Meu nome é Rafael, tenho 40 anos, sou personal trainer, bem musculoso, já fui bodybuilder mas hoje em dia eu prefiro a rotina de dar algumas aulas por semana e aproveitar o restante do tempo para mim. Pau 19cm, grosso, tenho várias alunas que adoram e alguns alunos também.
Eu tenho um filho que ainda mora comigo, o Gabriel, de 20 anos. Minha ex teve outro casamento, outros filhos, quando entrou na faculdade o Gabriel veio morar comigo porque fica mais perto.
Minha rotina é bem flexível, muitas vezes os alunos pedem para mudar de horário e eu tenho que concordar, faz parte da profissão. Esse dia eu estava chegando em casa um pouco mais cedo que de costume, abri a porta do apartamento e ao invés de chamar pelo Gabriel eu fiquei de ouvido e percebi uns gemidos altos vindo do quarto do meu filho. Ele tava transando com alguém isso era certo. Eu consegui distinguir os gemidos do meu filho e outro gemido um pouco mais fino, meio choroso. Meu filho tava fodendo com vontade. Meu pau começou a ficar duro na minha bermuda e eu tava sem cueca, então já começou a armar a barraca. Eu fechei a porta bem devagar e me aproximei do quarto. A porta estava aberta, por isso que eu conseguia ouvir os gemidos tão bem.
“Gosta de rola né seu viado” ouvi o Gabriel. Nessa hora meu pau que já tava duro ficou uma pedra. Meu filho tava comendo um viadinho enquanto o pai estava trabalhando.
Eu e meu filho sempre fomos bem próximos. Quando ele se tornou adolescente eu dei uma fleshlight de presente pra ele, não aquelas pretas horríveis, mas da boa, da transparente. Ensinei ele várias coisas sobre masturbação e sexo. No começo ele ficava um pouco envergonhado, mas quando ele experimentou o cuzinho de borracha, ele percebeu que eu só queria o melhor pra ele e que se a gente fosse amigo ele poderia aprender muito comigo. E eu sempre contava pro Gabriel que na época da faculdade eu comia muito cu de viado, porque é muito mais fácil que pegar mulher. Você mostra a rola, dá uma pegada firme e dali a pouco os viadinhos já estão te mamando.
Parece que ele aprendeu bem. Os gemidos altos e o barulho de sexo estavam me dando muito tesão.
Bem devagar eu me aproximei e olhei pra dentro do quarto. O Gabriel e o outro rapaz estavam de costas para a porta. O Gabriel montado, tirando a rola quase inteira e metendo com força, enquanto o outro rapaz tava deitado por baixo dele, com as pernas fechadas e os pés pra cima. A cara tava afundada no travesseiro, na tentativa débil de abafar o choro de prazer.
“Cala a boca e sente meu pau nesse cuzão” xingava o Gabriel, puxando o cabelo do rapaz pra trás.
Tirei meu pau da bermuda e comecei a bater uma punheta bem lenta enquanto eu olhava aquela cena deliciosa. O Gabriel metia gostoso, o sacão dele batendo na bunda do outro cara fazendo um barulho alto, mas Gabriel parecia nem se importar.
“Ai Gabi, ai Gabi, tá doendo” Quando o rapaz chamou meu filho de Gabi eu saquei na hora que era o Enzo, o filho do vizinho. O moleque não parecia ter uma amizade aparente com meu filho, eu nunca via os dois juntos, mas me lembrei de uma vez que o Enzo tocou aqui no apartamento e perguntou se o Gabi tava em casa. Eu nem desconfiei naquele dia, mas provavelmente eles já estavam se encontrando escondido.
O Gabriel ainda continuou fodendo o rabinho do Enzo mais alguns minutos quando ele anunciou que ia gozar. Eu guardei meu pau e voltei pra sala, pra eles não suspeitarem que eu tinha assistido tudo. Ou pelo menos uma boa parte da foda dos dois. Dei poucos segundos de intervalo quando os gemidos pararam e abri a porta, fazendo barulho e chamando pelo Gabriel. Imagina o desespero dos dois, ainda estavam pelados e procurando pelo lençol quando eu cheguei na porta do quarto.
