O dormitório parecia um quarto de hotel, nada a ver eu ficar ali de verdade mas ajeitei minhas coisas no armário e pela janela vi levarem minha caminhonete para os fundos onde deveria ter uma garagem, imaginei.
No dia seguinte de minha chegada fiquei na cama o dia inteiro. A viagem me moeu. No final da tarde uma senhora veio bater à porta e me chamar pra jantar com os empregados na copa. Aliás gente muito bacana e uma comida simples e deliciosa. Fizemos amizade e trocamos experiências de trabalho e me falaram dos patrões, coisas boas e ruins como em todo lugar. Depois foi uma sucessão de dias muito chuvosos. Caía água o dia inteiro como é normal no inverno da região norte. Eu não podia nem começar meu trabalho. Só deu pra ajeitar meus drones em um galpão que me disponibilizaram para isso e para minha picape. Meu alojamento ficava perto e logo estaria pronto.
No terceiro dia de chuva um pouco mais leve, saí do meu quarto e me perdi dentro daquela casa enorme. Acabei indo parar em um salão de jogos onde tinha uma mesa de bilhar linda! Não deu pra resistir, peguei um taco, arrumei as bolas e fui brincar. Ouvi alguém chegando pelo corredor e dei com um cara lindo, e bota lindo, alto, esguio e muito bem vestido. De cabelos compridos e presos na nuca com um rabo de cavalo. A aparência batia com com a descrição que tinham feito pra mim do filho do fazendeiro que estudava em Salvador e estava passando férias na fazenda.
-Oi, tudo bem? É uma linda mesa. Não resisti pra jogar um pouquinho. Espero que não se aborreçam. Eu sou o…
-Sei quem você é. Da próxima vez pede ordem pra isso, valeu?!
Não devia, mas fiquei meio puto com a postura arrogante do cara. Era desnecessário falar daquele jeito. Coloquei o taco de volta e agradeci e dei as costas.
-Desculpe, não vou esquecer, pode deixar.
Sai pela primeira porta que achei. O camarada continuava falando alguma coisa enquanto me seguia.
-Ô, espera aí, vai aonde? Eu tô falando aqui! Vai chover e vai ficar encharcado! Não pode sair por aí sozinho meu camarada.
-Adoro ficar encharcado, ao menos pra isso não tenho que pedir licença. Aliás, não tenho que pedir licença pra nada, amanhã arrumo minhas coisas vou embora e pronto.
Eu estava fora de controle mesmo. Uma viagem longa, uma chuva do caralho que não parava e agora esse cara chato me lembrando que é o dono de tudo aqui. Foda-se. Do jeito que cheguei eu vou embora. Segui andando atravessando o gramado do fazendeiro de Salvador e entrei por uma estradinha que era dele também enquanto a chuva apertava e molhava o corpo que por enquanto era meu mesmo. Depois de uns quarenta minutos eu estava perdido naquela trilha e não chegava a lugar algum. Tirei a camisa e me deixei molhar. A chuva estava até quente na verdade. Um som interrompeu minha raiva. Era o trote de um cavalo. Me coloquei do lado da trilha pra não ser atropelado e nem espantar o animal. Apareceu na minha frente o dono de tudo, sem camisa, montado em um belo mangalarga preto, de calça jeans e um par de botinas surrado.
-Você é muito, esquentado, eu só tava falando…
-Eu ouvi bem, sou malcriado mas não sou surdo! Não se preocupe é o tempo de achar o caminho de volta e pegar minhas coisas.
-Para, véio. Eu falei de um jeito errado e vim pedir desculpas.
Eu virei pra traz. O fazendeiro desceu do animal e deu um tapinha na anca dele. O cavalo saiu trotando.
-Ele sabe o caminho de casa. Você ficou andando em círculo, está perto da sede. Vem comigo vou te mostrar uma coisa que vai gostar.
Andamos uns minutos por uma trilha lateral. A chuva deu uma trégua. Sabíamos que não demoraria a começar de novo. Chegamos em um afloramento, que é quando a água brota do chão formando um laguinho e escorre por um vertedouro formando uma nascente. O lugar era cercado de mangueiras enormes. Estavam carregadas de frutas, várias bem maduras.
-Bonito não é? Meu bisavô plantou todas elas com as próprias mãos Para proteger essa nascente. A água é tão limpa que dá pra beber. É a água que usamos para beber na casa.
Eu tinha abaixado um pouco a minha bola. Cheguei perto de uma das árvores e alcancei uma das frutas maduras.
-Posso?
-Claro que pode deixa de onda. Pega uma pra mim também vou lavar a mão. Agachou na beira da nascente e se lavou. Depois veio até perto de mim. Eu estava apanhando pra descascar a manga faltava um canivete. Ele pegou da minha mão e deu uma dentada soltando a ponta da casca.
