Aprendendo a Mamar

Todos os personagens tem mais de 18 anos.

"Você já viu isso?" Guilherme inclinou o celular na direção de seu irmão Lucas antes mesmo que ele pudesse responder. A tela mostrava dois homens entrelaçados, um deles de joelhos, a boca ocupada enquanto as mãos apertavam coxas peludas.

Lucas deu um passo atrás, quase esbarrando na porta do quarto que ainda estava entreaberta. Ele era uns 3 anos mais novo que Guilherme. Ele não esperava que seu irmão estivesse assistindo algo assim tão casualmente, como se fosse um vídeo qualquer de gatos ou um tutorial no YouTube. "Porra, Gui", ele riu, nervoso, mas os olhos não saíam da tela. "Assistindo isso no meio da tarde?"

Guilherme apenas ergueu as sobrancelhas, um sorriso malicioso aparecendo enquanto deslizava o polegar na tela, aumentando o volume. Os gemidos baixos preencheram o quarto, e Lucas sentiu um calor subir pela nuca.

"É só um pornozinho", Guilherme disse, com um encolher de ombros. Ele pausou o vídeo, deixando os dois homens congelados em uma posição que deixava pouco à imaginação. "Tenho uns colegas de classe que fazem isso direto. Pra dar aquela relaxada sabe?"

Lucas engoliu seco, seus dedos dele apertando involuntariamente a lateral da calça. O quarto parecia ter ficado mais quente de repente, ou talvez fosse só o sangue correndo mais rápido. "Alívio, tipo... ajuda entre amigos?", ele perguntou, tentando soar neutro, mas a voz saiu meio rouca.

Guilherme deitou de lado na cama, apoiando a cabeça na mão, o celular ainda na outra. "Tipo isso. Já mamaram o seu?", ele soltou, direto ao ponto como se estivesse perguntando se Lucas queria dividir uma pizza.

"O meu?" Lucas quase engasgou com a pergunta, os olhos arregalando enquanto sentia um calor repentino nas orelhas. Ele olhou para a porta, como se esperasse que alguém estivesse escutando, mas o corredor da república estava quieto. "Não, nunca...", ele murmurou, mas a mão dele apertou a costura da calça novamente, os dedos tremendo levemente.

Guilherme riu baixo, virando-se de barriga para cima e esticando os braços acima da cabeça. A camisa dele subiu um pouco, revelando uma linha de pelos escuros que desapareciam sob o elástico do shorts. "Tá perdendo, então", ele disse, com um sorriso que fazia Lucas sentir algo entre nervosismo e uma curiosidade sufocante. "É tão bom, mano. Relaxa, não vou te julgar."

Lucas mordeu o lábio, os dedos agora apertando e soltando a costura da calça num ritmo que parecia sincronizado com a pulsação acelerada nos seus ouvidos. Guilherme continuava deitado, relaxado.

"Mas tipo...", Lucas começou, engolindo antes de continuar. "E se eu não gostar? E se for... estranho?" A pergunta saiu mais baixa do que ele planejava, quase um sussurro.

Guilherme soltou um riso suave, o som quase como um ronronar enquanto ele se virava de lado novamente, encarando Lucas com um olhar que parecia ler cada pensamento hesitante cruzando a mente do colega. "Estranho?", ele repetiu, os dedos dele batendo levemente na tela do celular ainda pausada. "Tudo é estranho até você experimentar, Lucas. A primeira cerveja que você tomou também foi amarga pra caralho, lembra? Agora olha você."

Lucas respirou fundo, os dedos dele agora completamente imóveis na costura da calça, como se tivesse decidido que qualquer movimento poderia trair o que ele realmente estava sentindo. A imagem no celular de Guilherme ainda estava lá, o homem mais velho com a cabeça inclinada para trás em êxtase, os músculos do pescoço tensos enquanto o mais jovem trabalhava nele com devoção. Lucas nunca tinha pensado naquilo como algo que poderia ser... devoto. Sempre tinha sido só sexo nos filmes, algo rápido e sujo. Mas ali, mesmo pixelado, parecia quase íntimo.

