O que acontece na casa da praia Parte 3: Descoberta do desejo

O cara que apareceu no portão e tava só de shorts e era todo peludo e pediu pra se juntar a putaria era Oliver, meu amigo de infância e até hoje continuava meu melhor amigo. A família tinha casa nessa praia e foi a ele que pedi indicação de Airbnb para alugar quando tive a ideia de te chamar pra viajar.

Apesar de saber que eu tinha decidido reservar essa casa, Oliver não sabia a data que eu havia marcado. Por coincidência tinha chegado no mesmo dia para passar o final de semana com a esposa na casa da família. Quando chegaram, a esposa ficou organizando umas coisas e ele decidiu dar um mergulho no mar. Ao sair de casa, ele foi por uma rua menor, que os turistas não conheciam e estava quase sempre vazia e era um atalho que levava direto ao mar. Essa mesma rua passava perto da subida para a casa onde eu e você estávamos hospedados e ao passar por ela Oliver ouviu uns barulhos e gemidos. “Barulhos de trepada” ele pensou, e ficou logo excitado. A curiosidade foi maior e ele foi procurar a origem dos gemidos. Percebeu que vinham da casa mais acima que não tinha vizinhos e era bem aberta. A casa que ele me recomendou. Ele conhecia os donos e foi olhar. Se alguém perguntasse o que estava fazendo ali iria dizer que estava procurando Pedro, o dono do imóvel. Ao subir para chegar no muro baixo da casa ficou chocado por que não imaginaria nunca que me encontraria como autor dos gemidos e barulhos. Ficou olhando escondido e pensou em sair dali porque seria totalmente constrangedor ser descoberto espiando. Mas quando me viu cavalgando o teu pau e minha pica molhada batendo na tua barriga e melando teus pelos e peitos de baba não conseguiu desviar o olhar e se escondeu atrás de umas plantas ao redor do muro. Quase que sem perceber tirou o pau pra fora e ficou acariciando. Aquele era um pau que deixaria qualquer pessoa de boca aberta. Eram 21cm de pura tora pesada e cheia de veias pulsando. Com sua mão direita envolveu a circunferência de 17,5cm, suficiente para impedir que sua mão fechasse completamente ao redor daquela grossura. Nunca tinha me visto fudendo e ficou surpreso por ficar com tanto tesão. Aliás, nunca tinha sequer imaginado que eu fudia com homem. Ficou olhando seu amigo de infância possuindo um pau e rebolando em cima de um coroa peludo e gostoso como aquele. Se controlou pra não gozar e ficou só alisando aquele mastro carnudo e roliço, com baba já escorrendo de sua uretra. Umas gotas fartas iam pingando na areia da rua e outras sendo passadas em seus dedos e que eram logo lambidas por ele com um tesão gigantesco. Quando viu que gozamos e estávamos nos beijando e eu no teu colo abraçado no teu corpo suado e peludo, Oliver ficou pensando em como seria poder fuder com aqueles dois machos. Nunca tinha pensado em trepar com homens, mas naquela hora descobriu que era algo que queria ter feito há muito tempo, só estava com o tesão guardado esperando ser revelado. E o momento tinha chegado. Colocou seu pau pra dentro do shorts que ficava super apertado quando tinha que guardar aquela jeba gigantesca quando estava dura. O tecido sofria tentando