Estávamos treinando pra um jogo no campeonato interescolar e o professor de educação física era o treinador do time. Sempre quando terminávamos o treino, todos iam para vestiário tomar banho e se arrumar. A gente já tinha se acostumado a ver os outros pelados nessa altura e as conversas sobre sexo também eram comuns. O time era formato inteiro por rapazes de 18 anos, mas claro que tinha alguns mais desenvolvidos que outros. Eu ainda era bem magrinho e não tinha tantos pelos no corpo. Marcelo era o mais alto, mais forte e também o mais peludo. Ele já tinha pentelhos pretos e pelos nas axilas também.
- Aposto que o meu pinto é o maior - falou Léo, um rapaz ruivo e atlético. Ele era bem desenvolvido, seus pentelhos ruivos formavam uma moita bem cheia. Tirou a toalha e puxou o pinto grosso, com a cabecinha rosada e bem larga. Seu pinto tinha bastante veias, mesmo mole e realmente era um dos maiores do time.
- Acho que não hein - Marcelo também ficou pelado ao seu lado e começou a fazer um leve movimento de vai e vem pra deixar seu membro totalmente ereto. Seu pau era bem grosso, mal dava pra fechar a mão em volta. Tinha a cabeça pontuda, e o pau era meio curvado para a esquerda. Marcelo deixou ele bem duro e quando comparou com o do Léo, era uns 3 centímetros maior.
Logo se formou uma rodinha em torno dos dois, até que ouvimos a voz do professor Diego:
- Estão disputando quem tem o pau maior? Não é o tamanho que importa, e sim se vocês sabem usar direito. - Todos se viraram pra deixar o professor Diego entrar no círculo. Ele também estava se preparando para tomar banho, apenas com a toalha enrolada na cintura. Seu corpo musculoso de quem tinha acabado de se formar na faculdade e seu abdômen definido brincavam com a minha imaginação. Ele tinha o peitoral peludo e um piercing no mamilo direito, além de ter uma tatuagem no ombro do mesmo lado. Tirou a toalha e exibiu seu pênis adulto, pentelhudo. Seu saco era grande, caído, com uma bola um pouco mais pra baixo. Seu pinto era perfeito, devia ter uns 15 centímetros mole, com a pele cobrindo quase toda a cabeça, deixando só a pontinha pra fora. Era um pouco menor que o do Marcelo, mas certamente muito maior que o meu.
O professor continuou:
- O importante é vocês não gozarem rápido demais e manter um ritmo gostoso durante o sexo, sabe? Tem que encontrar o ponto de prazer do seu parceiro e ficar metendo, bem gostoso - Ele fazia uns movimentos com a cintura pra frente e pra trás, seu pau balançava e começava a dar sinais de querer levantar. Eu já estava hipnotizado. - Vocês podem praticar não gozar rápido quando forem se masturbar.
Alguns soltaram risadinhas.
- Vocês sabem como se masturbar não sabem? Quem de vocês já se masturbou? Já bateu uma punheta?
Marcelo levantou a mão.
- Muito bem Marcelo, vamos demonstrar pra turma então como é que faz pra se masturbar. Pode vir aqui do meu lado. Isso, agora demonstra no meu pênis como é que bate uma bela de uma punheta.
- No seu professor?
- Isso, pode segurar. Estamos todos entre homens aqui.
Marcelo pegou no pau do professor com a mão direita e começou a fazer o vai-e-vem. O pau do professor ficou totalmente duro e era bem grandão, veiúdo, todo preto com a cabeça marrom.
- Pode ir mais rápido um pouco, isso. Assim. Vocês estão vendo turma? É assim que faz pra se masturbar. Quando vocês sentirem que estão perto de gozar, aí vocês esperam um pouco, respiram fundo, depois continuam. Não é pra gozar logo de cara, entendeu?
Todos estavam de olhos fixados no pau do professor e no Marcelo tocando uma pra ele. Parecia que estava muito bom, porque às vezes o professor soltava um leve gemido.
- Estou quase gozando, Marcelo, quase lá...
O professor Diego se inclinou um pouco pra trás, seu corpo dando leves espasmos. Seu saco deu uma pulsada, suas bolas se contraíram e então deu pra contar pelo menos 3 jatos de porra, que saíram voando e um deles acertou a barriga do menino que estava na frente.
- Muito obrigado Marcelo, isso mesmo, é assim que se faz. E então, vocês podem fazer também. Geralmente vocês vão fazer cada um no seu pau, mas quando tiver um amigo, podem fazer com o amigo também. Por que a gente não aproveita e cada um bate uma punheta pro amigo do lado? Vamos lá, todo mundo.