Guilherme esticou o braço, oferecendo o celular. "Quer ver de perto?", perguntou, os olhos brilhando com um desafio que fez Lucas engolir seco. Ele hesitou por um segundo antes de pegar o aparelho, os dedos tremendo levemente ao tocar na tela ainda quente. O vídeo continuava pausado, mas agora ele podia ver os detalhes — a forma como a mão do homem mais jovem apertava a coxa peluda do outro, a saliva brilhante no canto da boca dele.

"É só...", Lucas começou, mas a voz sumiu quando Guilherme se mexeu na cama, o shorts dele cedendo um pouco mais e revelando a marcação dos quadris. "É normal mesmo? Entre amigos?", ele conseguiu completar.

"Depende do tipo de amizade", ele respondeu, os ombros subindo em um leve encolher. "Meus amigos, por exemplo? A gente treina junto, toma banho junto... às vezes rola algo a mais." Ele fez uma pausa dramática, os olhos percorrendo Lucas da cabeça aos pés. "Você e Gabriel são próximos? Vocês sempre fazem trabalhos de escola juntos"

Lucas sentiu um nó se formar na garganta. Ele e Gabriel estudavam juntos desde o primeiro ano, dividiam livros, dormiam na casa um do outro às vezes. Mas próximos assim? "A gente... se dá bem", ele murmurou, os dedos suando em volta do celular.

Guilherme riu, o som baixo e rouco. "Então experimenta. Pede pra ele te ajudar e vê no que dá. Se ele recusar, você finge que foi piada. Se não..." O sorriso de Guilherme se alargou, os dentes brancos contra a pele bronzeada. "Bem, aí você vai entender porque meus amigos voltam sempre."

O celular quase escorregou da mão de Lucas quando ele tentou devolvê-lo, os polegares deixando marcas embaçadas na tela. A imagem ainda estava lá, o homem mais velho agora com os olhos fechados e a boca entreaberta. Lucas limpou a garganta. "E se eu... não souber fazer direito?"

Guilherme pegou o celular de volta, os dedos dele escorregando por cima dos de Lucas num contato rápido que fez os dois hesitarem por uma fração de segundo. "Cara, é igual chupar pirulito", ele disse, rolando o vídeo para trás alguns segundos com um movimento experiente do polegar. "Só que mais quente. E o prêmio no final é melhor." A cena agora mostrava o homem mais jovem lambendo a cabeça do pênis com a ponta da língua, os lábios brilhantes de saliva.

"E o... sabor?", ele perguntou, a voz saindo mais aguda do que pretendia.

Guilherme deitou de costas na cama novamente, esticando os braços acima da cabeça com um grunhido satisfeito. "Depende do cara", respondeu, os olhos meio fechados contra a luz da tarde. "Tem gosto de pele, basicamente. Um pouco salgado depois." Ele virou a cabeça para encarar Lucas, um fio de saliva seca no canto da boca. "Por que? Tá pensando em experimentar o do Gabriel?"

O rosto de Lucas pegou fogo. Ele olhou para a mochila jogada no chão, onde o caderno de Teoria Econômica que dividiria com Gabriel mais tarde ainda estava visível. "Não sei se ele...", começou, mas Guilherme interrompeu com um estalo de dedos.

"Não vai saber se não tentar."

Lucas engoliu. A imagem se sobrepôs àquela que sua mente insistia em criar: Gabriel de pé e Lucas de joelhos na frente da cama do apartamento dele, os óculos escorrendo pelo nariz enquanto... Ele sacudiu a cabeça. "Mas e se o Gabriel não—"

"Você tá pensando demais."

- - - - -

"Você tá estranho hoje", Gabriel murmurou sem tirar os olhos do computador, a língua aparecendo por um segundo entre os lábios enquanto ele digitava.