conter aquele tronco que não parava de tentar se libertar e apontar pra cima, querendo ser admirado. Na hora que chegamos no chuveiro que era logo ali do lado da piscina, Oliver pensou que se não fosse agora não seria mais nunca. Apareceu no portão da frente da casa que era bem baixo, chegava apenas até a metade das suas coxas peludas. Olhou pros dois machos que eram os responsáveis por fazerem o tecido do shorts dele sofrer tanto, tendo que segurar aquela fera enrijecida que continuava tentando se libertar. E falou: “posso me juntar a essa putaria aí?”
Olhamos pra ele assustados por que não tínhamos percebido ninguém chegando em frente ao portão. Eu fiquei confuso porque minha cabeça não conseguia processar o fato de ver o meu amigo ali, naquela praia, me vendo pelado com um macho, e ele vestindo apenas um shorts curto e vermelho ali de pé, com o pau claramente explodindo de duro nos olhando. Quando consegui processar o momento percebi que nós dois também estávamos com os paus duros, mesmo tendo acabado de gozar há pouco tempo. Eu te olhei e percebi o desejo na tua cara de safado e disse “claro Oliver. Entra aí. Vem se divertir com a gente” ele abriu um sorriso e entrou pelo portão. Estava ali de frente pra gente, segurando a parte de elástico do shorts vermelho, sem vestir mais nada, inclusive descalço já que tinha saído rapidamente para dar o seu mergulho no mar. Ele fez uma cara de incômodo enquanto puxava o elástico pra poder soltar o pau que implorava pra sair desde que fora aprisionado ali dentro. Se curvou e abaixou e tirou o shorts e jogou numa mesa. Quando se levantou eu e você ficamos hipnotizados. O pau dele balançou e deu um pulo pra cima com o movimento que ele fez pra se despir e estava ali apontando pra cima com a cabeçona molhada de baba. O sacão dele também era admirável e aqueles testiculos e pênis estavam ali cercados por uma floresta negra de pelos grossos e fartos.
O corpo peludo dele estava com várias gotas de suor escorrendo por conta do tesão e da punheta que bateu escondido, além do calor do dia ensolarado. Sua testa estava úmida e uma gota descia pela lateral do rosto dele, chegando em sua barba ao lado do sorriso bonito que ele exibia antes de dizer: “e aí? Vão ficar só encarado minha piroca ou alguém vai tomar conta dela?”
Eu me aproximei e peguei ele pela mão e o coloquei na espreguiçadeira ao lado da piscina que ainda ainda estava molhada com nosso suor da trepada anterior. Eu e você ajoelhamos em frente aquela pica descomunal. Apesar de nos conhecermos há 30 anos eu não fazia ideia que ele tinha um membro tão avantajado. Já tinha olhado o pau dele marcado na sunga quando íamos à praia ou tomávamos banho de piscina e apesar de ver um bom volume, não imaginava o tamanho que ele poderia chegar ao endurecer. Eu envolvi aquele tronco com a mão, que não fechava e passei a língua na pontinha pra limpar a baba. Vi teu olhar de puro desejo olhando aquele monumento e direcionei a pica aos teus lábios e fiquei passando a cabeçona por ali te lambuzando com a baba que continuava a sair. Oliver já estava mordendo o lábio inferior e dizendo: “isso, isso. Cuidem da piroca do macho aqui.”