-É assim que se faz, agora é só puxar. Pega essa que está bem madura. Elas são muito doces.
Eram mesmo. Na verdade acho que nunca tinha comido uma manga tão gostosa.
-Olha, quando voltarmos pra casa vamos jogar uma partida de bilhar juntos, tá bom? Eu não sou muito bom com gente, me dou melhor com bois e cavalos, e alguns cachorros também.
-Eu também sou meio chucro.
-Falta de trepar!!!
-Quem sabe!
Ele falava e chupava a manga e continuava se aproximando de mim. Ficou perto demais. Uns pingos do suco da minha manga tinham caído no meu peito. Ele passou o dedo e depois chupou.
-Uma delícia!
-Quer provar mais?
-Quero!
Peguei o cara com força, aproveitei a bronca que eu tava dele e apertei ele nos meu braços. Ele me olhou de um jeito que não sei explicar. Beijei o cara já sabendo que ia tomar um soco na cara e tudo bem que nem seria a primeira vez. Ele pôs os braços ao redor da minha cintura e me apertou a bunda. Eu já estava de pau duro. Tinha semanas que não rolava nada comigo.
Abri a calça e pus meu pau pra fora pra ele me chupar. Ele ajoelhou e me mamou com vontade me olhando nos olhos. Depois levantei o carinha e abaixei as calças dele e o coloquei apoiando as mãos no tronco de uma árvore e passei um pedaço de manga no seu rego. O cara tinha uma bunda dura cheia de músculo e costas trincadas que tinham custado meses na academia. A marquinha de sunga bem cavada me deu mais tesão ainda.
-Agora fodeu fazendeiro. Vou meter meu taco até minhas bolas chegarem na tua caçapa.
Ele não deu uma palavra. Apenas gemeu quando comecei a meter. E meti pra valer. Devagar no começo até entrar tudo e depois soquei meu corpo molhado de chuva e suor contra o dele. Quando estava quase gozando bati uma punheta pra ele. Só então notei o tamanho do caralho que o moque tinha entre as pernas. Uma delícia de uns 20 centímetros com pelos raspados e saco lisinho. Logo que segurei nele o moleque gozou gemendo:
-Ai cara, você me comeu tão gostoso, fazia tempo que ninguém metia em mim desse jeito.
-Que jeito?
-De macho, uma macho bem filho da puta! Vem tomar um banho comigo na lagoa. A água é deliciosa. Vem!
Ele tirou as botas e as calças. Nem cueca o cara usava. Se atirou na água E eu o segui sem me despir das calças. Ele me abraçou enrolando os braços no meu pescoço e rodeando minha cintura com suas pernas.
-Mete de novo, vai. Mete sem dó. Adoro ser agarrado com força como você me pegou.
Nem precisou falar duas vezes. Meu cacete empinou na mesma hora. Foi só arrancar a calça e me ajeitar no cu do moleque e eu furei ele outra vez. A água fria me deu um arrepio e me fez sentir ainda mais o calor que vinha do corpo dele. Os mamilos do fazendeiro estavam duros e arrepiados. Ele jogava a cabeça pra trás e falava um monte de putaria quase gritando.
-Vai meu macho do caralho, arromba o cu do teu potro tá me fazendo gostar de dar o rabo como eu nunca tinha gostado antes.
Eu estava alucinando vendo a barriga toda trabalhada na musculação e aquela pistola enorme balançando de um lado pro outro dentro da água. De repente o cara deu um puta de um grito e eu vi sua porra esguichando dentro da água Em vários jatos poderosos. Ele tava gostando demais da minha metida. Meti com mais gosto ainda. Até avisar que ia gozar. Ele me afastou e foi de boca no meu cacete dentro da água e engoliu todo meu gozo. Depois me abraçou com um puta carinho e me beijou. Enfiou a mão na minha bunda e passou o dedo no meu cu. Eu adorei.
-Rola eu te comer também? Prometo que vou devagar.
-Eu deixo moleque. Agora?
-Não. De noite no meu quarto. Eu te encontro na sala de jogos depois do jantar.
A chuva começou de novo. E saímos da água. Eu já tinha estragado minhas botas e minha calça estava uma sopa. Ele vestiu as calças que estavam jogadas no mato também as botinas e andamos de volta pra casa cansados em ensopados.
Se janta cedo nesse lugares. Eu logo fui pra sala de jogos e ele estava lá. Fomos juntos pro quarto dele e passamos a noite na putaria solta. Teve de tudo: bebida, cigarrinho… Ele me arrombou o cu com seu taco e foi bola na caçapa do meio. Três vezes.
Caralho de fazendeiro!!
Votado ! Delicia de fazendeiro...
Hummm delicia de conto!! Parabéns!!!