Primeiramente, meu nome é Mauro, eu tenho 37 anos e sou pai do Lucas, um rapaz de 1,65, cabelos escuros, corpo magro, que completou 18 anos recentemente. Ele acabou de entrar na faculdade de economia, está no primeiro ano.
Já faz alguns anos que eu sei que meu filho é homossexual. Eu tento sempre lhe dar bastante apoio e conversamos sobre sexo abertamente aqui em casa. O Lucas até já me perguntou uma se eu já tive experiências sexuais com outros homens, o que eu expliquei que sim, mas que isso havia sido há muito tempo, na época da faculdade. Eu morava numa república e confesso que aprontei bastante.
O Lucas gostou bastante de saber isso, já que ele mesmo estava iniciando na faculdade e vendo seu universo de possibilidades expandir bastante. Mas diferente de mim, o Lucas iria continuar morando comigo durante o curso, já que a faculdade não fica muito longe de onde moramos.
Pensando nisso, eu conversei com ele e lhe dei carta branca para trazer quem ele quisesse aqui em casa para fazer sexo. Eu não esperava que minha casa fosse se tornar um motel, mas não demorou muito pra eu perceber que o tesão do meu filho era muito maior que o meu e que o rapaz realmente gostava muito de fazer sexo com outros homens.
Eu também fiz bastante sexo com meus colegas de república, mas na minha época o sexo gay era bem mais tabu, a gente era aberto entre nós, mas não podíamos ficar dando muita pinta na rua ou na faculdade. Apesar que a quantidade de homossexuais na faculdade era bem grande.
Logo nas primeiras semanas, Lucas estava trazendo um homem novo toda semana para casa. Um rapaz do segundo ano, um outro colega de turma, um aluno do doutorado.
Eu sempre ficava ali pela sala, ou no meu quarto. Às vezes eu recebia o convidado, o cumprimentava, sabendo muito bem que dali a alguns minutos ele estaria penetrando analmente o meu filhote.
Eu ficava ouvindo os gemidos de sexo vindo do corredor, enquanto eu tomava um café e lia um livro na minha cama, ou colocava a televisão no mudo enquanto eu estava na sala. Eu gostava de ouvir, mas como um pai que está fiscalizando de longe a brincadeira do filho para garantir que não se machuque. De certa forma, eu me sentia feliz que meu filho pudesse estar vivendo essa fase tão gostosa de sua vida e que pudesse fazer isso de forma segura na proteção de seu lar.
Mas esse dia, foi diferente.
Eu estava na sala assistindo tv depois do trabalho e tomando uma cerveja, quando Lucas chega com seu parceiro do dia. Para minha surpresa era um homem bem mais velho, bem alto, talvez com 1,95 de altura, fazendo meu filho parecer ainda mais jovem. Ele era um pouco calvo, tinha ombros largos e mãos grandes. Estava vestido com uma calça social fina e uma camisa clara. Aparentava ser mais velho que eu, talvez com uns 40 e poucos anos. O homem e meu filho estavam fazendo brincadeiras descontraídas até que o homem entrou na sala e me viu, ficando sério.
- Oi pai, esse aqui é o Almeida. Ele é meu professor de estatística. - Falou Lucas.
- Boa noite, Almeida, tudo com você? - Me levantei, me aproximei e estendi minha mão para cumprimenta-lo. O aperto de mão foi firme e Almeida me encarou com respeito.
- Boa noite. Mauro, certo? Lucas me contou sobre você. - Respondeu Almeida.
- Fique à vontade Almeida. O Lucas sempre convida os amigos dele para vir aqui em casa, não precisa ficar com receio.
Almeida assentiu com a cabeça, ainda um pouco sério.
- Aceita uma cerveja? - Perguntei para Almeida.
- Sim, muito obrigado. - Ele respondeu.
- Lucas, você pode pegar uma cerveja para o Almeida lá na cozinha?
Assim que Lucas saiu da sala eu aproveitei para tranquilizar Almeida. Eu sabia o que meu filho queria quando trouxe o homem para casa e eu não queria atrapalhar de forma alguma. Me aproximei de Almeida e falei baixo perto de sua orelha:
- O Lucas guarda as camisinhas na mesinha ao lado da cama. E lubrificante também.
O semblante de Almeida mudou imediatamente. Ele me respondeu, também com voz baixa:
- Não vamos usar camisinha, mas obrigado pela dica. - E sorriu enquanto me encarava.
Lucas voltou com as cervejas. Sentamos nós três na sala enquanto tomávamos grandes goladas. Lucas explicava para mim como Almeida era um ótimo professor. Almeida se limitava a virar sua cerveja e de vez em quando ele apalpava o pau, sem muito pudor. Depois que Almeida percebeu a minha aprovação para ter relações com meu filho, ele já dava sinais de que iria dominar a situação e se aproveitar o máximo dela.
Almeida estava ficando com uma ereção e seu pênis se estendia pela perna da calça até quase metade da coxa. Obviamente não estava usando cueca. Ele fazia um vai e vem com a mão, me observando, como quem diz “veja só o instrumento que eu vou usar para foder o seu filho”. Embaixo do meu teto. E sem camisinha. E sem dó.
Almeida terminou sua cerveja e se levantou.
- Lucas, acho que já podemos ir para o seu quarto.
Lucas olhou para mim, um pouco surpreso, eu apenas fiz um leve aceno com a cabeça, ele se levantou, pegou a mão de Almeida e o puxou para o corredor. Antes de saírem da sala, Almeida me perguntou:
- Mauro, você gosta de ouvir?
- Me desculpa, como?
- Você gosta de ouvir? Seu filho fazendo sexo? Já que você vai ficar em casa mesmo sabendo que eu vou comer o seu filho aqui no quarto ao lado? Provavelmente ele vai fazer bastante barulho, talvez até chore um pouco.