Fiquei animado na hora, pensando na possibilidade de segurar no pau de algum dos meus colegas de time. Léo, o menino ruivo, estava do meu lado e segurou a minha mão. Falou no meu ouvido:
- Quero você pegando aqui no meu pauzão, Cauã.
- Tá, tá bom - falei meio trêmulo, mas sorrindo e concordando com a cabeça.
Sentamos no chão, peguei o pau do Léo e minha mão mal se fechava em volta daquele mastro. Comecei a fazer o movimento pra frente e pra trás, enquanto ele ia me guiando. Eu nunca tinha batido punheta, nem sabia qual era a sensação, mas era gostoso segurar o pinto do Léo e ele parecia estar gostando. Eu ia fazendo o movimento e sentindo seu pau quentinho, pulsando de leve. Eu estava fazendo direito, o Léo até inclinou a cabeça pra trás.
- Pode apertar um pouco mais, isso. Faz carinho nas minhas bolas também.
Estendi minha outra mão e fui acariciando as bolas dele com carinho. Estava totalmente concentrado no pau dele e nem notei que ele não estava batendo punheta pra mim. Todos os outros rapazes estavam se masturbando em dupla, menos o Léo e eu. Ele estava sentado no chão, com as pernas abertas e as mãos pra trás, claramente aproveitando cada segundo daquela deliciosa punheta que eu batia pra ele, enquanto eu estava inclinado pra frente, com as duas mãos acariciando seu membro. O professor Diego notou que o Léo não estava batendo punheta pra mim e deu um sorriso de canto.
- Lembrem-se que não é uma disputa de quem goza mais rápido, o importante é aguentar sem gozar por pelo menos uns 15 minutos. Mas com o tempo vocês vão ficando melhores nisso. - Falou o professor.
O vestiário era só gemidos de prazer. Aquele cheirão de suor e pica no ar. Alguns não aguentaram muito e começaram a ter seus primeiros orgasmos, mas sem nenhuma ejaculação. Quando Léo estava chegando quase pra gozar ele me falou:
- Tô quase Cauã, põe a boca aqui na cabecinha - E colocou sua mão na minha nuca, me puxando pra perto de seu pau. Sem pensar, abri a boca e ele colocou a cabeça de seu pênis na minha língua, soltando depois alguns jatos de porra direto na minha garganta. Era quente e salgadinho. Fiquei surpreso no momento, mas terminei de abocanhar a cabeça de seu pau e fechei os olhos, saboreando cada gota. Engoli toda a porra e beijei aquela cabeçona rosada que havia acabado de me dar leite. Léo estava sorrindo pra mim, segurou o pau e bateu umas duas vezes na minha língua e na minha cara. Perguntou se tava gostoso e eu fiz que sim com a cabeça.
- Todos já gozaram? - Disse o professor - Parece que sim. Cauã, você não conseguiu gozar ainda?
Todos os meninos se voltaram pra mim e eu fiz que não com a cabeça, ficando um pouco envergonhado.
- Não precisa ter vergonha. Pessoal, às vezes alguns homens não sentem tanta vontade de ter orgasmos pelo pinto. É normal. Eles podem ter muito mais prazer sentindo prazer pela próstata. Vocês já ouviram falar? É uma coisa que todo homem e fica dentro do corpo, atrás do pau. A gente pode ajudar muito quando temos um amigo que gosta de sentir prazer por ali. Você já teve algum orgasmo pela próstata, Cauã? Quer que eu mostre pra você como é?
Eu fiquei meio sem jeito e apenas fiz que sim com a cabeça.
- Então está bom. Você já fez cocô hoje? Isso é muito importante, porque senão você pode ficar com vontade.
- Já fiz sim, professor.
- Ótimo. Sobe aqui nesse banco de madeira. Isso, pode ficar de quatro aqui em cima. Então pessoal, é muito importante deixar seu parceiro bem relaxado. Eu gosto de dar umas lambidinhas no cuzinho, desse jeito. - E então o professor abriu minha bunda com as mãos e começou a lamber bem lentamente meu cuzinho. Ele fazia uns círculos e eu sentia a pontinha tentando entrar às vezes. Os rapazes estavam todos em silêncio e nos observando. Estava muito gostoso sentir a barba ralinha do professor raspando na parte interna da minha bunda enquanto sua língua invadia meu cuzinho. Ele tinha tanta habilidade, fiquei imaginando que ele deveria fazer isso sempre, quantos cuzinhos ele já não teria chupado antes.
- Depois você vai colocando um dedinho, bem com cuidado. - Então o professor lambeu o dedo indicador e foi colocando lentamente. Eu senti uma sensação de queimar no começo, mas ele percebeu e foi bem devagar, me deixando bem relaxado. Ficou muito gostoso quando ele começou um leve vai e vem. Eu soltei um pequeno gemido e o professor sorriu de novo.
