"Caramba, você é bom", disse ele. "Vamos realmente testar seus limites. Por favor, fique de quatro." Ele recuou, dando algum espaço a Diego.
Diego, atordoado, deslizou do assento para o chão. Como um animal de estimação submisso, ele apoiou-se sobre as mãos e joelhos no frio linóleo, esperando. Sua humilhação, confusamente, o deixava ainda mais duro e com mais tesão. Ele deveria estar com raiva; ele deveria ter fugido. Mas Diego não conseguia superar o poder que aquele homem exercia sobre ele.
O Doutor ajoelhou-se, com os joelhos bem abertos para que sua virilha se alinhasse com o rosto de Diego. Ele pegou o queixo do jovem e levantou sua cabeça.
"Isto está perfeito, Diego", disse o Dr. Almeida. "Nesta posição, você estará alinhado para que minha ereção atinja a profundidade máxima." Ele segurou a nuca de Diego. Com a outra mão, ele pressionou a base de seu pênis com o polegar, apontando diretamente para o rosto confuso do rapaz. Diego obedientemente abriu, permitindo a entrada do médico. A boca do adolescente desceu sobre a grande vara de carne novamente, e logo a cabeça pressionava o fundo de sua garganta mais uma vez.
"Engole", disse o doutor. Ele puxou a cabeça do rapaz um pouco mais. Diego engoliu ao redor do grande bulbo e ele começou a se espremer para dentro do esôfago apertado do adolescente. O Dr. Almeida empurrou, e Diego engoliu.
O rosto de Diego brilhava vermelho e a umidade se acumulava em seus olhos. Lento, mas implacável, o Dr. Almeida avançava. A glande invadiu a garganta de Diego, percorrendo seu estreito canal, mais fundo que antes. O corpo do homem persistentemente se aproximava enquanto Diego tentava freneticamente engolir sua carne. Ele não aguentava mais. Empurrando com toda sua força, ele se desacoplou da enorme rola do Dr. Almeida. Deixando a cabeça cair no chão, ele sugou ar entre tosses. Cuspiu o líquido estranho e espumoso de seu engasgo.
Depois de conceder ao rapaz um momento para se recuperar, o Dr. Almeida disse: "Vamos tentar mais uma vez."
Ele levantou a cabeça de Diego, mirou seu pênis e avançou. Diego relutantemente abriu bem a boca, colocando a coisa grossa do homem de volta em sua boca, mais e mais fundo. Testou sua garganta novamente e ele sufocou o impulso de engasgar. Ele continuou abaixando a cabeça, engolindo, empurrando o pinto do Dr. Almeida para dentro de sua garganta apertada. Ele produzia ruídos baixos e guturais enquanto lutava para aceitar a massa imponente dentro de seu corpo.
Diego tentou piscar para dissipar a umidade em sua visão, mas suas lágrimas continuavam a brotar. Apenas alguns centímetros restavam entre seus lábios e a pelagem do médico. Crescendo em Diego um impulso surpreendente e luxurioso de engolir completamente a coisa massiva, ele foi em frente. Correndo contra sua própria necessidade de oxigênio, Diego engoliu em seco. O segmento final do pênis do Dr. Almeida entrou em sua boca e a ponta enraizou-se em sua garganta. A totalidade do comprimento espesso agora ocupava sua boca e esticava seu esôfago.
"Nnnnhhh!" O Dr. Almeida vibrou, prendendo a cabeça de Diego no lugar e esfregando-se no rapaz. Com seus lábios travados firmemente na virilha peluda do homem, a carne massiva expandiu-se profundamente na garganta de Diego. Seu rosto era uma ruína distorcida, vermelho como uma beterraba. Lágrimas espremiam-se através de olhos cerrados, sulcando suas bochechas. Sobrancelhas inclinavam-se ferozmente, franzindo no topo da ponte do nariz. Seus lábios e nariz esmagavam-se na carne felpuda, e seu queixo aninhava-se nas bolas do homem. O adolescente sobrecarregado engasgava, emitindo sons estranhos e estressados. Catarro escorria de seu nariz e passava por seus lábios.
"Olhe para mim", disse o médico.
Totalmente tenso, Diego lutou para se desvencilhar. Ele conseguiu apenas um apertado semicerrar os olhos, e apontou seu rosto dolorido e molhado para o Dr. Almeida o melhor que pôde. Uma lágrima extra caiu quando ele viu que o homem estava filmando essa perversidade de perto.
"Muito bom, Diego. Mmmmmm. Você foi ótimo", disse ele. Sua mão agarrada puxou a nuca do adolescente, e ele empurrou sua virilha para frente e para trás, garantindo a conexão firme entre eles. "Porrrra", ele gemeu, e Diego sentiu aquela grossa tora se flexionando em sua garganta. "Você deve ser um garoto muito ansioso, para aguentar meu pau inteiro assim." O médico apalpou o pescoço do garoto, sentindo seu pênis esticando a garganta de forma impressionante.
Uma onda de vergonha lavou Diego por ter se deixado levar tão longe. Ele avidamente se enfiou na ferramenta gorda do Dr. Almeida num ímpeto de apetite sem vergonha. De onde viera aquele impulso? Seu próprio pênis duro gotejava líquido pré-ejaculatório no chão. Deixar aquele degenerado mais velho abusar dele assim distorcia sua mente jovem. Diego temia as implicações dessa experiência surpreendente e alucinante. Que desvio o médico teria plantado dentro dele?
A tensão física permeou seu espaço mental, despejando suas emoções complicadas. Ele não aguentava mais aquele tubo espesso distendendo sua garganta para frente e para trás. Seus olhos saltaram e seu corpo esguio contraiu-se de uma vez, costas arqueando para cima. Seus pulmões queimavam, famintos por ar.