Lucas sentiu o suor escorrer pelas costas. Gabriel girou na cadeira de repente, os joelhos se abrindo num movimento casual que deixou Lucas encarando o volume crescente entre as pernas dele. "Cê tá me olhando como se eu tivesse a resposta da prova final na minha bermuda", ele riu, mas a voz saiu mais rouca do que o normal.

Lucas engoliou seco. A língua dele parecia grudada no céu da boca. "Desculpa", ele murmurou, mas os olhos não conseguiam sair daquele ponto mesmo se quisessem.

Gabriel inclinou a cabeça, os óculos escorregando um pouco pelo nariz enquanto examinava Lucas. A luz azulada do monitor refletia nos olhos castanhos dele, transformando-os em algo quase dourado. "Tá tudo bem?", ele perguntou, mas era como se já soubesse a resposta—como se estivesse só esperando Lucas admitir.

O caderno estava aberto entre eles, as páginas cheias de anotações que Lucas não conseguia mais ler. Ele limpou as mãos nas calças, sentindo o tecido quente e úmido sob as palmas. "Meu irmão tava me mostrando uns vídeos hoje...", ele soltou de repente, como se as palavras tivessem escapado sem permissão.

Gabriel não pareceu surpreso. Ele apenas ergueu uma sobrancelha, os dedos dele batendo levemente no teclado num ritmo que fazia Lucas pensar nos vídeos que tinha visto horas antes. "Seu irmão é do último ano né", Gabriel respondeu, a ponta da língua aparecendo por um segundo entre os lábios. "Mostrou o quê?"

Lucas sentiu o calor subir pelo pescoço até as orelhas. Ele podia quase ouvir Guilherme rindo dele agora—vai saber se não tentar. "Um... vídeo", ele começou, os dedos apertando e soltando a costura da calça. "De um cara... mamando outro."

O silêncio que se seguiu foi tão espesso que Lucas podia ouvir o zumbido do computador de Gabriel. Ele esperava uma gargalhada, um que porra é essa, qualquer coisa—mas Gabriel apenas tirou os óculos lentamente, esfregando a ponte do nariz entre os dedos antes de olhar para Lucas com uma expressão que ele nunca tinha visto antes.

"Ah", Gabriel disse, simples assim, como se Lucas tivesse comentado sobre o tempo. Ele girou a cadeira completamente agora, os joelhos se abrindo num convite involuntário. "E você... gostou?"

Alguma coisa naquela pergunta—na forma como Gabriel tinha perguntado—fazia Lucas sentir que não era só curiosidade. Era quase um convite.

"Eu... não sei", ele admitiu, os dedos agora completamente imóveis na costura da calça. "Nunca fiz."

Gabriel deixou escapar um som baixo, quase um ronronar. Ele se inclinou para trás deixando o volume em sua bermuda bem evidente. "Quer tentar?", ele perguntou, direto como sempre, mas a voz dele estava mais rouca do que o normal.

O coração de Lucas batia tão forte que ele temia que Gabriel pudesse ouvir. Ele olhou para a porta entreaberta—para a cozinha vazia além dela—e depois para aquele espaço entre as pernas de Gabriel que parecia estar chamando ele. Guilherme tinha razão: ele estava pensando demais.

"Eu posso... parar se for estranho?", Lucas perguntou, a voz saindo mais baixa do que pretendia. Ele já estava se levantando da cadeira antes mesmo de Gabriel responder, os joelhos tremendo levemente.

Gabriel apenas sorriu, os dedos dele indo até o elástico da bermuda com uma lentidão que fez Lucas engolir seco. "Você que manda", ele disse, e algo na forma como os olhos dele escureceram deixou claro que aquilo não era apenas sobre o momento—era sobre tudo.