“Opa, não sabia que tinha visita hoje”
“Ah oi pai”
“Enzo, bom te ver aqui em casa”
“Oi senhor Rafael. Eu e o Gabi, a gente só tava...”
“Tudo bem Enzo, eu também já aprontei muito quando tinha sua idade. Às vezes até hoje ainda gosto de uma brincadeira... entre homens” dei uma piscada e um sorriso para os dois, que ainda estavam com cara de susto, mas sabiam que estavam em um lugar seguro. Eu quis mostrar que tinha pego os dois no flagra pra que eles soubessem que agora o casinho deles não era mais um segredo.
Olhei nos olhos do Enzo e naquele momento eu sabia que ia comer aquele viadinho também. Ia mostrar pra ele como um touro de verdade faz. Uma coisa que eu não havia discutido com Gabriel ainda é que eu adorava fazer papel de touro, e comer a esposa de homem corninho, ou até transar com um dos homens em um relacionamento, às vezes com o marido olhando.
Mas não seria naquela hora.
De noite, o Enzo já tinha ido embora, eu já tinha pensado no meu plano. Chamei o Gabriel na sala pra conversar e perguntei pra ele há quanto tempo ele já vinha comendo o Enzo. Ele me contou que tinha uns seis meses pelo menos. Eles se esbarraram no elevador e o Gabriel fez como eu ensinei, deu uma pela pegada no pau marcando no shorts, o garoto ficou com o olho arregalado, parecia que queria salivar, o Gabriel chamou ele pra vir em casa e já deu de mamar. O Gabriel me contando isso, meu pau já foi ficando duro na samba canção que eu tava usando e notei que o Gabriel já tava ficando duro também.
“Porra, aquele moleque tem cara de que tem um cuzinho gostoso né” falei.
“Porra, muito apertadinho. Ele engole minha pica e fica mastigando com o cu, é bom demais”
“Nossa, esses são os melhores, filho. Você deu sorte”
“Porra, to adorando morar contigo e ter um vizinho pra me dar o cu a hora que eu quiser haha”
“Assim eu vou querer provar também” falei já com um olhar malicioso.
Gabriel me olhou de lado, mas ficou calado. Seria isso um consentimento para o paizão foder o namoradinho dele?
No dia seguinte, eu estava de folga. Na parte da manhã eu ainda peguei o elevador e me deparei com o pai do Enzo indo para o trabalho. Cumprimentei ele e ficamos aguardando o elevador chegar no nosso andar. Ele mal sabia que eu tinha planos pra foder o seu filho.
Fiquei folgadão em casa só de samba canção enquanto o Gabriel foi no shopping com os amigos. Quando deu o horário, a campainha tocou e eu já sabia que era o Enzo sedento pra levar rola de novo. Abri a porta, meu pau babão já duro e levantando o tecido fininho. O Enzo ficou de olho arregalado de novo, eu falei que o Gabriel não estava, mas que ele poderia entrar e esperar.
O rapaz sentou no sofá, mas não tirava o olho do meu pau. Eu tinha hipnotizado ele, e essa sensação de estar no controle da situação só quem já passou por isso sabe.
“Acho que o Gabriel ainda vai demorar pra chegar. Ele me avisou que está com os amigos no shopping.”
“Ah, tudo bem então senhor Rafael, eu posso voltar depois”
“Não tem problema Enzo, pode esperar aqui. Tenho certeza que o Gabriel vai chegar cheio de tesão em casa, vai ficar feliz de te ver aqui pra vocês transarem de novo”
Enzo ficou um pouco corado.
“Você gosta de transar com ele? Gosta de dar?” perguntei, já dando aquela pegada no pau por cima da cueca de seda.
Enzo fez que sim com a cabeça, mas mal tirava os olhos da minha mala.
“Já experimentou transar com outros homens? Tem vontade?” Falei.
Os olhos dele pedindo pica era toda confirmação que eu precisava. Me aproximei e deixei ele pegar por cima da minha cueca. Ele se aproximou e deu uma cheirada, eu já comecei a fazer cafuné no cabelo dele.