O Dr. Almeida libertou seu cobaia, que prontamente recuou. O grande pênis se soltou da garganta estirada de Diego com um chupado alto. Ele ofegou por ar enquanto grandes cordas de gosma branca e pegajosa se esticavam, conectando sua boca à ereção do médico. Esse catarro escorria pelo comprimento ereto do médico e gotejava do queixo do rapaz.
O Dr. Almeida bagunçou afetuosamente o cabelo do jovem. "Isso foi espetacular, Diego." Sua ferramenta imponente erguia-se sobre o rosto do adolescente. Ele flexionou seu grande mastro, fazendo os fios de suco da garganta dançarem entre eles. "Não conheci muitas garotas que conseguissem fazer isso. E pouquíssimos rapazes que fizeram isso com tanta vontade. Muitos viadinhos como você gostam de chupar, mas poucos conseguem engolir até o fundo."
Diego passou a mão para limpar seu rosto. Sentando-se, bunda apoiada nos calcanhares, seu pênis continuava rígido. Enquanto sua respiração ofegante se acalmava e seu coração voltava ao normal, ele espiou o homem mais velho. O médico, nu, imponente e duro, que já havia se introduzido em tantos outros como ele.
"Aqui", disse o Dr. Almeida oferecendo uma toalha. Diego aceitou o pano e limpou o rosto adequadamente.
"Obrigado", Diego murmurou. Sentindo-se quase normal novamente, ele parou um momento para avaliar. Ele dividia esta sala estéril com o namorado de sua mãe, ambos nus, com ereções duras como aço. O médico havia acariciado e apalpado o vulnerável adolescente, culminando em ele engolir fundo o pênis do homem. E os dispositivos de gravação gravavam cada momento em sua memória digital, preservando a desgraça de Diego.
Parecia tão absurdo. Mas este prédio, aquelas pessoas lá fora nos corredores. As câmeras e outros equipamentos. Como poderia isto ser um embuste? Por mais incomum que parecesse à primeira vista, Diego só podia concluir que este empreendimento duvidoso era, de fato, legítimo.
E ele também reconhecia que suas bolas doíam. Ele olhou para baixo, para seu próprio corpo esbelto, entre suas coxas finas, e viu seu pênis adolescente duro como pedra, vermelho flamejante e pronto, balançando com seu pulso e brilhante de líquido pré-ejaculatório. Ele não se lembrava de jamais ter estado tão ereto.
"Deixe-me ajudá-lo a levantar", disse o Dr. Almeida, oferecendo sua mão. Diego a segurou e foi puxado para cima. Seu pênis duro balançou rigidamente enquanto ele se levantava, transmitindo descaradamente sua aprovação. O doutor afastou o cabelo dos olhos de Diego e acariciou suas bochechas vermelhas com carinho. "Isso foi realmente muito útil. Não posso agradecer o suficiente. Os dados que você está produzindo são inestimáveis. Mas ainda temos muito pela frente."
Ele se inclinou, sua língua deslizando para dentro da orelha de Diego. Músculos quentes e peludos envolveram a forma pequena e lisa de Diego. Braços fortes se fecharam ao redor do adolescente, e o Doutor deu beijinhos em seu pescoço. O grande pênis do homem enfiou-se no estômago de Diego. O Dr. Almeida puxou o rosto de seu objeto de estudo para o seu e eles se beijaram. Tão rapidamente, o homem envolveu sua presa num abraço.
O estilo de vida introvertido de Diego o privava de qualquer forma de intimidade física. O beijo o pegou de surpresa. Os olhos de Diego se arregalaram enquanto a língua do médico serpenteava por seus lábios e dentro de sua boca, e um guincho abafado foi emitido no beijo. Conduzido por suas paixões, o doutor movia sua mandíbula, lábios e língua ferozmente. Arrebatado pelo avanço súbito e enérgico do médico, o rapaz tentou fracamente espelhar essas ações enquanto esfregava sua ferramenta adolescente na perna do Dr. Almeida. Ele tocou o corpo maior, timidamente permitindo-se explorar a carne do Dr. Almeida.
"Mmmmm", o médico gemeu contra Diego. Suas mãos grandes percorreram as costas esbeltas do adolescente, encontrando suas nádegas doces e pequenas. Dedos cavaram sua fenda, dançando sobre o pequeno botão sensível escondido ali. Diego, inundado pelas sensações de suor, pelos corporais cobrindo músculos firmes, hálito quente, e muito mais, soltou um soluço patético enquanto um dedo batia em sua porta dos fundos. A polpa pressionou e circulou, testando a entrada anal do jovem. E então ele deslizou para dentro. Diego ofegou enquanto o primeiro segmento do dedo do Dr. Almeida passava por sua barreira.
O beijo terminou enquanto o Dr. Almeida se concentrava em sua nova missão. Diego fitou o rosto do homem mais velho, tão perto. Seus braços se agarraram ao torso maior, segurando-se como se fosse pela vida. Diego se esticou mais enquanto o dedo afundava. Diego, ofegante e arfante, deixou cair sua testa suada no peito do Doutor, entregando-se completamente às ministrações do homem. Eles estavam tão próximos, tão íntimos. O pênis de Diego vazava copiosamente na coxa do médico.
O Dr. Almeida enfiava metade de seu dedo para dentro e para fora do ânus do rapaz. O doutor falou suavemente: "Está na hora de prosseguir para o exame anal."
Diego quase desmaiou, tanto com a ideia, quanto com o dedo roçando seu ponto interno oculto.
