Pra que servem os amigos?

Minha mãe precisou ir pra casa da minha tia pra resolver um problema por lá. Eu decidi ficar em casa, não estava a fim de me meter em assuntos delas. São muito complicadas. Já eram duas da tarde daquele sábado, decidi sair pra comer alguma coisa e fui pro shopping.

Depois do lanche fui andar um pouco e olhar vitrines, já que a grana tava curta. Dei de cara com um amigo da faculdade, Beto, com uma garota que não conhecia. Ele veio na minha direção me cumprimentando.

-Oi Pedro, como vai? Legal te encontrar. Conhece a Luiza?

A garota me deu um beijinho delicado no rosto e o Beto um abraço. Não sabia que ele namorava. Nunca o tinha visto com ninguém.

-A Luíza e eu viemos com a mãe dela pra comprar um vestido mas ela ficou na loja provando e a gente veio andar.

Caminhamos juntos um tempo conversando até o telefone dela tocar.

-Minha mãe acabou. Está me chamando pra irmos. Você vai comigo Beto?

Ele disse que ia ficar comigo pra tomarmos uma cerveja e depois ligava pra ela. Se despediram e ela seguiu. Argumentei com ele que não devia deixar a namorada sozinha assim.

-Não é namorada não, só amiga. Acho que ela até quer, mas não estou a fim. Terminei com a Paula faz um mês. Agora preciso de um tempo.

Fomos tomar a cerveja e ficamos por ali mais uma hora. Depois eu disse que iria pra casa.

-E a noite, vamos sair?

-Cara, eu ia adorar mas estou zerado de grana. Vou ficar em casa vendo filme mesmo.

-Se quiser companhia eu pago a pizza e você aluga o filme.

Achei meio estranho mas aceitei. Beto é um cara interessante. É o bonitinho do primeiro ano de agronomia. Alto, magro, cabelos bem curtos, branco e com um humor que fazia dele um cara de quem todos gostavam. Eu reparei nele no primeiro dia de aula, mas fomos conversar mesmo depois de uns dois meses, por causa de uma pesquisa que tínhamos que fazer em grupo. Depois disso falávamos só o básico e nos encontramos uma vez no aniversário de uma amiga. Nada mais.

Fui pra minha casa e ele ficou de aparecer por volta das oito da noite. Tomei meu banho e me arrumei um pouco. Estava uma noite quente. Coloquei uma bermuda e uma camiseta legalzinha e fiquei esperando meu amigo. Ele chegou um pouco antes, umas 7:30. Nos cumprimentamos na porta e ele me deu um abraço. Estava cheirando a sabonete. Ofereci uma cerveja gelada e nos sentamos na sala conversando. Tomamos várias cervejas. A fama de bom papo que ele tinha se confirmou. Era uma delícia conversar com ele. Inteligente e bem informado tinha opinião sobre tudo. Até que chegou o assunto do Ricardo, uma cara da faculdade que assumiu ter um namorado.

-Eu acho que ele fez muito bem de assumir. Pra que esconder que tem um namorado. Estamos no século 21. Cada um tem o direito de ser feliz com quem quiser, não acha Pedro?

-Eu concordo, mas pode saber que tem gente lá que vai ficar alugando ele o resto do semestre. Mas eu faria o mesmo. Que se foda.

A cerveja estava começando a subir. Ele disse que ia pedir a pizza e eu o chamei pra ir para o meu quarto porque íamos ver o filme lá. Ele elogiou a arrumação e se deitou atravessado na minha cama. Eu fiz o mesmo e ficamos lado a lado em direções opostas.

-Pedro, se quiser eu durmo aqui com você hoje, assim não fica sozinho.

A essa altura eu não tirava mais os olhos dele. O peito, a cintura fina, a bundinha arrebitada. A mão dele estava roçando a minha perigosamente.

-Se não tiver problema pra você…

-Claro que não, amigos são pra essas coisas. E outras também.

-Que outras?

Ficou um certo silencio naquele momento. Ninguém dizia nada. Percebi o Beto desabotoando a camisa branca que vestia e abrindo exibindo seu peito e sua barriga chapada. Eu achei que tinha que falar alguma coisa, mas não me ocorria nada. Ele ergueu o corpo de ficou sentado de frente pra mim. Foi tirando a camisa bem devagar.

-Posso?

Eu não consegui responder. Eu se livrou da camisa depois do tênis e das meias.

-Acho que você devia ficar mais à vontade também. Está calor. Pode ficar ainda mais quente.

Ele me puxou e me pôs sentado também. Tirou minha camiseta e jogou sobre o travesseiro.

-Você tem um corpo lindo, Pedro. Sua timidez me dá muito tesão. Acho que você está com tesão também.