Os dedos puxaram a bermuda com toque suave, e Lucas nunca tinha reparado como um simples movimento podia parecer tão obsceno. Gabriel não estava usando cueca—ele sabia agora, vendo a cabeça rosa já escorregando para fora, úmida na ponta. O cheiro era algo primitivo que fez Lucas sentir um pulso imediato nas próprias calças.

Gabriel apenas inclinou a cabeça, os músculos do pescoço tensionando quando Lucas finalmente tocou nele—devagar, como se temesse quebrar algo. A pele era mais macia do que ele imaginava, quente e viva sob seus dedos, e quando ele deslizou o polegar sobre a cabeça, Gabriel soltou um grunhido que ecoou pelo quarto silencioso.

Gabriel pôs a mão na nuca de Lucas com uma pressão que não era um comando—era um convite.

Lucas engoliu. Guilherme tinha dito que era igual chupar pirulito. Ele se inclinou, os joelhos dobrados no carpete gasto do quarto de Gabriel, e quando a língua dele finalmente tocou aquela pele, o sabor explodiu em sua boca.

Gabriel arqueou as costas na cadeira, os quadris empurrando para frente num movimento involuntário que fez Lucas engasgar levemente. "Desculpa", Gabriel riu, mas a voz dele estava rouca. "É que tá... bom."

Lucas nunca tinha feito algo assim—nunca tinha sentido alguém tremer sob seus lábios, nunca tinha ouvido a respiração de alguém acelerar porque ele estava fazendo algo certo. Ele tentou lembrar o vídeo, a forma como o homem mais jovem tinha usado as mãos enquanto a boca trabalhava, e quando seus dedos se fecharem em torno da base, Gabriel gemeu alto o suficiente para ambos olharem para a porta entreaberta.

"Não para", Gabriel ordenou, os dedos dele apertando o cabelo de Lucas com mais força agora.

Lucas obedeceu, movendo a boca mais rápido, os lábios escorregando para cima e para baixo enquanto a língua pressionava a veia saliente na parte inferior. Ele podia sentir o sabor mudando, ficando mais salgado, mais intenso, e quando Gabriel começou a murmurar palavrões entre dentes cerrados, Lucas soube que estava perto.

“Caralho, Lucas, você mama muito bem. Tem certeza que nunca fez isso? Porra, que boquinha gostosa, vou querer que você chupe meu pau toda vez que você vier fazer trabalho aqui em casa”

Gabriel puxou ele para trás de repente. "Quero gozar na sua boca", ele disse, direto como sempre. Lucas olhou o pênis duro de seu amigo na sua frente, todo cheio de saliva. Apontando em direção ao seu rosto como que pedindo para ser engolido novamente.

Lucas não hesitou antes de inclinar a cabeça e abrir a boca novamente. Quando Gabriel voltou a empurrar para dentro, os movimentos mais descontrolados agora, Lucas relaxou a garganta e deixou acontecer. O primeiro jato foi quente, mais amargo do que ele imaginava, mas quando Gabriel gemeu seu nome num tom quebrado, Lucas engoliu sem pensar duas vezes.

Gabriel desabou na cadeira, a respiração pesada enquanto Lucas limpava os lábios com o dorso da mão. O quarto estava em silêncio, só o som do ventilador oscilante e a respiração acelerada deles. Lucas esperava sentir-se estranho, envergonhado, mas quando Gabriel puxou ele para cima num beijo desajeitado—o gosto de ambos mesclando agora—ele ficou feliz por ter agradado seu melhor amigo.

"Tá vendo?", Gabriel murmurou contra seus lábios, os dedos descendo para desabotoar a calça de Lucas. "Não era tão complicado assim.

- - - - -

Marcelo estava sentado na sala, mexendo no celular, quando o primeiro gemido baixo atravessou o corredor. Ele congelou. O som veio novamente—uma respiração rouca e interrompida que ele conhecia muito bem. Seus olhos se moveram lentamente para o corredor escuro que levava ao quarto de Gabriel, onde a porta estava entreaberta o suficiente para deixar escapar os ruídos sufocados dali dentro.