O médico se afastou e um frio caiu sobre Diego na ausência do corpo quente. Sua barriga lisa brilhava com o resíduo do suco do pênis do Dr. Almeida, e um rio de líquido pré-ejaculatório umedecia o pênis duro do adolescente. Seu cu, aquele ponto especial lá dentro, clamava pelo toque do Dr. Almeida. Mas como poderia ele realmente querer aquilo? Coisa insana, depois de todas as indignidades desumanizantes que aquele homem lhe infligira. E no entanto, o pênis de Diego pulsava enquanto ele apertava seu buraquinho, procurando desesperadamente recriar as sensações que o Dr. Almeida havia provocado. O que diabos aconteceu com ele?
"Incline-se aqui", disse o doutor, dando tapinhas na maca macia. Diego caminhou e dobrou a parte superior do corpo sobre a maca, perfeitamente consciente de sua retaguarda indefesa. De fato, o Dr. Almeida não perdeu tempo em atacar.
"Você realmente tem a bunda mais fofa", disse o homem enquanto suas mãos envolviam as nádegas pêssego. "Quando vi sua bunda apertada naquelas calças jeans justas, soube que teria que te dar o tratamento completo."
Saber que o namorado de sua mãe o estava observando há meses perturbou Diego. Será que este cenário esteve em sua mente toda vez que se encontraram? Quando o Dr. Almeida vinha para o jantar? Quando o homem levava Diego ao cinema? Será que ele esperava para abater e capturar os espólios juvenis de seus esforços depravados? Quantos outros jovens foram objetos de seu estudo?
Diego fora apanhado. Ele caminhou voluntariamente para a armadilha, entregando corpo e alma a este homem e seu empreendimento devasso. O Dr. Almeida ganhou seu prêmio e agora estava prestes a violar a fronteira final de Diego. Polegares deslizaram no vale do rapaz, separando suas nádegas.
"Oh, sim", disse o homem com entusiasmo. "Isto é absolutamente perfeito para meu estudo." Ele se aproximou do centro do alvo, o pequeno buraquinho rosa de Diego, com apenas os mais leves fiapos de cabelo ao redor. Colocando um polegar de cada lado, ele forçou aquela minúscula abertura a se abrir. O doutor brincou com o ânus, esticando-o e empurrando-o. Então, Diego sentiu um líquido frio gotejando naquele lugar, e os polegares deslizaram suavemente sobre seu esfíncter, massageando a lubrificação em seu ânus exposto.
O adolescente excitado soltou um gemido e seu pênis pulou. Pontas de dedos enviavam choques elétricos através de seu corpinho esbelto a cada manobra sobre seu buraco secreto. O rosto de Diego floresceu de novo em vermelhidão, envergonhado por cair sob o feitiço manipulador do médico mais uma vez. Ele mexeu a bunda sem pensar, tentando empurrar de volta contra os dedos do homem.
O Dr. Almeida riu baixinho. "Estou tão feliz que você está gostando disso, Diego", disse ele. Ele empurrou o polegar contra aquela minúscula abertura franzida. "Você é realmente um sonho realizado. Exatamente o que eu precisava para minha pesquisa. Um carinha ansioso, disposto a se curvar pela ciência." O pequeno feixe de músculo se alargou ao redor do dedo que se contorcia. O corpo de Diego sacudiu e ele soltou um grito assustado. O Dr. Almeida alcançou por baixo para acariciar as bolas de Diego enquanto seu polegar progredia para dentro do cu do garoto. O pênis do rapaz, longo e duro, escorria líquido pré-ejaculatório. Gotas pesadas caíam no chão, deixando finos rastros. O Doutor continuou empurrando, alargando o interior de Diego até o último nó tocar o anel apertado. Seu cu nunca havia sido lar de objetos estranhos até hoje, e a inserção deste homem o sitiava totalmente. Ardia, mas o adolescente soltou um miado de êxtase enquanto o polegar grosso massageava sua próstata.
"Mmmm, você gosta disso?", perguntou o Dr. Almeida, acariciando o botão de ativação do adolescente.
"OooOooohhh", a voz de Diego tremeu. "S-sim, doutor..." Completamente ignorante de sua biologia, Diego só sabia que era bom. Ele não queria que fosse bom. Ele não queria o polegar deste homem dentro do seu cu. Mas ali estava ele, forçado a aceitar este serviço excitante.
"Esse é um ótimo sinal, Diego", disse ele, esfregando a bunda do rapaz enquanto deslizava o polegar para fora do cu apertado de Diego. "Vamos virar você de costas."
Diego se endireitou instavelmente e se virou para encarar o médico. Ele capturou uma boa visão do corpo forte do médico másculo e de sua ereção agressiva. Seu próprio pênis adolescente estava mais duro do que nunca. Colocando as mãos de volta na borda da mesa, Diego ergueu-se, sentando sua bunda no acolchoamento. A mão do médico pressionou suavemente o peito do adolescente, encorajando-o a deitar-se. O Dr. Almeida pegou os tornozelos de Diego e levantou suas pernas, afastando-as.
"Segure suas pernas aqui", disse o doutor. Diego prendeu os antebraços sob os joelhos, mantendo as coxas próximas ao corpo. Ainda usando suas meias brancas (sua última peça de roupa restante), as solas dos pés de Diego apontavam para o céu. Ele olhou para baixo ao longo de seu próprio corpo e observou o médico realizar seus deveres.
O Dr. Almeida derramou mais lubrificante no vale de Diego e usou seu longo dedo médio para espalhá-lo. Ele enrijeceu o dedo e colocou a ponta no botãozinho do rapaz. Aplicando pressão, o corpo de Diego abriu-se ao redor do dígito largo. O garoto gemeu novamente enquanto a coisa se arrastava para dentro. O médico movia-se com deliberação experiente, firme e cuidadoso. Ele esperou a compressão do rapaz relaxar e recebê-lo mais fundo.