Ele disse isso olhando pro meu pau, que estava duro dentro da bermuda. A essa altura ela e a cueca eram a única coisa que eu vestia. Queria arrancar tudo e me abraçar a ele, mas não conseguia. Beto se encostou na cabeceira da cama e me chamou pra deitar sobre as pernas dele. Assim eu fiquei deitado quase sobre seu pau. Sabia que estava ao alcance da minha boca. Ele acariciava meu cabelo e passava a outra mão sobre meu peito. Meus mamilos tinham endurecido. Ele brincou com um deles.

-O peitinho tá duro. O resto também?

-Porque não confere?

Não sabia porque tinha falado aquilo, mas queria a mão dele dentro da minha bermuda e ele não demorou a fazer isso. Foi descendo a mão e desabotoou a bermuda e passou mão no meu pau por cima da cueca.

-Tua cueca tá molhada. Adoro isso. A minha também deve estar. Quer ver?

-Quero.

Beto tirou a calça e sua cueca branca estava toda melada.

-Olha só Pedro, estou todo molhadinho. Não quer me secar? Passa a língua nele. Me fala se o gosto é bom…

Falando Isso, Beto tirou a cueca e ficou nu na minha cama. Seu pau era muito gostoso. Reto, cabeça vermelha e poucos pelos que tinham sido aparados bem curtos. Seu saco era grande e pesado e todo depilado como todo o resto do corpo. Eu passei mina mão pela coxa dele até chegar até aquela vara úmida. Passei a língua nela. Tinha um gosto bom e quente. Eu já tinha ficado com outros caras. Aquilo não era uma novidade pra mim. Mas o jeito como estava acontecendo… era. Sempre fui eu que tomei a iniciativa mas dessa vez o cara estava no comando. Ele decidiu me despir e jogou minha roupa no chão. Meu pau estava muito duro e meu pré gozo escorria. Ele aparou o meu mel com o dedo e o chupou. Depois beijou minha rola e a engoliu inteira. Eu estava entregue aquele tesão todo. Deixei ele se divertir um pouco com meu cacete e depois o abracei explorando seu corpo delicioso por inteiro. Cheguei ao seu cu quente e nervoso. Quando toquei ele reagiu.

-Gosta do meu cu? Pode meter nele se quiser.

Era tudo o que eu precisava ouvir. Peguei um lubrificante e preparei aquele rabo delicioso pra eu triturar. Ele logo se sentou sobre meu pau e ajudou a meter. Devagar mas sem parar eu meti tudo. Ele não reclamou, sua expressão era de um enorme prazer de me sentir lá dentro. Ele subia e descia devagar mas eu queria muito mais, puxei o cara pra mim e o beijei. Enfiei minha língua dentro da boca dele e soquei minha rola no moleque com movimentos rápidos e fortes. Agarrei sua bunda dura e ele gemia com a língua quase na minha garganta. O pau dele estava muito molhado e eu não deixei barato. Tirei dele e me deitei levantando bem a bunda e mandei o cara meter.

-Vai Beto, tua vez. Me arromba bem gostoso. Você tá todo melado vai entrar de boa.

E não deu outra. Beto ajeitou e meteu todo aquele caralho no meu rabo. Eu gemi porque doeu um pouco mas eu queria tanto que aguentei firme. Rebolei pra ele. Falei um monte de putaria e ele parecia ficar mais e mais tesudo quanto mais eu falava. Ele foi ficando mais e mais doido. Metia fundo e agarrava meu peito mordendo minha nuca. De repente eu senti ele gozando. Gemeu alto e disse que não conseguia mais segurar. Eu deixei, porque era o que eu queria. Ele me virou depois e me sentou encostado na cabeceira.

-Agora quero que você goze na minha boca, Pedro. Quero que você me foda gostoso e despeje tua porra inteira na minha garganta. Faz isso pra mim?

Eu queria muito gozar naquela hora. Agarrei a cabeça dele e fiz ele engolir meu caralho até as bolas. Meus pelos roçavam o nariz dele. Ele sugava tudo o que escorria de mim. Ele segurou na minha cintura e depois na minha bunda e eu finalmente gozei. Foram vários jatos. Eu costumo esguichar uma grande quantidade de porra e foi desse jeito. Ele deixava escorrer um pouquinho da boca nos meus pelos. Depois me mostrou a boca cheia do meu gozo e engoliu. Nos beijamos por um tempo enorme abraçados lambuzados e cheios de tesão que parecia não terminar nunca.

A trepada continuou no chuveiro, depois de outra gozada, decidimos pedir a pizza.

-Vamos comer, Pedro. Depois você me come de novo? Pode ser?

Beto e eu nos vemos ocasionalmente agora que a faculdade terminou e eu tenho bastante trabalho. A gente se visita quando eu posso. Ele acabou se casando tem mais de um ano. Acho que não vai durar muito, ele continua gostando muito de levar vara e eu de me enroscar no seu corpo quente e forte. Quando ele sente falta de rola me liga. Afinal pra quer servem os amigos.


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Comentários


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ksn57 Comentou em 08/01/2026

Votado ! Delicia de amigos, gostei !...




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Pra que servem os amigos?

Codigo do conto:
251463

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/01/2026

Quant.de Votos:
8

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