Conto: Descobertas na Casa da Tia


A vida na adolescência é cheia de descobertas, mas algumas vêm de formas tão inesperadas que marcam para sempre. Meu nome é Luca, e cresci em uma cidade do interior onde passar os fins de semana na casa de parentes era quase ritual sagrado.

Meus primos, Caio e Diego, eram mais que irmãos para mim. A gente vivia grudado — andávamos de bicicleta, mergulhávamos no rio, jogávamos futebol até o sol se por e depois continuávamos a farra dentro de casa, seja com videogame ou com brincadeiras de luta no sofá. A inocência era absoluta; nem passava pela nossa cabeça que aquela proximidade pudesse tomar outro rumo.

Tudo mudou um verão, quando completamos quinze anos. Estávamos na casa da tia Marlene, mãe do Caio, quando de repente chegou uma caravana de parentes de uma cidade vizinha. A casa ficou lotada, e a solução foi nos alojar no antigo quarto de hóspedes, no fundo do quintal, com dois colchões no chão.

“Vocês três se viram aí”, disse a tia, com um sorriso despreocupado.

À noite, nos acomodamos. Eu acabei no meio, como sempre. As conversas começaram bobas, piadas antigas, planos para o próximo dia. O clima era leve até que, em um momento de silêncio, Caio — sempre o mais ousado — deu um puxão em mim e brincou:

“Vou esfregar meu p** aqui na sua bunda, só de zoas!”

Rimos, mas ele realmente começou a roçar por cima do shorts. Era uma brincadeira, pensei. Só mais uma. Mas quando ele repetiu, senti algo diferente: a rigidez dele, a pressão, uma corrente quente percorrendo meu corpo. Um tesão novo, confuso, mas inegável.

Sem pensar, arqueei as costas, empinando levemente. Caio percebeu. Em um movimento rápido, puxou meu shorts e cueca até os joelhos. Sua p** estava dura, melada, e ele a passou entre minhas nádegas, lubrificando com seu próprio líquido.

“Luca… deu vontade de enfiar”, ele sussurrou, a voz mais grave.

Eu não consegui responder, só balancei a cabeça, sentindo a ponta roçar no local certo. Uma mistura de nervosismo e curiosidade tomou conta.

“Vai… tenta”, soltei, sem reconhecer minha própria voz.

Foi quando Diego se aproximou. Sem dizer nada, trouxe sua p** até minha boca. “Abre, viadinho.” A palavra, que em outros contextos me feriria, ali soou como um combustível. Abri a boca e engoli, sentindo o gosto salgado, a textura quente. Os dois riram, mas era uma risada de cumplicidade, não de deboche.

“Bem que a gente desconfiava que você curtia”, disse Diego, enquanto eu mamava com uma sede que nem eu sabia que tinha.

Enquanto isso, Caio posicionou-se atrás. Senti a pressão na entrada, firme, insistente. “Relaxa, vai”, ele orientou. Tentei, mas quando a cabeça entrou, foi uma dor cortante, um fogo que me fez gritar baixo.

“Tira, tá doendo muito!”

Mas Caio não tirou. Segurou meus quadris e avançou mais um pouco. “Aguenta, Luca. Tá virando nosso putinho. Tá quase.”

A dor era intensa, mas junto dela, uma sensação de preenchimento, de estar sendo tomado. Quando ele entrou completamente, eu caí sobre o colchão, ofegante. Ele me puxou de volta.

“Empina, viado. Agora você é nosso.”

Diego continuou em minha boca, e eu alternava entre gemer de dor e de prazer. Em certo momento, ele deu um tapa leve no meu rosto. “Gosta de apanhar também, é?”

Eu, preso entre os dois, só consegui fechar os olhos e aceitar. O tesão aumentava a cada tapa, a cada palavra “viado” sussurrada. Era como se uma parte adormecida de mim acordasse, faminta e submissa.

“Vou gozar”, anunciou Diego, e jorrou na minha boca, quente e abundante. Engoli, sentindo o gosto amargo, enquanto Caio, estimulado, acelerou os movimentos e também explodiu dentro de mim, me enchendo de calor.

Naquela noite, depois do primeiro susto, exploramos mais. Mamei os dois juntos, bebi tudo que tinham para dar. E nos quatro dias que seguimos na casa da tia, repetimos a dose todas as noites. Durante o dia, qualquer momento a sós era pretexto para uma mamada rápida atrás do muro ou no banheiro.

Aquele verão mudou tudo. Aprendi não só sobre meu corpo, mas sobre desejo, entrega e a complexidade das relações. E foi só o começo de uma jornada sexual intensa, que me levaria a outras descobertas — e até ao casamento e a um relacionamento aberto que carrega suas próprias histórias.

Mas isso é assunto para outra noite…

Foto 1 do Conto erotico: Conto: Descobertas na Casa da Tia


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Conto: Descobertas na Casa da Tia

Codigo do conto:
251447

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/01/2026

Quant.de Votos:
3

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1