O que acontece na casa da praia. Parte 2 - Suor escorrendo entre os pelos.
A gente sai pela porta de vidro que dá pro quintal e vamos pra cadeira que fica na beira da piscina. Pelados e com tesão. Eu venho segurando o teu pau com a mão e batendo uma punheta devagar, deixando ele mais duro ainda. Te faço sentar na cadeira de sol com as pernas abertas e com um pe no chão de cada lado da cadeira. Me posiciono de frente pro teu pau duro e começo lá lamber a área dos ovos e da virilha, passando pela moita de pentelhos e sentindo o cheiro de macho acumulou dentro da cueca. Começo a mamar aquela pica deliciosa engolindo tudo e fazendo um vai e vem com minha cabeça. Brinco com a língua passando suavemente por toda a cabecinha rosada que já está soltando uma babinha salgada e saborosa. Sugo tudo e deixo um pouco na minha língua e te dou um beijo demorado transferindo o gosto dos teus fluidos entre as bocas da gente. Compartilhando aquele gosto entre nossas línguas. Eu viro de costas e empino meu rabão guloso na frente da tua cara e digo com uma voz de putinha safada que quero que meu macho me foda com a língua primeiro. Você segura meu quadril e puxa pro seu rosto aquele rabo arreganhado com o cuzinho rosado a mostra, piscando de desejo por um macho. Começa a passar a língua devagar ao redor do meu buraquinho, molhando os pelos que circulam o meu cu. Depois começa a abocanhar a parte do meio e passar a língua com vontade, alternando entre lamber e penetrar aquele buraco quente com o máximo que consegue enfiar lá dentro até suas bochechas serem impedidas de ir mais adiante pela carne das minha nádegas. Eu começo a gemer baixinho, com a minha voz de putinha no cio. Fico repetindo que meu macho me deixa com muito tesão. Que quero dominar o pau dele com meu cu. Quando eu não aguento mais de desejo eu te deito na cadeira e monto no teu corpo peludo e suado, com gotas escorrendo através dos pelos do peito e barriga. Você diz que vai pegar o lubrificante lá dentro mas eu digo que não precisa. Pego o meu pau duro que ainda continua derramando minha babinha viscosa e pego uma boa quantidade dela e lambuzo todo o teu pau duro, aí seguro tua vara e posiciono o meu buraco guloso em cima dele e começo a descer devagar. A cabecinha rosada vai entrando tranquilamente com minha lubrificação escorrendo pelo teu pau. Vou gemendo e descendo até minha bunda encostar nos teus pentelhos. Sinto aquela textura dos teus pelos suados em contato com minha pele e com a tua pica toda inserida dentro do meu buraco quente eu gemo de prazer e rebolo um pouco e vou fazendo pressão com meu reto pra apertar tua rola. Estou de costas mas sinto teu corpo tremer de prazer e tua gemida alta me confirma que a putinha ta fazendo um serviço bem feito pro macho dela. Eu paro um pouco e digo que tua pica dura é minha e começo a subir e descer fazendo movimentos variados enquanto faço pressão com meu cu pra dar mais prazer ainda pro teu pau. Estamos numa casa sem vizinhos e não precisamos nos segurar. Eu começo a falar alto enquanto continuo gemendo que sua puta ta morrendo de prazer e que esse pênis aqui dentro de mim é so meu. Você geme alto e as palavras saem com dificuldade porque tá gostoso demais esse meu sobe e desce, mas consegue dizer alto sem s segurar, que sua putinha ta te matando de prazer. Eu paro um pouco e ainda com tua pica dentro de mim, viro e fico de frente pra você. Minhas mãos apoiadas nos braços da cadeira e meus pés apoiados no encosto da cadeira, um de cada lado do seu corpo, nessa posição eu consigo movimentar meu quadril pra cima e pra baixo e você consegue ver o meu corpo todo se movimentando e meu pau que tá meia bomba fica batendo na tua barriga junto com meu sacao, fazendo um barulho de pele molhada contra pele molhada. Minha babinha continua escorrendo e a cada movimento um fio de baba pendurado no meu prepúcio que tá cobrindo a cabecinha, fica balançando como uma corda. Depois ele gruda na tua barriga e fica lá, espalhando e a baba vai ficando branco cada vez que meu pau bate na tua barriga. Minha bunda balança a cada enrabada do teu pau dentro de mim. Meus peitos sacodem e eu gemo alto de prazer. Você tá se desfazendo de prazer e diz que não consegue mais segurar, precisa derramar teu leite dentro do cuzinho da tua putinha pra marcar que aquele cu é teu. Eu paro de me mexer e digo que agora quero que você domine o meu anus e goze dentro de mim e me faça gozar de novo sem toca no meu pau. Você se posiciona melhor e me segura pelas costas, eu fico sentado no teu colo e você começa a enfiar em mim e eu fico rebolando. Meus peitos estão na tua cara e eu mando você mamar eles. Você envolve um mamilo com a boca e suga forte enquanto fica bombeando cada vez mais forte sua pica dura feito pedra dentro do meu cu quente e molhado de baba. A gente começa a gemer mais alto e juntos e eu sinto seu corpo tremer forte enquanto você me segura mais perto e seus gemidos ficam abafados com sua boca ainda mamando meu peito. Eu sinto o teu líquido quente começa a inundar o interior do meu reto. Sinto a pressão dos jatos e sinto começar a escorrer pelos lados. Sem tocar no meu pau, o vai e vem da cabeça do teu pau foi estimulando minha próstata e eu sinto uma onda de calor até que começa a escorrer esperma da cabeça do meu pau. A princípio vai descendo pelo tronco da rola, mas depois eu vou pulsando o meu pau e uns jatos começam a sair e e batem nos teus peitos melando e ensopando teus pelos e alguns batem na tua boca e escorrem pelos lábios e barba. A gente continuou gemendo alto durante esse momento e quando os nossos paus já foram ordenhados e não derramam mais leite, ficamos abraçados. Eu no teu colo e você com as pernas ao meu redor me segurando. Respiramos um pouco e nos beijamos, eu sinto a minha porra na tua boca e sinto meu gosto junto da tua língua. Passo a mão no tronco do teu pau que tem tua porra ainda melada e descendo pelos teus ovos e pego uma pouco dela pra passar nos meus lábios pra gente misturar os dois líquidos enquanto nos beijamos. Ficamos lá sentindo o prazer do momento e vendo o mar. Começamos a nos levantar pra tomarmos um banho no chuveiro do quintal pra continuarmos a putaria. E nesse momento a gente escuta uma voz grossa e máscula dizendo: “que delícia de trepada. Posso me juntar a essa putaria de vocês?” Olhamos surpresos e vemos um cara de uns 48 anos, peludo e vestindo só um short vermelho curtinho e passando a mão por cima da rola dura, em pé na frente do portão baixinho que fica virado para o lado do mar. Ficamos nos olhando sem saber o que dizer, mas nossos paus que estavam flácidos depois da trepada, começam a subir bem rapidamente e a gente já sabe qual é a resposta pra pergunta dele.
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