Ficamos nós dois ali, olhando para aquele pau enorme, e a gente decidiu chupar juntos aquele tronco de árvore. Eu fiquei segurando a base e comecei a mamar a cabeçona enorme, enquanto você lambia o tronco e parte do saco pesado dele. Ficamos ali, lambendo, molhando e sentindo o cheiro todo daquele mastro, e fomos alternando as posições em alguns momentos. Enquanto a gente movimentava as nossas cabeças, os nossos rostos iam de um lado para o outro e as nossas línguas se encontravam e a gente ficava se lambendo também.

Enquanto envolvíamos o pau com os nossos lábios e línguas, elas se encostavam e a gente sentia o gosto misturado de pica de macho, com a nossa saliva, que ainda tinha um pouco do gosto do nosso esperma, que compartilhamos minutos. A cabeça do pau dele vazava uma baba grossa e salgada, que a gente revezava em limpar com a língua cada vez que ela saía daquele buraco na ponta daquela cabeça enorme.

A gente ficou apalpando aquele pau e passando a mão no corpo dele, nas panturrilhas, coxas e isso deixou ele basicamente em transe, olhando pra cima, revirando os olhos, fechando-os também e gemendo de um jeito que ele nunca gemeu na vida. Ele ficou pensando: “por que eu nunca fudi com macho antes?”
A gente fez um trabalho excelente naquela pica, e ele ficou gemendo, dizendo que ia gozar. Mas eu sabia que isso poderia diminuir um pouco a brincadeira. Então eu avisei pra gente parar, soltei a pica dele e a gente levantou e ficamos nos abraçando e nos alisando. Todos estavam suados, e os nossos pelos estavam grudados com o nosso suor. Pelados, nos esfregando, passando a pica nas picas dos outros, apertando as cabeças dos paus umas com as outras e também pelas partes dos corpos que conseguíamos alcançar com elas e caminhos de baba iam se formando na barriga de um, na bunda de outro, porque a gente ficou com uma ânsia louca de tocar e sentir tudo do corpo dos outros machos. Nossas mãos também ficavam tocando e apertando o que dava vontade de apertar. A gente começou a se beijar também, passavamos as mãos nas costas um do outro e apertávamos os corpos peludos num beijo louco de três machos, com barba roçando com barba.

Após muito beijo, e com os nossos rostos já vermelhos de tanta fricção entre nossas barbas gostosas, eu parei, olhei pra Oliver e disse: “tá na hora de você me preencher com essa rola.”Olhei pra você e disse: “você quer também?” Você disse: “claro, com certeza. Só estou com receio porque não sei se aguento. É muito grande.”

Eu disse: “pode deixar que eu te amacio bem direitinho, como já te amaciei um pouco com a língua e agora continuo o trabalho certinho para deixar o seu buraquinho pronto para receber essa árvore dentro de você, até o talo. Quero que você sinta esse ovo batendo na sua bunda. Deixa ele me alargar antes que logo em seguida eu te dou um trato” Você segurou o próprio pau e apertou, fazendo uma cara de tesão, mordendo o lábio inferior.

Oliver já estava em êxtase e nem falava nada, só ficava gemendo. Depois começou a dizer: sim, eu quero fuder, quero fuder o cu de vocês. Eu peguei o meu pau, passei a mão na cabeça, que estava vazando baba, uma baba grossa e transparente, molhei vários dedos meus e fui enfiando no meu cu, deixando ele todo lubrificado, mais uma vez. Peguei mais um pouco da minha baba, que não parava de ser produzida, e passei no pau de Oliver por toda a extensão daquele tronco, até chegar na base, perto do ovo. O pau dele brilhava e apontava pra cima sendo iluminada pelos raios de sol daquele dia lindo, e a gente sentia o vento passando nos nossos corpos suados e quentes. Eu deitei na cadeira, levantei minhas pernas, abri e segurei com as minhas mãos fazendo minhas nádegas se afastarem uma da outra e deixando meu cuzinho rosado todo exposto, como se olhasse diretamente pra Oliver. Falei pra ele: pode vir, meu cu é seu. Passei o dedo ao redor da beirada e gemi de antecipação.
Você ficou me olhando e olhando pro pau de Oliver, e depois olhou pra ele de disse: “vai. Fode ele. Dá essa pica toda pra ele”

E ficou lá, batendo uma punheta, olhando aquela cena, excitado. Sentou numa cadeira perto e ficou olhando. Eu disse que queria mamar sua rola enquanto era fodido. Você disse que queria ficar vendo mais de fora o começo e depois dava a sua rola pra mim.

Eu empinei mais o meu cu, como pude, e Oliver me segurou pelas pernas e coxas, apertando elas, deixando minha pele marcada, veio e começou a me beijar. Encostou o corpo no meu e ficou me beijando longamente. Enquanto isso, sem esperar, eu senti metade daquela cabeça entrando no meu cu. Meu buraquinho abriu de vez. E percebi que eu estava prestes a ser arrombado pelo meu amigo mais próximo que conheço desde a infância.

Foto 1 do Conto erotico: O que acontece na casa da praia Parte 3: Descoberta do desejo

Foto 2 do Conto erotico: O que acontece na casa da praia Parte 3: Descoberta do desejo

Foto 3 do Conto erotico: O que acontece na casa da praia Parte 3: Descoberta do desejo


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O que acontece na casa da praia Parte 3: Descoberta do desejo

Codigo do conto:
251611

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
09/01/2026

Quant.de Votos:
1

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