Após muitos minutos de manipulação do ânus de Diego com um único dedo, o Dr. Almeida retirou-se e alinhou os dedos médio e indicador. A aventura recomeçou. O médico moveu-se lentamente no buraco apertado de Diego. O adolescente inspirou fundo quando os dois dedos entraram nele, esticando-o mais do que nunca. Esta tarefa prosseguiu num ritmo constante. O Dr. Almeida aclimatou Diego a intrusões mais profundas e largas, eventualmente adicionando um terceiro dedo. Superaquecido, um vermelho intenso pintou o rosto e os ombros do rapaz, com uma camada de suor cobrindo sua pele lisa. Ele puxava o ar propositalmente através dos lábios apertados enquanto olhava para baixo, para o homem que dava uma investigação rigorosa em seu buraco. Seu pênis adolescente latejava em reação aos dedos que reciprocavam dentro de sua passagem traseira sobrecarregada. Diego também fixava-se na unidade tremenda do próprio médico, a torre inabalável exigindo atenção.
"Você está respondendo muito bem, Diego, mas já coletei todos os dados que pude com meus dedos." Ele alcançou o fim da mesa e pegou um cilindro de silicone, arredondado numa ponta. Tinha aproximadamente 15 centímetros e era largo como uma cenoura. Diego o observou lubrificar a haste, nervoso sobre seu destino inevitável. O médico então abaixou a ferramenta, apontando-a para o cu exposto de Diego. A ponta gelada tocou sua fresta minúscula e ele enrijeceu.
"Apenas relaxe", disse o Dr. Almeida, então empurrou suavemente.
"Oooohh", Diego gemeu com essa invasão maior. Ele tentou controlar sua respiração enquanto o novo objeto o penetrava. Seu pênis adolescente balançava enquanto seu túnel se abria. Ele se sentia tão idiota gemendo, mas não conseguia evitar. O dispositivo deslizou para frente lentamente, estendendo-se mais para dentro dele continuamente. Depois de um tempo, o Dr. Almeida começou a puxar para fora, então empurrar de volta. O buraco apertado de Diego adaptou-se ao novo volume, e ele gemeu com o atrito. Ele podia sentir sua grossura pressionando-o para abrir, mais largo e mais fundo.
Passando entre as coxas de Diego, o homem pegou o pênis do adolescente com a mão. Ele puxou o pênis duro para cima enquanto trabalhava em seu buraco apertado. Uma avassaladora confusão sexual representava-se na expressão do rapaz. Suas sobrancelhas juntaram-se para cima no centro, e sua boca escancarou-se. Este homem maior ofuscava Diego, cativando-o, manipulando seu pênis adolescente super duro e investindo em sua bunda.
O Dr. Almeida navegou o dispositivo no cu de Diego, perfurando o rapaz até ficar satisfeito que Diego o suportava confortavelmente. "Fantástico", disse ele, bombeando a ferramenta naquele espaço apertado. "Seu ânus e reto são muito receptivos. Você é bem apertado, mas seu corpo se ajusta rapidamente." O fluxo de lamentos agudos de Diego persistia enquanto sua passagem aconchegante e apertada se esticava ao redor do tubo de metal. "Isto é muito promissor", continuou o homem. "Acho que você está pronto para avançar para outro nível."
Diego estremeceu quando o médico extraiu o dispositivo de seu buraco tenro. Seus olhos ficaram turvos. Ele tentou recuperar algum fragmento de sua sanidade após o teste pelo qual sua bunda acabara de passar. Um vazio o permeava.
O Dr. Almeida colocou a ferramenta de lado. "Na próxima fase deste teste", disse ele, "vou usar minha ereção."
Ele lubrificou seu pênis com longas e meticulosas passadas. O estômago de Diego embrulhou. Um canto de sua mente previu isso há algum tempo, mas ele resistia à sua inevitabilidade. O doutor o preparou fisicamente, mas Diego vacilou emocionalmente. O médico trabalhou o lubrificante em seu pau, então o inclinou para baixo, fora de vista.
“Não é melhor usar camisinha” Diego murmurou.
“Para este estudo, não é recomendável.” O médico respondeu enquanto Diego sentiu, com certeza, quando seu esfíncter se alargou ao redor da cabeça do pau do médico.
"Vou inserir", anunciou o Dr. Almeida, exercendo mais força. Diego emitiu um gemido lastimável enquanto seu anel se esticava mais e finalmente se apertava ao redor da coroa do médico. Tão maior que os dedos ou o dispositivo de metal, esse primeiro pedaço do pênis do doutor acionou pontinhos de luz em sua visão. E era só a ponta!
"Apenas respire e relaxe", recomendou o Dr. Almeida, apoiando uma mão reconfortante no peito tenso do adolescente enquanto ele subia e descia. Ele prosseguiu, seu membro grosso empalando o garoto submisso disposto diante dele. Ele avançou tão delicadamente quanto pôde, tentando evitar desconforto severo para Diego, mas a diferença de tamanho tornava isso difícil.
Após cerca de um minuto, o Dr. Almeida havia inserido cerca de metade de seu pênis. Ele segurou os tornozelos de Diego, empurrando suas pernas para trás mais longe. O garoto gemeu com a espessura invasora testando sua maleabilidade. A personalidade profissional do Dr. Almeida escorregou enquanto o ânus de Diego o engolfava.
"Oooh, porra, Diego. Você é tão apertado", ele gemeu. Diego podia ver a luta do homem enquanto seu olhar predatório devorava sua forma subordinada. O adolescente gemeu enquanto o homem intensificava sua abordagem, enterrando-se mais fundo, mais urgentemente. O pequeno torso do pobre Diego expandia e contraía com sua respiração irregular. Seu cabelo estava colado em sua testa, úmida de suor. Lágrimas umedeciam seus olhos. O pinto enorme do Dr. Almeida forçava a abertura daquele buraco apertado. A coisa empurrava mais fundo. Diego tentava relaxar seus músculos, mas a ardência intensificava-se. A enormidade do Doutor esticava seu buraco bem além de seus limites pretendidos.