- Está gostando viadinho? Quando o seu amigo viadinho estiver gostando, você já pode colocar mais um dedo - E então eu senti ele colocar dois dedos em mim. Seus dedos eram grossos e estavam me invadindo e me fazendo ficar um pouco mole e sem força. Ele estava alargando bem o meu cuzinho. Mas seus dedos não eram tão grossos tanto quanto seu pau, que mesmo já tendo gozado, já estava ficando duro de novo. O professor se inclinou e falou no meu ouvido:
- Tá gostando, Cauã? Tá preparado pra sentir o prazer de verdade?
- Não sei professor, tô com medo..
- Não precisa ter medo não Cauã, você vai gostar, você vai gostar tanto que vai querer sempre.
Então ele tirou os dedos do meu cu, que já estava bem aberto. Deu uma cuspida lá dentro e na cabeça de seu pau, que estava super duro neste ponto. Ele segurou o pau pela base e deu umas batidas na minha bunda fazendo um poc bem alto. Colocou a cabecinha encostada na portinha e forçou bem de leve. Escapou pra cima. Colocou de novo com cuidado e segurou firme enquanto forçava até que aquele morango rosa entrou metade no meu cu.
- Aí rapaziada, você tem que colocar o pau devagar pra cadelinha não sentir dor - Todos já estavam de pau duro vendo aquela cena, pegavam nos seus pintinhos e batiam mais uma punhetinha. Quando a cabeça entrou inteira eu só conseguia sentir muita dor e minha visão ficou até escura. Aquela tora ia entrando devagarinho e parecia que não ia ter mais fim. Eu tava me sentindo cheio, estufado, parecia que ia bater na minha barriga. Não consegui me controlar e soltei um gemido fino. O professor me segurava firme no ombro e me puxava contra seu corpo, até que finalmente senti seus pentelhos se aproximando. Ele parou alguns segundos e por fim avançou até que a base de pau tocou minha bunda e senti seu saco grande encostar de leve no meu.
- Vou deixar ele todo lá dentro pra você acostumar tá bom? Fica tranquilo, já entrou tudo. Que cuzinho mais apertadinho hein? Adoro tirar virgindade de cu novinho igual o seu.
Se voltou para a turma e continuou:
- E depois é só meter do jeito que vocês treinaram na punheta, pode socar sem dó que os viadinhos adoram.
Então eu comecei a sentir aquele mastro saindo lentamente de dentro de mim e voltando com tudo até o talo, seu saco pesado batendo na minha bunda. Ele começou a acelerar e eu já não estava mais sentindo dor. Fui sentindo um calor e uma sensação de prazer como nunca havia sentido antes em toda minha vida. Era impossível não soltar gemidos de prazer sentindo aquele pauzão todinho dentro de mim. Eu nem me importava mais com os outros rapazes em volta se masturbando enquanto olhavam o professor me fodendo com vontade. Eu de quatro em cima do banco e o professor de pé atrás de mim, metendo com força. Ele colocou um pé em cima do banco, ficando com a perna dobrada ao meu lado e com a mão segurou minha cintura. Eu comecei a gemer alto e o professor metia com mais força.
- Geme, pode gemer pra mim, Cauã, vai, isso, tá gostando? Tá gostando desse pau no seu cuzinho? Que cuzinho gostoso, apertadinho... Geme no pau do seu primeiro macho, te comendo na frente de todo mundo. Eu sabia que ia tirar a virgindade desse cuzinho, geme pra mim, geme.
E eu comecei a sentir uma onda de calor e prazer por todo meu corpo e meus gemidos foram ficando mais fortes e mais altos. Tava parecendo uma cadelinha, com uns gemidos finos e altos. Aquele entra e sai e a sensação daquele sacão dando tapinhas no meu era gostoso demais. Eu tava suando e agarrava o banco com todas as minhas forças. Comecei a fazer um movimento de encontro ao professor. Eu sentia seu pinto indo até o fundo da minha barriga e voltando.
De repente, comecei a ter um orgasmo sem nem ter me tocado. Não saiu nenhuma porra porque eu ainda era novinho e nunca tinha gozado antes. Estava muito gostoso, mas por algum motivo, eu ainda queria mais. Comecei a ouvir o professor Diego gemendo também e ele anunciou que ia gozar de novo. Ele me segurou com as duas mãos e deu mais algumas bombadas fortes antes de soltar seu leite bem no fundo do meu cuzinho.
O pau do professor foi amolecendo e escorregou pra fora, deixando cair um pouco de porra junto. O professor passou a mão pra não deixar nada escorrer e colocou dentro do meu cuzinho de novo.
- E é assim que vocês ajudam um amigo que gosta de dar o cú. Entenderam? Beleza, Marcelão, pode vir aqui, você é o próximo que vai meter no Cauã agora.
connanboy