- Eu... Sim, eu gosto de ouvir para saber que está tudo bem...
- Se você ouvir algum gemido de dor, saiba que está tudo bem. Eu vou cuidar muito bem do Lucas. - Falou Almeida, e deu um beijo de língua no meu filho, longo e molhado, bem na minha frente. Almeida colocou a mão por dentro do shorts de Lucas, apalpando suas nádegas, enquanto Lucas acariciava o pênis ereto de Almeida, visivelmente marcado na calça, por estar sem cueca. Lucas dedilhava o pênis de seu professor com carinho e desejo. Meu próprio pênis começou a ficar duro na minha cueca.
Finalmente, Lucas e Almeida foram para o quarto. Lucas ia encostar a porta, quando eu ouvi Almeida mandar que deixasse aberta.
- É para o seu pai ouvir melhor.
Primeiro Almeida mandou meu filho se ajoelhar e abrir o zíper de sua calça. Lucas deu um suspiro de satisfação quando libertou o pau de seu professor. Almeida mandou ele mamar e eu fiquei ouvindo os sons úmidos do meu filho satisfazendo oralmente aquele homem. Almeida soltava gemidos de prazer e algumas palavras de incentivo. Ele falava que meu filho mamava muito bem e que tinha uma boca muito macia.
Meu pau começou a babar e até minha bermuda já estava ficando com uma marca de baba de tanto tesão que eu estava sentindo ouvindo meu filho fazendo sexo oral naquele homem.
- Deita na cama, isso, com a cabeça pra fora. Abre bem a boca, isso.
Ele ia foder a garganta do Lucas. Eu ouvi um barulho de engasgo e o som de um tapa. Almeida deu um tapa na cara de Lucas, mandando ele aguentar firme. Enfiou novamente o pau. Novamente um barulho de engasgo. Eu não sabia exatamente o tamanho do pau do Almeida, mas pelo que vi pela silhueta em sua calça deveria ser pelo menos uns 5 centímetros maior que o meu, que tem 18 cm.
Os barulhos úmidos continuavam, estavam começando a pegar um ritmo. Almeida mandou Lucas soltar o pinto. Almeida continuava socando na garganta de Lucas.
Tirei meu pau para fora e comecei a fazer uma massagem apenas na região do freio. Se eu tocasse punheta eu iria gozar instantaneamente e eu não queria isso. Eu queria aproveitar aquele espetáculo até o final.
Almeida tirou o pau da boca do meu filho e mandou ele deitar na cama de bruços. Ele começou a lamber o ânus de Lucas e deu algumas cuspidas. Não preparou o cuzinho do meu filho por muito tempo, já foi logo penetrando ele. Lucas soltava gemidos altos de dor e prazer. Almeida mandava ele gemer mais alto. Falava que era para o papaizinho dele ouvir ele gemendo lá da sala.
Almeida começou a meter mais rápido e os sons dos dois corpos se batendo foram ficando cada vez mais altos. Lucas começou a gemer com muito prazer e bem alto, eu percebi que meu filho estava tendo um orgasmo. Um orgasmo anal, sem se tocar, Almeida deveria estar fodendo ele muito gostoso para ele gozar tão rápido.
- Gozou sua putinha? Gozou já? Mas você não me avisou. Eu não gozei ainda. Agora aguenta aí que seu macho ainda vai demorar, eu vou te foder pra caralho ainda.
E os barulhos de meteção ficaram mais altos, assim como os gemidos de Lucas que agora eram quase um choro. Não é fácil aguentar uma pica no cuzinho logo depois de gozar, mas Almeida parecia não se importar
- Vai aprender uma lição agora, vai levar pica do seu macho e ser um viadinho bem obediente..
E ele continuava metendo forte. Mandou Lucas ficar de quatro na cama, penetrou novamente, dava tapas e continuava fodendo.
Eu já estava quase explodindo de tesão. Os gemidos chorosos de Lucas estavam quase me fazendo gozar. Almeida xingava ele e nem por um minuto parou de meter. Lucas gemia tanto, parecia até que fosse gozar novamente. Eu não aguentei e comecei a ejacular forte, foram jatos no meu peito, na minha barba, no meu óculos.
Depois do orgasmo, eu ainda estava ouvindo os sons do meu filho sendo fodido por aquele desconhecido. Os gemidos de dor e de prazer. Fiquei imaginando o saco pesado de Almeida batendo contra o saco novinho de Lucas enquanto o homem o fodia de quatro por trás.
Após mais uns 10 minutos, Almeida anunciou que ia gozar. Falou para Lucas ajoelhar e despejou seu leite em sua boca. Mandou Lucas tomar tudo, o que pelo jeito foi o que Lucas fez.
Eu até havia me esquecido que estava todo sujo sofá. Limpei a mão na minha cueca e guardei meu pau. Almeida apareceu vestido alguns minutos depois. Me cumprimentou e agradeceu pela noite “excelente”. Ele sorria e olhava no fundo dos meus olhos, como quem havia dominado totalmente sua presa. Eu lhe desejei boa noite e fechei a porta quando ele saiu.
Fui até o quarto de Lucas e o encontrei dormindo, coberto pelo lençol, com o cabelo todo bagunçado. Parecia um anjo, calmo e feliz. Eu disse boa noite, apaguei a luz e fechei a porta de seu quarto.
Ao entrar no banheiro da minha suíte, notei que ainda havia esperma na minha barba.




Que excitante! Esse me fez gozar gostoso! Desde o conto do professor de natação sou um grande fã! Espero ansioso pela continuação daquele ou deste. Adoro essa temática de pais sabendo que seu filho está sendo putinha de outro macho dominador
connanboy