Um gemido ergueu-se dentro de Diego. Ele tentou abafá-lo, mas o ruído estranho e fraturado escapou. O adolescente tremeu enquanto aquela haste quente e dura invadia seu corpo, preenchendo-o, abrindo-o, esfregando seu botão de prazer escondido. Dor e euforia confundiam-se num fenômeno surpreendente. Então, inacreditavelmente, o corpo pesado e peludo do Dr. Almeida apertou-se contra o seu.
O homem segurou-se ali, aparentemente atordoado com o aperto constritor ao redor de seu membro totalmente inserido. "Tão... apertado", disse o homem.
Diego gemeu enquanto o pênis enorme pulsava dentro de sua barriga. Diego podia observar que seu abdômen inferior estava levemente dilatado, com o pênis do médico projetando sua pele como um invasor vindo de dentro. O garoto aflito agarrou a borda da mesa, nós dos dedos brancos, enquanto tremia com uma mistura tumultuada de emoções e sensações físicas. Ele concentrava-se unicamente em seu espaço interno apertado esticando-se ao redor da coisa enorme do médico.
"Isto é..." o Dr. Almeida hesitou. "...uma experiência somática e psicológica bastante poderosa."
"Nnnnn", Diego gemeu, um pouco menos eloquentemente que o bom doutor. "Aaah!" ele gritou quando o pinto do homem se retirou seu interior. O Dr. Almeida começou sua retirada inicial. O vazio de Diego fechava-se firmemente na esteira do pênis recuante do homem, então abria-se novamente ao redor da espessura que avançava.
O médico começou a foder seu cobaia, bombeando lentamente seu pênis grosso para dentro e para fora daquele buraco apertado com longas e completas estocadas. Ele pegou sua câmera e começou a gravar, documentando o pequeno corpo contorcido do lastimável jovem, especialmente o lugar onde seu anel cingia-se ao redor do pênis do homem e a região de seu abdômen que se esticava obtusamente.
"Você... está bem, Diego?" o Dr. Almeida perguntou enquanto fodia o jovem. Ele passou os dedos por onde seu pênis dilatava o abdômen do jovem, com grande prazer pelo feito.
"Unnn!" Diego gemeu. Diego lembrou-se da advertência de sua mãe. As palavras ecoavam em sua cabeça mesmo naquele momento de extrema vulnerabilidade e exploração. A mensagem atravessou o rigor físico estressante e extático. Ela havia lhe dito para obedecer ao médico sem reclamar, e ele não queria que este homem contasse à sua mãe sobre sua desobediência.
"Uhhh! S-sim, Dr..." Diego respondeu entre gemidos lastimosos. Mas sinceramente, Diego não sabia se estava bem. Seu pênis adolescente balançava e vazava, sua barriga brilhante com líquido pré-ejaculatório. As sensações em sua bunda e as repercussões psicológicas deste homem dominando seu corpo estavam atiçando um fogo na alma de Diego. Esse fogo alimentava diretamente sua libido, levando-o à loucura.
"Como você se sente?" perguntou o Dr. Almeida, seu ritmo acelerando.
"Mmmmff. U-u-u-u-h!" A garganta do adolescente emitiu uma cacofonia de reações vocais. "Eu me sinto... ah, porra... eu me sinto cheio, senhor. É tão grande. Uhh, Deus!"
"É uma sensação ruim ou boa?" perguntou o Dr. Almeida com um tom clínico. Ele empurrou com força dentro de Diego, colando seus quadris à bunda do rapaz.
"Ah, porra, senhor! Oh, Jesus!" Aquela ereção enorme do homem cavava totalmente em suas entranhas, sobrecarregando Diego. "Eu acho... que é boa, senhor. Oooo”
"Bom", disse o médico, sorrindo de canto. Ele se afastou de Diego com cuidado. O adolescente exausto contraiu-se quando a grande rola saiu de seu corpo. "Quero que você monte em mim." O Dr. Almeida ajudou Diego a descer da mesa. O jovem ficou em pé, com as pernas trêmulas, enquanto o médico se deitou completamente na superfície acolchoada, segurando seu pau ereto.
Guiado pelo médico, Diego subiu fracamente na mesa, plantando um pé de cada lado da cintura do Dr. Almeida e agachou-se. Ele nunca tinha feito nada assim antes, mas sabia o que significava "montar" em outro homem. A cabeça do pênis do médico aninhou-se em sua fenda anal, pressionada contra seu orifício dolorido. Apesar do medo, o próprio pênis de Diego permanecia duríssimo. Ele deixou cair gentilmente uma pequena parte de seu peso, aumentando a pressão em seu ânus. Seu apertado anel anal abriu-se ao redor da cabeça grossa do Doutor. Ela escorregou para dentro e Diego gemeu.
Uma nova onda de autoconsciência lavou o jovem. O Doutor o fez assumir um papel mais ativo neste exercício pervertido, empalando-se na grossa vara de carne. Ele desceu sobre aquela coisa grossa. Ele mal conseguia envolver os dedos ao redor dela e agora ela estava esticando seu ânus. Ele lutou, mas a intensidade dolorosa queimou com menos brilho desta vez. Centímetro após centímetro preenchia-o enquanto ele tentava não guinchar.
"Já foi metade", disse o Dr. Almeida. "Agora levante-se."