Ele levantou-se com cuidado, os pés descalços pisando devagar. Quando chegou perto o suficiente da porta, viu através da fresta: Gabriel recostado na cadeira de computador, a cabeça jogada para trás, os músculos do pescoço tensionados como cordas de violino. E entre suas pernas abertas, Lucas—aquele garoto tímido da escola—com os lábios envolvendo o pênis ereto do seu filho.

Marcelo não se mexeu. Observou enquanto Lucas trabalhava com uma devoção de novato, os dedos hesitantes agarrando a base enquanto a boca subia e descia num ritmo que ficava cada vez mais confiante. Gabriel murmurou algo—Marcelo não conseguiu ouvir—e então arqueou as costas de repente, os quadris empurrando para frente num movimento involuntário que fez Lucas engasgar levemente. Foi quando Marcelo percebeu que sua própria calça estava ficando apertada.

Ele recuou com o mesmo cuidado, voltando para a sala antes que pudessem notá-lo. Sentou-se novamente no sofá. Em vez disso, seus dedos bateram no braço do móvel, contando os minutos até que os sons do corredor cessaram. Esperou mais cinco—suficiente para que se recomponham—antes de chamar, alto o suficiente para ser ouvido: "Gabriel? Lucas? Vem tomar um lanche aqui na sala, eu comprei pastel."

O silêncio súbito que se seguiu foi quase cômico. Marcelo conseguia quase ouvir o pânico mudo através das paredes. Então, passos hesitantes no corredor. Gabriel apareceu e Lucas veio atrás, as orelhas vermelhas, os lábios um pouco inchados.

“Obrigado, pai", Gabriel murmurou, pegando um salgado de queijo da bandeja sem fazer contato visual. Lucas imitou o gesto com hesitação, os dedos tremendo levemente ao pegar um pastelzinho.

Marcelo observou enquanto Lucas mordia o salgado, os mesmos lábios que minutos antes estavam envolvendo seu filho agora fechando-se em torno da massa crocante. "Tá gostoso?", perguntou, mais direto do que pretendia.

Lucas engasgou. Gabriel quase cuspiu o gole de refrigerante.

"Quero dizer o pastel", Marcelo corrigiu, mas o sorriso nos cantos da boca deixava claro que a dupla entenda a dupla interpretação. Lucas engoliu rápido demais, visivelmente sem mastigar direito. "Sim, senhor", ele respondeu, formal como se estivesse na frente de um juiz.

Marcelo riu, pegando um salgado para si. "Relaxa, garoto. Não precisa ficar tão tenso." Ele deixou a pausa carregada pairar antes de adicionar: "Você parece viu uma cobra."

Marcelo apenas parecia divertido, mastigando devagar enquanto observava os dois garotos com um olhar que Lucas não conseguia decifrar—curioso? Aprovador?

"Gabriel, acho que esqueci de comprar a sobremesa. Você pode ir no mercadinho e comprar sorvete pra gente? Lucas, você gosta de chupar? Sorvete?”

Gabriel quase soltou o copo. "Pai, pelo amor de Deus."

“É brincadeira. Eu sei que ele gosta” Deu uma piscada para Lucas, tirando a carteira do bolso e entregando uma nota de 50 para o seu filho.

“O Lucas pode ir comigo?”

“Não, é melhor ele ficar, eu falei pro pai dele que iria ficar de olho nele o tempo todo, então você vai e volta rapidinho.”

Assim que Gabriel fechou a porta, Marcelo colocou a mão grande no ombro de Lucas.

"Tá tudo bem, Lucas?", Marcelo murmurou. “O Gabriel... Você e ele têm feito sexo há muito tempo?”

Lucas demorou alguns momentos em silêncio, até que finalmente soltou: "Você... viu a gente?"

