocada. Ele metia fundo, mas controlado, olhando nos meus olhos, num papai e mamãe hard. Puxava quase todo pra fora, esperava eu arquear o quadril implorando, aí socava de novo. Eu já estava louca, unhas cravadas nas costas dele, pedindo mais rápido, mais forte. Ele só ria baixo e mantinha o ritmo torturante.
— Quer gozar de novo, é? Pede direito.
— Por favor… Mete com força!
Só aí ele acelerou. Me segurou firme pelo quadril, suspendendo levemente e bombou com vontade, a cama rangendo, o saco batendo no cuzinho a cada metida. Gozei outra vez, a buceta apertando tanto que ele grunhiu fundo.
Mas ele não gozou ainda. Tirou da buceta pingando, besuntou o pau de gel com calma, me virou de bruços e encostou a cabeçorra no meu cu. Só encostou. Ficou ali, pressionando de leve, saindo, voltando. Eu sentia o cuzinho piscando, querendo engolir tudo, e ele só roçava me atiçando.
— Quer no rabo, putinha? Virou freguesa, né?!
— Mete logo no meu rabo! Para de me torturar… - falei manhosa.
— Então empina essa bunda gostosa pra mim e pede como uma putinha educada.
Empinei mais, abri as nádegas com as mãos e sussurrei rouca:
— Come meu cuzinho, Nilson. Por favor.
Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, parando toda hora pra eu me acostumar. Quando entrou tudo, ficou parado, me deixando sentir o pau pulsando dentro do meu reto. Depois começou a se mexer — saía quase todo, entrava fundo, o saco liso agora batendo na buceta molhada. A sensação era enlouquecedora: mais pele, mais atrito, mais tudo.
Mudou de posição três vezes: de quatro, de ladinho com uma perna no ombro dele, depois eu cavalgando com o pau no cu enquanto ele chupava meus seios. Gozei umas duas vezes, o corpo mole, lágrimas de tesão escorrendo. Só quando eu já estava babando no travesseiro, implorando pra ele gozar, ele acelerou de verdade.
— Toma, sua vadia… vou encher esse rabo…
- Isso! Dá pressão nesse cu, dá! Arrebenta tudo!
Nilson gozou quente, profundo, senti seu pau pulsar no meu reto. Ele ficou engatado atrás de mim até despejar a última gota, depois saiu devagar e me puxou pra chupar e deixar o pau limpinho.
Ficamos deitados um tempo, eu com o cuzinho latejando, ele passando a mão na minha bunda como quem marca território.
— Gostou do brinquedo novo? — perguntei, ainda ofegante.
— Gostei. Mas da próxima vez eu escolho o brinquedo. E tu não vai gostar de esperar tanto.
Sorri contra o peito dele. Eu já estava contando os minutos.
Dias depois, veio o resultado do vestibular: não passei de novo! Cheguei em casa e minha mãe me esperava na sala com uma cara que gelou meu sangue.
— Senta, Elísia!
Mostrou o tablet. Olha a sua nota e a sua classificação. Eu sei que você quer medicina, que é um curso difícil de passar, mas seu desempenho foi pior que ano passado. E perguntou:
— Elísia, isso aqui é o resultado de quê? De preguiça? De noites fora de casa? De mentir pra mim o tempo todo? Porque eu vejo você mudada há alguns meses! Chega tarde, mente pra onde vai, vive com esse ar de quem tá escondendo algo. Marcas no pescoço, cheiro de cigarro, sorriso bobo pro celular… Eu não sou cega. Se não passar a se comportar como adulta, vai aprender do jeito difícil.
— Mas mãe, eu…
— Eu não, Elísia! Acabou mesada! Acabou cartão de crédito! Quer dinheiro? Vai trabalhar! E se eu descobrir que tem homem ou droga no meio disso, você vai se arrepender de verdade.
Chorei, implorei, discuti. Mas não adiantou nada.
Como a data era próxima ao Natal, consegui um emprego temporário como vendedora numa loja de roupas feminina no Barra Shopping. A patricinha da Barra, criada em condomínio, agora estava literalmente no varejo. Dois dias depois eu estava de uniforme — saia preta, blusinha branca com o logo da loja —, crachá no peito, sorrindo para as clientes que me tratavam como se eu fosse qualquer coisa. Tinha que chegar às 13h50 em ponto e ficar oito horas em pé, ouvindo: “moça, tem no PP?”, “moça, troca isso aqui?”, “moça, anda logo”.
Eu, que nunca tinha batido ponto na vida, agora obedecia gerente, dobrava roupa, carregava caixa, engolia grosseria das madames da Barra… Aquilo, pra mim, era humilhante.
Mas quando batia o ponto na saída, às 22h10, não me sentia humilhada. Meu corpo já sabia pra onde ia.
Chegava na casa dele ainda de uniforme, cansada, e ele abria a porta rindo.
— Olha a vendedora chique…
E ali, de joelhos no chão da casa do porteiro, com o pau na garganta e o saco batendo no meu queixo, eu passei a me sentir bem.
Quem diria que a menina riquinha da Barra ia descobrir que o melhor lugar do mundo era obedecendo ordens — tanto das clientes na loja quanto do porteiro que continuava mandando na minha vida.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico deusavenus

Nome do conto:
Amor de pica quando bate fica 3

Codigo do conto:
251069

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
05/01/2026

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