As pernas de Diego se esforçaram, seu corpo subindo. Ele afundou novamente, mais do pênis do doutor escorregou para dentro. Ele repetiu essa manobra várias vezes até sua bunda descansar na virilha do Dr. Almeida. Preenchido mais uma vez, ele quis desmaiar de tanta intensidade. Mas seu corpo teimosamente se recusou a desistir e Diego levantou-se e desceu, fodendo-se no pênis do médico.
As pernas de Diego ardiam enquanto ele se agachava ritmicamente no pênis do homem. O Dr. Almeida bombeava os quadris, empurrando-se para cima para encontrar os movimentos descendentes do adolescente. O homem puxou os ombros de Diego para baixo, fodendo energeticamente para cima no garoto. Sob este ataque, Diego caiu para a frente, suas mãos aterrissando no peito musculoso do Dr. Almeida para apoio.
"Ohhh, isso, Diego", o Dr. Almeida gemeu, suas mãos grandes buscando os músculos adolescentes subdesenvolvidos do peito e barriga de Diego. "Oooh, sim, seu cuzinho é tão apertado. Caramba, você é gostoso pra caralho."
Os gemidos entrecortados de Diego escorriam de sua boca, perturbado pela libertinagem aberta do Dr. Almeida, totalmente direcionada ao seu corpo adolescente magricela. Ele não conseguia entender por que este homem o queria tanto, mas claramente, esta situação excitava grandemente o médico.
Da mesma forma, Diego não conseguia se salvar da felicidade que este homem maior infligia sobre ele. Enquanto a energia sexual do doutor inundava a sala. O Dr. Almeida, um galã bonitão, usava seu pênis com efeito incrível, exercendo sua magia sobre a vontade vacilante do adolescente. O pênis duro de Diego balançava para cima e para baixo enquanto ele saltava no pênis do doutor, outro forte indicador de que o corpo do jovem apreciava os resultados positivos das estimulações do médico.
Diego não tinha noção do tempo, mas eventualmente, o Dr. Almeida diminuiu o ritmo. "Vamos trocar de posição", disse ele.
Segurando Diego firmemente, o Doutor girou as pernas para fora da mesa e saltou. Diego agarrou os ombros do Dr. Almeida e prendeu-se na cintura do homem com suas pernas para não cair. De pé, o corpo do Dr. Almeida curvou-se de volta a uma posição equilibrada, e ele quicou o garoto em seu pênis grosso, rosnando e gemendo.
"Pode pensar nisso como um teste de resistência", disse ele. O estalo dos corpos se chocando ressoava contra as paredes nuas enquanto o peso total do corpo de Diego despencava no pênis do Dr. Almeida, batendo suas nádegas nos quadris do homem. Ambos expressaram seu prazer na sala, unidos em união profana.
Então, o Dr. Almeida abaixou Diego no chão. O pênis dele escapou para fora da bunda de Diego enquanto o homem o deitou de costas. O Doutor levantou as pernas magras do garoto, expondo seu furinho fofo. Ele mirou seu pênis e cutucou a cabeça bem naquele botão.
"Estou reinserindo agora", avisou o Dr. Almeida, então empurrou sua carne para dentro. Diego gemeu enquanto a peça grossa do médico penetrava-o mais uma vez. O adolescente abriu-se, deixando o pau do Dr. Almeida invadir seu buraquinho. Enquanto o homem empurrava lentamente, as paredes internas de Diego separavam-se novamente. O Dr. Almeida inclinou-se para a frente, plantando as mãos no chão acima dos ombros do adolescente. Esta posição dava ao médico alavanca para afundar seu pênis mais fundo no buraco de seu objeto de estudo cativo.
A forma larga do homem apagou todo o resto das percepções de Diego. Suor escorrendo para o cara menor. O lábio do médico curvou-se, revelando dentes; este predador precisava devorar sua presa. Diego não tinha agência aqui, enquanto a carne grossa do pênis tunelava mais fundo em seu canal. Rapidamente, a mata peluda do médico encostou no saco de Diego, e todo o comprimento do pinto dele encheu suas entranhas mais uma vez. Diego agarrou o corpo forte, procurando por algo sólido para ancorá-lo na realidade enquanto o Dr. Almeida começou a fodê-lo mais rápido.
O autocontrole do doutor vacilou, evidenciado por exalações erráticas. Ele arrastou os olhos pelo corpo liso e bonito do rapaz enquanto seu pênis se movia dentro e fora daquela bunda.
"Você está me deixando com muito tesão", disse ele numa voz instável. "Você é um garoto tão atraente, com uma habilidade incrível para dar a bunda." Ele empinou-se em Diego, enfatizando seu ponto.
Diego dissolveu-se em euforia. O Doutor inclinou-se para perto do rosto adorável do garoto. A forma do homem eclipsou Diego enquanto a investida continuava. Os lábios do médico sugaram o pescoço e a mandíbula do rapaz. Então sua boca fechou-se sobre a de Diego e atraiu o jovem para mais uma invasão íntima. Hálito quente em seu rosto, língua molhada em sua boca, e uma vara ardente fodendo seu cu; Uma sobrecarga de estímulos arrasou o pobrezinho do corpo de Diego.
Após este momento intenso, o Dr. Almeida recostou-se, oferecendo às câmeras da sala uma visão melhor de seu pinto grosso penetrando o ânus adolescente. Ele segurou os tornozelos do jovem e manteve suas pernas abertas. Os lábios anais esticaram-se firmemente ao redor de sua grossura enquanto ele se inseria e se retirava.
Este monumento de masculinidade ergueu-se sobre Diego. Sua autoridade dominante oprimia Diego, e os olhos negros nas paredes e no teto prenderam o jovem ao chão. Sua autonomia há muito destruída, o controle do destino de Diego estava nas mãos do namorado de sua mãe, bem como dos poderes invisíveis por trás daquelas câmeras misteriosas.