Marcelo não respondeu imediatamente. Ele sorriu para Lucas. "Você tem um jeito bonito de mamar", ele disse, direto como sempre. "Mas podia usar mais as mãos."

Lucas engoliu seco. O pescoço dele estava vermelho até a gola da camisa, os olhos arregalados como um cervo nos faróis. "Eu... nunca tinha feito antes. Foi a primeira vez", ele admitiu.

Marcelo inclinou a cabeça, os olhos percorrendo Lucas da cabeça aos pés como se estivesse vendo algo novo. "Primeira vez com Gabriel e já engoliu até o talo?", ele perguntou, a voz mais rouca do que pretendia. "Você é muito bom nisso então."

Lucas olhou para o corredor, para o teto, para qualquer lugar que não fosse o volume crescente na calça de Marcelo. "O senhor acha que o Gabriel... gostou?"

Marcelo riu. "Filho, ele quase arrancou o braço da cadeira." Ele fez um afago em Lucas. "E você? Gostou?"

Lucas olhou para as mãos dele e depois para a virilha de Marcelo. Respirou fundo. "Sim", ele disse, e pela primeira vez desde que saíram do quarto de Gabriel, sua voz não vacilou.

“Quer mais?”

Lucas olhou para o pai de Gabriel, seu pênis pulsando na calça de tecido mole. Lucas esboçou um sorriso e fez que sim com a cabeça.

Marcelo não fez cerimônia. Puxou Lucas para o escritório e encostou a porta. Desabotoou a calça com um movimento familiar, empurrando o tecido para baixo o suficiente para libertar sua ereção—com veias salientes que pulsavam sob sua pele mais escura. O pênis do homem adulto era mais grosso e maior que do seu amigo. Ele se sentou na cadeira ao lado da escrivaninha. "Mostra o que aprendeu", ele ordenou, mas havia um tom de convite ali, não de comando.

Lucas hesitou por apenas um segundo antes de se ajoelhar. Quando sua língua tocou Marcelo pela primeira vez, o gosto era diferente— mais intenso—e o gemido que arrancou do homem foi mais profundo do que qualquer som que Gabriel tinha feito.

Marcelo enterrou os dedos no cabelo de Lucas, guiando-o sem pressa. "Bom garoto", ele murmurou, os quadris empurrando para cima num movimento que fez Lucas engasgar levemente. "Mas relaxa a garganta."

No quarto de Gabriel, tinha havido hesitação—exploração. Aqui, sob os dedos firmes de Marcelo, Lucas sentiu-se como um aluno sendo testado. Ele tentou lembrar os movimentos que pareciam agradar Gabriel—a pressão da língua na veia inferior, os lábios apertando na subida—e quando Marcelo arqueou as costas, Lucas soube que estava no caminho certo.

"Caralho", Marcelo rosnou, os músculos das coxas tensionando sob as calças desabotoadas. "Você tem uma boca perfeita. O Gabriel demorou pra aprender a mamar desse jeito"

A menção de Gabriel fez Lucas pausar por um segundo, os olhos arregalando-se enquanto olhava para cima. Marcelo sorriu—um sorriso lento, predatório—e puxou Lucas para frente novamente. "Relaxa", ele repetiu, os dedos massageando a nuca do garoto. "Ele vai adorar saber que você mamou o pai dele tão bem."

O escritório estava ficando quente, o ar-condicionado lutando contra o calor de dois corpos tão próximos. Lucas podia sentir o suor escorrendo pelas suas costas, misturando-se ao cheiro de Marcelo.

O celular de Marcelo tocou. “É seu pai, Lucas. Faz silêncio” Marcelo atendeu o telefone enquanto o garoto continuou sugando e lambendo o grande pênis de Marcelo. “Oi Caio. Sim, o Lucas está aqui sim. Ele e o Gabriel estavam fazendo o trabalho, mas fizeram uma pausa para um lanche e agora o Lucas está chupando sorvete. Sim, eu dou carona de volta para o Lucas, sem problemas. Não quer que ele durma aqui? Aí você pode buscar ele amanhã.” Marcelo fez um sinal para Lucas continuar chupando.