“Põe meu pau pra fora, mama ele”
E assim o viadinho obedeceu. Ele sabia que ia levar pica do pai do namoradinho e ele tava adorando. Puxou o elástico da samba canção e meu cacete duro bateu na cara dele. Ele colocou a pontinha na boca enquanto olhava para mim, fazendo carinha de coitado. Deixei ele mamar, tentando empurrar um pouco mais fundo na garganta, mas meu pau é muito grande e ele é muito inexperiente, então não tava entrando muito até ele começar a engasgar. Parecia um bezerro sedento, ele sugava meu pau como se fosse sair leite a qualquer momento.
“Vem, vamo pro quarto, quero te comer”, falei, puxando ele pelo braço e levando ele pro meu quarto.
Coloquei o garoto de quatro e comecei a linguar aquele cuzinho. Ainda tava avermelhado da surra que meu filho tinha dado ontem, mas hoje seria ainda mais.
O Enzo gemia e me pedia pra comer ele. Isso me deixou doido. Primeiro, coloquei ele de costas, com as pernas pra cima. Meu pauzão perto do pintinho duro dele é uma visão que sempre me dá tesão. Dei umas batidas no saco dele com o meu pau. Cuspi no meu pau e no cuzinho dele. Ele me perguntou se eu ia colocar camisinha. Eu perguntei se ele tinha dado pra mais alguém além do meu filho e ele falou que não.
“Então nesse caso a gente não precisa de camisinha” e empurrei tudo de uma vez sem dó. Realmente, ainda era bem apertado, mesmo tendo sido arregaçado tantas vezes pelo meu filho. O viadinho gemia de prazer com meu pau grosso entrando e saindo de seu buraco. Comecei a acelerar o movimento, soltando todo o peso do meu corpo sobre ele.
“Geme na minha rola, tá gostando? Me diz, me fala que adora meu pau”
“Ai eu adoro seu pau, mete mais por favor”
Virei ele de lado e deitei atrás dele. Direcionei a cabeça do meu pau na entradinha e entrou sem dificuldade.
“É uma putinha mesmo, você foi feita pra dar o cu pra macho”
“Fode, fode por favor”
“Diz que eu sou teu macho”
“Ai você é meu macho, me come, isso”
Meu pau logo encontrou a próstata dele, o Enzo gemia ainda mais, eu sabia que ele tava adorando a massagem. Cada investida acertava em cheio aquele ponto de prazer. Fiquei metendo nele de ladinho por mais alguns minutos e senti que ele tava gozando. Ele começou a gemer alto e gozou sem me avisar.
“Para, para, já gozei, já gozei” ele chorou, colocando a mão pra trás e tentando me segurar.
“Mas por que você não me falou? Agora aguenta aí que eu ainda não terminei” e comecei a meter com mais força. Meu pau entrando e saindo daquele cuzinho, o cheiro de sexo e de macho suado subindo no ar.
“Caralho, que cuzão gostoso, porra”
“Ai que pau gostoso, ai seu pau é muito gostoso”
“Isso, pede mais pau nesse cuzinho pede, sente um touro de verdade comendo seu cuzinho, que você nunca mais esquecer”
Aquele cuzinho ficava mordendo meu pau, igual o Gabriel falou. Eu metia mais rápido, com estocadas mais curtas, deixando meu pau quase todo dentro dele, tirando apenas um pouquinho antes de botar tudo de novo.
Ainda coloquei ele de bruços, puxei os braços pra trás e entrei de novo dentro dele. Eu tava montado no garoto, metendo com força, que nessa hora já estava até babando na minha cama. Meu saco pesado batendo contra o saco pequeno do garoto.
“Ai caralho, que delícia esse cuzinho, porra vou gozar, porra, vou gozar” falei, e soltei meu leite bem fundo nele.
Desabei na cama. Nessa hora, o Enzo se aproximou e beijou minha boca. Eu correspondi e beijei ele de língua, puxando ele pra mais perto de mim.
Ouvi o barulho da porta abrindo, o Gabriel tinha acabado de chegar.




connanboy