Os sons de pele batendo e grunhidos misturavam-se com o cheiro de sexo e pré-gozo adolescente. Diego gemia alto e sem parar. Apesar de suas apreensões, o pau do namorado de sua mãe batia fundo dentro de seu rabo, ativando sensações estranhas e maravilhosas.
"Mostra pra mim o quanto você pode aguentar, Diego." O homem estendeu a mão e apertou os pulsos do adolescente, segurando-os firmemente no chão acima da cabeça de Diego. Ele moveu seu pau dentro de Diego, torturando a próstata do garoto. "Testar a elasticidade anal de jovens como você é realmente um grande serviço à ciência", ele ofegou. "É um dever que levo muito a sério." Seu movimento intensificou-se, empinando em Diego mais rápido e com mais força. Enquanto o médico esmagava o botão do garoto, os delírios ininteligíveis de Diego ressoaram mais alto. Sua ereção adolescente saltava, enviando filetes de pré-gozo dançando no ar, totalmente ignorada pelo pesquisador, que não havia tocado em seu pênis desde que começaram as relações sexuais.
"Você está indo incrivelmente bem, Diego," o doutor ofegou enquanto martelava sua pica no cuzinho maltratado do adolescente. "Estou muito impressionado que você consiga—Uh!—acomodar meu pauzão inteiro," ele elogiou entre respirações. "E por todo este tempo. Sua resiliência é notável."
O Dr. Almeida dava inserções longas e completas em Diego, recuando até restar apenas a ponta para dentro, então avançando com força, sua virilha colidindo com a bunda do rapaz. O apertado anel anal de Diego agarrava-se à haste do homem a cada retirada, e seu interior enchia-se além da capacidade enquanto a coisa enorme do doutor enterrava-se completamente.
"Uuuh! Ah, porra!" Diego gritou. "UuuUuuh! Aaah! Porraaa!" O Doutor massageava a próstata do garoto com seu pênis, fazendo Diego verbalizar sua paixão alto.
"Seu corpo é um exemplar perfeito. Jovens como você têm tamanho ideal para agradar um homem como eu. Seu cuzinho é tão apertado ao redor do meu pênis. Eu realmente não acredito que você está aguentando a coisa toda. Não posso te dizer o quanto me agrada que você tenha vindo aqui hoje, Diego. Estou tão feliz que pudemos nos conectar desta forma." O Dr. Almeida nunca parou sua maratona de foda enquanto falava, sem fôlego, vermelho e coberto de suor. "Eu soube desde a primeira vez que pus meus olhos em você, que precisava te ter. Para meu estudo, quero dizer. Claro. Oh, tenho tanta coisa planejada. Há muito mais dados para extrair do seu corpo adolescente e apertado."
O olhar lascivo penetrava na mente de Diego. Ele lembrou-se da primeira vez que se conheceram, agora sabendo o que o Dr. Almeida estivera pensando. O homem enganador planejara tais maquinações perversas, mantendo Diego alheio o tempo todo, incapaz de impedir, e agora à mercê do médico. Este homem cobiçava-o tão selvagemente. Diego não conseguia se imaginar como um objeto de desejo. O médico segurava Diego, martelando em seu buraco. Diego lutava para processar a atenção lasciva do médico enquanto recebia uma surra tão hostil nas profundezas de seu canal virgem. O garoto finalmente chegou ao seu máximo. Seu pênis duro e adolescente contraiu-se, expelindo grossos fios de porra branca e cremosa, manchando seu abdômen e peito em convulsão. Enquanto o pênis grosso fendia seu interior, golpeando sua próstata, os grunhidos regulares de Diego transformaram-se num gemido irregular enquanto seu orgasmo desesperado detonava, balançando sua forma delicada.
Vendo o pênis do garoto jorrando sua carga, o Dr. Almeida puxou quase completamente, então bateu de volta, repetidamente. O buraquinho adolescente de Diego espasmava ao redor do pau do homem. O médico repetiu este movimento rápido e enfático várias vezes antes de se retirar do jovem derrotado e puxar ambos para ficarem de pé.
O pênis rígido de Diego exsudava porra e as ondas decrescentes do orgasmo ainda produziam efeitos fortes. Separado do mundo ao seu redor, submerso no processo biológico que corria através dele, Diego cambaleou. O Dr. Almeida segurou seu paciente, mantendo-o firme.
"Você foi muito bem. Mas agora vamos terminar isso." Ele virou Diego e o dobrou sobre a mesa, manipulando o corpo menor e atordoado do rapaz com facilidade. Drenado, Diego colapsou para frente enquanto o homem reinseria seu pau por trás. O médico já não ligava para o buraco sensível de Diego, empurrando todo seu pau para dentro rudemente, preenchendo o garoto em estado de choque. Apenas momentos após seu orgasmo explosivo, a ereção de Diego inflamava-se novamente com o renovado ataque. Garras prenderam-se nos quadris magros de Diego. Gritando obscenidades, o Doutor bateu ploc-ploc-ploc na bunda macia do rapaz. Seu enorme pilão teimosamente golpeava a cavidade anal sobrecarregada.
Braços robustos envolveram o tronco esbelto de Diego, arrancando-o da mesa e puxando suas costas firmemente contra o peito do Dr. Almeida. Diego equilibrou-se na ponta dos pés enquanto o homem investia nele. Erguido, seu mastro rígido balançava duramente à sua frente. O homem mais forte segurou firmemente ao redor do peito e abdômen de Diego, amarrando seus corpos quentes e suados juntos. Seu pinto enorme abria caminho para dentro freneticamente. Esta nova posição, tanto contato de pele, e o ângulo no qual o pênis grosso martelava seu botão interno, somaram-se a outra experiência de orgasmo para o garoto. O segundo orgasmo de Diego sem usar as mãos em questão de minutos irrompeu. Seu pênis cuspiu fios de gosma sobre a mesa enquanto ele gemia exausto.