Lucas lambia e saboreava o pênis em sua boca com grande prazer. Ele mesmo estava excitado por estar dando prazer para o homem sentado em sua frente.

“Tudo bem, fica para uma próxima. Eu levo ele sim, não é problema nenhum. Deixa só eles terminarem o trabalho da escola e eu levo ele sim. Um abraço!” E desligou.

Os dedos de Marcelo se apertaram no cabelo de Lucas com uma urgência repentina, sua respiração ofegante. "Abre mais", ele rosnou, usando um pouco de força para inclinar a cabeça de Lucas num ângulo desconfortável. Lucas ofegou involuntariamente — bem no momento em que Marcelo empurrou para frente, forçando a cabeça grossa além dos lábios e para dentro de sua garganta contraída.

Lucas engasgou violentamente, lágrimas brotando em seus olhos enquanto seu corpo se revoltava contra a intrusão. Saliva escorria pelo queixo dele nas coxas trêmulas de Marcelo. Marcelo não recuou — apenas o manteve ali, aplicando pressão constante enquanto a garganta de Lucas se contraía ao redor dele. "Respira pelo nariz", instruiu Marcelo asperamente, sua outra mão fazendo círculos no pescoço avermelhado de Lucas. "Vai se acostumando."

Na terceira tentativa, algo se encaixou. Lucas sentiu os músculos da garganta relaxarem inesperadamente, e de repente Marcelo estava deslizando mais fundo — tão fundo que Lucas podia sentir os pelos pubianos ásperos contra o nariz. A distensão ardia, mas por baixo veio uma onda inesperada de realização. O gemido de Marcelo vibrou através dele enquanto Lucas conseguia engolir ao redor da intrusão, sua garganta se contraindo experimentalmente.

"Caralho", Marcelo engasgou, suas coxas tremendo. Ele começou a dar empurradas rasas, cada uma alongando ainda mais os limites de Lucas. O gosto do pré-gozo inundou a boca de Lucas — mais salgado que o de Gabriel, mais concentrado — e ele se viu chupando instintivamente no movimento de volta.

O controle de Marcelo acabou. Ele começou a meter na garganta de Lucas com abandono, a cadeira rangendo sob seus movimentos. Lucas se agarrou às coxas de Marcelo, lágrimas escorrendo livremente agora enquanto ele se concentrava em respirar pelo nariz em rajadas curtas.

“Porra que garganta gostosa, garoto. Eu adoro meter na boca de um novinho.”

Quando Marcelo gozou, foi com um gemido longo e gutural. Lucas sentiu a primeira pulsação atingir o fundo de sua garganta — grossa, amarga — e então o próximo jato desceu direto pelo esôfago antes que ele pudesse reagir. Seu corpo se contraiu, mas Marcelo o manteve firmemente no lugar, ordenhando-se através das contrações residuais até que a garganta de Lucas trabalhasse obedientemente ao redor dele.

Marcelo finalmente puxou para fora com um som molhado, deixando Lucas ofegante e com os lábios brilhantes. Ele guardou o pênis casualmente enquanto Lucas limpava o rosto na manga, ambos evitando o óbvio — que aquilo tinha sido mais lição do que encontro. Marcelo finalmente falou: "Na próxima vez você pede pro seu pai pra dormir aqui em casa."

Lucas engoliu outra boca cheia de amargor residual.

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Comentários


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engmen Comentou em 06/06/2026

Se toda didática fosse tão detalhada, envolvente e excitante assim, qualquer aprendizado seria inesquecível de fato. Conto absolutamente delicioso!!




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico connanboy

Nome do conto:
Aprendendo a Mamar

Codigo do conto:
263801

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/06/2026

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1

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4