"Uh! Ah sim, Diego! Uh! Uh! Eu vou gozar! Vou gozar dentro de você!" O Dr. Almeida gritou, metendo fundo no garoto, descarregando suas bolas enquanto investia novamente. Mais e mais porra jorrava para salpicar o interior do adolescente. "U-uu-uuh! Porra! Estou te engravidando, garoto! Porraaa! Isso!"
A cavidade anal de Diego ajustava-se tão firmemente ao pênis do médico, a inundação de sêmen quente rapidamente preencheu o escasso espaço disponível. O fluido escoava de volta ao longo do pinto do médico. Derramava-se de sua conexão lasciva, escorrendo pelo pênis e bolas do médico, e descendo pelas coxas trêmulas de Diego. A ereção de Diego esguichou sua última explosão enquanto seu anelzinho ordenhava as últimas gotas de porra da vara de foder do médico.
"Ufa...", o doutor exalou, caindo sobre Diego, que colapsou na superfície pegajosa e viscosa da mesa. O corpo do homem aprisionava o rapaz, e ele mantinha seu pau dentro de Diego, mantinha-o preso no lugar. A longa sessão de foda e seus dois orgasmos o haviam exaurido, e seus pulmões esforçavam-se para expandir sob o peso do homem maior.
Após algum tempo, o Dr. Almeida ergueu-se e seu pênis escorregou para fora. A câmera na mão pronta para gravar seu pau grosso saindo do buraco de Diego. O cuzinho rosado gotejava os restos dos líquidos orgásmicos do homem. O Doutor filmou o buraco aberto e dilatado. Dedos grossos rapidamente preencheram o vazio, empurrando o gozo escorrido para dentro do rapaz. O buraco selou-se ao redor dos invasores.
"Você ainda está apertado aqui embaixo", disse o doutor, sondando a fenda conquistada do jovem, lubrificada com uma copiosa deposição de sêmen. "Isso é impressionante, depois do que você acabou de passar. Muito resiliente. Vou ter que anotar isso." Ele se retirou, e o ânus de Diego piscou lentamente.
Diego empurrou-se para cima e virou-se para olhar seu algoz. O homem alto estava como uma estátua grega, exceto por sua masculinidade enorme. A arma imponente pendia em sua calmaria pós-orgásmica. O Dr. Almeida digitava anotações em seu celular enquanto Diego o observava. Confuso e incapaz de processar com sua mente quebrada os eventos do dia, ele se apoiou na mesa de exame, olhando para o homem charmoso.
O Dr. Almeida entregou a Diego sua cueca com o cheiro forte do pênis de homem mais velho. “Pode usar ela para se limpar.” Diego se limpou com a cueca do Dr. Almeida, o máximo possível, enquanto observava o Dr. Almeida vestir-se. Colocou as calças, sem cueca, ajustando o membro para o lado antes de fechar o zíper. O jovem seguiu o exemplo, reunindo força suficiente para colocar suas roupas.
Dr. Almeida pegou as duas cuecas, sua e de Diego, as dobrou e colocou sobre a maca agora amassada. Convidou o jovem a sair da sala, apagou a luz e trancou a porta. O Doutor então caminhou com o jovem pelos corredores e desceu o elevador até chegarem à entrada principal. Mais alguns pesquisadores e suas cobaias passaram por eles pelo caminho. Diego ficou impressionado, imaginando o que aconteceria a seguir. Almeida parou e colocou uma mão no ombro de Diego.
"Lembre-se, Diego, isto foi uma investigação científica para coletar dados, nada mais. Eu sei que pode não parecer, mas eu agi de forma totalmente profissional hoje. E lembre-se, você também assinou uma cláusula de confidencialidade quando fiz seu check-in no início do exame. O conhecimento do que aconteceu aqui hoje não pode sair deste edifício. Entendeu?"
Diego concordou com a cabeça, fraco, lutando para reconciliar a versão dos eventos do médico com a sua própria. Ele certamente não havia assinado nada. E o entendimento de Diego sobre "profissional" não incluía gritar obscenidades enquanto jorrava sêmen dentro do cu de um adolescente. Mas o homem detinha poder sobre a mãe do rapaz, e sua mãe detinha poder sobre Diego. Então, ele se submeteu, aceitando a realidade do médico.
"Bom", disse o Dr. Almeida com um grande sorriso. "Vejo você esta noite na casa da sua mãe para o jantar."
Diego girou em direção à porta e saiu, encontrando sua mãe esperando no carro estacionado em frente.
"Foi tudo bem?" sua mãe perguntou depois que o filho se jogou no banco do carona e afivelou o cinto.
Diego murmurou: "Hum, sim, tudo bem."
"Você fez tudo o que o Roberto pediu?"
Ele acenou a cabeça. O adolescente se expôs completamente, abrindo-se para as mãos do médico, seus lábios, língua, dedos, utensílios e, eventualmente, seu pênis enorme. "Ah, sim, tudo." Diego disse, virando seu rosto corado em direção à janela lateral.
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Durante o jantar, a curiosidade da mulher a instigou a perguntar sobre as interações dos rapazes no consultório de Roberto naquela tarde.
"Receio que seja tudo confidencial, querida", disse Roberto. "Mas posso dizer que o Diego aceitou tudo o que eu lhe dei." Ele piscou para o adolescente e Diego corou, olhando para baixo, para o seu prato. "Foi um prazer me conectar tão profundamente com ele. Tenho tanta sorte de ter encontrado uma família tão maravilhosa." Ele estendeu a mão e deu um tapinha na coxa de Diego, demorando-se o suficiente para apertá-la, escondido da vista de sua mãe.
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